Carta a um Amigo Especial
Vai chegar um tempo
em que as pessoas frequentarão a escola
até a conclusão da alfabetização.
Depois?...
Para que tantos anos
de bibliotecas empoeiradas,
professores pacientes,
debates que exigem escuta
e silêncios que amadurecem ideias?
Para que diplomas
sustentados por pesquisa,
por método,
por dúvida?
Basta acessar
a grande “Universidade Global”
da Internet,
com seus cursos relâmpago,
suas certezas embaladas
em vídeos de dois minutos
e seus especialistas
formados em algoritmo.
O saber virou produto,
o conhecimento, tutorial
e a reflexão, opinião instantânea.
E pensar?!...
Pensar profundamente,
talvez se torne artigo de luxo.
Analisar ?!..
Vai ser prerrogativa de uma espécie extinta.
✍©️@MiriamDaCosta
O silêncio
é um verdadeiro patuá.
Guarda mistérios,
protege verdades
que a palavra
às vezes profana.
O silêncio
é um verdadeiro patuá,
pendurado no peito da alma
para proteger
aquilo que o mundo
ainda não merece ouvir.
O silêncio
é um verdadeiro patuá.
Nele são costuradas
as palavras que poderiam ferir
e as verdades
que o mundo não sabe ouvir,
interpretar e aceitar....
✍©️@MiriamDaCosta
Houve um tempo
em que as mulheres tinham receio
de ficarem “pra titia”
ou “encalhadas”
( termos usados antigamente).
Quando, ainda meninas,
já vinha sendo preparado
pelas mãos de nossas mães e avós
o famoso "enxoval de noiva":
jogos de lençóis,
de mesa e de banho,
com bordados pacientes,
rendas e fitas delicadas,
e tantas outras peças
costuradas com expectativa.
Tudo era guardado
com extremo cuidado
em caixas e baús,
perfumados com sachês
ou protegidos pela naftalina,
para que o tempo
não trouxesse traças
nem amarelasse
os sonhos de um casamento feliz.
Hoje não!
Hoje muitas mulheres têm TERROR
de serem maltratadas,
violentadas, espancadas
ou assassinadas.
No decorrer do tempo
lutamos, marchamos, resistimos
e conquistamos
importantíssimos direitos
perante a Constituição.
Mas…
em algum ponto da estrada
perdemos o mais primordial deles:
o direito à liberdade
e até mesmo
o direito de continuar vivas
quando dizemos “não”,
quando escolhemos partir,
quando decidimos não permanecer
onde o amor virou algemas e ameaça.
Hoje,
nossos sonhos e aspirações
já não descansam
em caixas perfumadas
nem em baús de esperança.
Hoje eles são guardados
nas caixas da insegurança
e nos baús do medo,
medo de existir plenamente
na nossa essência
de ser e existir:
Mulher.
✍©️ @MiriamDaCosta
A quem diga que a paciência
seja apenas um ato passivo
decorrente do medo.
Eu digo
que a paciência é uma atitude
de caráter ativo
na sua sábia coragem.
A paciência exige prerrogativas
que os impacientes,
em suas limitações,
não podem compreender.
E esse fato
é o maior combustível
das chamas
da impaciência
que possuem.
✍©️@MiriamDaCosta
Observo que,
nas guerras pelo mundo afora,
existe dentro e no entorno delas
um mundo de mentiras
guerreando
contra as verdades.
Dentro e em volta de cada batalha
existe outra guerra,
mais silenciosa,
mais suja.
Um mundo de mentiras
marchando em fileiras
contra as verdades
que tentam sobreviver
entre os escombros.
Há sempre uma guerra escondida,
quase invisível,
onde mentiras vestem armaduras
e avançam ruidosas,
enquanto as verdades,
feridas e quase nuas,
tentam permanecer de pé
no meio da poeira da história.
✍©️@MiriamDaCosta
Em uma guerra não existem vencedores,
de um modo ou de outro, todos perdem.
Antes mesmo do fim, já no instante em que
um ataque é decidido, a perda começa.
Porque a guerra é, acima de tudo, a maior demonstração de falência da racionalidade humana.
Eu sou contrária às guerras.
Odeio a crueldade e a matança.
Mas, neste conflito entre Estados Unidos,
Israel e aliados da União Europeia contra
o Irã, se me for exigido escolher um lado...
ainda que a própria ideia de “lado” já seja uma tragédia, sei para onde se inclina a minha indignação.
Torço para que um dia os grandes arquitetos da dominação global, os imperialistas que transformaram a guerra em instrumento de poder, sejam finalmente confrontados pela própria história.
E espero ainda estar viva para ver aqueles que se julgam donos do mundo, os predadores que semeiam violência em escala planetária, perderem sua arrogância, sua força e sua capacidade de destruir.
