Carta de Deus

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OS DEUSES DE NANQUIM:


Dizem, os mais “bobos”, em seus cafofos,
Que toda autoridade por Deus fora
Constituída...
Ora, vejam só! Que Deus?
De resina? Ou de platina?
Quiçá, o rico Mansur do olimpo!
Ora, ora, todos, nada mais são
Que reles mortais.
Todos esses, que se arvoram Semideuses,
E fazem seus julgos por suas tendenciosas
Leis! ...
Envoltos em suas togas de seda ou cetim,
Negras qual Vesúvio,
Blindam, seus corpos sedentos de vaidades.
Todavia.
Que Deus de justiça cultuaria bens frívolos?
Que Deus de justiça julgaria por conjecturas?
Que Deus de justiça edificaria a finos mármores
Seus templos e, alcaçarias?
Ah! quem me dera! Os homens tirassem dos seus olhos,
A venda da têmis, divindade mitológica.
E olhassem para os seus iguais,
Com os olhos de Javé.

Inserida por NICOLAVITAL

DEUS NÃO SALVE O REI!

Assim como na ficção.
O reino tupiniquim é permeado por falta d’água, submissões e achaques!
Por conseguinte, nesse reino aonde "rola a bola e a bola rola", o vaidoso potentado assim como nas fantasias globais, também rega sua vida real ou fictícia, com suas “Helenas”... A vinhos em suas cartagenas.
Que Deus não salve o rei, eu guardo a Esperança.

