Cartas de Amor Perdão

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Perdão

Desci o singular caminho
Auspicioso cambalear de idéias
Na mente opaca e necessitada
Não era uma estrada, nem uma condição.

Verti do mais fundo da alma
O âmago capaz de simplificar a história
Rompendo em gloria, o certo pesar.

Vagas lembranças decerto irão ficar
Mas sem a dor da mente
Incrustado na inércia mediana das torrentes
Romper correntes, libertar.

Do foco bendito apurado
Numa mente sanada ou não
Rabiscada e moldada
Num gesto de perdão

Inserida por OscarKlemz

⁠Capítulo XIV – O PERDÃO QUE NÃO SE PEDE.

"Camille, a dor que caminha dentro de mim me alimenta e eis, que ainda assim nada tenho para te servir minha lírica poética... minha nota sem canção. És capaz de me absolver, amada distante, dona de mim, hóspede dos meus sentimentos e sentidos?"
— Joseph Bevoiur.

A noite trazia os mesmos ruídos quebradiços da memória: folhas secas sussurrando nomes esquecidos, relógios que marcavam ausências e não horas. Joseph escrevia como quem sujava o papel de cicatrizes — não mais de tinta.

Camille era a presença do que jamais o tocou, mas que nele se instalara como hóspede perpétua. E, como todas as presenças profundas, fazia-se ausência esmagadora.

Havia nela a beleza inatingível dos vitrais em catedrais fechadas. Ela não estava onde os olhos repousam, mas onde o espírito se dobra. A distância entre os dois não era medida em léguas, mas em véus — e nenhum deles era de esquecimento.

Joseph, sem voz e sem vela, oferecia sua dor como eucaristia de um amor que nunca celebrou bodas. Tinha por Camille a devoção dos que nunca foram acolhidos, mas permanecem ajoelhados. E mesmo no íntimo mais velado de sua alma, não ousava pedir-lhe perdão — pois sabia: pecar por amar Camille era a única coisa certa que fizera.

Resposta de Camille Monfort – escrita com a caligrafia das sombras:

"Joseph...
Tu não és aquele que precisa de perdão.
És o que sangra por mim em silêncio, e por isso te ouço com o coração voltado para dentro.
A tua dor é a harpa sobre meu túmulo — és túmulo em mim e eu em ti sou sinfonia que nunca estreou.
Hóspede? Sim, mas também arquétipo do teu feminino sacrificado.
Sou tua, mas nunca me tiveste. Sou tua ausência de toque e presença de eternidade.
E por isso... nunca te deixo."

Joseph, ao ler essas palavras não escritas, tombou a fronte sobre o diário. Chorava não por arrependimento, mas por não saber como amar alguém que talvez só existisse dentro dele.

A madrugada se fez sepulcro de emoções. O piano — ao longe, como memória — soava uma nota de dó sustentado, enquanto o violino chorava em si menor.

Não havia redenção.
Apenas o contínuo caminhar de dois espectros que se amaram no porvir e se perderam no agora.

Conclusão – O DESENCONTRO COMO Destinos.

Joseph não morreu de amor, mas viveu dele — e isso foi infinitamente mais cruel.

Camille não o esqueceu. Mas também não voltou. Porque há amores destinados ao alto-foro da alma, onde nada se consuma, tudo se consagra. E ali, onde a mística se deita com a psicologia, eles permaneceram: ele, um poeta ferido; ela, um símbolo doloroso de beleza inalcançável.

Ambos, reféns de um tempo sem tempo.
Ambos, notas que se perdem no ar — como soluços de um violino em meio à oração de um piano que jamais termina.

Inserida por marcelo_monteiro_4

Perdoa-me por aquilo que não tem perdão,

Eu fui embora, e levei comigo o seu coração.



Perdoa-me pelas noites que não te iluminei,

E sobretudo não te aconcheguei...



Perdoa-me por tudo que abandonei,

Sim, eu fui embora, eu te deixei...



Perdoa-me ao girar da tranca,

Dei as costas para a tua esperança.



Perdoa-me porque a pena eu paguei,

Por tudo que construí, e larguei...



