Carta a um Amigo Especial

Cerca de 100318 frases e pensamentos: Carta a um Amigo Especial

⁠Informação aleatória aos desinformados:

O que é um ano luz?
Ano luz é uma medida de grandes distâncias, muito utilizadas pelos astrônomos para medir distâncias entre estrelas, galáxias, nebulosas, etc. Como o próprio nome já diz - um ano luz é a distância que a luz percorre em um ano, a uma velocidade de 299.792.458 m/s (metros por segundo). Isso equivale à distância de 9,5 trilhões de km aproximadamente. Assim, um ano luz tem cerca de 9,5 trilhões de km.

Agradeço a oportunidade, Marcelo Rissma.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Pode um Vaso de Desonra se tornar um Vaso de Honra?

"Ora, numa grande casa não somente há vasos de ouro e de prata, mas também de pau e de barro; uns para honra, outros, porém, para desonra. De sorte que, se alguém SE PURIFICAR destas coisas, será vaso para honra, santificado e idôneo para uso do Senhor, e preparado para toda a boa obra." 2º Timóteo 2:20-21

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠A "reforma" heterodoxa (calvinista) tinha um objetivo diferente da reforma Anabatista e Luterana. Na "reforma" calvinista, Calvino não buscava uma reforma da igreja, ou o retorno a Sã Doutrina como os Anabatistas e Lutero! O desejo de Calvino era adaptar o modelo do papado romano. Calvino tentou mudar o eixo do monopólio da salvação instituído pela igreja católica romana (Em resumo: o Credo, o Pai Nosso, os Dez Mandamentos e os sete sacramentos.) para um modelo determinista e fatalista (Maniqueísta) para dentro do Cristianismo. Como a história mostra, Calvino se tornou uma espécie de papa de Genebra, nos moldes do catolicismo romano. As semelhanças do modelo calvinista com o catolicismo romano são:
1- Monopólio da salvação;
2- São os únicos intérpretes das Escrituras;
3- Semi-canonicidade e observação das fórmulas confessionais;
4- Veneração e defesa cega de líderes calvinistas;
5- Racionalização da fé;
6 - Vida cristã superficial. Marcelo Rissma

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Um narcisista é assim:

Um IMORAL que exige RESPEITO.
Um ADÚLTERO que exige FIDELIDADE.
Um AUSENTE que exige PRESENÇA.
Um MENTIROSO que exige HONESTIDADE.
Um INDIFERENTE que exige CUIDADO.
Um VIOLENTO que exige MANSIDÃO.
Um MAU CARÁTER que exige VIRTUDE.
Um HIPÓCRITA que exige de você o que ele não PRATICA.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Ateu e desinformado: “Os cristãos cometem um grande erro ao assumir que o universo não poderia ter tido uma causa NATURAL, ou seja, não sabemos de tudo ainda, logo foi Deus! O eterno Deus das lacunas e suposições.”
Resposta: Deus das lacunas? Deus não é resposta para o que não sabemos, pelo contrário, é conclusão para o que já sabemos. Assim, a única conclusão logica possível para o fato de que a causa do universo precisa, necessariamente, transcender espaço, tempo, matéria, energia e possuir livre-arbítrio. Agora, quando um ateu insiste que algo atemporal, imaterial, eterno, onipresente, incriado, e livre é algo “natural” dá vontade de gargalhar.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Ateu e desinformado: "Quando vejo um físico dizer que Deus criou o universo eu imagino um ginecologista dizendo que a cegonha é quem trás os bebês.”

Reposta: "Quando eu vejo um físico dizer que o universo surgiu sem uma causa, eu imagino um ginecologista dizendo que o bebê não tem pai e nem mãe, surgiu espontaneamente. Qual dos dois é mais ridículo? O universo é finito e por isso precisa de uma causa; negar a causalidade no universo é a mesma coisa que dizer que ele veio do nada.”

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠O pecado não é um defeito da natureza humana (isto seria maniqueísmo), mas uma corrupção da natureza humana por uma força externa ao eu. Mesmo assim, esta corrupção não poderia ocorrer a menos que consentíssemos livremente com ela. A culpa pelo pecado não deve ser atribuída nem à herança biológica nem à educação ambiental, mas ao mau uso da nossa liberdade.