Inserida por NICOLAVITAL

⁠DEUS E O DIABO
Era manhã de setembro, o ano, dois mil e dezoito, a cidadezinha Aroeiras, lá no semiárido paraibano aonde o urbano, de maneira ainda tímida e conveniente, se mistura ao rural. No entanto, acolhedora e de clima ameno, com suas casinhas simples e modelo arquitetônico antigo em sua maioria. Permite-nos sentir o frio brando que surge das colinas, e traz consigo o cheiro orvalhado das aroeiras, árvore nativa da região - em situação de quase extinção pela racionalidade desta vida líquida, que insiste mesmo nos mais longínquos rincões, plasmar seus caracteres de modernidade. Subvertendo a solidez de uma vida ingênua e autêntica que nos faz fluir muita saudade.
Portanto, foi neste cenário de auspiciosa beleza que estava ali, eu, naquela manhã de setembro, de fronte à pequenina e graciosa igreja matriz, pintada em cores de azul celeste e decorada com luzes natalinas. Sobre ela, destacava-se um grande relógio frontal em algarismos romano, no qual podia se ver a hora (06h00) e edificada, quiçá, a propósito, sob arquitetura neoclássica do século XIX.
Ao horizonte, contemplavam-se suas lindas colinas emolduradas por frondosos ipês que, por sua vez, entapetavam suas serras deixando-as parecer uma aquarela e, poucas viçosas aroeiras quase extintas pela ação irracional do homem. Seus casebres multicoloridos, ao pé da serra, lembravam com alegria as pinturas de Tarsila do Amaral, ali, permanecia eu à espera da condução. Logo chegara, aos poucos, outros indivíduos entre eles, algumas mulheres, quase todas acompanhadas de crianças de colo, alguns rapazolas, um que apresentava sintomas de embriaguez alcoólica e trazia consigo um cão magro e aparentemente faminto, amarrado ao cós de sua calça e que não fora rechaçada sua entrada naquela condução pelo jovem condutor - como se aquilo fosse uma ordem corriqueira - por fim, dois senhores não bem vestidos, ou em trajes campesino, de idade mais avançada, que como eu também pretendia imprimir viagem a seus respectivos destinos.
E, talvez, por um proposito místico, só ali se encontrava todos os dias apenas àquele horário. Era domingo, manhã de primavera e após alguns minutos dava pra ver a chegada do tão esperado transporte, um ônibus de aparência um pouco antiga, que trazia as cores da bandeira brasileira como pintura e, o sugestivo ou irônico nome de “Novo Horizonte”. Ao adentrar na condução - veículo coletivo de passageiros -, éramos recebidos por um jovem condutor de boas feições e que nos recebe cordialmente nos desejando um bom dia sorridentemente. Ali começo a deixar para trás um quadro de múltipla beleza, que logo se perde ao horizonte e que viajou comigo para a vida.
Todavia, quase que de maneira abrupta, sentam-se nas poltronas à minha esquerda, aqueles dois últimos personagens que viriam marcar presença nesta narrativa que proponho encetar. O primeiro, talvez mais velho, de fala frouxa e carisma aflorado. O segundo, um pouco mais novo, franzino, contido e um pouco recluso, ambos de pele negra. E apresentavam possuir idade bastante avançada, cabelos grisalhos, barba por fazer e olhos embaciados, seus rostos ressequidos, enrugados, talvez nem possuíssem a idade a demostrar.
Se não fosse a paga pela insensatez desta vida líquida na qual vivemos, para citar o sociólogo Zygmunt Bauman. No âmbito da viagem, eu observava ligeiramente que os demais sujeitos no interior daquele ambiente pareciam alheios àquela narrativa que iria se iniciar, porém, mesmo que involuntariamente, eram parte integrante da história, uma vez que se dispunham a dialogar com a bela paisagem que ligeiramente passávamos por ela sem despercebe-la haja vista estarmos em uma manhã de primavera, o que tornava a aridez do lugar mais sútil e deixava aflorar a beleza dos campos e de seus ipês e flamboaiã, que mitigavam o sofrimento daqueles atores. E por ser um bioma propício à criação do gado caprino, meus olhos também brilhavam ao ver os rebanhos que se integravam ao verde dos campos e que fazia o nosso protagonista se orgulhar em mostrar, lhe absolvendo do espectro de sua dolosa infância.
A priori, meu olhar se reporta apenas a observar a presença daqueles sujeitos, que se juntam aos poucos passageiros existentes naquele humilde veículo, que corriqueiramente faz aquele percurso todos os dias, e volto a navegar pela internet como se aqueles atores não estivessem mais ali.
O barulho que se ouvia era apenas do motor. Momento em que é rompido o silêncio para dar início a um diálogo fantástico, homérico. Ao qual nem mesmo a minha atenção à modernidade patente, que consome a humanidade, navegando pela internet, me fez desviar a atenção àqueles dois personagens cativantes que se faziam presentes ali em minha frente.
Doravante, passei a ser mero espectador de um novo cenário. Ou de uma das mais românticas e tênues narrativas de vida de um ser vivente. Aquele que eu entendia naquele momento, ser ele, o principal personagem dessa mágica história, dessa odisseia tupiniquim.
Concomitantemente, inicia-se a narrativa àquela que segundo ele, seria a maior aventura de sua vida. Não obstante, inicia sua fala dizendo que, quando criança, queria ser cangaceiro rompendo o silêncio de seu amigo ao lado que aparentemente atônito, lhe indagou:
- Cangaceiro?!
E com uma larga gargalhada, Biu, que a essa atura já havia propagado sua graça para que todos ouvissem no ambiente, respondeu:
- Cangaceiro sim!
