Carta de Amizade Expressando seu Sentimento

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⁠A jornada

Ao fim de cada estrada
Em meio a sua placa de sinalização
Haverá uma nova jornada
Motivada pela emoção
De quem em pedregulhos sofreu
Superando o medo da indecisão
No fim tudo era um recomeço
A depender qual é a razão percorrida
Pois o fim de quem parte pode ser o avesso
De quem anda na contramão pela vida.

Inserida por Aquila

Te vi primeiro como um desejo, um fogo ardente a consumir, mas entre toques e sorrisos, comecei a te sentir.

Cada encontro, um mistério, teu olhar, um labirinto, eu que só queria teu corpo, hoje quero muito mais que instinto.

Na rotina dos lençóis, no silêncio do depois, descobri que, sem querer, teu riso ficou em mim depois.

Não te peço nada agora, nem juras, nem promessas väs, só quero que essa noite, não termine de manhã.

Inserida por jhean_carlos

“Em poucas palavras a definição de "AMOR" pra mim...
Viver com Amor ou se vive sem Amar?
Existem pessoas que dizem que vive sem amor, outros que sem amor não vive. Não importa o importante é a quem você dedica este sentimento tão nobre. Que faz com que a gente se sente tão pequeno sem ele e ao mesmo tempo um gigante. Ao ponto de enfrentarmos o mundo para ter-lo ao nosso lado a quem amamos. Uns chamam isso "Amor." Eu chamaria algo "Divino"! Que muitos sentiram, mais poucos tiveram.”

—By Coelhinha

Inserida por ByCoelhinha

O que poderíamos dizer e sentir?

Só sei que tudo sei naquilo que me desagrada. Como por exemplo, o sabor do Própolis.

É um mosto de resinas que é formado dentro de uma colmeia de abelhas. Criado assim como o mel partir da vontade e instinto de sobrevivência destes pequenos seres. Com muito amor a seu núcleo formam bolas de própolis para alguém ir lá e retirar a essência vital de suas casas.

Dai vem o valor significativo do quanto o própolis é mau. Ele gera uma violência de consciência flagelada de angústia, e traz o medo para seus criadores.

Seu gosto é peculiar. Seu gosto não é bom. Sozinho o própolis é "muito ruim". Por que? Simplesmente porque ninguém nasceu para ser bom só.

Quando você é jovem, não ama e não foi retirado da sua casa você é mau? A resposta é não. Mas se te sequestram, maltratam e depois o vendem? Você acabaria virando uma pessoa má e amarga. Assim como o própolis.

Faça o Própolis encontrar o mel. Deixe eles trabalharem juntos, e curtir a vida. Depois de algum tempo juntos eles vão casar. Por que o resultado final será bom.

Só própolis é ruim. Muito Ruim.

Inserida por ximboleta

Você para mim é assim
Linda igual uma rosa
Um dia um Lírio no outro Jasmim
Mas sempre elegante sempre formosa

Num pedaço do norte naquele cantinho
Vive a rosa da cor mais bela
Tão delicada não tem espinho
Desenho de ti a mais linda aquarela

Hó rosa! Hó rosa! Porque se esconde ?
Logo tú a mais bela flor
Não se pergunte nem onde nem como
Apenas desperte para o meu amor

Mas queria o destino a rosa distante
Sofro e choro e não tenho escolha
Todo amor que dou nesse instante
Explode no ultimo verso dessa folha

Inserida por gilson_bittencourt

⁠Ainda que o seus olhos não estejam em mim,
Os meus estão em você,
Sabes que tem a chaves do meu coração
Minha pequenina!

Ainda que o seus olhos não estejam em mim
Os meus estão em você,
Amo-te de todo meu coração,
Dentre o meu peito a um pedaço seu.
Minha pequenina!

Ainda que seus olhos não estejam em mim
Os meus estão em você,
Sonhos versos e verdade,
Sonhos versos realidade.
Minha pequenina!