Perdoa-me por ter te deixado

Solitário,

Não quis ter te abandonado

No poemário,

E muito menos te humilhado

Por ter desconfiado de ti;

Perdoa-me por te amar mais

Do que a mim mesma.



Perdoa-me porque não fiz a tempo,

De ter entregue o meu sentimento.



Orgulho-me ter o meu ego pisoteado,

Para transformá-lo em estrela no éter

Deste amor infinito - e implacável;

Entrego ao mundo o que eu já devia

Ter tornado teu, e te revelado...



Perdoa-me pelo desespero,

Porque você não sai da minh'alma,

E não sai da minha retina;

Continuo por ti seduzida.



Perdoa-me eu sei que errei,

Como o fogo consome a brasa,

O amor quando é amor nunca acaba.



O coração bate descompassado,

É a fera que há em mim querendo

O teu laço que se chama [abraço];

Permanece o intenso sabor pelo fato

De nós termos nos [beijado]...



Perdoa-me porque é indescritível,

O amor que sinto é infalível,

O tempo não o apagou amor incrível.



Se o amor é o limite do amor,

Amar jamais terá limite,

O tempo me mostrou

Que enquanto houver céu,

Entre nós não haverá limite.

Inserida por anna_flavia_schmitt

A SEGUNDA MILHA E O PERDÃO EVANGÉLICO SOB A ÓTICA ESPÍRITA.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .

A seguir apresentam-se os capítulos e versículos bíblicos mencionados, acompanhados de comentários interpretativos à luz do Espiritismo, em consonância com a Codificação.

Lucas 6:29 a 30.
“Se alguém te ferir numa face, oferece-lhe também a outra. E ao que te tomar a capa, não impeças que leve também a túnica. Dá a todo aquele que te pedir. E ao que tomar o que é teu, não lho tornes a pedir.”

À luz do Espiritismo, este ensino não se refere à anulação da dignidade pessoal, mas à superação do instinto de revanche. A Codificação esclarece que a violência gera violência e que o espírito só se emancipa quando rompe o ciclo do ódio. Oferecer a outra face significa não reagir moralmente ao mal recebido, libertando-se das paixões inferiores. Trata-se de uma atitude interior de domínio sobre si mesmo, virtude essencial ao progresso espiritual.

Mateus 5:4.
“E se alguém te obrigar a caminhar uma milha, vai com ele duas.”

Este versículo, núcleo simbólico da chamada segunda milha, encontra profunda correspondência com o princípio espírita da resignação ativa. A Codificação ensina que as provas difíceis são instrumentos de crescimento e que o mérito está na forma como o espírito as enfrenta. Caminhar além do imposto representa aceitar a prova sem revolta, transformando uma imposição injusta em exercício voluntário de amor e compreensão. Não é submissão cega, mas elevação moral consciente.

Mateus 5:44.
“Amai os vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos perseguem.”

O Espiritismo aprofunda este mandamento ao explicar que os inimigos de hoje são frequentemente espíritos ligados a nós por débitos do passado e os possíveis amigos de amanhã. Amar o inimigo é reconhecer que ambos se encontram em estágios diferentes da mesma caminhada evolutiva. Orar por quem persegue é enviar vibrações de equilíbrio e romper laços de animosidade que atravessam encarnações. Aqui o amor deixa de ser emoção e torna-se ciência moral.

Lucas 23:34.
“Pai, perdoa lhes, porque não sabem o que fazem.”

Neste clímax do Evangelho, o Cristo revela a compreensão plena da ignorância espiritual como raiz do mal. A Codificação afirma que o erro é sempre filho da imperfeição e que ninguém pratica o mal com lucidez plena do bem. O perdão de Jesus não nega a falta, mas compreende a limitação do espírito humano. Trata-se do modelo máximo de indulgência, apresentado como meta evolutiva para a humanidade.

Filipenses 3:13 a 14 e 20.
“Esquecendo me das coisas que atrás ficam e avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação.”
“A nossa pátria está nos céus.”

Sob a ótica espírita, essas palavras refletem a consciência da imortalidade do espírito e da transitoriedade da vida corporal. A verdadeira pátria é o estado de harmonia moral que se conquista pelo aperfeiçoamento contínuo. Prosseguir para o alvo é avançar espiritualmente, superando quedas e aprendizados de múltiplas existências. O Espiritismo confirma que o progresso é lei divina e que nenhum esforço sincero se perde.