Neste instante dediquei toda minha atenção àquela conversa, embora os demais passageiros apenas imprimissem um brando riso, eu estava encantado porque queria intensamente saber a razão daquela vocação.
Sem pestanejar, Biu tira de dentro de uma sacola de pano, que conduzia a tira colo, alguns cordéis alusivos a Lampião e ao cangaço, logo começa a declamar para seu par, por assim dizer. Em dado momento ele começa a ler um folhetim intitulado “Deus e o Diabo na Terra do Sol”, para lembrar o filme de Glauber Rocha, aquilo cada vez mais me desperta curiosidade em saber quem era aquele senhor e aonde ele queria chegar com aquela prosa.
A essa altura a viagem já havia se estendido por quase uma hora, e eu começo a manifestar o medo de não poder assistir ou participar do desfecho daquela imensurável narrativa, uma vez que eu, ou aqueles atores sociais, chegaria a seu destino final e, talvez, nunca mais nos víssemos.
Sem querer me tornar um intruso, ergo a cabeça em sua direção e quebro meu silêncio, com todo cuidado peço licença.
- Seu Biu!
Logo ele refuta:
- Como sabe meu nome? - sorrindo brandamente eu respondo: - Ora, o senhor falou para todo mundo ouvir.
Também com um breve sorriso ele diz:
- Foi mesmo, qual é a vossa graça?
Ele pergunta e lhes digo meu nome.
- E vosmecê quer saber o que?
Neste momento, a prosa deixa a direção do seu amigo ao lado que visivelmente se recolhe à sua timidez, e se direciona a mim que lhe respondo:
- Bom, eu já ouvi o senhor declamar e aclamar Lampião e o cangaço, e mais, falou para seu amigo que queria ser cangaceiro quando era menino. Por quê?
- Ah, meu fie! É cumprida essa história, meu fie! - olha para mim com olhar de desconfiança, quase assustado e diz:
- Vosmecê também gosta dele? E por que quer saber? É da puliça ou da reportage?
- Não senhor, nenhum desses, mas fiquei muito curioso com sua prosa. Não se preocupe eu sou de paz.
- E o que faz aqui por essas bandas e de onde vem? - pergunta ele.
- Sou brejeiro de Esperança e trabalho aqui na cidade!
- Meu rapaz, - em tom mais ameno -, essa história é muito enfadonha e vou ficar logo aí na frente, não vai dá tempo de contar até o final.
Fiquei meio desolado e ele percebeu.
- Mas vamos lá! - disse ele -, desde que eu era pequeno que eu gosto de ler cordel, aprendi quase sozinho, foi minha mãe que ensinou a cartilha, aí eu aprendi o resto sozinho. Eu ia com meu pai para a feira de Arco Verde, no sertão do Moxotó, e via os cantadores declamar a história de Lampião, que ele era justiceiro pela morte da família matada pelos senhores.
Já me sentindo familiarizado pergunto:
- E foi só por isso que você queria ser como ele?
- Não! - e deixou transparecer em seu rosto sofrido um sentimento de muita angustia e revolta -, quando eu era pequenino meu falecido pai...
E um breve silêncio ecoa. Baixa a cabeça e com a voz embargada e os olhos lacrimejantes, por um instante levanta a cabeça e respira fundo...
- Quando menino morava com meus pais e irmãos, três homens e duas mulheres, papai trabalhava na roça de cana de açúcar no sertão de Pernambuco e nosso patrão era muito ruim, papai trabalhava como um burro e ganhava quase nada, só dava para a gente mal comer, eu era o mais velho dos meus irmãos e ele me explorava como escravo me humilhava muito, só me chamava de caboclo feio, dizia que nós éramos abandonados de Deus porque Deus só existia para ele, que Deus dava riqueza só aos escolhidos, e a nós sobrava apenas serem seus servos. E meu pai, talvez por medo dele, dizia que tudo isso era verdade quando eu lhe perguntava. Teve um tempo, moço, que eu até achei que Deus não era bom como se dizia, só depois que eu fiquei grande é que eu vi que Deus não mandava maltratar a gente, e que tudo aquilo que ele tinha era roubado do meu pai e dos outros trabalhadores que ele explorava. E que o mundo e as coisas boas do mundo, que estavam nas mãos dele não eram dele dada por Deus, e que ele não era escolhido de Deus por que assim Deus não era justo nem piedoso. Foi por isso que eu, ainda criança, comecei a imaginar em ser como Lampião e fazer justiça pela minha família e de todos que eram explorados naquele sertão. Mas eu vou ter que descer aí na frente vou passar o dia no meu pedacinho de terra, onde eu passo o dia todo, toda semana.
- Seu Biu, mas o senhor não falou do senhor, sua família hoje?
Com uma boa gargalhada finalizou me convidando para conhecer seu sítio e prosear melhor. muito da sua prosa! Mas tem muito mais coisas sobre meu sertão, sobre minha vida, meu caminho até aqui, como nós saímos daquele sofrimento para uma vida menos sofrida, mas que eu sei, não é isso o que Deus quer para seus filhos.
E eu, quase em êxtase, por estar fazendo parte daquela narrativa, alimentava o sentimento de que começava ali o caminho para pedras e eu ia ser conhecedor de toda a história daquele Rei, rei do cangaço, rei da resistência contra-hegemônica.
Por fim, grandiosa e cintilante era minha frustração, aqueles atores pedem parada e se embrenham mata adentro e nunca mais os verei para concluir sua saga. Ao voltar nesta busca descobri que Biu havia falecido acometido da Covd-19 em dois mil e vinte, e seu amigo, que fiquei sem saber sua graça, encontra-se em lugar incerto e não sabido. Mesmo assim, não desistirei jamais de procurar por seus filhos que são três, segundo pessoas da comunidade, duas mulheres e um homem, mas que não moram mais no mesmo lugar e que após a morte do Biu de Nicola, como passei a chamá-lo, construíram suas vidas e trilharam caminhos distintos.