Arminianismo Brasil

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Um de nossos pregadores descobriu ultimamente, que não há testemunho direto e imediato do Espírito no crente, do que ele é filho de Deus, que o Espírito testifica somente através dos frutos e consequentemente o testemunho e os frutos são a mesma coisa. Conceda-me seus pensamentos deliberados sobre este tópico. Parece-me ser um ponto importante. Tenho receio de que voltemos nova e descuidadamente à justificação pelas obras.

Cartas: A Samuel Furly (V,8).

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠A mesma compaixão que move Deus a perdoar um pecador triste e contrito move-o a confortar aquele pecador por meio do testemunho com o Seu Espírito, de que os seus pecados estão perdoados. A fé é um ato da minha mente, a certeza é ato do Espírito Santo. Todo verdadeiro crente cristão tem plena certeza e confiança em Deus e de que está reconciliado com Deus, e que em consequência disto ele é capaz de dizer: “A vida que agora vivo, vivo-a pela fé no Filho de Deus que me amou e se deu a si mesmo por mim”.

Carta a Richard Tompson (III, 161-62).

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠E não há espaço para ele na estalagem.
Ele ficou um pouco mais velho e não havia espaço na sua família. Sua família não creu nEle. Ele foi ao templo. Não havia nenhuma sala no templo. O templo ficou contra ele. E quando Ele morreu não havia espaço para enterrá-lo. Ele morreu fora da cidade. Pois bem por que, em Nome de Deus, você espera de ser aceito em toda parte? Como é que o mundo não pôde suportar o Homem mais santo que já viveu e pode suportar a você e emmim?

Leonard Ravenhill – Pastor e Avivalista Metodista

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Resumindo o diabólico Sínodo de Dort:

Foi um sínodo maligno, diabólico e manipulado politicamente; composto somente por calvinistas sanguinários que esperaram a morte de Armínio para impor suas heresias, pois os mesmos não tinham capacidade intelectual de debater com o mesmo. Esse sínodo não teve e não tem qualquer valor para as outras denominações cristãs. Se fosse hoje, seria como uma reunião de pastores presbiterianos do Brasil tentando impor doutrinas estranhas sobre as outras confissões de fé não calvinistas.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Um calvinista consistente ensina que aqueles por quem Cristo morreu certamente serão salvos.

Se assim é eu pergunto: “Como explicar 2º Pedro 2.1, onde diz que Cristo comprou ou resgatou (agorazo- ἀγοράζωno Grego cf. Ap 5.9) falsos profetas e falsos doutores?” Se todos aqueles por quem Cristo morreu serão salvos, como explicar o fato de Cristo ter comprado ou resgatado (agorazo- ἀγοράζω no Grego cf. Ap 5.9) os falsos profetas e falsos doutores em 2º Pedro 2.1?
Aguardando as cambalhotas e malabarismos.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Um calvinista consistente afirma que Deus só ama os eleitos!

Se assim é então eu pergunto: “Como explicar Marcos 10.17-22 que relata no versículo 21 que Jesus, olhando para ele, o amou..., mesmo ele rejeitando o convite de seguir a Jesus?”

Aguardando as cambalhotas e malabarismos.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠E, finalmente, se fizer um paralelo exato entre um homem morto fisicamente e um homem morto espiritualmente [...], então da mesma forma tem que se dizer [...] que se ele não pode aceitar Cristo porque está morto, então ele também não pode rejeitá-Lo. Um homem morto [fisicamente] não pode crer em Jesus Cristo, mas um homem morto [espiritualmente] pode.

Laurence M. Vance – The Other Side of Calvinism, ed. rev. (Pensacola, FL: Vance Publications, 1999), p. 522.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Calvino sempre limita a misericórdia e o amor de Deus aos eleitos. Como um especialista islâmico diz de seu sistema religioso: “a vontade divina é irresistível, e decretou em cada detalhe todo o curso do universo que Ele governa, e o destino de cada momento de cada criatura nele [...]. O seu dogma da predestinação e do destino [...] não deixa espaço para livre-arbítrio humano [...]”. Assim é com o calvinismo.

Alfred S. Geden - Comparative Religion (Londres: Society for Promoting Christian Knowledge, 1917), pp. 102-103.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Ao homem foi dada uma escolha [...]. Ter essa escolha define o homem como um ser humano: comer ou não comer; obedecer ou desobedecer; amar ou não amar. O homem não é um robô. O homem era capaz de amar pela sua própria livre escolha sem a qual, o amor não é amor.