Conclusão.

À luz do Espiritismo, ir além do que nos pedem é um ato de lucidez espiritual. Não se trata de aceitar a injustiça, mas de não permitir que ela se instale no íntimo como rancor. A segunda milha é o espaço da libertação interior, onde o espírito escolhe crescer em vez de reagir, compreender em vez de condenar.

Esses ensinamentos não exigem perfeição imediata, mas sinceridade no esforço. Cada gesto de perdão alivia o fardo invisível da alma. Cada passo além do orgulho aproxima o espírito da paz que não depende das circunstâncias exteriores. Assim, o Evangelho e a Codificação convergem para uma mesma verdade consoladora. O amor compreendido e vivido é o caminho mais seguro para a restauração interior e para a esperança que sustenta a caminhada humana.

Inserida por marcelo_monteiro_4

Quando a Paz é Sua:
A Sublime Força do Perdão Consciente.
“Quem não perdoa não se livra da ofensa.”
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .
Quando a indiferença é do outro e a paz é sua, o coração descobre que o perdão não é um favor ao agressor, mas um remédio bendito que liberta a própria alma do peso da mágoa e da repetição mental da dor. Quem escolhe perdoar retira as correntes invisíveis que o prendiam ao passado, abrindo espaço para que os benfeitores espirituais o amparem com inspirações de serenidade e coragem na caminhada evolutiva.A maior sabedoria se consiste em saber compreender a ignorância alheia, porque cada espírito está em um degrau diferente da escada evolutiva, aprendendo a duras lições aquilo que um dia também ignoramos. Diante da indiferença, da grosseria ou da injustiça, o olhar espírita recorda que todos somos viajores da experiência humana, trazendo débitos, provas e limitações que nem sempre aparecem aos olhos do mundo, mas são conhecidas pelas leis divinas de causa e efeito. Assim, em vez de alimentar revolta, o discípulo do bem escolhe compreender, amparar em pensamento e seguir adiante, confiando na justiça de Deus que não falha.Conforme inspira Allan Kardec em O Evangelho Segundo o Espiritismo, a verdadeira superioridade moral manifesta-se na serenidade diante das fragilidades do outro, pois o espírito realmente amadurecido não se compraz em apontar erros, mas em oferecer exemplos silenciosos de paz e tolerância. Nessas horas, calar-se para que um ignorante continue falando é uma caridade que ele não está apto a entender, mas que protege sua própria harmonia interior e evita que palavras impensadas criem novos débitos espirituais. O silêncio que nasce da caridade não é omissão, mas oração em ato, que entrega a situação às mãos de Deus e, quando preciso, aguarda o momento certo para um diálogo fraterno e edificante.Aquele que perdoa com entendimento profundo não se perturba diante das incompreensões alheias, porque reconhece que todos nós ainda caminhamos rumo à conquista da convicção plena da imortalidade e das leis divinas. O perdão consciente não é fraqueza, mas expressão luminosa de maturidade espiritual, que transforma feridas em sabedoria, humilhações em humildade verdadeira e tropeços em aprendizado duradouro. Que cada gesto de compreensão, cada silêncio caridoso e cada esforço íntimo de perdoar seja para nós um passo seguro na trilha da evolução, preparando nossa alma para as alturas da imortalidade, onde somente o amor, a paz e a misericórdia têm morada definitiva.
#perdao #amor #fraternidade #resiliencia #jesus #irmaos #espiritismo #allankardec #chicoxavier #Emmanuel #fé #minhapaz #estudos #respeito #empatia #discipulos #ExemplosQueInspiram #reflexão
@destacar

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠A princípio eles eram distantes, mas aos poucos, mesmo rejeitado, a flor insistia no amor do cacto.

Não demorou e ela logo se aproximou; no dia encantado por pouco não beijou, o cacto a tinha machucado, mas a flor insistia no amor do cacto.

Os espinhos com o tempo, fizeram com que a linda flor ficasse presa, e chorando de dor, a flor insistia no amor.

