Carta a um Amigo Detento
Design ou acaso? Deus é um arquiteto. - Vinicius M.Tito
Se houvesse um passado infinito, o presente não existiria. Mas se o universo fosse eterno, então seria um passado infinito, ou seja, o hoje não existiria. Se o hoje existe, logo o passado infinito não existe, então o universo não deve ser eterno. Além disso, duas teorias científicas são amplamente difundidas, a teoria do big bang e a segunda lei da termodinâmica, tendem a apoiar a origem do universo no passado finito, e não infinito.
1° Ajuste fino do universo deve-se à necessidade física, acaso ou "design".
2° Não se deve à necessidade física ou acaso.
3° Portanto, deve-se ao "design"
Apoio ao meu argumento, a força nuclear que une as partículas subatômicas (Prótons e Nêutrons) do núcleo. Se essa constante fosse diferente em 0,4%, não haveria o suficiente de um ou de outro para que a vida existisse, pois a variedade de qualquer maneira destruiria a maior parte do carbono ou oxigênio das estrelas. A Terra se move ao redor do Sol, dando uma volta completa ao longo de um ano. Este movimento não segue um círculo, mas uma órbita elíptica na qual viaja a uma velocidade aproximada de 107 200 quilômetros por hora.
Esta órbita tem um comprimento de 150 milhões de quilômetros em relação ao Sol; basta manter o planeta a uma distância segura e neutralizar a atração gravitacional da estrela rei.
Se a Terra estivesse mais próxima do Sol, não haveria condições adequadas para o desenvolvimento da vida como é conhecida hoje.
1. Tudo o que existe tem uma causa de sua existência, tanto em si mesmo como em algo externo a si mesmo.
2. Se o cosmos tem uma causa de sua existência, essa causa é Deus
3. O cosmos existe
4. Portanto, a causa da existência do cosmos é Deus.
'“pois esperava a cidade que tem fundamentos; cujo arquiteto e construtor é o próprio Deus” (Hb 11,9-11).
“Olhem para o céu e vejam as estrelas. Quem foi que as criou? Foi aquele que as faz sair em ordem como um exército; ele sabe quantas são e chama cada uma pelo seu nome. A sua força e o seu poder são tão grandes, que nenhuma delas deixa de responder.” (Isaías 40:26).
1. Tudo que começa a existir tem uma causa de sua existência.
2. O universo começou a existir.
3. Portanto, o universo tem uma causa para sua existência.
4. Uma vez que nenhuma explicação científica (em termos de leis naturais) pode fornecer um relato causal da origem do cosmos, a causa e levada para um agente pessoal, que chamamos de Deus, também conhecido como Yhwh, Elohim, El Shaddai, Jireh e Adonai.
Eu Vinicius tenho certeza de três coisas:
Primeira delas: nada foi gerado por acaso, tudo tem um começo, meio e fim. Um propósito.
Segunda: Tudo nesse universo acontece por uma razão. Quando algo começa a existir ou deixa de existir, há uma razão para isso. Existe um tempo e uma razão para todas as coisas
Terceira: Nunca vamos compreender o agir de Deus ou a maneira que Ele realiza suas obras, pois quem somos nós, senão simples seres humanos? Portanto, Ele é o maestro e o arquiteto.
O ato de ir à igreja qualquer um pode fazer; no entanto, buscar e conhecer a Cristo verdadeiramente, isso poucos realmente tendem a fazer.
Complemento meu argumento com uma passagem da Bíblia que diz o seguinte:
Mateus 7:22-23
[22] Quando aquele dia chegar, muitas pessoas vão me dizer: “Senhor, Senhor, pelo poder do seu nome anunciamos a mensagem de Deus e pelo seu nome expulsamos demônios e fizemos muitos milagres!” [23] Então eu direi claramente a essas pessoas: “Eu nunca conheci vocês! Afastem-se de mim, vocês que só fazem o mal!”
- Vinicius Monteiro Tito
Senhor Jesus,
Sei que Te desapontei,
Mas eu Te amo.