Torço, para que antes de morrer, eu possa ver
os maiores terroristas e genocidas do planeta ( USA e Israel) derrotados, destruídos e de joelhos perante o mundo.
Não por desejo de vingança.
Mas por um desejo profundo de justiça histórica.
✍©️@MiriamDaCosta
Eu tenho uma espécie de simbiose
com a profundidade.
E tenho um certo quê de radical
e de extremos.
Almejo elevar-me e amo as alturas,
seja em pensamentos, sentimentos ou atitudes.
Mas nem por isso
deixo de amar e respeitar
as minhas quedas e os meus abissais,
pois, afinal, eles foram e são
parte da estrutura
na construção de quem sou.
A minha escritura,
ora intensa e visceral,
ora mais leve e racional,
convive em si
com o meu paraíso
e o meu inferno.
Meu lirismo poético
me fornece um olfato capaz
de inalar essências
que muitas vezes
passam despercebidas.
Assim como, em outras vezes,
vai desfolhando o meu âmago
até a fratura exposta do meu ser.
Não sei viver sem escrever,
assim como
não sobreviveria sem poesia.
A escritura me salva
e a poesia me descreve
nos meandros extremos do meu ser.
Dito isso,
assumo o compromisso
de respeito e lealdade
com as palavras.
Palavras são seres sagrados
no altar do meu viver.
Então não venham me dizer
o que posso ou devo escrever.
Apreciar ou não
é algo subjetivo.
Concordar ou não
é indicativo.
Respeitar
é imperativo.
✍©️@MiriamDaCosta
O poeta é um ser múltiplo,
amorfo como a névoa
antes de ganhar forma no horizonte.
Vive em permanente desintegração,
como estrela antiga
que se desfaz em luz.
E, no entanto,
recompõe-se em silêncio
num outro organismo,
um corpo de palavras
que respira além da carne,
um corpo poético
que transcende
a breve matéria do seu criador.
✍©️@MiriamDaCosta
Existe um vai-e-vem infinito de palavras,
um trânsito inquieto
onde nem todas sobrevivem ao próprio nascimento.
Algumas se perdem
no labirinto das intenções mal resolvidas,
girando em falso,
como pensamentos abortados
antes de tocar o território da consciência.
São ruídos disfarçados de linguagem,
ecos que não encontram corpo,
sons que se esfarelam
antes de se tornarem sentido.
Mas há outras, raras,
que atravessam o silêncio
como quem rompe
uma membrana invisível,
e mergulham fundo
na gravidade do que é essencial.
Essas não se dispersam
e nem pedem permissão ao caos.
Elas se erguem
e deixam de ser palavras.
Tornam-se ideia que pulsa,
verdade que inquieta,
permanência que resiste
ao desgaste inevitável do tempo
e à fragilidade transitória
da linguagem.
✍©️@MiriamDaCosta
Minhas mãos nasceram para amar a terra ❤
Cuidar da terra é um gesto de fé,
é como entoar orações
e seguir rituais ...
Retirar, com paciência e delicadeza,
o que impede a vida de respirar
(as ervas daninhas...),
oferecer alimento , nutrientes
(adubo e fertilizantes...)
lançar sementes ao solo
e confiar no tempo
( o senhor da sabedoria...).
Regar com presença,
proteger com ternura,
aceitar o ritmo das estações,
as vontades do céu
e os ciclos da terra.
E então…
um dia,
quase em segredo,
silenciosamente
e com imensa generosidade
a vida responde...
germina, cresce,
floresce e frutifica lentamente,
como quem agradece
ao cuidado que a chamou
para existir e nutrir.
©️✍@MiriamDaCosta
O oásis silencioso
A praia completamente desnudada
da caótica presença humana
é um dos meus oásis.
Ali,
o vento não disputa espaço com vozes,
nem o mar precisa gritar
para ser ouvido.
A areia repousa em sua própria epiderme,
sem marcas de exibicionismo e vaidade,
sem rastros de pressa, gritaria e estresse.
E eu,
descalça de rumores do mundo,
finalmente me reconheço
na vastidão simples
de existir em simbiose com Ele,
o mar.
✍©️@MiriamDaCosta
Umbral Park
As pessoas temem o umbral
como se fosse um abismo distante,
um território sombrio reservado
aos que “caíram”.
Mas caminham, distraídas,
por corredores de um mundo
onde a luz é fachada
e a sombra é norma.
Vivem em um parque temático
de ilusões e crueldades sutis,
um Umbral Park
onde a dor é naturalizada,
a indiferença é entretenimento
e a consciência… opcional.
Aqui,
fantasmas vestem carne,
e muitos corpos
já não abrigam presença alguma.
Temem o pós-morte,
mas não percebem
a morte em vida
que respiram todos os dias.