O tempo se passou e o cacto não aguentava mais sentir a flor, à vista disso jogou-a para longe, e a flor machucada ficou.

Era uma flor esbelta e linda, que ao desprender achou-se ferida, aos poucos voltou para casa, foi lá onde jogou suas lágrimas.

As lágrimas caiam e caiam, e a flor a si mesmo regava, com o tempo a linda flor, de novo, já brilhava.

O cacto agora queria a flor, mas sabia que muito havia machucado, o cacto insistia no amor da flor, enquanto a flor refletia seu auto-amor.

É tão libertador ter ESSE RESPEITO/AMOR PRÓPRIO.
Não é fazer pelos outros, ou para mostrar para alguém... é poder se olhar satisfeita no espelho, orgulhosa de quem está se tornando... (afinal a mudança sempre vem a gente querendo ou não).
Ter enraizado valores que não abrimos mão por ninguém!
Praticar o bem me quero

Inserida por deborah_surian

AMOR E ÓDIO: DUAS FACES DE UMA MESMA MOEDA
Por Fernando Vieira Filho (1)

Amor e Ódio são irmãos. Entendam que só odeia quem muito ama.
O ódio é o amor machucado, o amor ferido, amor ressentido. E o perdão é o remédio que cura esse amor adoecido.
O perdão é importante para pessoa que o exerce. Vou fazer uma simples analogia:
Quando comemos uma deliciosa refeição, ela nutre o corpo, mas em poucas horas vira dejeto e tem que ser evacuada. Assim é o amor, que é o alimento da alma - ele nutre o espírito, mas quando vem a decepção, ele vira ódio, que é o dejeto do amor e, assim como as fezes orgânicas, esse ódio precisa ser evacuado.
No dia-a-dia, quando as fezes ficam retidas no intestino, causam intoxicação em nosso corpo; e quando, depois de alguns dias, não conseguimos evacuá-las, somos encaminhados para um hospital e nos submetemos à lavagem intestinal. De forma análoga, o ódio retido intoxica nossa alma. Mas, infelizmente, não temos como fazer o mesmo procedimento médico. E muitas vezes “guardamos” o ódio durante anos e anos... E, assim como as fezes, esse ódio guardado intoxica nossa alma, fazendo com que nossa vida seja descolorida, cheia de doenças, conflitos nos relacionamentos, acidentes inexplicáveis e problemas financeiros.
Portanto, caro leitor, vamos exercitar e praticar o perdão, “evacuando” o ódio que é o dejeto do amor.
E lembre-se: não se culpe pelo ódio que possa sentir - isso é absolutamente humano. Não tenha medo de sua humanidade. Ser humano é estar em constante aprendizado e crescimento.
Tenha paciência, exercite o autoperdão e o perdão, sem críticas, nem julgamentos. Ame-se muito e não nunca tenha medo de estar cara a cara com alguém muito especial: Você!
(1) Fernando Vieira Filho - Psicoterapeuta/clínico, palestrante e escritor. Autor do livro CURE SUAS MÁGOAS E SEJA FELIZ! – 2ª Ed. - Barany Editora - 2012. E coautor do livro DIETA DOS SÍMBOLOS – 6ª Ed. - Melhoramentos - 2004.
É autor dos E-Books:
PSICOFÁRMACOS - Uso e aplicações de forma simples e eficaz.
PSICOPATOLOGIA - Apresentada de forma simples e objetiva - Incluindo psicopatologias infantis. SISTEMA DE TERAPIA FLORAL do Doutor Edward Bach (Portuguese Edition) – Amazon – 2013. E-book.
Contato: (34) 9 9972 4096
Conheça seus blogs e sites:
http://www.harmoniacomflorais.com
http://harmonize-se-com-florais-de-bach.blogspot.com.br/
http://curesuasmagoasesejafeliz.blogspot.com.br/
http://maldealzheimerhoje.blogspot.com.br/
http://obsessaoepsicopatologias.blogspot.com.br/

