Cartas
O que passou a ser o “amor”?
Quando me apaixonei pela primeira vez, o amor era escrever cartas, dedicar músicas, fazer serenatas, declarar-se em frente a todos, com direito a flores, ursos e chocolates. Agora o amor virou piada, e nessa história quem são os palhaços?
Sinto saudades dos amores exagerados como cantava Cazuza. Sinto saudades de amar na varanda, olhando as estrelas no olhar de um verdadeiro amor, sinto falta de sentir o amor.
Como pode morrer assim toda uma nação de apaixonados, exagerados, loucamente românticos, estupidamente intensos e emocionados. Luto para aqueles soldados que morreram na guerra da paixão, com balas de olhares direto no peito, sem a cura do tão desejado beijo.
Os palhaços dessa história somos nós, amantes de um único amor, os verdadeiramente apaixonados, soldados feridos de uma eterna luta entre mente e coração. Somos nós que amamos amar, e somos nós que morreremos tentando.
Cartas a São Luís
Parabéns, São Luís...
Ah, São Luís, como é difícil encontrar palavras que capturem o que sinto por ti, pois és mais do que uma cidade: és o meu primeiro amor, aquele que me enfeitiça e me faz sonhar acordado. És a musa dos meus versos, o perfume que impregna minha pele e o som que ecoa em minha alma. Cada vez que caminho pelas tuas ruas, sinto como se estivesse de mãos dadas com o tempo, como se dançasse contigo numa valsa eterna sob o brilho de tuas estrelas.
[...]
Cartas a São Luís
Ah, São Luís, minha eterna amada, ilha de encantos mil, é com o coração cheio de emoção que te escrevo esta carta de amor. Tu és mais do que uma cidade; és um poema que respiro, uma melodia que embala meus dias. Cada rua tua é um verso, cada esquina é um refrão de histórias que nunca se repetem, mas que sempre tocam fundo na alma.
Hoje, eu te celebro, minha São Luís, como se celebra o mais puro dos amores. Teus casarões são como velhos amigos que me recebem de braços abertos, com suas janelas largas que me contam histórias de outrora, suas paredes azulejadas que refletem o brilho do sol e guardam os sussurros dos tempos antigos. Teus becos são labirintos de lembranças, onde me perco de propósito, apenas para me encontrar novamente em teus braços.
E que beleza é ver o sol se deitar sobre tuas águas, como um amante que se despede apenas para se reencontrar na próxima manhã. Tuas praias, com suas areias douradas, são como leitos onde descanso meu corpo cansado, ouvindo o murmúrio do mar que me conta segredos do horizonte. As palmeiras que balançam ao vento são como dançarinas que movem suas saias verdes ao ritmo de uma música que só o teu vento sabe tocar.
Tu, São Luís, és a dona dos meus sonhos mais bonitos, o palco das minhas memórias mais queridas. Teu povo, com seus sorrisos acolhedores, é o coro que celebra a vida, que canta a esperança em cada nota. E teus festivais, oh, teus festivais! São como promessas de eternidade, onde o sagrado e o profano se encontram em uma dança de amor e devoção, e onde o tempo parece parar, só para que possamos viver cada momento intensamente.
Hoje, nesta data tão especial, quero te agradecer por ser essa musa que inspira poesia, por ser o abrigo onde encontro paz e por ser a chama que aquece meu coração. Quero te agradecer, São Luís, por cada pôr do sol visto da Ponta d’Areia, por cada noite estrelada no Reviver, por cada riso solto no meio das ruas de pedra, por cada abraço apertado nas noites de festa.
Parabéns, São Luís! Que teus dias sejam sempre ensolarados, que tuas noites sejam sempre estreladas. Que tuas águas continuem a refletir a luz da lua e que teus ventos soprem sempre suavemente, levando embora qualquer tristeza. Que tu continues a ser essa cidade mágica, onde o tempo tem outro ritmo e onde o amor, como tu, nunca envelhece.
Hoje e sempre, declaro meu amor eterno por ti, São Luís. Que teu “coração” continue a bater forte, no compasso de nossas alegrias, nossas lutas, nossas vitórias. E que este amor, que é só meu e só teu, continue a nos guiar, em todos os caminhos que ainda temos a trilhar.
Com todo meu carinho e admiração,
Teu eterno apaixonado.
