Carta de uma Futura Mamae
Sinto uma voz por debaixo das minhas unhas, junto com a sujeira, até por que elas se identificam;
Ela é baixa, com um tom de sarcasmo e ironia.
Coisa que na hora ninguém gosta, nós pelo menos não
Ela se parece com um botão, na certeza disso não ser bom, claro,
Quando ela se torna insuportável esta na hora de comer um diamante negro, então ela fica embaçada, e se cala pois ali não á água !
Essa é a historia de Sophie, uma menina molestada por palavras.
Sophie além de justa é a pessoa mais sensível que conheço, uma boa melodia com notas profundas, um filme com um belo romance e um cachorro a fazem chorar de maneira lisongeante e verdadeira,
Não se pode forçar a coisa densa sai por si. Como se Sophie á tivesse de sobra por debaixo das pestanas, mas as palavras de o ‘’grande aperto’’ a deixa sem oxigênio, além da liga que banha sua face enrugada pelas expressões que seu amigo provoca, tem algo mais;
O consciente dói e sente vontade de morrer ao ter de escolher entre sabedoria e sentimento, pois é assim que o ‘’grande aperto’’ provoca uma duvida que nunca poderá sanar, assim como a dor que corta sua espinha dorsal.
E ainda acham que podem impor justiça e piedade.
QUANDO ME APAIXONO
Esta semana assisti a um filme, o qual literalmente me apaixonou. É uma história de superação, questionamentos e decisões. O filme é dirigido e protagonizado pela grande HELEN HUNT, que brilha em suas nuances de interpretação me deixando aquele nó na garganta lembrando momentos vividos e ultrapassados por tantas barreiras que a vida sempre nos impõe.
Assim começa...
Existe uma piada sobre judeus, que o pai para ensinar seu filho a ter coragem, pede que ele pule de uma escada. O pai põe o filho no 2º degrau e fala:- pule, que eu o agarro.
Coloca o filho no 3º degrau e fala: - pule, que eu o agarro.
Coloca mais alto e fala:- pule, que eu o agarro. O garotinho, cheio de medo, mas confiando no pai pula no seu colo. O pai ia pedindo que cada vez subisse mais alto, e mesmo com muito medo, o menino obedecia.
O garoto pulou de um degrau bem alto e o pai se afastou. O garoto se estatelou no chão, machucando-se, sangrando e chorando. Então, o pai lhe diz: - Aprenda a lição.
Ao final do filme, depois de uma história recheada de emoções, desafios, superações, a história se repete. Quando ao final, no último degrau, o menino pula, ele não cai, ele “VIVE”, ele aprende que na vida, os obstáculos serão muitos, mas a nossa capacidade de sobrevivência deverá ser sempre maior e que devemos sempre confiar nos nossos limites e no quanto somos capazes de realizar.
“Conduta própria” aqui pode significar os valores éticos e morais seculares. A experiência e a razão humanas podem encontrar a habilidade para formular princípios éticos, mas não encontrarão a força necessária para compelir a humanidade a cumpri-los e a viver com eles e por eles. Por outro lado, a Torá não terá um lugar central em nossas vidas, não será propriamente entendida e observada, a não ser que haja um senso de ética, de decência, de “conduta própria”.
“Segure a mão do seu filho para que ele possa andar. Solte-o para que ele possa correr e o aplauda para que possa voar.”
Sentimento roxo 1
Não há mais razão...
O meu cego mundo é sempre perfeito.
Uma realidade rara, ainda não inventada.
Agulha torta, faca cega.
O sentimento tomou conta de mim,
já não vejo mais,
apenas sinto e sinto você.
Parece sonho, mas é real.
Mas se não for verdade,
que eu permaneça dormindo,
pois minha estrada agora é você!
