Cartas de Amor para a Pessoa Amada
Amada desconhecida do meu lar, mora em minha vida habita no meu coração vou continuar não te conhecendo, a casa estranha as tuas regras meu corpo não abraça teus abraços, na minha cama é estranha desconhecida passageira nos lençóis dobrados, ontem era estranha, hoje não te conheço, amanhã não será lembrada.
Saudades do teu cheiro, dos teus braços e até desse ciúme que me fazia me sentir amada, saudades de cada tempinho, de cada carinho, de cada história que saía dos teus lábios, mas preciso deixar o tempo passar e vc pensar se talvez um dia comigo ainda queira estar... Apesar da saudade que sinto, eu não me atreverei a ficar sem respostas mais uma vez para todas as palavras ditas ou escritas, então ficarei em silêncio até ver vc me procurar.
hoje pareço vazio o meu coração, de tanto amar sem ser amada então resolvi dispensar tudo o que me discontentava, tudo que não me supria as minhas faltas, faltas essas de carinho, pra não andar nem viver sozinho, faltas essas de caminhas a dois de mãos dadas sem pensa no depois é abraçar com carinho e com jeitinho pra encaixar os dois coraçãozinho, e sentir o bater do pulsar de tanto acelerar, a coração, meu coraçãozinho quando terás todo esse carinho ??...
Não se preocupe minha doce e amada amiga, pois, quem está colaborando de qualquer forma para esse golpe um dia terá que prestar contas ao Juízo Final, Julgamento Final, o Dia do Juízo Final, ou Dia do Senhor na Bíblia, é o julgamento final e eterno feito por Deus sobre todas as nações. Este momento terá lugar depois da ressurreição dos mortos e da Segunda vinda de Cristo ou Parúsia (Apocalipse 20:12-15).
Seus últimos pensamentos eram alimentados com esforço sobre-humano, sendo voltados à sua amada Lorelayne Grantelás. Fez o impossível para visualizá-la, em sua forma mais doce e conseguiu. Ela cantarolava em médio tom à capela, enquanto separava os melhores grãos da cevada em uma vasilha argilosa e os demais descartava numa tapeçaria tecida em junco; junto dela sua pequenina filha e herdeira Chrysanthemun.
Abençoada demais, cristã demais, fiel demais, amada demais, inteligente demais, pensante demais, despachada demais, resolvida demais, articulada demais, sonhadora demais, romântica demais, apaixonada demais, conservadora demais, feminina demais... Para ser manipulada por famosinhas globais decadentes.
Quem conheceu a dor da pior forma merece amar e ser amada , merece recomeçar e ser feliz e receber voar merece o mundo.. merece tudo que a vida pode proporcionar.. depois da chuva , o sol ..depois da lama e escuridão a luz é um caminho de flores ... ninguém nasceu pra sofrer ..fomos feitos para o amor .. fomos feitos para sorrir .. viver intensamente tudo que a vida tem pra oferecer ...
Por onde anda a minha amada que um dia sonhei? Por qual estrada te perdi? Em qual caminho te esqueci? Por onde anda a bela menina, cabelos pretos ao vento, olhos cor de mel que refletem o céu? Por onde anda a doce menina, da pele morena, lábios macios? Por onde anda, ou flutua, meu anjo, minha menina, meu amor?" 💞
" Minha amada...meu anjo que veio do céu...estrela que ilumina o meu viver...razão do meu ser...em meu coração habita o aconchego...nas palavras e pensamentos és constante presença...vem meu anjo...em meus braços vou te segurar...e meus lábios aos seus vão se encontrar...e juntos...o mais belo momento vamos viver...sentir...se entregar...amar...anjo do céu é anjo da terra...é você...meu amor celestial...estrela angelical."💞🌟
Amada calmaria de domingo, somada a uma musicalidade emocionante, expressada nas teclas de um piano, saindo aos poucos pela janela, uma nota atrás da outra, subindo até aos céus, onde anjos foram tocados, ficaram dançando em pares por entre as nuvens numerosas, passos amáveis e comprometidos, reunidos numa espontaneidade notória, suas emoções motivadas pelo ritmo suave da música, lapso da realidade, saudável loucura.
O amor é...
Um lugar onde o coração descansa e vive em paz.