Não fui um bom filho,
Muitas vezes estive longe de Ti,
E no meu coração sei que falhei.
Mas sei que nunca deixaste de me amar.
O mundo está ao contrário,
E no meu coração
Estou tentando fazer o que é certo,
Mas hoje em dia as pessoas enxergam
O certo como errado.
Senhor Jesus,
Lembre-se de mim quando voltares como Rei,
Pois, neste mundo,
Meus olhos só enxergam destruição.
E para mim, parece um caminho solitário e doloroso.
Não se esqueça de mim,
Pois sempre carregarei Teu amor comigo.
A única coisa que pode me separar desse amor sou eu mesmo.
Ajuda-me nesse caminho.
Sei que em Suas asas estou seguro.
Estou seguro.
Vinicius Monteiro Tito
Sou um ser pensante.
Busco a profundidade, e quero ir cada vez mais para baixo, acha estranho? Me sinto uma masoquista da vida.
Sempre odeia a escola, por um simples motivo, me tão vários conteúdos, com uma superficialidade absurda.
Não quero viver uma vida superficial.
Para entender um conteúdo inteiro é necessário uma vida inteira nele.
Cada assunto deveria ser tratado com um profissional.
Experiências? Mas como... Algo humano atacaria a verdade.
Experiência individuais seriam criadas, compreende?
Um erro, um sentimento e a ética seria retirada.
O quão maléfico é um sentimento, o quão fútil é seu motivo.
Basta um erro em um cálculo para fazer toda sua conta errada, basta um simples! Em programação, basta um simples ÷0 ...
Basta uma simples moral para que a autenticidade seja destruída.
Basta um simples sentimento humano.
Ética é importante mesmo, mas sua aplicação não é feita em um realidade dominada por sentimentos.
Como basta... Basta apenas um coisa enraizada para que a árvore cresça, com as mesmas raízes antigas.
Quero tanto uma conversa profunda, mas como sem um ouvinte? Comunicação ? Ah, entendo bem.
Estou fazendo isto agora, estou tento um texto emotivo, para mim mesma.
É mesmo meu querido cérebro querendo alguém para ser seu ouvinte, ele mesmo deseja algo, seu ego.
Desejo apenas algo profundo, que seja algo realmente profundo.
Sem esta enrolação que foi escrita este texto, desejo algo tão profundo quanto um corte em um coração pulsante.
Jorre seu sangue, cuspa as verdades em minha cara, eu apenas quero questionar; mesmo sem estar preparada para as respostas, não desejo uma vida sem questionamento, não aceito esta vida miserável sem o poder de fala, deixe-me ser ouvida, me deixe escutar, me permita me comunicar!
Me permita ser uma criança, me permita errar, me permita chorar, me deixe ser alguém miserável, alguém digna de meu título.
Até queria, ignorar tudo e todos, mas isto seria negar minha essência, até queria apenas existir, ou até mesmo viver como todos.
Mas desejo tanto saber.
Quero algo mais profundo, quero algo que jamais alguém teve. Quero viver uma vida na qual nada seja necessário, quero viver sem existir, quero sonhar sem dormir, quero quer um tudo de um nada.
Não desejo o céu, nem mesmo o inferno.
Quero compreender o incompreensível, quero entender mesmo a origem de cada coisa, quero algo que meu coração pulsa ao desejar a cada noite.
Compreender o porquê?
Quando, onde, quem? Nunca me esqueceria o momento que deixei de apenas existir sem pensar, o momento que li isto em uma sala de aula. O mesmo lugar que havia me ensinado tantas coisas erradas... Olho para o lado e me deparo com isto nas paredes, ao olhar para cima do quadro o abc... Qual sua origem?
Muitas crianças questionam demais.
Mas sinto que isto apenas aumenta, quero saber, estou sedenta mesmo... Quero tanto saber sua origem .
Não quero aceitar. Quero questionar.
Aceitar seria negar a verdade... A minha verdadeira essência.
Entende?