Vem, te dou uma mão confia em mim, não vou te deixar cair..
hoje não te suportei, você estava com aquela cara denovo de "odeio o mundo" e me fez odiar o mundo tbm. você de novo, nem falou comigo, se quer ao menos me olhou. pensei em te pedir um abraço, tenho certeza que vç precisava de um, ta que eu tbm, mas vc precisava mais. queria te entender, odeio te ver de mal com a vida. já ate sei oq ue aconteceu, foi ela né? denovo ela. não sei porqe ainda ensiste ficar do lado dela, olha eu aqui cheia de espaços vazios pra vç preencher.. mas o que eu to falando afinal? enquanto vç tá com algm qe talvez não te ame, mas qe vc ame mt, eu te amo e sei qe vç não me ama e to aqui te pedindo pra mim. aaah, vai entender. sabe qeria ao menos poder te abraçar, mas se eu te abraço eu me perco, meu dia fica bem melhor e ainda faço cara de séria, mas louca pra rir.. odeio te ver mal, não nasci pra amar alguém qe esteja triste. droga na verdade nem nasci pra te amar, mas como eu amo, não quero te ver assim.. triste, não por coisa peqena. porqe na verdade nem sei o motivo. queria tanto que vç se abrisse cmg, já qe vç não pode nem me amar, to aqui pra te apoiar, ser tua amiga. eu confio em vç, espero qe confie em mim tbm.. queria te fazer sorrir, você não sabe como o meu dia brilha qnd vejo que vç esta feliz. nem me importo de vç não vir flr cmg. Quero te ver e feliz, porque quando você esta feliz nada importa, não pra mim (:
Seus olhos
Dentro de mim vive uma vontade de ser livre. Urgente, incessante, quente, constante. Não sei de onde veio, não tenho nada que me prenda - a não ser esse meu jeito de querer e não querer ao mesmo tempo, essa burrice incansável de optar pelo meu coração vagabundo ao invés da velha razão, essa minha mania de decidir o que é certo na hora errada. E, talvez por não ter nada que o faça, é que o céu consegue me prender tão fácil... Paro e olho para ele como se nunca mais fosse existir outra oportunidade. Ele me fixa os olhos e a alma, o coração quase para, a voz não sai, a respiração descansa.
Tenho uma esquisita sensação de liberdade ao tentar contar os infinitos pontos brilhantes pregados naquela escuridão. Gosto de ter esse sentimento brotando dentro de mim e, principalmente, de deitar e observar o céu quando é noite. Gosto de imaginar pontos se ligando entre as muitas estrelas - que vivem escondidas nas luzes da cidade - ou ver o céu passar borrando, estrelas escorrendo para todo lado, pondo graça no breu da noite. Adoro olhar a lua, imaginando viver por cá como se lá estivesse, grudadinha com o tal do alguém que todo mundo encontra - ou deveria, como disseram uma vez - e vive feliz por tempos e tempos... Mas o que mais gosto mesmo, é de olhar para as estrelas e procurar por você, por seus olhos. Mergulhei neles há pouco e encontrei tanto brilho por lá que penso que você deve ter tirado tudo isso de algum lugar. E com todo esse seu encanto, imagino que tenha tirado tudo do céu.
Ouvi que só uma vez existiu alguém com tanto brilho nos olhos assim. Faz tempo: existia amor. Um amor daqueles simples, de verdade. O último sumiu nos olhos da menina que olhava as estrelas por horas, perdendo o sono. Era uma menina que amava estrelas.
Me deixa ser essa menina? Tenho tanta coisa boa pra te dar, tanta sinceridade em cada gesto, tanto carinho sem fim por você. Ensina-me a ser dois em um só; eu te ensino a deixar o tempo passar bem devagar e ficaremos naquela doçura toda, juntinhos, como se nunca fosse passar, mudar ou desfazer... Como se fosse para sempre.
Quero perder o sono te olhando, virar noites conversando besteira, acordar cedo só pra te ver dormir. Quero que você conte as estrelas comigo, que procure desenhos nas nuvens, que repare nos tons do céu... Quero ter o brilho dos seus olhos nos meus. Quero ser essa última menina. Se eu sair de cima desse muro, vem comigo? Eu quero sair, mas não quero que falte você.
