Carta de Amizade Expressando seu Sentimento
Seu argumento só será válido quando você tirar ele da cabeça e testar o poder da sua ideologia na reação alheia.
Mirar em uma pessoa é tortura.
Como vai ser a sua construção sentimental?
Sem ação não há reação, tudo que está parado não evolui.
A razão da vida é a coleção de sentimentos bons que podemos ter.
Só você sabe sua forma de sentir, e se não souber, vai trilhar a história de alguém.
Minha querida,
Nos seus olhos vejo escuridão, mas quem nunca se perdeu em trevas?
No seu sorriso vejo meias palavras; Quem nunca se enganou com meias verdades?
No seu coração vejo inocência de uma imaculada menina , mas quem nunca se apaixonou pela pessoa errada?
Paixão nasce em qualquer lugar, em qualquer broto que um dia se explodira em flores.
Então se mantenha lucida, somente assim poderás amar.
Aprender a fazer falta é dar a oportunidade necessária para o outro muitas vezes entender o seu valor. Não gaste energia tentando pertencer ao universo de ninguém. Quem te desejar de forma recíproca irá fazer um esforço equivalente ao seu para lutar por você e o sentimento dentro do organismo vivo do relacionamento sempre será um sentimento equivalente a estar em paz. A briga pelo pertencimento é um luta individual contra o medo da solidão.
Você está com seu coração puro, conhece alguém que o deixa mais sórdido... Dando distancia do teu agressor, teu trajeto que te ensinou a se amar vai te curar naturalmente e você pode dar continuidade de onde parou. E teu agressor? Tenha compaixão. A pessoa que te agride repete o erro a procura do que nunca vai encontrar fora de si. Se você quer amar precisa começar por você. Não leve o mal adiante, leve amor ou vai amaldiçoar o mundo ao teu redor. O ódio se cria em pequenos ciclos. Mudar a história da sua vida só depende de você, não deixa pra amanhã.
Não perca tempo com pessoas que são apenas expectativas. Pessoas reais fazem a diferença.
"Traduzo seus pensamentos em todas as línguas
Falando-me do seu eterno amor e paixão
Emoção que faz o coração quente ser balançado
Respiro uma fragrância que vem do seu corpo
E sinto o fogo do desejo ser atiçado"
(Trecho do Livro "ENCONTROS & DESENCONTROS:NA CHAMA DO AMOR" AUTORA Wanda ROP-2022-Ed Sunny)
Minhas esperanças estão escondidas num canto; e o tom de seu som é suave neste lugar; a melodia que faz minhas esperanças, é uma emissão vibrante, fenomenal...
... está envolvendo tudo que há em mim, o real e o irreal;
Esse local é meu ponto vital, sem o tal, sou nada, nem existo, pois sou ele, e ele, o baú dos meus sentimentos: o do bem e o do mau...
... minhas esperanças estão escondidas num canto; e o tom de seu som é suave neste lugar!!!
Amor II
Seu amor, amor!
É amor frágil
Amor possessivo
Amor pequeno demais.
Seu amor, amor!
Não é amor de luta
Amor consistente
É amor de pouca labuta.
Seu amor, amor!
É amor para as "Helenas"
Pessoas pequenas
Com pequenos dotes que lhes interessam.
Seu amor, amor!
É amor arranjado
Amor dependente
Amor de boteco.
Seu amor, amor!
É amor passageiro
Amor de agradecimentos
Não é amor das Marias
Meu amor, amor!
É amor que suplanta as suas baixas ideologias
Que perdoa a sua insignificância
É amor cá de dentro.
Para o seu futuro amor, amor!
Não serão os haveres aos quais pertence
Que superarão as suas dores
Sempre serei eu, que estarei aí dentro.
Arlindo Vida’Boa
Arlindo Vida’Boa fugiu da crise econômica de seu país,
Veio tentar, outra vida boa, aqui pelo Brasil.
Fincou pé numa metrópole, de águas quentes e boa brisa,
Esqueceu-se de se abstrair da realidade convincente, das grandes capitais.
Os arredores são cruéis, não são pintados a pincéis.
Arlindo Vida’Boa!
Não é de brisa que se vive em terras de coronéis.
Eterno Vergel
Sente-se bem?
Ganhou com o que fez?
A adrenalina deixou o seu sorriso mais sarcástico?
Falou para os amigos e família o que você fez?
Sentiu prazer em pisotear o meu vergel?