Um ponto onde a tempestade não alcança.
Um lugar onde existe o conforto em épocas de dificuldade.
Um espaço onde aquele sonho solitário vira uma realidade a dois.
Um sentimento que tem delicadeza, e dá saudade.
Um cantinho onde o coração se abriga por um tempo e mesmo que este abrigo deixe de existir, só a lembrança desse amor que aconteceu viverá para sempre no coração dos que dele provaram.
Para alguns, o amor pode ser leve, alegre, gentil e representa toda a felicidade que existe na face da terra, colocando o riso nos olhos e a esperança na alma.
Para outros o amor pode ser duro, doído e cruel.
O amor pode ser um oceano, um céu ou um devaneio...
O amor é estar, é sentir, é crescer, é pensar...
O amor é viver...
Chama e fumo
Amor - chama, e, depois, fumaça...
Medita no que vais fazer:
O fumo vem, a chama passa...
Gozo cruel, ventura escassa,
Dono do meu e do teu ser,
Amor - chama, e, depois, fumaça...
Tanto ele queima! e, por desgraça,
Queimado o que melhor houver,
O fumo vem, a chama passa...
Paixão puríssima ou devassa,
Triste ou feliz, pena ou prazer,
Amor - chama, e, depois, fumaça...
A cada par que a aurora enlaça,
Como é pungente o entardecer!
O fumo vem, a chama passa...
Antes, todo ele é gosto e graça.
Amor, fogueira linda a arder!
Amor - chama, e, depois, fumaça...
Portanto, mal se satisfaça
(Como te poderei dizer?...)
O fumo vem, a chama passa...
A chama queima. O fumo embaça.
Tão triste que é! Mas...tem de ser...
Amor?...- chama, e, depois, fumaça:
O fumo vem, a chama passa.
RONDÓ DE MULHER SÓ
Estou só, quer dizer, tenho ódio ao amor que terei pelo desconhecido que está a caminho, um homem cujo rosto e cuja voz desconheço.
Sempre estive duramente acorrentada a essa fatalidade, amor. Muito antes que o homem surja em nossa vida, sentimos fisicamente que somos servas de uma doação infinita de corpo e alma.
O homem é apenas o copo que recebe o nosso veneno, o nosso conteúdo de amor. Não é por isso que o homem me atemoriza, quando aqui estou outra vez, só, em meu quarto: o que me arrepia de temor é este amor invisível e brutal como um príncipe.
Quando se fala em mulher livre, estremeço. Livre como o bêbado que repete o mesmo caminho de sua fulgurante agonia.
A uma mulher não se pergunta: que farás agora da tua liberdade? A nossa interrogação é uma só e muito mais perturbadora: que farei agora do meu amor? Que farei deste amor informe como a nuvem e pesado como a pedra? Que farei deste amor que me esvazia e vai remoendo a cor e o sentido das coisas como um ácido? É terrível o horror de amar sem amor como as feras enjauladas.
É quando o homem desaparece de minha vida que sinto a selvageria do amor feminino. Somos todas selvagens: são inúteis as fantasias que vestimos para o grande baile. Selvagem era a romana que ficava em casa e tecia; selvagens eram as mulheres do harém, as mais depravadas e as mais pudicas; selvagem, furiosamente selvagem, foi a mulher na sombra da Idade Média, na sua mordaça de castidade; mesmo as santas - e Santa Teresa de Ávila foi a mais feminina de todas - fizeram da pureza e do amor divino um ato de ferocidade, como a pantera que salta inocente sobre a gazela. E selvagem sou eu sob a aparência sadia do biquíni, olhando a mecânica erótica de olhos abertos, instruída e elucidada. Pois não é na voluntariedade do sexo que está a selvageria da mulher, mas em nosso amor profundo e incontrolável como loucura. O sexo é simples: é a certeza de que existe um ponto de partida. Mas o amor é complicado: a incerteza sobre um ponto de chegada.