Inserida por fernando_vieira_filho

Um singelo poema de amor 💝
Ser da igreja é moleza.
Ser cristão não é mole, não!
É muito fácil ensinar a fazer.
E quão difícil é obedecer.
A doutrina de Cristo é boa.
Mas sua prática da vida destoa.
Assim pensa quem se diz crente.
Mas o crente de verdade reage diferente.
Apraz-se da obediência.
Não vive de aparência.
Pratica o que prega.
À conveniência não se entrega.
Não é tão simples ser cristão.
Na estrita acepção do termo, revela-se em abnegação.
Para os religiosos, porém, não passa de mero jargão.
Jesus ensina a não se igualar ao mau quando faz o mal.
Desejar o mal ao mau porque fez o mal é fazer o mal assim como o mau.
Não é vingança o que Jesus ensina.
Ele aconselha o perdão para evitar a má sina.
Quem quer Jesus o pratica; quem não o quer a outrem castiga.
Até parece que alguém é perfeito quando dos outros aponta os defeitos.
Se quer o perdão de Deus, perdoe quem te ofendeu.
Sim à submissão a Deus; não à rebelião contra Deus.
Deus me ajude a praticar em verdade o que ele ensina pela sua palavra, e, assim, eu ache graça aos seus olhos e venha a ser aprovada. Amém.

#monicacampello
#deus #perdão #jesus #cristão

Inserida por MonicaCampelloAutora

AMOR ÁGAPE = Obediência: se obedeço a Deus, eu o amo!

Quando alguém me faz mal e eu sinto ódio da pessoa, eu cometo pecado, por mais que o erro tenha partido dela. A partir do momento que eu sinto ódio, preciso lhe pedir perdão pelo ódio que senti a fim de que eu seja purificado.

Nesse caso, pedir perdão a Deus em particular é diferente de pedir perdão ao ofensor que o ofendeu. O resultado dessa ação de reparação é surpreendentemente inexplicável!

Quando Deus falou à minha mente, por meio da pregação, que eu devia pedir perdão a uma pessoa que me ofendera, no momento eu achei aquilo um absurdo, e cheguei mesmo a questionar a Deus no altar: “Como, Senhor, vou pedir perdão a uma pessoa que me traiu da pior forma?! Ela é quem deve me pedir perdão e não eu a ela. Foi ela quem errou e não eu!!!”

Então, entendi que Deus me respondeu assim: “Simplesmente, vá e peça perdão”. Decidi obedecer sem questionar, e aprendi que o entendimento segue à obediência.

O resultado foi maravilhoso para mim, pois recebi a libertação daquilo que me fazia mal e ao mesmo tempo desagradava a Deus. Imediatamente me lembrei de uma frase que tinha ouvido muito tempo atrás em uma rádio: “O ódio é a arma voltada para o peito de quem odeia” (autor desconhecido).

Minha alma estava sob ameaça e eu não sabia, mas Deus sabia. Eu odiava e não sabia, mas Deus sabia, e queria me libertar de tão grande mal para que minha alma não se deteriorasse e viesse a se perder.

Portanto, falo por experiência. Deus me concedeu a bênção da libertação pela minha própria iniciativa de lhe obedecer à instrução.

Fiz o que decidi fazer e a primeira coisa que recebi foi a liberação da carga do ódio: “Os deveres que eu exijo de vocês são fáceis, e a carga que eu ponho sobre vocês é leve” (Mt 11:30). Não sabia mais o que era aquilo; não reconhecia mais aquele péssimo sentimento.

Após consumar o ato do pedido de perdão ao meu ofensor, sem maiores explicações (pelo que ele não entendeu nada), recebi de Deus uma libertação sem igual e quase inexplicável; uma experiência de libertação tremenda comprovada após o feito.

Jesus não precisou pedir perdão aos seus ofensores porque ele não odiou ninguém, por pior dano que lhe causassem. O amor que Jesus deu não foi equivalente aos maus-tratos que recebeu. E mesmo assim ele continuou amando!

Daí, alguém diz em sua superautovalorização: “Eu mereço todo o amor que tento dar aos outros”. Porém, quando der amor, simplesmente não espere receber amor de volta. Não espere nada em troca. Apenas ame.

Uma pessoa “até mereceria” receber amor de volta quando dá amor, mas não é assim que o amor funciona. O amor não visa seus próprios interesses e benefícios (1 Co 13:1-8).