"Agradeço ao "Grande Croupier do Universo" pelas cartas que me deu e me ensinaram a blefar, calar, perder mas, nunca sair da mesa.
Agradeço a todos os invejosos e maus-caracteres que passaram pela minha e me ensinaram como eu não deveria ser.
Agradeço a mim porque aprendi a nadar entre tubarões e não sangrar."
Eu sou do tempo em que a
comunicação era feita por cartas,
telex, fax, radioamadorismo,
Código Morse, Código Q etc. Não
importa o meio de comunicação,
ela é indispensável, pois quando
falta comunicação sobram
problemas.
Livro: 365 Frases Inéditas Reflexivas & Motivacionais
Você me fez suspirar
É dona de um beijo singular
Reascendeu em mim o desejo de escrever cartas
Ao reler algumas dessas frases sinto um imenso orgulho por tal sentimento
Quando lhe vejo é como um corpo ressequido que se deleita num banho quente e gostoso
Experiencio um acréscimo de vida quando estou contigo!
Faz-me sentir uma pessoa superior, pois você é beleza das flores
Ao seu lado as horas passam rapidamente
Cada noite ao seu lado é um êxtase
Minha alma se veste de um luxo esplendoroso de emoções
@R_Drigos
Dia 23
Cartas num mundo digital...
Pode soar brega,
Coisa e tal,
Na dúvida faço os dois,
E na postagem,
Tem até foto, imagem,
Imaginacão é o que me faz ir em frente,
Sonho da construção consistente,
Me permita à conhecer-te melhor,
Numa nova fase,
Embora a diferença de nossas idades,
Isso não é base,
Quando se decide ao amor,
O corpo não se divide,
Assim como a mente,
Coracões cantando em coro,
A canção dos amantes,
Amados,
Mais ricos...
Esse amor sincero,
O que quero,
Te dou o mais bonito,
É assim que sou por isso existo,
Não insisto,
No meu olho caiu um cisco,
Parece lágrima,
Mas é só uma gota que respinga das cataratas da minha alma,
Hora com calma,
Hora anseia por ti à chegar...
As Cartas Paulinas dizem que um poderoso Ser, conhecido como o Iníquo ( ou O Anticristo ) também é chamado de "O Mistério da Injustiça". Muito se pode refletir sobre esse título - "O Mistério da Injustiça"! Pode representar toda operação da injustiça neste Mundo, sem qualquer aparente explicação. O movimento da Injustiça é, de fato, misterioso. Mistério, significa mesmo: "segredo oculto". Significa que nem toda a ação da Injustiça, será compreendida pelos Homens. E quantas injustiças são mesmo praticadas neste Mundo, sem que hajam explicação?!! Principalmente quando se acredita em Deus e se pergunta: se Ele é Bom e Existe, por que permitiu isso ou aquilo? E ainda: Onde estava Deus, que não evitou isso? Então vem a expressão Bíblica, Livro Divino, e nos faz compreendemos que a atuação da Injustiça - sempre monitorada por Deus, diga-se -, é uma atuação, no Mundo, MISTERIOSA. Isto é, uma atuação cujo "segredo oculto" ( Mistério) pertence somente a Deus, precipuamente quando, os mortais, não conseguem ter a devida e precisa explicação. De qualquer forma, é importante a compreensão de que, por um expressivo e significativo momento, a injustiça opera, triunfa e por vezes, prevalece! E essa suposta "vitória" ou "triunfo" momentâneo da injustiça nada mais é, que a operação secreta necessária, como parte da existência (misteriosa) do Mundo.
Às 08h48 in 01.06.2924
Por onde andam as cartas de amor?
Por onde andam as cartas de amor,
Que carregavam em si o calor da espera,
Palavras dançando, feitas à mão,
Tatuadas em papel, uma doce quimera?
Eram versos de saudade e suspiros,
Seladas com beijos, perfume discreto,
Mensageiras do coração aflito,
Que voavam pelo tempo, num afeto completo.
Hoje, o brilho da tela se impõe,
Com frases curtas, instantâneas, sem cor.
O romantismo cedeu, quase se escondeu,
Mas onde está o sabor do escritor?
As cartas guardavam segredos eternos,
Dobras macias, confissões agridoces,
Um mundo que o tempo quis silenciar,
Mas em cada linha, deixavam suas vozes.