O céu já vai abrir; as estrelas estão se escondendo, a lua troca de lugar com o sol, a aurora colore o dia. Só falta você. Vem! Eu ainda continuo nos seus olhos... Não me deixa afogar aqui.
Verde
Lembro o que me disse:
"Que vivo uma ilusão, não deixo
o amor cicatrizar."
Eu não quero viver uma ilusão,
quem um dia irá dizer?
Sempre vou achar estranho,
você também disse:
"Que vivo dentro de um espelho."
Por que olhando meu reflexo tudo
fica normal quando não está.
"Matei um cara" isso não foi.
Preciso de meditação "IZA" anjo meu.
Não quero lembrar do que me falou!
Cheiro de pipoca, pipocando e estourando.
Nervos a flor da pele!
Eu quero uma coca-cola.
Estava uma vez pensando em ir para o céu
Quando vi as estrelas, e Quis ir porque ali existia um brilho
Depois vi o sol e quis, pois ali existia calor
Quando vi a lua quis ir por sua beleza
Mas quando olhei pra terra
Eu vi um brilho senti calor e pude ver a beleza que existia em vc
Por isso voltei
A razão...
Não sou uma pessoa perfeita e estou longe de ser...
Mas ha muitas coisas que eu não gostaria de ter feito ou ter falado...!
quero te confessar que encontrei uma razão pra mim mudar o que costuma ser...
Uma razão pra começar tudo denovo e essa razão é você meu amor!
Te amo mais do que te amei ontem e te amarei mais amanha do que te amo hoje...
Eis aqui uma pequena observação.
Eu ate tento mais não consigo entender a minha cabeça, se passa tantas coisas.
Estou confusa no momento, tenho apenas duas únicas opções, uma é parar e a outra e apenas seguir em frente.
Já tentei tanto pensando eu que acertaria, que acabei confundindo as coisas;
Sei o que quero, mais sei também que não posso ter, tenho medo dessa desorganização profunda.
O amor próprio já me voou faz tempo, como um pássaro, resta-me agora o amor não dado, o perdão esgotado e as humildes palavras que ainda não pude dizer-las.
Em meio a tantas perguntas sem respostas; Tenho a breve certeza de que já escolhi o caminho a ser seguido.
Eu tenho que partir, tenho que desistir, parar por aqui.
Parar não porque quero, mais porque eu DEVO PARAR
por aqui.
Escrever é apenas uma maneira de amenizar o que eu sinto nesse momento.
Tua ausência
Quem me dera ao menos uma vez
Poder desvendar os seus segredos,.
Trazer o lindo sentimento de amizade
Que havia entre nos .
É como fogo que me toma de corpo inteiro
E lentamente vai esquentando em
Chamas vivas .
Sinto a tua ausência ,
É como fome essa saudade
Que aos poucos vou me lembrando .
E cada vez mais esses pensamentos
Te leva pra longe de mim
Volte; pois em mim ainda bate um coração .
Eu Ontem chorei. Não sei o motivo, o que eu sei é que sentia uma dor tão forte, e um aperto como se mu coração fosse explodir.
Seria só o medo de perder?!
Pode ser, mas o que eu sinto por você, é alem do "TER".
Não sei se é o amor. Não sei o que é amor!
o que eu sei, é que, é muito difícil viver sem você.
CorsAguia!
Sou como uma águia,
mas tenho os pés da corça.
Solitária desfilo em altas montanhas.
Por vezes corro o risco de ser uma preza
Mas tenho garra!
Altaneiramente andando, sigo...
E a visão que tenho me faz voar,
nas asas de minha imaginação.
Cheguei a mas tenra idade...
Com visão de águia e pés da corça conseguirei.
Não passarei por este mundo,sem minha marca deixar.
Foi para isso que aqui vim;
fazer uma história para ser lida,
sendo referencial para você...
Eu sou...
A vida, a expressão do viver e a manifestação do existir não se refere à uma postura de mera observação com expectativas internas onde a esperança se resume na espera de renovações que nunca tomam forma real para vigorar a existência.
As ações que desenvolvemos nos levam a encontrar as bases que alegram o coração com forças maiores que as circunstâncias que se apresentam para entristecer a vida.