O meu vergel é de bits
Ele é apenas a minha arte em fotografia
O meu sentimento em código
O meu delírio mental
É incumbência do tempo fazer desaparecer
o que é material
Vamos cair no esquecimento
Só o meu vergel não irá sumir
E você, lá na sua cerração em ostracismo
Atributos levados da terra, inveja e ciúme
Assistirá o meu vergel brilhando na nuvem.
Secar o erudito
Abri um antigo estojo
esquecido,
no seu bojo
canetas de finas penas
folheadas a ouro
Veio-me lembranças
parcas
de valores estreitos,
as canetas seriam de efeito
àqueles que se sustentam
pela pompa do objeto
pela ostentação
As penas, além de mim,
tiveram outros donos
que nada fizeram com elas
Fui homenageada
e as obtive por prenda
como estratagema
para secar as minhas escritas
assim, como o tinteiro
que junto delas, secou
Joias improdutivas
ferramentas impróprias
sem envergadura
às prosas e poesias.
Chalaça
A flor doou o seu néctar
O beija-flor se satisfez
sugando até a última gota do doce mel
da bela flor que o afugentou
que não perguntou, não exclamou
não perturbou, só aguentou
A bela flor, por ironia
se fechou
O beija-flor não suportou o engodo
da flor serena, aveludada
que se distanciou do sugar maldito
Ele, sem o sabor da linda flor
passou a sugar a flor sintética
que se abriu bela, necessitada
anestésica.
Triste sorriso e olhar
Colocar a alma em busca da felicidade
esse era o seu lema
Da minuta fazer a tese da vida
descartando os problemas
Acreditar que as ditas injúrias
eram inveja do seu emblema
Criar um sinistro jogo
assassinando o apoema
Presumir uma conclusão fiável
resultando num dilema
Querer reinar na guerra fria
levando a sua vida à tormenta
A sobrar um triste sorriso e triste olhar
fechamento do indecoroso tema.
O estado da arte da ignorância e o poder
Eu bem sei que você não tem nada de bom
Esse é o seu carma
Não tem beleza
Além disso, teve a má sorte de ser pouco dotado
por pouco seria eunuco
Anda encurvado denotando a preguiça
Não tem dinheiro nem estudo
analfabeto funcional
É fraco e necessita de estar acompanhado
para desfrutar dos haveres alheios
Até tenta manipular, mas é facilmente manipulável
só faz o que os outros mandam
Camufla-se de penas macias
mas a alma é de felino
Reina no seu âmago a acusação
O seu umbigo é o centro da galáxia
O seu 'machismo' a sua desgraça
O seu inimigo é quem te estende a mão
Você é o bobo da corte
companhia à diversão
Sua mais forte característica é a usabilidade
lenço descartável
papel higiênico feito de material reciclável
Suas crenças, valores, mitos e ritos
são históricos, do mais remoto passado
Você até que consegue algum espaço na corte
é o tipo necessário aos donos do poder
A sua alcateia é das hienas
para limpar o que se deixa apodrecer
Alimentado, solta risadas de consideração
Inevitavelmente substituível, esse é o seu sofrer
Revoltado por perder as migalhas
pega o seu martelo e ameaça todos acima de você
Tem desejo de vingança, quer matar e quer morrer
Arremessa a esmo as suas armas
cai exausto, não atinge nada
só tumultua a ordem do poder
cai na jaula, fica um tempo e se acalma
espera a sorte lhe sorver
Eis que acontece o acaso
volta a dançar conforme o embalo
assim vai levando a vida sempre ausente
mesmo no estado presente
E eu solto o meu grito
- Ignorante!!!
necessitamos de gente como você.
Do meu amor ao ódio por Beth
Beth, com a sua varanda cheia de pó,
Suas chaves a darem nó
Seu telefone é de dar dó
Seu e-mail é um bagulho só.
E eu aqui tão inútil
Queria ter Beth para mim
Talvez mais, ser Beth,
Com a sua clássica elegância e sabedoria.
Fico a penar
Sonhando com seu baú
Correndo atrás, com atitude ineficaz,
Beth, rainha.
Eu esqueci a minha alma.
Estrago o meu amor,
Não vejo mais as flores nem as Marias,
Só vejo Beth, a todo vapor.
Não sei mais o que é vida
Viver é estar no encalço de Beth
Quero molestar, importunar, fatigar, do amor ao ódio,
Já que eu não tenho Beth, minha rainha.
Como seria bom esquecer Beth,
Gostar de uma mulher feia e sem vida
Mas, o meu amor não tem bondade alguma,
É fraco, como filhotes de passarinho.