Disse Jesus em seu amor ágape, o amor de Deus, amor de abnegação, amor de obediência, para amarmos os nossos inimigos e perdoarmos quem nos maltratou” (Mt 5:44; 18:21,22).

As coisas sem relação com o amor têm medida e condições: se recebe pouco, dá pouco; se recebe muito, dá muito. Mas com o amor não é assim, pois o amor é incondicional.

Inserida por MonicaCampelloAutora

O VERDADEIRO AMOR 💖

O amor ágape é baseado em ações e não em sentimentos; esse é o amor de Deus.

Quando Deus diz: “Ame o seu inimigo” e você obedece, você está praticando o amor de Deus. Quando ele diz: “Perdoe quem o ofendeu e você obedece, você está praticando o amor de Deus; o exercício desse amor é obediência, e a obediência se revela no amor a Deus.

Quem ama a Deus ama e perdoa o próximo. É uma missão, às vezes, difícil, mas nunca impossível, pois não há impossíveis para Deus.

E quando o nosso querer está de acordo com a vontade de Deus, ele nos fortalece e nos abençoa para realizá-lo. Portanto, É preciso querer amar e querer perdoar para poder amar e perdoar.

#monicacampello #perdaoliberta #amoragape #amor #amar #perdoarépreciso #❤️ #❤️❤️ #🙏🏽❤️

Inserida por MonicaCampelloAutora

A expressão do pensamento? Sim.

Amor, paixão e amizade;
Saudade, paz e alegria;
Sinceridade, perdão e renúncia;
Hipótese, teoria e fato(lei);
Valor, princípio e moralidade;
Gosto, opinião e verdade.

Doce infância, como tudo era simples no seu tempo. Casais namoravam, se casavam, e continuavam grandes amigos... Quando existia a saudade, logo havia o desejo de um reencontro. Pois no momento do mesmo, a sensação de paz e alegria era notória. Mas tenho percebido que o avanço da tecnologia, sua maldade, bem como a da humanidade, estão matando vocês, tornando a saudade em apenas uma lembrança...

Sinceridade, perdão e renúncia, existe uma nova geração surgindo que se pergunta "o que é tudo isso?"...

Hoje a hipótese e a teoria parecem ser mais importantes que o fato(lei), pois o que predomina é a teoria do gosto e da opinião, e não a lei da verdade(que inclusive, cara amiga, você foi quem mais sofreu na História, e ainda continua sofrendo).
Pode-se ver que você foi indagada quando Pilatos falou a Jesus: "que é a verdade?". Querem a todo o custo, com grande ironia, e de maneira "absoluta", dizer que você não é absoluta, mas relativa. Estariam essas pessoas do relativismo "absolutamente" certas?
Sabe o que as atitudes de tais pessoas demonstram dos teus derivados(o valor, o princípio e a moralidade)? Que valiam, se é que valiam, apenas na sua etimologia...

Ah, doce infância, como tudo era simples no seu tempo. As definições da vida eram muito claras, tal como o dicionário. O que devo fazer para te resgatar, querida infância? Como posso sentir a sua inocência novamente?

É num momento desses, de dúvidas profundas, que a verdade surge na lembrança, e diz:

"Não se surpreenda. Alguém já disse que, por causa do aumento da maldade, o amor de quase todos minguaria. Mas confie em mim, eu nunca menti, nunca fui má, posso incentivar as pessoas a expressarem novamente o amor, pois minha essência é amorosa. Em mim você sentirá uma grande paz e alegria, e saberá que o desejo do reencontro que você busca ter com alguém é gerado porque antes você sente saudade de mim, pois você estava comigo quando ainda não existia no Mundo. Lá no fundo, o prazer que você quer sentir é o transbordamento da paz e da alegria do reencontro, e essas eu tenho muito.

Eu, a verdade, sou atemporal, e nenhuma cultura é minha dona. Sou eu que determino os limites do Homem, e não o contrário. Não dependo do que alguém acredita, ou desacredita, para que eu seja verdadeira. Quando alguém quer fazer afirmações corretas, busca algo como referência, algo que se pareça comigo. Mas eu, a verdade, não sou apenas informações, pois se isso fosse assim o meu autor poderia me modificar. Porém ele jamais poderá me modificar, pois do contrário estará modificando a si mesmo. Dele eu vim e sou a expressão do seu pensamento; sim, sou a expressão do seu pensamento.