Inserida por Lefralpgeminiano1


É que meus planos são perfeitos
Mas na prática são um fracasso
Praticamente meus planos não são exatos
Eu sou ativo,
Meus planos são positivos,
Mas quando coloco em práticas,
São uns desastres.

Eu tenho boas intenções, vai vendo...
Planejo tudo, porém sai ao contrário
domino as frases como "Éolo" ao vento,
Mas não domino os meus sentimentos."

Inserida por Lefralpgeminiano1

E se eles enxergassem você como eu a enxergo?
E se eles enxergassem o que eu enxergo dentro dos teus olhos?
E se eles se perdessem em teus sorrisos como eu me perco?

E se todos eles te conhecessem como eu há conheço?
E se todos eles tivessem provado dos teus beijos como eu provei?

Ufa...
Que sorte a minha não é?

Inserida por Lefralpgeminiano1

⁠Papai do céu

⁠Papai do céu,
Porque as estrelas não querem brilhar?
Porque os passarinhos não querem voar?
Porque o piano parou de cantar?
Papai do céu, até as nuvens sumiram no ar?

Papai do céu, os desenhos não vão mais passar?
Os doces gostosos não vou mais ganhar?
Porque com os outros não posso brincar?
Até mesmo os carros não vão mais andar?

Porque a garota está triste no abraço?
Porque todo mundo parece cansado?
Porque todo mundo fala sem parar,
A mesma palavra, papai do céu, o que há?

Me explica o que é isso, o que é ''sentimento',
Todo mundo tem, mas eu não entendo
Porque olham pra mim e começam a chorar
Papai do céu quando é que a(o) ______ vai voltar.

Inserida por AlanRodrigo2

⁠não pelo desejo.Talvez hoje em meus sonhos se faça presente novamente, que em braços estejas que sua boca possa eu tocá-la, e te amar intensamente em meus sonhos,que talvez um dia realidade possa ser. E nesse dia compreenderá o coração de um homem que apenas busca amá-la eternamente.
"Se hoje és meu sonho puro lindo,amanhã serás a realidade do meu coração."

Inserida por ted_willian_jacinto

⁠Certo tempo, em outra estação, para os grãos de areia que acompanharam a evolução e a passagem da tempestade de areia no deserto – o eu lírico – andara sem destino nestas terras áridas. A tempestade de areia passou e a estação mudou. As miragens deste deserto me fez lembrar o jardim que eu cultivava, da flor que, por um momento, pensei que fosse a minha rosa, mas, era um girassol que eu regava. Neste jardim de belas flores tinha uma abelha rainha pousada em um girassol a espera do seu tão sonhado zangão, ela estava sentindo o aroma que borrifava em seu rosto através do néctar. Pousei bem entusiasta no girassol, bailando para mostrar os meus talentos de zangão para a pequena abelha rainha. No fim, os nossos pólens não se conectaram, estávamos em estações diferentes, ainda não era tempo de colheita. Talvez esta não conexão viesse para dá mais vida ao zangão, mais momentos para voar. Desse amor, só se troca pólen uma única vez com a abelha rainha, depois disso, somos ceifados para outra estação, morremos. Como zangão, imagino que tive a oportunidade de me reinventar e bater asas para um novo jardim, de ser ceifado em um momento em que a conexão de pólens ocorrerá de forma plena e intensa com o néctar da vida. A estação não chegou, porém tudo mudou quando o zangão voou.

A lembrança veio à tona, a lembrança do presente do futuro não vivido. O futuro foi postergado mais uma vez. A lembrança veio através da incontinência emocional, do incontrolável desejo ora preso. Não consigo dizer quais sensações emergiram juntas com essa lembrança. No momento, apenas sinto. Permito-me sentir essa indecifrável emoção que não sei qual é. Na lágrima fina e tenra, jorra consigo àquilo que não pude digerir, mas que preciso expelir, seja de qual forma for. Lacrimejar está sendo uma boa alternativa, eu até escreveria, mas por palavras seria insuficiente para pôr tudo que está engasgado e preso aqui no esconderijo onde ninguém pode alcançar. O que me fascina é que somente eu consigo alcançar o universo que sou. Na caminhada me perco em meio às tantas sensações que perpassam o meu ser. Sigo caminhando e, junto, a minha incontinência emocional me acompanha. Batemos continência para as vivências que ocasionaram tais lembranças, são elas que nos dão o norte para uma vida melhor nessa breve passagem por aqui. Cada lágrima, uma sensação; cada sensação, um turbilhão de lembranças; e cada lembrança, um sentimento indescritível.