Quem sabe um dia voltem a ser
A ponte que une almas distantes.
Pois cartas não morrem, só dormem no peito,
Esperando mãos que as façam vibrantes.
Se hoje pergunto, com dor e fervor,
Por onde andam as cartas de amor?
Talvez estejam, tímidas, nas gavetas,
Ou esperando coragem, em novos poetas.
Agora as cartas ja foram postas a mesa...palavras ditas nao voltam mais..
Me despi com os meus sentimentos de uma forma tão clara com a luz do sol no seu nascer..
Imaginando momentos com vc que nunca acontecerão
Eu entendo... talvez me entreguei demais a esse sentimento louco avassalador no meu peito e fiquei refém de vc
E td bem todos temos escolhas e devemos respeitar isso eu te respeito e entendo
Mas não nego que agora a minha transparência colocou tudo a perder ou melhor nd...pois não tivemos nada
Vou ficar bem...
E desejo o melhor pra vc...de verdade
Será que valeu a pena ter me aberto declarado a minha paixão? Sim valeu qdo somos honestos com nós mesmos td vale a pena...
todas as cartas da sua existência sempre estiveram voltadas para você. cartas de júbilo, desespero, dilemas difíceis ou até mesmo as mais triviais. o universo sempre as dispôs na palma da sua mão.
entretanto, criamos para nós mesmos a ilusão de que o amanhã é um mistério absoluto, quando, na verdade, trata-se de uma questão de escolha.
aquilo que não conhecemos não é o que está além do nosso alcance, mas o que repousa na profundidade da vida. o que é raso e superficial, por sua natureza, nos é fácil de decidir:
a que horas ajustar o despertador;
o que consumir no desjejum;
qual roupa vestir para uma reunião que julgamos crucial;
em que restaurante almoçar.
essas escolhas são nossas, tangíveis e ao nosso dispor. já aquilo que transcende nosso domínio – o imprevisível, o insondável – permanecerá desconhecido, não por negligência ou falta de zelo, mas pela própria essência da existência.
vivemos à mercê de decisões que moldam nossa realidade, cada uma uma peça no mosaico da vida. contudo, o conhecimento que carregamos é fruto das escolhas superficiais que ousamos tomar. as profundezas, essas, só se revelam na queda – quanto maior o tombo, mais incerto e desafiador se torna o fundo.
Para você, cartas de amor?
Eu até te escreveria cartas de amor
Mas não perderia meu tempo
Pois, na sua vida sou um ser passageiro
Que mesmo te desejando por inteiro
Não te faz ter o mesmo sentimento.
Eu até te escreveria cartas de amor
Mas não vale apena perder minhas escritas
Pois, você não entenderia
Trataria tudo com ironia
E tristeza me daria.
Eu até te escreveria cartas de amor
Mas não valeria de nada
Você não sabe amar
E não sei oque é ser amada.
Eu até te escreveria cartas de amor
Mas você os destruiria
Assim como fará com meu coração um dia.
Eu até te escreveria cartas de amor
Mas não quero te amar apenas por uma escrita
E não quero um amor de mentira
Eu quero alguém que as aprecie
E entenda que meu sentimento não é ironia.
Eu até te escreveria cartas de amor
Mas você iria me trazer dor
Por não ser um bom leitor
E tratar tudo com pudor
Aquilo que um dia escrevi por "amor".
Eu fiz
Eu coloquei meu sangue em um pedaço de papel, escrevi cartas e palavras de amor para você
Eu implorei, eu rezei, eu fiz coisas loucas por um pouquinho do seu amor
Eu diria que eu era mais louca do que qualquer um seria por você
Eu pensei que você me acumulasse assim
mas eu vi e percebi que eu não me amo o suficiente
e eu vi que ninguém me ama assim também
o amor não é implorado, não é rezado e não é amarrado
CASTELO DE CARTAS
Passei boa parte da vida tentando montar uma estrutura que funcionasse. Algo que fosse estável, coerente, socialmente aceitável. Fiz o que se espera. Escolhi com base em lógica, planejamento, segurança. Fui eficiente. Fui funcional. E, claro, fui elogiado por isso.
Por muito tempo, achei que isso bastava. Cumprir papéis. Evitar riscos. Fazer o certo. Como se viver fosse um conjunto de fórmulas a seguir. Como se o controle total fosse sinônimo de paz.