Inserida por NICOLAVITAL

⁠⁠⁠⁠DEUS E DIABO:
(Ao mestre Paulo Freire)
Lembre-se de mim!
Como a inóspita aridez do deserto.
Lembre-se de mim!
Nas entranhas desta inóspita aridez
A cultuar vida em harmonia
Entre o bem e o mal...
Lembre-se de mim!
Nas mangueiras,
Nos cocais.
No grito dos oprimidos
Que lembra os Caifás.
Lembre-se de mim...
Na morada atrás dos montes
No sonho dos marginais.
Ah! só deves lembrar de mim...
Quando enxergar as profundezas
De todo seu universo...
Nunca ao que me apraz.

Inserida por NICOLAVITAL

⁠⁠A HIPOCRISIA DOS MORTAIS
Sinto repulsa ao sistema religioso do homem.
Ao "deus" do cristianismo, misógino, separatista e preconceituoso
O despotismo da ditadura militar
A extrema direita, o capitalismo
E a hipocrisia da elite intelectual.
Eles são o inferno da humanidade
O anticristo e a corroboração da desigualdade
Eu adoro a natureza
A simplicidade campesina e sua sabedoria.
O canto dos pássaros
O assovio da caipora
O amor das prostitutas
A sensibilidade dos gays
A necessidade dos ladrões
E a sabedoria do ateu.
Porque meu Deus é a diversidade.
E imanência.
Você talvez não compre.
Mas, de certo, abarca.Nicola Vital

Inserida por NICOLAVITAL

ENTREGA E OBEDIÊNCIA:
Andar constantemente com Deus exige entrega total e obediência incondicional, caso contrário, será só um passeio.

DEUS PEDE A VOCÊ:
Dá-me, filho meu, o teu coração, e os teus olhos se agradem dos meus caminhos (Proverbios 23:26).

Não adianta nada dizer que crer em Deus, quando queremos apenas dar a metade do nosso coração e só observamos o que nos é conveniente em Sua Palavara. DEUS NÃO ACEITA UM CORAÇÃO PELA METADE.

Inserida por LucianoSobral

REFLEXÃO PROFUNDA

Rm 1:21 - ”porque, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe renderam graças, mas os seus pensamentos tornaram-se fúteis e os seus corações insensatos se obscureceram.”
Rm 1:31 - ”são insensatos, desleais, sem amor pela família, implacáveis.”
Gl 6:7 - ”Não se deixem enganar: de Deus não se zomba. Pois o que o homem semear, isso também colherá.”

Inserida por LucianoSobral

🌅🙏 Oração de segunda-feira


“Senhor meu Deus,
começo esta segunda-feira colocando minha vida em Tuas mãos.