⁠Um relacionamento duradouro é como uma grande árvore: é importante que se faça a seleção do bom solo para colocar as melhores sementes, prover manutenção e cuidado que ela pode se tornar robusta e duradoura, renovando ciclos com seus frutos e novas sementes. Problemas acontecem quando caem sementes de ervas daninhas em um solo fértil, tirando seus nutrientes e mudando a composição; ou ainda quando não se atenta para um solo ruim, com um entorno comprometido e desperdiça sementes boas; há ainda aquela árvore que cresce com uma raiz superficial e ao primeiro vento forte vai tombar; ou aquelas em que não se faz adubação e por mais que ela jogue folhas secas para repor nutrientes, um dia pode morrer. Por isso, para quem sofre, meu conselho é: avalie melhor onde você planta suas melhores sementes, observe o entorno, o histórico, ... porque existem solos que superficialmente parecem bons mas os problemas estão nas camadas de baixo, assim como existem árvores que deixam sementes ruins.

Sentimentos se demonstram em atitudes, e não em palavras. Caso contrário, não passa de meras palavras vomitadas da boca para fora, sem sentido algum... E assim, a humanidade vai perpetuando a hipocrisia sentimental! De relações líquidas, sem mergulhar no ser, o mundo está repleto, como já dizia Bauman...

Inserida por Robkenede

A música tem algo místico, algo pessoal e em comum a todas as pessoas mesmo que estas não sejam iguais. A música te traz paz, e perturbação, te traz amor, e ódio também; te faz pensar e repensar, viver estando morto e morrer continuando vivo; te faz ser e querer ser, e também não querer nada mesmo querendo tudo; A música é algo pessoal mesmo sendo ela mesma impessoal, quem faz a música deposita sobre ela a sua alma, e faz o mesmo que a aprecia, pois compartilham do mesmo sentimento ou mesmo de seu antônimo; são tantos rostos e gostos, tantas experiências e crenças, tudo está contida nos acordes e melodias da música, e por isso ela é assim tão mágica, tão sublime.

Inserida por EAndrey

Depois de um dia exausto, cheguei em casa, tomei um banho de água quente; quando me despi - junto com as roupas - tirei todos os aprioris, os preconceitos, os estigmas, ali estava eu, genuinamente. Aos poucos, a água quente foi bailando em meu corpo, escorrendo, com ela, iam as impurezas, um pouco de mim, senti-me energizado. Por um momento pude sentir a pureza de está ali sendo eu em uma das mais lindas demonstrações de autenticidade: a nudez, do corpo, da alma. A pureza invadiu um espaço em mim. Nesse encontro de energias, de uma alma fria com uma água quente, houve a fusão de duas forças. Houve um equilíbrio. Chega o momento tênue de fazer as pazes comigo mesmo depois de um dia longo que me roubara. Dessa pureza que agora me encontro, consigo destilar o que ainda não sei nomear. Mas sei que quero sentir. Só sentir.

Inserida por Robkenede

Quando eu entro em contato com as minhas emoções, afetos e sentimentos, fica mais fácil para eu compreender o outro, para tocar o mundo do outro com delicadeza. É como se, aos poucos, a seara fosse inundando intempestivamente o meu peito cheio de sentimentos soterrados, e que sempre estiveram ali. Quando me permito, deixo transbordar o melhor que há em mim, eu posso ser o que genuinamente sou: um ser humano. Sou feito de afetos e emoções, por vezes, emudeço e silencio-os, mas não por muito tempo. Eles gritam! e, vêm sorrateiramente bradando em meu peito o desejo de voar. De criar conexões. De abrir janelas. De pular muros. De viver intensamente cada emoção. O frio gélido que muito se demonstra, vai se transformando numa labareda cada vez mais quente e presente, diria que afetuosa. Quando entro em contato comigo, me permito viver, me permito sentir, me permito tocar-me para além da imaginação. É coisa de louco! E é dessa loucura que precisamos para nos tornarmos mais humanos: ser congruente com as nossas emoções!