Uma criança olhar para o lado, e ler : Quem? Quando? Onde? Porquê?
O engraçado? sempre sei as respostas, me ensinam apenas a descrever o que sinto.
Agradeço profundamente pela educação básica, é algo realmente útil.
Quero entender, se existe deuses ou Deus, o porquê criar isto tudo?
Você é tão humano, divino... Buscando pela aprovação, e seguidores fiéis. Egoísta.... Divida seu poder de criação e destruição...
Qual foi o momento exato que questionei tudo isto? Não aceito isto.. Mas maturidade é entender exatamente isto...
Nada que faço, ou farei terá um impacto significado...
Morra como um humano, viva como um. Exista e sobreviva como um animal... Negue seus sentimentos. Encare a mentira, pois ela é tão linda... Mas não se esqueça jamais disto, eu tentei.
Tentei abrir meus olhos, e encarar a verdade, no final sou apenas uma covarde, sem um pingo de coragem para questionar, ou ver novos questionamentos... Vida... Permita-me me livrar disto, este fardo tão pesado do pensamento.
[A lição de Biel: Sorrir ao partir]
Simplesmente um pássaro que não podia voar,
Raramente se queixava, se empenhava em insistir,
Particularmente nunca o vi reclamar,
Sua grande qualidade era sorrir ao partir.
Jamais partilharia a sensação de voar,
Estar no alto das nuvens e dali acenar,
Mas ele podia sem nenhum impedimento,
Sair da atmosfera só com seu pensamento.
Sabia que esta condição, Não o impediria
De buscar a mais longínqua sabedoria.
Simplesmente um pássaro que não podia voar,
Raramente se queixava se empenhava em insistir,
Particularmente nunca o vi reclamar,
Sua grande qualidade era sorrir ao partir.
Se um pássaro sem asas aprendeu a lutar,
Quem somos nós para duvidar,
Da vida só o máximo devemos extrair,
E se tivermos que ir, vamos sorrir ao partir.
Simplesmente um pássaro que não podia voar,
Raramente se queixava se empenhava em insistir,
Particularmente nunca o vi reclamar,
Sua grande qualidade era sorrir ao partir.
Da vida só o máximo devemos extrair,
Quando tivermos que ir, vamos sorrir ao partir.
Marinheiro do Farol
Um velho marinheiro
em sua última viagem,
Sem nenhum dinheiro,
rico em camaradagem,
Juntou as suas tralhas
pra desembarcar,
No convés a residência
que devia abandonar.
O mercado a direita
e a taberna à esquerda,
Foram sua família
na época das cheias,
E encostada num barril
estava á jóia mais cara,
A conquista de um pirata,
a mulher que ele amara.
Saindo da labuta,
No abrigo marítimo,
Ele ditaria
serenamente seu ritmo.
O amor é tão lindo,
Que fez aquele velho,
Se sentir um menino.
O amor no farol,
Fez aquele marinheiro
se orientar melhor.
O amor no farol,
Fez daquele marinheiro
um homem melhor.
Na Terna Brandura do Cárcere
O Último Avo de um Amor Extinto
Em qual formato desconexo,
Depositamos desta vez,
Encharcadas expectativas ?
Quão afastados de nós mesmos
Pudemos chegar, sem ferimentos
Graves ou pesares terminais ?
Vislumbres precisamente balizados,
Experimentos da farta engrenagem,
Tudo estaria certo, exceto por nossa
Irrecuperável disposição à auto sabotagem.
Falências agendadas
Com antecedência,
Decompostos em
Nossa compostura célebre.
Resta-nos septos pútridos,
Hábitos promíscuos
E a terna brandura do cárcere.
Arrepios raivosos percorrem
Cada processo das vértebras,
Pálpebras aplaudem frenéticas,
Cãibras confirmam o torpor faminto.
(Se por um acaso,
Nem todos quisessem)
Viver para sempre
Desprenda-se,
Da ideia de
Céu E Inferno.
Descole-se,
Do Paraíso,
Tártaro ou
Repartição,
Satisfação ou
Punição perene.