Só que o que funciona no papel nem sempre sustenta o peso da realidade. Eu seguia um roteiro invisível: manter o tom, dizer o que esperam, esconder o que pesa, apagar o que incomoda. Quando algo ameaçava essa ordem, minha reação era aumentar o controle. Mais rigidez. Mais contenção.
Mas chegou uma hora em que isso parou de fazer sentido. Eu acordava com a sensação de estar no lugar certo, mas sendo a pessoa errada. Era como viver minha própria vida com distanciamento. Eu estava ali, mas desconectado de mim.
E aí tudo começou a ceder. Não foi um desastre repentino. Foi um desgaste lento, uma sequência de pequenas rachaduras que revelaram o que eu fingia não ver: aquela vida não era minha. Era um personagem que eu sustentava com disciplina. E medo.
Medo de falhar, de ser visto demais, de não saber lidar com o que viria depois. Eu me escondia atrás de bons argumentos e decisões corretas. Me protegia até daquilo que poderia me fazer bem, porque me fazer bem também significava perder o controle.
Até que começou a quebrar.
Foram experiências simples, uma conversa honesta, um gesto sincero, um olhar que atravessa. Coisas pequenas que, por algum motivo, me desarmaram. E pela primeira vez em muito tempo, eu me senti visto. Não pelo que eu mostrava, mas pelo que eu escondia.
Foi aí que percebi: eu não era estável, era contido. Não era equilibrado, era reprimido. Eu não era forte, só estava o tempo todo fingindo que não sentia.
Isso não é força. Isso adoece.
Então comecei a fazer diferente. Dizer o que penso. Sentir sem censura. Parar de justificar tanto. Me permitir errar. Me permitir ser afetado. Aceitar o incômodo como parte do processo.
Não foi bonito. Nem heroico. Foi dolorido, confuso, por vezes vergonhoso. Mas real. E isso, por si só, já foi libertador.
Hoje, olho pra tudo que eu montei antes e vejo a fragilidade por trás da aparência de solidez. Tudo aquilo que eu chamava de estrutura era medo bem empilhado. Um castelo de cartas, meticulosamente erguido, que cai com um simples sopro de verdade.
E agora que desmoronou, não quero reconstruir nos mesmos moldes. Não quero de volta aquele velho conforto que anestesia. Não quero mais me encaixar em lugares apertados só pra parecer certo.
Quero espaço. Quero sinceridade. Quero o direito de não estar bem. De não saber. De mudar de ideia. De ser inteiro, mesmo sem controle algum.
E se esse caminho me afastar de onde estive antes, tudo bem. Talvez seja mesmo hora de ir. De deixar pra trás o que não sustenta mais quem eu sou agora.
Porque às vezes, crescer é isso: parar de segurar o que já caiu.
E se alguém perguntar quem eu sou depois disso tudo, talvez essa seja a última coisa que eu tenha a dizer:
Eu sou só um homem de medos bobos…
e coragens absurdas.
Cartas para minha Mãe.
Quantas saudades sinto de você.
Lembro quando ficou sozinha com 8 filhos e nunca esmoreceu.
Trabalhava todos os dias para que não faltasse alimento.
Não sabia o que era vaidade, seus gostos foram esquecidos e seus sonhos foram enterrados . O mais importante era manter todos unidos e manter a paz no lar.
Mãe , antes de partir, você pediu para que eu nunca abandonasse a família e que eu era especial..
Nunca vou esquecer aquelas palavras.
Mãe
Como eu não percebi que você era um anjo na terra? Você conversava com Deus todas as madrugadas por horas e nunca repetia as palavras. No seu leito de passagem, você pediu mais um tempinho para Deus e ele te concedeu 3 anos....
E quando você estava pronta, ele te recolheu ..
Mãe, hj seria o dia em que todos se reuniriam ao seu lado .
Mãe
Eu daria tudo para ouvir suas histórias de novo e também suas canções. ( Moda)..
E hoje não posso te dar um abraço.
Mas, posso fechar os olhos e receber o seu.
Te Amo eternamente
Cris Lourenço
Cartas para meu irmão. ( Jorge)
Você era uma criança tão frágil, vivia sempre doente. Não houve um dia se quer que você estivesse bem.