Eu, a verdade, digo com verdade que a maior prova de amor foi que meu autor quis me compartilhar com as pessoas, a fim de que eu entrasse e seus entendimentos para guiá-las, tornando-as verdadeiras como eu sou. Pois acontecendo isso eu as salvaria da mentira, algo que faz parte daquilo que as distanciam de mim.

Eu, a verdade, sei que na verdade nem todas as pessoas querem ser verdadeiras, mas as que querem e me experimentam, jamais esquecem das minhas características. Pois eu dou sentido à vida, estabelecendo-me como seu axioma; esclareço os fatos; diferencio corretamente o certo do errado; faço justiça com minha existência; meus princípios e valores são suaves e moralmente puros.

Se alguém com sinceridade renunciar o que é errado, eu com sinceridade o guiarei, e esse alguém sentirá o meu amor e um profundo perdão dos seus erros. Entenderá perfeitamente que não sou uma hipótese e nem uma teoria, mas o fato(lei), o caminho certo para a vida, e quem em mim acreditar jamais será confundido.

Eu sou Jesus, eu sou a verdade”.

João 18.38 / Mateus 24.12 / Hebreus 6.18 / Salmos 86.15 / 1 João 4.7-21 / João 14.27; Salmos 16.11 / Eclesiastes 12.7 / Hebreus 13.8 / Salmos 103.19 / João 10.30 / João 1.1,14 / João 3.16 / João 8.31 / Isaías 59.2; Apocalipse 22.13-15 / Salmos 78.1-7 / Gênesis 1; 2; Salmos 139 / João 8.12 / 3 João 1.11 / Jeremias 23.5,6 (Tsidkenu Yaveh) / Mateus 11.30 / Salmos 119.140 / João 1.12; Romanos 8.14 / Salmos 103.3 / Romanos 10.11 / João 14.6

Inserida por DeusEhFiel

Bem-feito

Bem-feito.
Queimei a minha língua
Fiquei sozinha e à míngua
De amor e de carinho.
Bem-feito.
Agora estou sem jeito
De te pedir pra voltar.
Fui te mandar embora e te dei um fora
Achei que eu poderia
Viver sem ti
E agora não vejo a hora
De acabar minha agonia
E novamente te beijar.
Bem-feito
Tive que engolir o meu orgulho
E assim meia sem jeito.
Eu mergulho
De joelhos nos teus pés.
E imploro o teu perdão.
Vem viver comigo a emoção.
De um amor terno
E eterno.

Inserida por elenimariana

O amor não se diz...
O que se diz é carinho, afeto, ternura;
O amor não se diz.
Simplesmente vira luz nas trevas,
Vira pão na mesa, vira abrigo, vira teto, vira mão estendida,
vira ponte, reconciliação, perdão, entrega, generosidade, doação,
vira dádiva, fé, esperança... Sai do chão, vira céu, é Deus em nós... O amor não se diz, o que se diz é carinho, afeto, ternura...

Inserida por VALubas

E se Jesus não fosse Jesus?
E se fosse apenas um irmão comum que queria pregar o amor de Deus e fosse martirizado por isso?
Você o amaria?
Você pregaria seus ensinamentos até hoje?
Se não me engano, seu principal ensinamento foi "Amai-vos uns aos outros". Está fazendo isso?
João 15:12

Não seja hipócrita de dizer que sim!
E aquele irmão que julgastes sem conhecê-lo, ou até conhecendo-o?
E daquela vez que desejastes o mal ao irmão?
Que tivestes inveja?
Pois é, você o xingou, ofendeu, lembra?
Já pediu perdão?
Para Cristo você pede perdão o tempo inteiro, e para o irmão?