O maior triunfo,
Que podemos obter
Com a Morte,
É o fim,
Definitivo,
Da Estupidez.
Quase um Bóson de Higgs
Admito aqui,
Diante deste
Colisor de Hádrons,
Uma ampla pretensão,
De exclusivamente embriagar,
Os espaços vagos
Em minha mente,
Com majestosas imagens;
De um vívido passado,
Prum suposto futuro,
Descompromissado.
Que de anteontem
E do instante-em-diante,
Tudo seja presente.
Um Homem tão Bom Quanto qualquer Outro
Eles estavam vestidos de anseios,
Haviam tido embebidos desejos,
Enfrentamento corporal, desespero,
Ocasionando apreciações e desprezos.
Foi um homem tão bom,
Quanto todos os outros.
Jamais compreendeu esse tom,
Afinal, foram tratos entre insanos e loucos.
O preço a pagar por aqueles
Pensamentos revoltos,
Decisões conflitantes fizeram
Seres perturbados e sorridentes.
Foi um homem tão bom,
Quanto todos os outros.
Jamais compreendeu esse som,
Afinal, foram garras entre chutes e socos.
Ensurdecedores teus olhares,
Permita-me outra vez coletá-los,
Obelisco erigido às beldades,
Quando há quem possa apreciá-lo.
Uma mentira encantadora,
Nos faz suportar inúmeras verdades.
Rima sobre Rima
(ou a Monografia Senil
de um Inovador Ultrapassado)
Do barulho infernal,
Ao brilho cegante,
Energia estridente,
Dissipada em instantes.
Nós somos as massas
E as minorias,
Saboreamos o bônus
E as consequências.
Fomos barbárie em harmonia,
Trouxemos uniformidade e conflitância.
Regamos os buquês floridos da melancolia,
Eufóricos desenfreados, anatomistas.
Portamos as causas e as epifanias.
Éforos da argumentação,
Baboseiras intimistas,
Infinitas.
Estratagemas, pilherias,
Ardis e trapaças,
Emboscadas, astucias,
Arapucas, ciladas.
Reviravolta
Um exaustivo
Sobe e desce
E vice versa.
Segue acima,
Prossegue abaixo,
Degraus disso,
Degraus daquilo.
O impacto dos calçados,
Em madeira, taco compensado,
Concreto, piso emborrachado,
Sortidos revestimentos e tal.
Perdurou assim por um longo tanto,
Antes e após, punhados de anos,
Até que a escada se cansou
De ser solo, chão ignorado,
Prostrado em desencanto,
Estática imutável vegetante.
Esperou um instante,
Levantou renovada,
Um atrevimento repleto,
vibrante,
Chocando paredes e teto,
Saiu dando cambalhotas,
Escada arrojada,
Escada rolante.
Poema sobre Cereja
Faça-me um favor,
Apenas silencie, emudeça.
Estou farto de desafios,
Da vasta e incontinente
Diarreia moral.
Escala de Ascensão ?
Num mundo onde jamais
Houve equilíbrio na balança,
Como é possível pronunciar
O termo merecimento.
Que diabos é isso ?
Eis o resumo,
Do que vivi até agora.
Desta sacada em diante,
Só quero os frutos,
Desejo exclusivamente, retorno.
Cansei de investir para nada.
Pegue seus obstáculos,
Degraus, metas e objetivos,
Enrole-os com carinho,
Entroche-os, reto corrugado adentro.
Se existe coisa mais bela no mundo,
Que um sorriso bobo,
Inda não encontrei.
Caso não queira-me como teu,
Deixe-me ficar com tua pena,
Já que não voo, nem me vou,
Poderei ao menos permanecer,
Respirando
Alto,
Floreando
Amores.
Principessa minha.
Ela ainda não sabia,
Mas era dona da matéria-prima,
Com que os encantamentos eram feitos.
Permita-me,
Converter-te no próprio amor
E o amor próprio,
Que se ame.