Inserida por Robkenede

Talvez eu precisasse escrever, talvez não. A difícil façanha de descrever o nada, o tudo, o eu. Navegando neste emaranhado de palavras advindas de um lugar que não se pode ver, mas se pode sentir. Tornar o abstrato em algo concreto é uma tarefa que requer muita habilidade, diria que um pouco de maestria. A difícil arte do viver, do que é viver, de dar vida àquilo que apenas habita em seus pensamentos, em seus sentimentos. Outrora, tenho pensado sobre o que seria esse abstrato que tanto almejo tornar concreto. Não sei! Talvez não tenho uma resposta concreta para dizer. Não consigo nomear. E o fato de não conseguir nomear tal grandeza de sensações, de sentimentos, de vazios, de vácuos, de confusões... me faz uma pessoa capaz de ver a vida com os olhos que abarcam a utopia do que é viver. Mas, ainda não compreendo muito bem sobre a arte da vida, sou muito jovem ainda para ter essa tal de maturidade a ponto de compreendê-la! Talvez a maturidade nunca chegue. E se chegar, um sábio me tornarei, talvez já sou, mas não ouso arriscar em falar sobre essa sabedoria que jaz, creio que é uma responsabilidade a mais para se carregar e, eu não quero. Andei pensando, corri pensando, nadei pensando, viajei pensando, naveguei pensando... mergulhei! Mergulhei de cabeça! Fui à procura do tão utópico e sonhado abstrato; nessa parte, leia-se com expressão de estupefação, um neologismo, até! Será se viver não seria um neologismo a cada instante? A façanha caminhada à deriva no mundo do abstrato, à procura das tão temidas sensações que compõem os vácuos da vida, as lacunas impreenchíveis e, que, possivelmente, nunca serão! É preciso que o vácuo exista e se faça presente, para, só assim, você se reinventar e preenchê-lo sempre que desejar e da forma que achar plausível para sua breve existência de vivências e experiências. Nesta parte, é difícil falar do abstrato, pois o mesmo soa como algo indizível, e ressoa em você como algo intocável, pois as vivências são únicas e abstratas, ao seu modo. Aqui, cabe a mim dizer que o abstrato tem forma, tem vida, tem nome e sobrenome e, apesar de ter nome, não consigo nomeá-lo, por mais que eu queira. Será se esse nome não seria a junção de tudo aquilo que compõe o vazio? Aqui, você pode ler em tom de espanto com um misto de dúvida. Te dou a autorização para navegar no abstrato que paira em você. Continuo te autorizando a refletir sobre o quão imenso e vazio são os abstratos que te compõem. Ledo engano! Cá entre nós, da minha parte, você não precisa de autorização nenhuma. A única pessoa que, realmente, precisa te autorizar, é você mesma. Comecei escrevendo dizendo que precisava escrever. Escrevi, escrevi, escrevi... no final, ainda não consegui nomear o abstrato que habita em mim e que reflete em você. Talvez eu nunca conseguirei fazer tal descrição. Acho que a maior façanha é essa: tentar viver aquilo que não se pode prever.

Inserida por Robkenede

Durante toda a minha vida, pensei que a história terminava quando o herói e a heroína ficavam juntos, em segurança - afinal, o que é bom o suficiente para Jane Austen deveria ser bom o suficiente para qualquer um. Mas é mentira. A história está só começando, e todo dia será uma nova peça do enredo.

Quando meu filho morreu (...), as visitas vinham me dar pêsames e, achando que isso iria me consolar, diziam: “A vida continua.” Que bobagem, eu pensava, porque é claro que ela não continua. É a morte que continua (...). Não existe fim para isso mas, talvez, haja um fim para o sofrimento que isso causa.