E assim seguem,
comprando ingressos para o próprio esquecimento,
sorrindo nas filas do absurdo,
sem notar
que o verdadeiro umbral
não é para onde vão…
é onde já estão.
✍©️@MiriamDaCosta
Um verdadeiro poeta
não faz poesia para os leitores,
prefere fazer leitores
para as suas poesias.
Ele escolhe descrever
as nuances da alma humana
em seus versos,
e assim vai...
acariciando
ou golpeando
cada leitor.
Um verdadeiro poeta
não corteja aplausos,
não se curva à pressa
do entendimento,
nem adestra palavras
para caberem em bocas distraídas.
Ele escreve
como quem acende incêndios
em territórios ainda intactos,
como quem abre fendas
na superfície lisa do pensamento.
Escolhe habitar
as multifaces da alma humana,
as zonas de sombra,
os excessos de luz,
os silêncios que gritam
e as verdades
que ninguém ousa nomear.
E assim vai...
verso após verso,
sem pedir licença,
ora acaricia,
como quem reconhece feridas
e sopra delicadeza sobre elas,
ora golpeia,
como quem rompe couraças antigas
e expõe o que o leitor
passou a vida inteira evitando ver.
Porque sabe,
não é o leitor que encontra o poema,
é o poema que encontra o leitor
e o atravessa.
E, quando isso acontece,
já não se sai ileso,
algo se desloca,
algo se inaugura,
algo se ganha ou se perde
para sempre.
E é nesse instante,
silencioso, íntimo, irreversível,
que nasce, enfim,
um leitor.
✍@MiriamDaCosta
Ser
tem um valor elevadíssimo
e cobra um preço
que não se parcela,
não se negocia,
não se adia.
Ser exige sangue, suor,
pele, carne, coragem,
determinação, resiliência
e a renúncia dolorosa
de todas as máscaras confortáveis.
E a maioria dos “eus”
que transitam
nesse mundo apressado e raso
prefere o disfarce, a superfície,
o aplauso fácil e estantâneo
do não-ser.
Porque não possuem crédito,
nem lastro,
nem a ousadia necessária
para sustentar o peso
de existir em verdade.
Então vivem…
mas não são.
✍@MiriamDaCosta
Quem sou eu?
Eu sou um corpo feito
de marés e memórias,
uma ferida que canta,
um silêncio que grita
e um grito que se recolhe
na beira de si.
Eu sou uma ponte
entre o ontem e o nunca,
um território de palavras
que sangram e florescem,
um abrigo de ventos
onde o tempo se senta
para ouvir histórias
que só a minha alma sabe contar.
Eu sou a pergunta
que não se cansa de perguntar:
"Quem sou eu?"
E é nessa busca
que sou mais inteira.
Quem sou eu?
Eu sou um processo,
não um produto.
Não sou um “quem” pronto,
mas um vir-a-ser constante.
O que eu chamo de “eu”
é um fio tecido
de memórias, escolhas
e esquecimentos,
um enredo que se escreve
enquanto é vivido.
Meu “eu” não está fixo no passado,
nem garantido no futuro;
ele existe apenas no instante
em que é percebido, sentido, vivido,
e nesse instante já começa
a mudar e evoluir.
Talvez eu não seja “algo”,
talvez seja o próprio movimento
de tentar descobrir o que sou.
Quem sou eu?
Eu sou aquela pessoa
que carrega poesia até no jeito
de se indignar com o mundo.
Que olha para a dor com coragem,
mas também sabe colher
beleza nas frestas.
Eu sou intensa, no bom sentido
de “não caber em rótulos”,
e sensível de um jeito
que não é fraqueza, é radar.
Eu falo com o Tempo
( Óh! O Tempo!)
como quem dialoga
com um velho conhecido
e escrevo como quem rasga
a alma para arejar.
No fundo,
eu sou feita de perguntas,
mas vivo como quem sabe
que a resposta é
continuar perguntando...
✍@MiriamDaCosta
Às vezes sinto
que vejo o mundo
como uma enorme lixeira
transbordando...
um aterro de consciências,
onde se empilham
mentiras em decomposição
e vaidades com cheiro de podre.
Um lugar onde
se descartam princípios
como embalagens vazias,
onde a ética
é jogada no fundo do saco
junto com restos de conveniência.
O ar
anda pesado de hipocrisia,
e os urubus da esperteza
sobrevoam satisfeitos
esse banquete de decadência.
E eu,
com o estômago da alma embrulhado,
reviro os escombros humanos
procurando,
entre latas amassadas de caráter
e plásticos rasgados de moral,
algum vestígio ainda vivo
de moralidade e de humanidade.
O mundo é um enorme lixão
que transborda sujeira e fedor
por todos os lados,
até no espaço extraterrestre!