Abençoa minha semana, meus caminhos, meu trabalho e minha família.
Dá-me força para enfrentar as batalhas, sabedoria para tomar decisões e coragem para nunca desistir.


Que toda inveja, tristeza e desânimo sejam afastados da minha vida.
Que esta semana seja de portas abertas, paz, saúde e vitórias.


Guia meus passos e ilumina meu coração para que eu siga sempre no caminho do bem.
Amém.”


📖 “Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e ele tudo fará.” — Bíblia Sagrada

Crer ou não em Crer em um deus
A pessoa em si
crer ou não por si por si...

A pessoa que crer ou não
em ti por si..por si..
ou por ti...


Se, si e crer, é a mesma pessoa
que busca crença, a ti, a crer, a querer e não querer,
podemos alcançar um bem por si mesmo..

Acreditando si,
que buscar a ti, é preciso crer em si, ou melhor, nele mesmo!
Podendo encontrar a paz por melhor atenção ao querer.

Inserida por proj_comunitario

Se em palavras vieste inspirar
Ó Deus, fascínio crias em tuas poesias.
Natureza de beleza ímpar,
Ensinai a viver teus dias.

Se em amor escreveu o poeta
Ó Deus, da-lhe entendimento.
Em tuas palavras destes o encanto,
E em pleno pranto, trazes o lamento.

Se em beleza nos deu a mulher
Ó Deus, estendo as mãos ao céu.
Dedicamos ao doce veneno
Palavras jogadas ao léu.

E a tudo que não provém
Ó Deus, vem nos libertar.
Do riso sem viço
Paixão sem serviço,
Do amor sem amar.

Inserida por MatheusHoracio

Valei-me Deus, pensamento
De jura e lamento
Razão do tormento,
Da alma e do ser.

És criativo rebento
Nascido do vento,
Véu do esquecimento
Tortuoso querer.

O que trazes à tona
Em mim causa insônia
De dia, de tarde, em noite sem fim.

O toque da amada
A jura levada,
A alma lavada
Que queima em mim.

Inserida por MatheusHoracio

Quando Deus fez a criação
Deu Eva de presente para Adão
Para o Sol uma constelação
Mas era a Lua sua grande paixão

No universo do amor
O possível perde a razão
A natureza das coisas fica sem conexão
Milagres acontecem no imaginário da imensidão

A contemplação desse amor
É instante de luz e calor
Vista quando a lua nasce
E o sol vai se por

Os poetas reunidos, aclamando o amor.
Fizeram um encontro de poesia
Tendo como tema o Sol, a Lua e suas sinas
O poema Perpetuação sintetizou tudo que acontecia

Deus atendendo aos pedidos
Decretou que para o amor tudo é possível
Criou o eclipse para o ato se concretizar
Aconselha-se nesse momento para céu não olhar

A lua minguantemente, se pôs a gargalhar.
O sol irradiante a brilhar
O universo a contemplar
Amor mais belo, jamais acontecerá.

Inserida por Negreiros

Deus pegou Maria pela mão
José trouxe pelo pé
Para formar um casal em Nazaré
O resto do mundo aplaudiu de pé

Maria na certa não sabia bem pra que é
Mas o arcanjo explicou pra virgem de Nazaré
José na santa ignorância bateu o pé
Mas assumiu o papel de pai que é

Formando a Sagrada Família de Maria e José
Contemplando com a vinda de Jesus de Nazaré
A Família crescia em graça, sabedoria e fé
Sabe-se da chegada de outros filhos, mas não se sabe quais que é

José da arte da madeira sobrevivia
Maria cuidava dos afazeres do dia-a-dia
Jesus seguiu seu destino do jeito que a escritura dizia
Realizando a Santa Profecia

José morreu primeiro, cumprindo a ordem estabelecida.
Jesus foi crucificado, morto e sepultado, mas foi ressuscitado no terceiro dia
Maria da sua morte não se sabe a origem até hoje em dia
O mais comum é dizer o trânsito da Virgem Maria