E ainda tinha que conviver com a ignorância das pessoas. ( Que menino feio é seu irmão ? )
Quantas vezes eu ouvi isso, eu sei que você tbm ouvia..
Isso doía e dói ainda na memória da minha alma.
Lembro me
Aquelas noites vazias e geladas no ( Fátima) você tossia a noite inteira, enquanto todos dormiam.
Eu colocava o travesseiro na cabeça para não ouvir.
A inalação me incomodava enquanto vc implorava por ar.
Você era uma alma boa, nunca reclamava de nada..Tudo estava bom.
Até que você virou um adulto, você era tão frágil..
Começou a beber, isso me incomodava demais.
Mas, era seu único prazer.
Quando você foi trabalhar com madeira, você estava tão feliz...
Foi o momento mais feliz da sua vida. Você estava sonhando com o futuro.( Esse que nunca chegou para você)
Você mandava mensagem p mim todos os dias. ( Eu tenho algumas guardadas).
A sua felicidade era quando nos nos reuníamos na mãe.
Você corria para abrir o portão, Era sempre o primeiro a nós receber.
Nunca vou ter aquecer o dia que te levei no médico pela última vez.
Você pediu uma coxinha, eu comprei e sai andando na frente com pressa.
Me perdoe
Se eu soubesse que seria sua última refeição eu teria sentado com você.
Lembro das nossas brigas e lembro também dos seus conselhos.
Mesmo sem estudo voce era sábio.
Você pediu para Deus para que ele te recolhesse primeiro, que você não suportaria perder a mãezinha e ele te ouviu..
Cris Lourenço
Transfiguração -
A morte chegou!
Bateu à porta - entrou -,
e como baralho de cartas
a Vida desmoronou ...
E mil vozes aladas
soaram pelos Céus,
ressoaram pela Vida ...
E abismos se alevantaram
ante os olhos meus!
Minh'Alma sofreu,
tão contida, tão contida! ...
Que o silêncio que páira
sobre a cinza da Infância,
intimo, veloz, me castiga,
me castiga!
Feito de ganância, Ele,
transfigura a minha Voz ...
E eu fico, tão só,
tão só ...
Não são as palavras banais que trocamos todos os dias
Não são cartas de amor que quero trocar comtigo
Não são filhos
Não são noites mágicas
Nem momentos de prazer
Quero te todos os meus dias, todas as minhas horas
Quero te hoje, quero te sempre.
Quero te em mim sem dia, hora ou momento
Não te amo, só porque amar se tornou um palavra vulgar
Tu éstas em mim, és verdade o mais puro sentimento
Força maior sem hora marcada
Destino meu, força minha, és capitulo sem fecho de pagina
Abraço que me faz maior..
És medo constante, que Deus te leve antes de lá esperar por ti.....
Sérgio Soeiro
Textos fictícios
Já nos fizemos tanto
Tantas cartas,
Livros,
Poemas e poesias
Que eu ainda penso
"Há tanta coisa para contar a ele".
Como pode tanto tempo juntos,
tantas frases ditas
e ainda não serem suficientes
quando se trata do meu amor
do nosso amor
do que sentimos?
É tanto
Que não cabe nos textos,
Que deixamos apenas em nossos corações.
mojinho te amo mojinho
...Será que vale a pena desistir das lembranças? Será que às cartas de amor precisam ficar amareladas até quando as letras já sumiram?
Por que a saudade daquilo que ficou pra trás muitas vezes é tão descartável?
Será que o que não deu certo, mas ficou guardado por anos numa gaveta trancada foi mesmo insignificante?
Cartas de amor são atestados de nobreza da alma de um dos dois lados:Ou de quem escreve ou de quem lê.
Cartas guardadas serão serão sempre dádivas, afetos, desabafos, desapego, despedida, chegadas, arrependimentos, verdades, noites de insônia em cima de um papel perfumado sem saber o que escrever.
Cartas são apelos, desejos, armadilhas.
Mas é uma carta.
Se são guardadas é sinal de saudade.
Se queimadas, mágoa de um tempo que se foi, de um tombo que se levou.. Melhor é sentar na varanda numa noite de inverno e escrever aquilo que não foi dito.
Porque se for uma carta de amor , apesar de tudo há algo de bonito. ..
Há ainda o que se dizer...
Talvez ....pelo menos mais uma vez...