Aqui estou, só no meu quarto, sem amor, como um espelho que aguarda o retorno da imagem humana. O resto em torno é incompreensível. O homem sem rosto, sem voz, sem pensamento, está a caminho. Estou colocada nesse caminho como uma armadilha infalível. Só que a presa não é ele - o homem que se aproxima - mas sou eu mesma, o meu amor, a minha alma. Sou eu mesma, a mulher, a vítima das minhas armadilhas. Sou sempre eu mesma que me aprisiono quando me faço a mulher que espera um homem, o homem. Caímos sempre em nossas armadilhas. Até as prostitutas falham nos seus propósitos, incapazes de impedir que o comércio se deixe corromper pelo amor. Quantas mulheres traçaram seus esquemas com fria e bela isenção e acabaram penando de amor pelo velhote que esperavam depenar. Somos irremediavelmente líquidas e tomamos as formas das vasilhas que nos contêm. O pior agora é que o vaso está a caminho e não sei se é taça de cristal, cântaro clássico, xícara singela, canecão de cerveja. Qualquer que seja a sua forma, depois de algum tempo serei derramada no chão. Os vasos têm muitas formas e andam todos eles à procura de uma bebida lendária.
Li num autor (um pouco menos idiota do que os outros, quando falam sobre nós) que o drama da mulher é ter de adaptar-se às teorias que os homens criam sobre ela. Certo. Quando a mulher neurótica por todos os poros acaba no divã do analista, aconteceu simplesmente o seguinte: ela se perdeu e não soube como ser diante do homem; a figura que deveria ter assumido se fez imprecisa.
Para esse escritor, desde que existem homens no mundo, há inúmeras teorias masculinas sobre a mulher ideal. Certo. A matrona foi inventada de acordo com as idéias de propriedade dos romanos. Como a mulher de César deve estar acima de qualquer suspeita, muito docilmente a mulher de César passou a comportar-se acima de qualquer suspeita. Os Dantes queriam Beatrizes castas e intocáveis, e as Beatrizes castas e intocáveis surgiram em horda. A Renascença descobriu a mulher culta, e as renascentistas moderninhas meteram a cara nos irrespiráveis alfarrábios. O romancista do século passado inventou a mulherzinha infantil, e a mulherzinha infantil veio logo pipilando.
O tipos vão sendo criados indefinidamente. Médicos produzem enfermeiras eficientes e incisivas como instrumentos. Homens de negócios produzem secretárias capazes e discretas. As prostitutas correspondem ao padrão secreto de muitos homens. Assim somos. Indiquem-nos o modelo, que o seguiremos à risca. Querem uma esposa amantíssima - seremos a esposa amantíssima. Se a moda é mulher sexy, por que não serei a mulher sexy? Cada uma de nós pode satisfazer qualquer especificação do mercado masculino.
Seremos umas bobocas? Não. Os homens são uns bobocas. O homem é que insiste em ver em cada uma de nós - não a mulher, a mulher em estado puro ou selvagem, um ser humano do sexo feminino - o diabo, a vagabunda, a lasciva, o anjo, a companheira, a simpática, a inteligente, o busto, o sexo, a perna, a esportista... Por que exige de nós todos os papéis, menos o papel de mulher? Por que não descobre, depois de tanto tempo, que somos simplesmente seres humanos carregados de eletricidade feminina?
AS FACES DO AMOR
O Dever sem AMOR AVALIATIVO te faz mal humorado...
A Responsabilidade sem AMOR LÚCIDO te faz imprudente...
A Ciência se AMOR RERFLETIDO te faz arrogante...
A Gentileza sem AMOR OBJETIVO te faz hipócrita...
A Honra sem AMOR PONDERADO te faz cruel...
A Justiça sem AMOR REALISTA te faz duro...
A Ordem sem AMOR SIMPLES te faz complicado...
A Riqueza sem AMOR JUSTO te faz avarento...
A Fé sem AMOR INTERROGANTE te faz fanático...
A Vida sem AMOR AUTÊNTICO é vazia e sem sentido...
Mas a vida vivida em AMOR A DEUS é permanente fonte de harmonia,
Criatividade, Paz Alegria e Felicidade...
Amor Amante
Tardes amenas e místicas,
de repente eis que surge,
aquele encontro fugidio,
cúmplices no mesmo ato,
com horário marcado.
Da tarde não podem passar !
O tic-tac do relógio,
funde-se com os corações,
Lábios murmurando,
tanto para contar...
Emoções, apenas emoções,
sem juízo e sem razões...
sugam-se nos abraços,
roupas pelo chão.