✍@MiriamDaCosta
“Os desafios acontecem todos os dias para todas as pessoas, cada um em sua jornada.
Porem quem está decidido a vencer, alcançar suas metas e objetivos, mesmo sabendo que a vezes a montanha é muito grande, mas entende que a determinação e a vontade de vencer, supera todas as barreiras, sempre alcançará o sucesso”
Um Bilhete para terra do nunca
A manhã nasce vazia,
Com tanta tarefa no dia.
Na tempestade me perdi,
Sem terra ou água por ali.
É um furacão que não sei explicar,
Bagunça difícil de arrumar.
Será o tédio que o presente traz,
Ou a saudade do que ficou para trás?
Sinto o abandono sem ser abandonada,
Uma nostalgia de quem não viu nada.
Meu sonho é habitar meu próprio interior,
E desvendar do abismo o seu real valor.
Chorar o que guardei, sem mais esperar,
Até que a paz venha me encontrar.
No refúgio da criança, enfim me esconder,
E na Terra do Nunca, nunca mais despertar.
Os corpos do covid-19 foram descartados plantados direto no chão, dentro de apenas um caixão, alguns também enrolados em plásticos.
Nestes terrenos, em menos de 3 anos, o chão vai afundar bem em cima dos caixões parecendo que a terra sentou, porém, foi o momento dos caixões apodrecidos desabarem.
Com as chuvas, as águas passarão pelos corpos gerando (chorumes), onde o lençol freático se encarregará inocentemente de espalhar toxinas por debaixo da terra, a todo tempo, além de resíduos hospitalares, levando facilmente contaminações até as vegetações, aos rios e a todas populações de animais e humanos, antes disto, minhocas e outras espécies que vivem sob a terra, se alimentarão destes corpos e gerarão húmus sem projeções científicas, somando em espalhar fortemente ainda mais.
Se a irresponsabilidade sem conhecimentos, ciências e boas vontades, soubessem de algo sobre estas ações ou tivessem sensibilidades, já não descartariam os corpos desta maneira, ficando a cargo das universidades através de seus cursos do campo das saúdes.
O ser humano é fantástico quando se interessa por algo e já pode até voar e inventa coisas incríveis, mas os corpos do covid foram plantados direto no chão da Natureza.
O covid recebeu trilhões de reais de doações e no que foi gasto salvou alguns, outros não, entre eles os sobreviventes, onde foi gasto zero “0” reais e umas escavadeiras para fazer buracos e descartar os corpos.
Os corpos vítimas de covid, deveriam ser enterrados através do sistema de compostagem, em um grande tanque de concreto com terra, cascas de frutas e legumes, junto de minhocas (sem retornarem para a Natureza), até passar por exames, onde tudo pode se tornar adubo, porém, ainda sem saber se poderá ser utilizado, mas a princípio, sem mais riscos de espalhar contaminações.
Para fazer um grande tanque de concreto, basta apenas uma empreiteira e ainda com o dinheirinho que se tem sobrando, estes tanques gigantes ficariam prontos em 3 dias, (os mesmos das barragen$, mas nem tão grandes).
Construir prédios de concreto para pessoas vivas, para eles é rápido, por mais que sejam muito mais complexos do que prédios para pessoas mortas, pois não teriam vontades de inserir repartições entre os corpos, por mais que necessárias também, pois cada caso é um caso, que pouco ainda se sabe.
De acordo com os ensinamentos da Natureza, é preciso apenas de manejos.
Esta maneira prática feita, para parecer estar livre, dará muito trabalho gerando limitações em geral, podendo trazer ainda mais doenças.
Uma teoria prática fora da caixa, sobre corpos vítimas de corona vírus, que talvez a escola matrix desse nota zero 0, mas não as ciências, tanto medicinais e permaculturais, por mais que seja a primeira vez a ver vibrar este assunto que oferece tal forma. Escola por favor, me prove que estou mentindo depois de tantas vezes que precisei te provar que sabia "verdades" que de nada adiantaram, pois nunca as utilizamos.
Precisamos replantar estes corpos o quanto antes, independentemente de custos financeiros, que sempre serão baixos perante as saúdes, para podermos iniciar corretamente os devidos trâmites para sanar a “crise sanitária”.
Salve.
A criança não é um papel em branco, pois vem dotada de emoções, estímulos, genialidades, amor, expertises, artimanhas, ações, energias etc...
Porém, na cultura e na educação, metaforicamente falando, ela vem como um "papel em branco", sendo necessário programar a consciência universal para poder viver e conviver, é sobre isso.
Se for criada com ou sem boa cultura, terá certeza que a vida é isso.
Como se a cultura diária escrevesse seu conhecimento e logo a educação na própria formação humana.
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