Inserida por Negreiros

ENSINA-ME

Mãe! Passa-me a mão na cabeça!
Mãe! Puxa-me as orelhas!
Mãe! Fala-me a oração “Deus te guarde e proteja”!
Mãe! Dai-me chineladas nas canelas secas!
Mãe! Beija-me a face com tua pureza!
Mãe! Repreende-me com aquele olhar de cara braba e feia!
Mãe! Abraça-me com toda delicadeza!
Mãe! Chama-me atenção com teu beliscão!
Mãe! Ajuda-me, preciso disso para as incertezas!
Mãe! Aconselha-me com tua pura razão!
Mãe! Dai-me palmadas nas mãos, mesmo que doa em teu coração!
Mãe! Ensina-me.

Inserida por Negreiros

⁠FELICÍSSIMA

Meu Deus!
Amanheceu o dia
Renova-se a esperança
Que a alegria!
Sinto os raios do Sol
A vida se reinicia.

Logo acordei
Que maravilha!
Minha mãe sorridente
Meu pai em euforia
Agradecendo a Deus
Por sua bela filha.

Segue-se o dia
Abraços, sorrisos e beijos
Recebo de minha família
Obrigado Senhor meu Deus
Pelas benção e glórias
Dedicadas a essa humilde filha.

Tanta felicidade
Sigo agradecendo
A este maravilho dia
Amigos e familiares
Em um frenesi de alegria
Amor e paz que erradia.

Felicíssima
O nome que tudo principia
Meus pais em sonho
Esse nome me daria
Pedindo ao Senhor Deus
Felicidade para todos os dias.

Anoiteceu!
Continuando a vida
Logo adormeço
Sorridente e feliz
Agradecendo por mais um dia
Deus, Família e Felicíssima.

Inserida por Negreiros

⁠Pessoa religiosa ou não, que diz ter fé em Deus e cobra honestidade e bom caráter das outras e no entanto, vive de espertezas, armações. Tentando tirar vantagens da boa fé alheia.
Saiba que não
é eterno no corpo que habita, que é perecível tanto quanto o meu ou de outros quaisquer e se existe realmente um Deus como você diz que acredita, você ainda prestará contas a ele.
Gostaria de estar lá neste momento decisivo só para ver a mentira que você tentará con
tar mais uma vez

Inserida por GervasioXavierSoares

⁠Oração em prol do respeito ao conquistar o cume de uma montanha

Ó meu Deus Omnipotente
Cuja soberana providência que tudo governa.

Digna-te receber a nossa visita no cume da tua montanha.

Afasta de nós as avarezas do maligno, as angústias da altitude, da doença e da dor;

Dai-nos a coragem, a força, a sabedoria e a fé para transpormos as dificuldades da ascensão;

E dai-nos também a licença de vivermos em paz com os nossos amigos, com a tua natureza e com a nossa própria consciência.

Amém

Inserida por DePinaMarco

⁠Deus sempre ouviu minhas orações
em meio a milhões de vozes,ele me respondeu.

Deus,
Ele nunca confundiu minha voz mesmo em meio a multidão, ele sempre se dispôs a me escutar!

A vida me bateu forte
me feriu ,mas Jesus foi a intervenção para a minha cura e as cicatrizes que ficaram me faz lembrar disto.

Inserida por MarcileneDumont

⁠Escolha orar em concordância com as promessas de Deus, e, ao fazer isso,
a paz que excede todo entendimento humano guardará o seu coração e a sua mente em Cristo Jesus. Essa paz, que só Ele pode oferecer, é a certeza de que, mesmo em meio às adversidades, o Senhor está no controle e cuidará de cada detalhe de nossa vida.

Inserida por AngelaCaldas

Uma das evidências do nosso novo nascimento é o tratamento aos irmãos em Cristo: A vida de Deus em nós nos leva a amar e desejar
o melhor para os outros, não permitindo sentimentos contrários em nosso coração. Não podemos reduzir as pessoas pelas suas
falhas; Cristo é nosso exemplo maior.

Inserida por AngelaCaldas