E Beth, nem aí para tudo isso.
Parto da minha inveja à vigília e, vejo Beth,
Indo e vindo, com seu andar de garça,
Lindo! Lindo!
Naipe
Não fuja, não fique desesperado
sou bem grandinha, madurinha
estudei durante anos
o seu presente, passado
a sua casta, portanto
conheço seu desejo à intimidade
Só não aceito suas fanfarras
quando agrega as sarnas
na mesma esfera
da mãe que está na sala
e outras I-Lentes familiares,
podem ficar doentes
ou são todos da mesma laia?
É mistura de muita gente
muita saia, pouco garbo
totalmente demente
fadado a morrer em meio
ao triste fado.
Moço - Velho ... Velho - Moço
Ficava extasiada
quando observava o seu sorriso cândido
As sandices engraçadas me comoviam
Da pureza do passado
à presente desesperança.
Vejo com tristeza a sua luta
Querendo agregar no velho o que era no moço.
Aquilo que cobiçava no passado
Conquistava com seus modos insanos
Hoje torna-se indesejável
Quando deseja ser moço
Num corpo velho não almejado.
Meu velho, deixa as parvoíces no passado
Se tivesse semeado bons grãos quando moço
Hoje, não estaria sofrendo em seu murcho corpo
A alma te faria moço.
Teia invisível
Em seu altar de livros e esperanças,
A mestra urdia, com mãos pacientes,
Uma teia feita de longas tranças,
Ligando almas a mundos diferentes.
Seus gestos eram como suaves brisas,
Que moldam dunas sem deixar sinal.
E suas palavras, em curvas precisas,
Desenhavam rotas num mapa ancestral.
Os alunos partiam em várias direções,
Com sonhos que ela ajudou a nutrir.
No Brasil profundo ou em novas nações,
Levavam seus ecos, prontos a florir.
Cada encontro era um fio entrelaçado,
Que o tempo cuidava de esticar além.
Mesmo longe, o elo jamais apagado
Resistia ao sopro dos dias que vêm.
A mestra sabia que a sala vazia
Guardava histórias que não têm final.
Pois o saber plantado um dia
Flui como rios num curso imortal.
E assim, sem alarde, deixou sua marca,
Com passos firmes, mas quase sem som.
Uma cátedra viva que nunca se apaga,
E nos corações ressoa como um dom.
A dança dos extremos
Na praça do tempo, a extrema direita grita,
Faz da espada seu verbo, da fúria sua escrita.
É um vendaval que ruge entre os campos de dor,
Plantando espinhos onde o trigo já foi amor.
Lá vem o cavaleiro, com bandeiras rasgadas,
Ecoando promessas de glórias passadas.
Mas são sombras de reis que nunca existiram,
Fantasmas de um poder que tantos sucumbiram.
E do outro lado, suave, a esquerda caminha,
Com pés descalços sobre a terra que alinha.
É o sopro da aurora no campo semeado,
O canto das mãos que constroem o legado.
Dos livros nascem pontes, dos sonhos, revoluções,
É o abraço do povo contra as prisões.
Mas a bonança tem curvas, também seus tropeços,
Pois no campo das ideias, há espinhos nos começos.
A história é mestra, nos sussurra ao ouvido:
Já vimos extremos ferirem o perdido.
Mas também vimos florescer, em terreno infértil,
A coragem de lutar, ainda que em solo hostil.
Que não nos guie o ódio, que não nos cegue o temor,
Que a mão que aperta o punho também saiba dar flor.
E que na dança dos extremos, o equilíbrio seja o fim,
Para que a história cante o melhor de seu jardim.
Alarico
"foi mau" não ter escutado
a experiência do seu pai
ele sempre lhe dizia
- tenha a sua única flor
que, para se ter muitas
tem que ser mais que um bom procriador
Aqui, Alarico, já é outono
mais um outono sem cor
Então, curta a sua primavera
comece deste agora, polinizar todas as flores
para que elas transmutem em glória
e façam a corte nas jarras de opulentos soberanos.
Ao doce o sal
Não escrevo em pares e muito menos por partes. Escrevo à mansidão o seu pequeno recato. À insuficiência a sua grande abadia. Ao contriste os galhos secos de uma linda árvore. Às pessoas comuns o excepcionalíssimo momento atual. Agora é a hora de afofar as lágrimas nas gotas de água que caem do céu e nos afogam pouco a pouco como aquelas preces que nunca chegam a serem atendidas.
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