Carta a um Amigo Detento

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⁠Tudo o que conquistamos no mundo material um dia passa: cargos acabam, títulos se apagam, dívidas se resolvem.

Mas o que fica para sempre é a forma como você fez os outros se sentirem.
O respeito, a empatia e a bondade que você oferece são o verdadeiro legado, porque ser lembrado pelo bem que você fez é maior do que qualquer conquista.

Inserida por DhelsonPassos

⁠Quarta-Feira de Cinzas

Hoje, na Quarta-Feira de Cinzas, a Igreja inicia um tempo especial: a Quaresma. Não é um tempo de tristeza ou solidão, mas um convite ao amadurecimento espiritual.

São quarenta dias de reflexão, de olhar para dentro de si, revisitar escolhas certas ou erradas, e, nesse exame profundo, buscar a verdadeira conversão para entender o que significa ser cristão.

Essa data nos lembra que todos os nossos pecados foram consumados na cruz, pagos por Jesus. É um símbolo do dever de mudança de vida, um chamado para recordar a fragilidade da existência humana e a certeza de que somos pó, e ao pó voltaremos.

O ser humano precisa de momentos fortes para repensar a própria caminhada, avaliar suas escolhas à luz da Palavra de Deus e da oração.

1 Coríntios 11:27-29
27 – “Portanto, quem comer do pão ou beber do cálice do Senhor indignamente será culpado de pecar contra o corpo e o sangue do Senhor.”
28 – “Examine-se cada um a si mesmo, e assim coma do pão e beba do cálice.”
29 – “Pois quem come e bebe sem discernir o corpo do Senhor, come e bebe para sua própria condenação.”

Assim como Jesus se sacrificou por nós, a Quaresma é tempo de sacrifício e renúncia. São quarenta dias para deixar de lado algo que nos domina, como forma de lembrar que somos chamados à mudança.

Independentemente da religião ou crença, escrevo hoje em respeito a esta data sagrada para tantos cristãos. Vamos deixar para trás egoísmo, inveja, ódio, rancor, mágoa e tudo aquilo que nos afasta do amor. Porque todos nós somos iguais diante de Deus.

Não se esqueça: Jesus te ama.
“Tu és pó, e ao pó voltarás.”

Deus abençoe a todos!

Inserida por DhelsonPassos

Vez por vez, tudo se cumprirá!

O plano perfeito, que um dia,
por causa do pecado,
foi corrompido,
será redimido,
e tudo novo será!

Sem mais lágrimas e sofrimento,
como nunca antes, estaremos
a desfrutar do cumprimento
das benditas palavras que foram ditas
por Aquele que não mente,
e que também está presente,
atento a cada coração
que O anseia e O busca com devoção.

Inserida por PalavrasdoAmor

⁠Indiferença entre as religiões

É muito triste vivermos em um tempo em que a indiferença ainda separa as pessoas. Uma indiferença que faz seres humanos discriminarem uns aos outros por cor, orientação sexual, condição financeira, religião e tantas outras diferenças.

Com tantos problemas sérios no nosso país e no mundo, seguimos alimentando divisões no cristianismo, em diferentes igrejas, organizações e denominações. É lamentável ver a rixa entre religiões quando a época das guerras santas já deveria ter ficado no passado.

Hoje, ainda presenciamos desrespeito, ignorância, destruição de patrimônios religiosos, imagens sagradas e bíblias, em atos que só espalham ódio e dor.

Muitos querem pregar a fé, mas não vivem o que pregam. Julgam outras crenças, mas esquecem de falar do amor de Jesus, de convidar com humildade para conhecerem sua fé, em vez de apontar dedos e ferir corações.

E você? O que faz para ser diferente? Ajuda o próximo, mesmo que ele siga outra religião? Demonstra respeito, mesmo quando discordam de você?

Mostre a diferença em suas atitudes. Sua mudança pode ser o reflexo que o mundo precisa para enxergar a beleza do amor e do respeito entre as pessoas, independentemente da religião — seja você católico, evangélico, espírita, maçom, ateu ou de qualquer outra fé.

Não generalizo igrejas, religiões ou crenças. Mas não posso aceitar, e muito menos apoiar, atos de vandalismo ou ódio. Quem comete tais atos deve ser responsabilizado.

O respeito começa no berço. Faça sua parte — e faça sem olhar a quem.

Inserida por DhelsonPassos

⁠Eu até sei que sou um IDIOTA, até porque nem sei o que fazer para evitar isso. Fazer o quê, né? Mas o bom disso tudo é que, podendo escolher, eu sei muito bem os tipos que não quero ser.
O que não dá para entender é se essas pessoas têm algum problema para interpretar texto — algo que beira uma psicopatologia — ou se simplesmente não possuem um mínimo de honestidade intelectual.
Porque o que está escrito está tão claro e nítido que nem seria preciso explicar a explicação, desenhar o desenho e ainda ter que explicar o desenho feito.
Fingem uma demência disfarçada de inocência e ainda acham que todos têm que ser iguais a eles.
Isso é hipocrisia.

Inserida por Marc7Carl6Rod9

⁠Algumas pessoas parecem viver em um universo diminutivo, com a mente tão rasa quanto um grão. Elas se prendem a ideias preconcebidas e a julgamentos superficiais, incapazes de enxergar além do próprio umbigo. Para elas, o mundo é preto e branco, sem nuances ou complexidades. A empatia é uma palavra desconhecida, e a compreensão de diferentes pontos de vista, uma tarefa impossível.