A nossa esperança se fundamenta nas decisões que nos fazem produzir ações com resultados funcionais para o corpo a alma e o espírito.
Uma história é sempre uma lição, um sentimento que nos conduz à determinados estágios, dentro e fora de nós.
Não quero fantasiar nada. A fantasia é ilusória, mas a verdade é o que move a vida na direção de qualquer propósito.
A vida é uma lição renovada para qualquer pessoa.
Só quero compreender!
A vida, o vento e o tempo são elementos que fazem parte da nossa vida, mas uma vez passados, são irrecuperáveis.
Desejo apenas referenciar os valores mais caros da existência.
E alguns são extremamente valiosos!
Ah como é difícil ser mulher,
Ter que viver pensando em dois, enquanto sou apenas uma,
Ter que ser forte, enquanto fui creada para ser frágil ,
Ter mãos delicadas para acariciar e punhos firmes para trabalhar,
Ter que ser companheira, mesmo precisando de um ombro amigo,
Ter que direcionar, mesmo quando estou perdida,
Ter que dar bons conselhos, mesmo quando não tenho soluções,
Ter sempre uma palavra de animo, mesmo quando estou desanimada,
Ter que desfarçar a minha dor, para não entristecer aos que amo,
Ter que estar sempre sorrindo, mesmo quando meu interior esta ferido,
Ter que dormir poucas horas, para cumprir todas as tarefas de um dia,
Ter que respeitar todas as leis, para não ser julgada pela sociedade,
Ter que muitas vezes assumir culpas, para evitar conflitos,
Ter que ser flexivel, para me adptar a qualquer mudança,
Ainda por cima...
Tenho que estar sempre de pé, firme e edificada,
Para não deixar cair aqueles que eu amo!
GRAMATIC(A)MANDO
“Uma tentativa vã
de te conjugar aos meus sentidos...”
Se te conjugo no presente
é um indicativo de que te quero.
E se te imagino no futuro
(do presente? do pretérito?)
que importa?!?
Meu passado é acabado
e tu o meu mais-que-perfeito acaso.
Se te conjugo no presente,
vazio está o meu passado
e incerto se faz o meu futuro.
Se te conjugo no infinitivo,
infinito é o meu desejo de
tocar-te,
ter-te,
sentir-te.
Se no gerúndio te busco
sorrindo te encontro,
querendo os meus beijos,
cantando os meus sonhos
e sonhando-os comigo.
No imperativo: ama-me!
No particípio imagino-te entregue,
submerso em meus anseios.
Sabes que és o meu subjuntivo,
a causa de minhas impossibilidades.
Estás na irregularidade do tempo
a transitar os meus sentimentos
mais intransitivos.
És o meu objeto direto
que, indiretamente, busco
na solidão dos meus dias.
Defectivo, deixa em meu corpo
espaços vazios,
lacunas de saudades constantes.
Se insisto em te conjugar
(na 1ª pessoa do plural)
logo percebo,
quão ruim sou em gramática!
Mas, se te conjugar é, para mim,
uma tentativa frustrada,
contento-me em viver
(em sua total plenitude)
o amor que sinto por ti.
O amor é um mito ou uma verdade?
Uma ilusão ou uma realidade?
Uma alegria ou um sofrimento?
Uma união ou um desentendimento?
O amor é eterno ou limitado?
É original ou copiado?
É sincero ou mentiroso?
Tem coragem ou é medroso?
O amor é um sonho ou um pesadelo?
É um enfeite ou um modelo?
É único ou bifásico?
É triste ou é trágico?
O amor é concreto ou sensível?
É discreto ou invisível?
Tem alegria ou tem tristeza?
Tem dúvida ou certeza?
O amor é ausente ou prestativo?
É passivo ou é ativo?
É igual ou diferente?
É completo ou pendente?
O que é o amor?
Ele existe ou foi inventado?
Ele existe ou foi inventado?
Foi inventado?
Inventado?
Eu quero viver uma vida de sonhos, fantasias, ilusões...