O Ser e a Luz
(ou um Ótimo Aluno em Jogos de Azar)
Percorri cada milímetro na escuridão,
O Vale das Sombras foi meu Bosque Encantado.
Diversão, na tortura psicossocial.
Campos verdejantes virando caatinga,
Florestas corpulentas se tornando cerrado.
Banalidade corriqueira no ato casual.
Nunca fomos bons em geografia,
Mas temos noção de onde devemos estar.
A sorte foi cruel, nessa vilania,
Nos demos bem apenas em jogos de azar.
Não sabemos calcular com maestria,
Mas a expectativa é de poder somar.
Ainda que o fracasso subtraia vida,
As lições tiradas dele vem acrescentar.
Nunca fomos muito bons em história também,
Não compreendemos tempo, nem cronologia.
As memórias vão além, da vã pedagogia,
Aprender é um recurso bendito,
Requisito definitivo para ensinar.
Inominado Forasteiro
Foi o semideus
Que incendiou o limbo,
Um ateísta santo
Que afogou os mitos.
Violando belas ordens
Sem consentimento,
Profanador congênito
Inebriando-se ao relento.
Partiu faminto e enfermo
Ao Gulag desértico,
Lançado em cova rasa
Por tuas heresias.
Após ser condenado
Por teus ensinamentos,
Salvou povos santificados
De tuas convenientes tiranias.
O extremo ermitão
Em solo trivial,
Derradeiro eremita
Do solilóquio corriqueiro,
Ateando tuas máximas
De teor espiritual,
Foi mencionado como
O Inominado Forasteiro
O derradeiro eremita
Do solilóquio corriqueiro,
Foi mencionado como
O Inominado Forasteiro.
Für Matchenka
Sei que poderia escrever uma frase,
Uma dedicatória, um texto, uma música,
Um conto, uma crônica, um poema ou poesia,
Um relato, reflexão, trova, divagação ou
Singelos pensamentos avulsos para ela.
Porém, não chegariam nem próximo,
De um muito-mais-que-merecido agradecimento,
Pelo fato, de que sem ela, eu não haveria de existir.
Todavia, graças a ela existo e por ela insisto,
Que sou tudo aquilo que fizeste de mim.
"Merci Matchenka".
Naturalmente superiores,
Quase que como um sétimo sentido;
Pois o sexto, já fora acima referido, Sendo algo próximo
Da autopromoção inconsciente.
Não que fosse um problema para ela,
Pois parecia tratar-se de uma aliada,
Das atitudes que constrangem outros
E jamais a constrangiam;
[Tovarishchi]
Tive alguns na vida,
Uns eram de uma cor
Outros de outras,
Uns de um gênero
Outras de outros,
Variaram em estatura
E formato também,
Divergiam em crenças
E pontos de vista,
Uns torciam prum time
Outros proutros.
Houve quando foi mais
Que amizade,
Houve quando foi menos.
Teve atração e distanciamento,
Teve afinidade,
Houve ressentimento
Mentira e honestidade,
Existiu irmandade,
Teve até omissão,
Pelejas primorosas,
No entanto houve perdão,
Respeito e lealdade
Mas esquecimento nenhum.
Agora ouve o que eu digo,
Todo mundo alguma
Vez na vida,
Em alguma medida,
Teve ao menos um,
Camarada.
Levitando
Atravessando aquele pátio,
Vi uma santa sem andor,
Não sou um rapaz simpático,
Não sou conquistador.
Tenho mais de mil pecados,
Mas só um eu confessei,
Um desejo abominável,
De adorar quem eu deixei.
Livre, leve, leviano sem você.
Livre, leve, levitando com você.
Ia me perder
No precipício do prazer,
Mas ia saber
Que tinha algo por fazer.
Afoguei meus vícios em lástimas,
O erro era meu.
Troco simplesmente tudo,
Por mais um suspiro seu,
Por mais um carinho seu,
Por mais um sorriso seu.
Livre, leve, leviano sem você,
Livre, leve, levitando com você.
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