Dançam corpo a corpo,
sussurrando a canção,
numa fusão dominante,
provam de um néctar,
quente e embriagante.
Tontos pelo prazer,
Rolam pelo chão,
Delicioso chão !
Faz-se leito confidente,
dos murmúrios falantes,
toque de peles travessas,
de um amor amante.
O QUE SINTO POR VOCÊ
Nosso amor é um sentimento
Sincero, no coração;
São dois olhares acesos
Bem juntos, unidos, presos
Numa mágica atração.
São dois galhos
Bem longe às vezes nascidos,
Mas que se juntam crescidos
E que se abraçam por fim.
São duas almas bem gêmeas
Que riem no mesmo riso,
Que choram nos mesmos ais;
São nossas vozes de amantes,
Duas liras semelhantes,
Ou dois poemas iguais.
A PARTIR DE HOJE…
A partir de hoje,
Olharei as coisas com amor
e renascerei...
Amarei o sol,
pois aquece meu corpo...
No entanto,
amarei a chuva,
pois purifica o meu espírito...
Amarei a luz,
pois me mostra o caminho...
Amarei também a escuridão,
pois me faz ver as estrelas...
Receberei a felicidade,
que engrandece meu coração,
mas tolerarei a tristeza,
pois abre minha alma...
Receberei as recompensas
pois elas me pertencem,
mas também aceitarei de bom
grado os obstáculos, pois eles
são os meus desafios...
A partir de hoje,
Olharei as coisas com amor
e renascerei...
Amor e crença
Sabes que é Deus?! Esse infinito e santo
Ser que preside e rege os outros seres,
Que os encantos e a força dos poderes
Reúne tudo em si, num só encanto?
Esse mistério eterno e sacrossanto,
Essa sublime adoração do crente,
Esse manto de amor doce e clemente
Que lava as dores e que enxuga o pranto?!
Ah! Se queres saber a sua grandeza,
Estende o teu olhar à Natureza,
Fita a cúp’la do Céu santa e infinita!
Deus é o templo do Bem. Na altura Imensa,
O amor é a hóstia que bendiz a Crença,
ama, pois, crê em Deus, e... sê bendita!
- Então Charlie Brow, o que é amor pra você?
- Em 1987 meu pai tinha um carro azul.
- Mas o que isso tem a ver com amor?
- Bom, acontece que todos os dias ele dava carona pra uma moça. Ele saía do carro, abria a porta pra ela, quando ela entrava ele fechava a porta, dava a volta pelo carro e quando ele ia abrir a porta pra entrar, ela apertava a tranca. Ela ficava fazendo caretas e os dois morriam de rir. Acho que isso é amor...
Adotarei o Amor
Adotarei o amor por companheiro
e o escutarei cantando,
e o beberei como vinho,
e o usarei como vestimenta.
Na aurora o amor me acordará e me conduzirá aos prados distantes.
Ao meio dia conduzir-me-á à sombra das árvores onde me protegerei do sol como os pássaros.
Ao entardecer conduzir-me-á ao poente, onde ouvirei a melodia da natureza despedindo-se da luz, e contemplarei as sombras da quietude adejando no espaço.
À noite o amor abraçar-me-á, e sonharei com os mundos superiores onde moram as almas dos enamorados e dos poetas.
Na Primavera andarei com o amor lado a lado!
E cantaremos juntos entre as colinas!
E seguiremos as pegadas da vida, que são as violetas e as margaridas!
E beberemos a água da chuva, acumulada nos poços, em taças feitas de narciso e lírios.
No Verão deitar-me-ei ao lado do amor sobre camas feitas com feixes de espigas, tendo o firmamento por cobertor e a lua e as estrelas por companheiras.
No Outono irei com o amor aos vinhedos e nos sentaremos no lagar!
E contemplaremos as árvores se despindo das suas vestimentas douradas e os bandos de aves migratórias voando para as costas do mar.
No Inverno sentar-me-ei com o amor diante da lareira!
E conversaremos sobre os acontecimentos dos séculos e as histórias das nações e dos povos.
O amor será...
Meu tutor na juventude!
Meu apoio na maturidade!
Meu consolo na velhice!
O amor permanecerá comigo até o fim da vida!
Até que a morte chegue, e a mão de Deus nos reúna de novo!