Não quero pensar em nada, não quero responsabilidades, não quero deveres nem obrigações... Quero liberdade, quero flutuar, viajar, delirar, sonhar...
Fugir... Fugir... Quero fugir com você de balão... Céu azul, azulzinho, desenhos diversos em nuvens... Estrelas, noite, lua... Loucura, loucura...
Nada faz sentido, nem precisa fazer... Sentido? Para quê? Vamos inventar tudo, tudo... Vamos, eu e você... Como um filme sem sequências, mas cheio de trilhas sonoras...
Vou jogar as cartas para o ar e pegar apenas uma. Qual a próxima aventura? Correr... Vamos correr em um enorme campo florido...
Acorde! Acorde? Mas acordar para quê? Ah, vamos sonhar! Tudo é possível em um sonho...
Espere... Você não está entendendo nada, não é mesmo? Mas não precisa... Não precisa entender nada, nada, nada... São apenas sonhos aleatórios... SONHE!
UMA VIDA DE ESPERA...
ESPERANDO VOCÊ
Olhando no tempo vejo-me pequeno, enquanto meus irmãos já são grandes, podem sair e encontrar amigos.
Lembro-me das diferenças dos nossos amigos. Parece-me que todos os outros são perfeitos, enquanto os meus eram diferentes.
Desde cedo, tornei-me diferente, seja pela idade, amizades, brincadeiras ou rumos de conversar.
Todos pareciam prontos a agradar meus pais, a despontar por algum motivo.
Uma alegria enche meu coração até quando recordo desse período triste, é a lembrança de que sempre conhecido em casa por ser carinhoso. Um coração grande, onde todos tinham a certeza de encontrar um amigo, um irmão e um bom filho.
Na escola, enquanto meus irmãos se esforçavam, eu pedia para dar uma voltinha... e haja voltinha até terminar o 1º grau.
Apesar das cabeçadas, dos erros de juventude, quando eu precisava todos estavam ali, juntos, até mesmo meu irmão "mandão" que naquela hora reconhecia a necessidade de socorrer-me.
Geralmente abusamos do que temos com facilidade e encontrei-me abusando do amor dos meus familiares, acreditando que sempre encontratia meu porto seguro junto deles.
A melhor parte foi essa, acreditar que a minha família precisava de mim assim como eu precisava deles, nos completávamos.
Depois de muitas voltas, anos procurando respostas no vazio, voltei ao meu ponto de partida, ao meu porto seguro, a minha família.
Uma família unida com laços fortes de amor está sempre pronta para receber o seu "desgarrado".
Recebi cobranças de todos, mas junto delas vinha o carinho de sempre, o amor e a esperança que depositavam em mim.
Imagine, depois de tantas voltas percebi que todos pareciam estar aguardando aquele grande dia, o dia em que eu voltaria pra junto dos meus.
Novas oportunidades surgiram e novamente o incentivo de todos.
Juntos procuramos o melhor caminho a seguir, o recomeço, deixando para trás velhas feridas e visualizando novos horizontes.
A minha família enchia-se de orgulho ao contar dos meus novos interesses.
Esse interesse, com o incentivo recebido dos meu familiares parecia uma luz acesa numa sala escura, era a minha esperança de vida.
Essa luz foi crescendo e clareando a minha vida à medida que fui encontrando-me nesse novo mundo.
Agora sim meus familiares mostravam o orgulho que sentiam de mim, graças aos progressos que eu estava obtendo no novo caminho.
Nessa trajetória eu precisaria disputar vagas, estudar e aprender muito.
Hoje não dou voltas em torno do vazio e sim atrás do que aprender.
Procuro devolver os anos de preocupação com atenção, pois agora meus pais necessitam mais de mim.
Só nesse momento, depois de tantos anos e quando já não sou o "pequeno" mais continuo o caçula, percebo a importância da minha felicidade para os meus. Uma família só é completa e feliz quando todos estão presentes e caminhando atrás da felicidade.
Também quero que continuem trilhando comigo esse caminho, para no fim, juntos, comemorarmos a minha chegada de campeão.
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