John R. Cross - The Stranger on the Road to Emmaus (Olds, AB: Good Seed International, 1997), pp. 56-57

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠A Glória de Deus Nos Revela Quem Somos
Somente quem ainda não teve um encontro profundo com Deus afirma que não tem pecado ou não comete pecado!
Gênesis 28.10-17: E, temendo, disse: Quão temível é este lugar! É a Casa de Deus, a porta dos céus.
Êxodo 34.5-8: E, imediatamente, curvando-se Moisés para a terra, o adorou.
Isaías 6.1-7: Então, disse eu: ai de mim! Estou perdido! Porque sou homem de lábios impuros, habito no meio de um povo de impuros lábios, e os meus olhos viram o Rei, o SENHOR dos Exércitos!
Ezequiel 1.25-28: vendo isto, caí com o rosto em terra e ouvi a voz de quem falava.
Mateus 17.1-6: Ouvindo-a os discípulos, caíram de bruços, tomados de grande medo.
Atos 9.1-5: e, caindo por terra...
Paulo depois do encontro com Jesus afirmou: Dos pecadores ele era o principal, não o mais santo.
Vai ser sempre assim com todos que tem um encontro profundo com Deus, à medida que a intimidade se aprofunda, mas vamos discernindo como somos pecadores e dependentes da graça do Abba.
No Filho do Abba, que é o nosso Advogado junto ao Abba, Marcelo Rissma.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Falsos Pastores
O cuidado e o amor que um pastor tem por uma comunidade de fé, são medidos pelo desígnio de Deus que Ele anuncia, quanto mais ele é fiel as Escrituras, mais cuidado e amor ele demonstra, ainda que toda a comunidade o rejeite. (Atos 20.25-27).
Se você pensa que isso não é possível, estude o cenário bíblico, principalmente para o tempo do fim.
Muito cuidado ao generalizar "pastores", não coloque todos no mesmo saco. (Jeremias 3.15).
Nos últimos dias seria comum seguir, defender e exaltar falsos profetas (2ª Timóteo 4.1-4; 2ª Pedro 2.1-3), e combater aqueles que ensinam e pregam a Sã Doutrina e expõem com verdade as Escrituras (2ª Timóteo 4.14-17).
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba, Marcelo Rissma.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Um Resumo de Uma História de Natal Que Poucos Conhecem
O Natal está chegando e com ele surgem os canceladores, os mal-humorados, carrancudos, os achologos, mal intencionados e um tanto de teorias bizarras acerca do tema. Há muitas versões, fake news e desconhecimento sobre a origem da utilização da árvore de Natal. A lenda do paganismo circula como se fosse verdadeira sobre o tema. Ledo engano, sem nenhuma fundamentação histórica, mas apenas uma guerra de fake news iniciada por católicos no século 15, após a reforma protestante e na era pós-moderna pelo marxismo cultural, com claros objetivos de destruir as tradições cristãs.
A primeira árvore de natal, com o significado atual, foi decorada por Martinho Lutero, na Alemanha. Isso é ponto pacificado entre historiadores e estudiosos de crenças cristãs. É importante saber que Martinho Lutero, antes de ser um homem que ensinava assuntos da espiritualidade, era um professor conhecedor de filosofia e mitologia.
Tudo começa quando Lutero numa noite de inverno vislumbrou o céu estrelado entre as copas dos pinheiros, na Alemanha. Ao perceber o céu intensamente estrelado pareceu-lhe este, um colar de diamantes encima da copa das árvores. Contam que ele ficou tão extasiado com o espetáculo natural que decidiu arrancar um galho do pinheiro e levou para sua casa, na qual, tentou reproduzir o que viu ao ar livre. Ele colocou o pequeno pinheiro em um vaso com terra e chamou sua esposa e filhos e decorou a pequena árvore com pequenas velas acesas presas nas pontas dos ramos. Para a árvore ficar mais bonita e alegre, arrumou papéis coloridos para enfeitar seus ramos. Sobre a copa, representou a estrela cadente, que segundo a história, guiou os reis Magos ao local onde estava o menino Jesus, na cidade de Belém.
A família de Lutero ficou maravilhada com a árvore acesa, o que lhes parecia ter adquirido vida. Lutero quis reproduzir a noite de natal dentro de sua casa e mostrar aos seus filhos, como deveria ser o céu na noite do nascimento do Menino Jesus. Este é um dos motivos, pelos quais, muitos países católicos não aceitavam a árvore de natal e somente o presépio natalino - motivos religiosos.
"Os católicos zombavam do culto de Lutero da mesma forma que do costume da árvore de Natal", explica Döring. Aliás, uma das expressões sarcásticas com que denominavam o protestantismo era "a religião da árvore de Natal". Alois Döring - Etnólogo de Bonn.
A partir desse fato, como estratégia, passaram a associar o costume de Lutero e dos protestantes comemorarem o natal com o paganismo. Poucos sabem, mais esse foi um dos temas mais acalorados de discórdia entre católicos e protestantes. Durante séculos, o símbolo natalino foi distintivo entre católicos e protestantes. Mas a celebração protestante acabou viralizando na Alemanha por volta de 1800, se tornando uma tradição. Já no fim do século 19 a tradição protestante conquistou as salas de estar católicas.
A primeira árvore pública, exposta numa praça e enfeitada com guirlandas, foi registrada no Natal de 1910, em Nova York. Com a propagação do símbolo para além dos limites confessionais, foi desaparecendo gradualmente a tradição protestante e cristã de comemorar o natal. No século 19 criou-se o Papai Noel comercial, isso praticamente sepultou a tradição protestante e cristã do natal.
Portanto, nesse natal permita que essa tradição cristã permeie sua casa. Deixe Cristo nascer dentro de você todos os dias. Não perca a chance de misturar pernil com frutas doces e peru com pêssego; não deixe de comer um bacalhau; e de também comer muitas castanhas regadas ao vinho. Ore com todos e para todos; e agradeça a benção de estarem juntos e em paz!
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
Bibliografia:
Fascinanting Facts about Jesus (by Robert Strand) New Leaf Press.
Natal - Os Cristãos Podem Celebrá-lo? (by Christian Apologetics & Research Ministry).