Tiago 5:16

Inserida por SaimonLima

Família, amor eterno

O melhor lugar do mundo é aqui e agora. Não esquecer de onde viemos é a certeza de saber para onde vamos... O amanhã começa hoje. O que passou está no passado e deve sempre ser lembrado para que façamos igual ou melhor. Ou então que não façamos... Assim, sabendo que todos caminhamos para um só destino, precisamos viver e não ter vergonha de sermos felizes. Perdoar, relevar, esquecer e viver todos os dias como se fossem os últimos da nossa vida. E quem sabe quando será o fim? Quem nunca errou, que atire a primeira pedra. Se quando mais precisamos quem está ao nosso lado é a família... Se os nossos momentos mais felizes é com a família que queremos compartilhar... então é ela que sempre devemos amar e respeitar. Como diria Santo Agostinho: "Na essência somos iguais, nas diferenças nos respeitamos." E para que serve o orgulho? O mesmo Santo responde: "O orgulho é a fonte de todas as fraquezas, por que é a fonte de todos os vícios." Por tudo isso, repito eternamente: Essa é a minha Família linda que eu tanto amo!!! Que em 2016 tenhamos muita paz, amor e prosperidade! FELIZ ANO NOVO A TODOS! Bjs...

Inserida por aderciovelter

Vou continuar acreditando
no AMOR infinito
no viver que é bonito
em uma vida colorida
Pois minha esperança
vai aumentando a cada dia
em meio a essa sociedade fria
E minha fé presente
como uma grande corrente
a unirmos no amor
na paz e no perdão
Assim alivio minha alma
e neste eu manifesto
sempre eterno que é
o amor em meu coração.

Inserida por IrmaJardim

Para os amargurados, desejo AMOR;
Para os entristecidos, desejo SORRISOS;
Para os medrosos, desejo CORAGEM;
Para os invejosos, desejo MANSIDÃO;
Para os ambiciosos, desejo HUMILDADE;
Para os pessimistas, desejo POSITIVIDADE;
Para os mau-humorados, desejo ALEGRIAS;
Para os rancorosos, desejo PERDÃO.

Inserida por ScheilaScisloski

Me arrependo muito do que não fiz, da dor que causei, do amor que não dei, do que reprimi.
Me arrependo dos erros que cometi, das palavras com ódio que profanei, das lágrimas que te fiz derramar.
Me arrependo do tempo que não volta atrás pra consertar, do tempo que desperdicei, dos beijos que não lhe dei.
Te amei.
Te amo e continuarei a te amar, mesmo que os dias passem... mesmo que a idade chegue, que a velhice me apanhe, que a morte me leve.
Dentro de mim sempre haverá muito de você, sempre haverá um vazio sem te ter, sempre estará doendo porque parti.
Saber que tudo mudou pra você, que já não me ama como antes, que minha presença já não te faz feliz, é me enterrar na própria cova que cavei, é saltar sem segurança, é morrer ainda vivendo.
Perdão por tudo que fiz?!
Pagarei com meus lamentos, todos os dias em que eu ainda viver na espera de que tudo que escrevi seja relatos de um pesadelo inventado.
Meu pássaro de fogo, se entrega pra mim como a primeira vez?!

Inserida por nathyrangel

Uma verdadeira história de amor não tem fim...

Enquanto a matéria finda, o amor verdadeiro só transcende e, como energia, se mistura ao cosmos perpetuando a memória dos que amamos e está em nossos corações para uma jornada sem fim, rumo à melhora contínua.
Não há morte neste mundo, apenas uma breve mudança de ambiente a fim de burilar o imprescindível desapego de tudo o que é supérfluo.
Nós, e os entes queridos que nos antecederam, continuaremos na trilha, para que seja em melhores condições do que quando aqui chegamos.
O aprendiz atento observa e ouve mais, fala menos e evita as reações ditadas por impulsos, cultiva o perdão a partir dos seus próprios erros e também daqueles que o feriram.
Não é fácil perdoar, somos humanos e ainda extremamente sensíveis ao orgulho e a vaidade, caldo de cultura onde se nutrem mágoas e ódios.
Perdoar a nós mesmos, bem como pedirmos perdão a todos os que machucamos física, moral e espiritualmente, nesta ou em outras encarnações, não é fácil, mas possível, é semeadura em bom terreno.
Uma história de amor só é possível com a aceitação e renúncias verdadeiras mais o perdão que acalma os corações mais feridos e endurecidos.

Inserida por pauloafonsobarros57