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Um Resumo dos Pais Apologistas
Geralmente os pais da Igreja são classificados em três categorias principais: Pais Apostólicos, Apologistas e Teólogos. Há ainda outras classificações dos Pais da Igreja, como: Pais Gregos, Pais Latinos, Pais do Deserto, etc. Em uma publicação passada falei sobre os Pais Apostólicos e hoje falarei um pouco dos Pais Apologistas e os Pais Teólogos.
Os Pais Apologistas
O segundo grupo de Pais da Igreja foi formado pelos Apologistas. Os Apologistas foram aqueles líderes da Igreja Antiga que tiveram em seus ministérios o grande objetivo de defender a Fé Cristã. Naquele tempo as verdades bíblicas começaram a ser atacadas ferozmente por heresias que misturavam filosofia grega, judaísmo e formas de paganismo oriental. Esses ataques vinham tanto de fora da Igreja como de dentro da Igreja. Então os Apologistas combateram conceitos errados como o gnosticismo, o maniqueísmo, o neoplatonismo, o marcionismo, o ebionismo, etc.
Portanto, enquanto os Pais Apostólicos produziram materiais focados na vida devocional da Igreja, os Apologistas produziram materiais para preparar os cristãos ao embate da defesa da fé. O período dos Pais Apologistas durou entre 150 e 300 d.C.
Entre os principais Apologistas, temos:
Justino Mártir: foi uma pessoa versada em muitas filosofias, mas que encontrou a verdade nas Escrituras. Depois de sua conversão, Justino Mártir dedicou sua vida a apresentar a superioridade do Cristianismo sobre qualquer filosofia ou religião. Ele ficou conhecido como “Justino Mártir” pelo fato de ter sido martirizado em Roma por não negar sua fé em Cristo.
Irineu: foi bispo de Lyon e um grande defensor da Fé Cristã diante dos ataques do gnosticismo. Irineu foi martirizado por causa de sua fé provavelmente no início do segundo século.
Orígenes: nasceu e cresceu no importante centro teológico de Alexandria, mas nos últimos anos de sua vida viveu em Cesaréia. Orígenes tinha um comprometimento muito grande com a suficiência das Escrituras, e por isso ele acabou desenvolvendo uma ferramenta incrível para o estudo Bíblico. Essa obra foi chamada de Hexapla, e basicamente era uma versão do Antigo Testamento que trazia o texto hebraico acompanhado de sua transliteração em carácteres gregos e mais quatro traduções gregas. Orígenes também foi severamente perseguido por causa de sua fé.
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.

Inserida por VerbosdoVerbo