Essas pessoas, de mente pequena, frequentemente se sentem ameaçadas por aquilo que é diferente. O novo, o desconhecido, tudo que foge ao seu padrão limitado, é visto com desconfiança e até hostilidade. Elas preferem a segurança da ignorância, evitando qualquer coisa que possa desafiar suas crenças restritas.

A mente rasa se manifesta em conversas vazias, em fofocas banais e na incapacidade de se aprofundar em qualquer assunto que exija um mínimo de reflexão. É um tipo de cegueira voluntária, onde a riqueza do mundo e a profundidade das relações humanas são trocadas por uma existência superficial e sem grandes significados.

Inserida por MensageiroLeal

MAR

Muito se fala na imensidão e profundidade de um lugar onde nem mesmo a luz do sol pode alcançar. Temido por muitos e admirado por todos, nossas vidas, assim como o mar, são ondas constantes, maremotos inundados de problemas, mas que, por diversas vezes, nos trazem calmaria.

Acredito que o maior medo do mar seja sua profundidade, mas é incrível como, muitas vezes, nos afogamos no raso. Assim como a profundidade de nossos problemas, por vezes, os mais simples são os que mais nos deixam afogados.

Saber flutuar é o mais importante: tentar sempre manter a cabeça fora da água, respirar e admirar o que temos de mais bonito, o azul infinito.

Existem contos antigos de um amor impossível: o mar e a lua, atormentados por uma maldição, onde a lua conseguia tocar o mar todas as noites, mas nunca podia encontrá-lo de verdade. Muitas vezes, o mar se irrita e cria tempestades e enormes mares como efeito de sentir a lua e não poder tê-la.

É normal, em nossas vidas, desejarmos algo que nunca conseguiremos alcançar, mas acredito que o importante é fazermos por onde e chegarmos o mais próximo de nossos objetivos, cruzar oceanos, desbravar correntezas e encontrar a calmaria.

Parte do nosso navegar nos pede paciência, mas, acima de tudo, humildade: em reconhecermos nossos limites, fraquezas. Nem mesmo o que um dia já foi o maior navio do mundo resistiu às reviravoltas de um mar tempestuoso, frio e congelante. Como na vida, sempre precisamos saber que, às vezes, naufrágios fazem parte. Tudo o importante é não ficar à deriva.

O vai e vem das ondas é o ciclo do mar, da vida e, como um rio, é impossível entrar no mesmo mar duas vezes. Só vivemos uma vez, e o que nos torna mais fortes é sabermos navegar. No final, sabemos flutuar, viver de forma leve, manter sempre a cabeça fora d'água. Lembrar que, depois da tempestade, vem a calmaria. Amar a vida, amar o MAR.

Inserida por Allanbss

⁠Silêncio

No silêncio da estrada vazia,
Há um rosto oculto de mulher,
E na estrada da sintonia,
O que de fato agente quer.
Em um céu que se abre sereno,
Embalada por uma brisa que nos deixa pleno,
Surge um brilho no fim do horizonte,
Como se fosse um belo diamante.
Sei que sou apenas um passageiro,
Nessa grande nave chamada vida,
Não serei o último e nem o primeiro,
Apenas um intervalo de subidas e descidas.
O mundo às vezes é cruel,
E mais amargo do que fel,
Mas devemos sempre insistir,
Pois a recompensa há de vir.

Lourival Alves

Inserida por Diariodeumcravo

Enquanto Tudo Silencia

No tempo que escorre sem forma,
há um instante que não se mede
um respiro entre o caos e o acalanto,
onde até a dor se rende à calma.

É ali que florescem os pensamentos
que não ousamos dizer em voz alta,
palavras que pesam feito pedra
e voam feito poeira ao vento.

O mundo segue ruidoso e cego,
mas há silêncio no olhar de quem sente.
E nesse breve e sutil intervalo,
reconstruímos o que fomos por dentro.

Inserida por reinaldohilario

Eu a amo, de verdade. Mas dentro de mim tem um turbilhão que ninguém vê: inseguranças, pressões, dúvidas, traumas, crises existenciais, ansiedade, e aquela sensação constante de não estar bem.
Sinto que não consigo ser o que ela merece. Que não estou inteiro o suficiente pra dividir a vida com alguém.
E justamente por amar tanto, achei melhor deixá-la ir...
Não por desistência. Mas porque arrastá-la para a bagunça que carrego seria egoísmo.
O fim não foi por falta de amor. Foi por consciência demais... Ou talvez, medo demais.

Inserida por gabriel_oliveira_53

⁠Dizem que em alguma floresta esquecida pelo tempo, vive um lobo que não caça por fome mas por saudade.
A cada noite, ele ergue o focinho aos céus e uiva. Não de dor... mas de desejo. A lua, suspensa no abismo escuro, é sua amante silente. Ele não quer possuí-la quer pertencer a ela. Queria ser constelação, estrela cadente, poeira cósmica... só para que sua pele selvagem brilhasse ao menor toque da luz dela.
Dizem também que esse lobo já foi homem. Ou mulher. Ou ambos. Que em outra vida dançou com a lua sob o véu de uma paixão tão antiga quanto o universo. Mas algo os separou. Talvez o tempo, talvez um erro, talvez só o destino brincando de desencontro.
Desde então, ele reencarna em pelos e ossos, uivando sua lembrança para o céu. Não pela resposta, mas pelo ritual. Porque amar, para ele, é lembrar.
E enquanto houver luar, haverá um lobo que não desiste de ser tocado por ela.

Inserida por alilianebritto

⁠Não Seja Um Artista

Ei, me escute: não seja um artista.
Ser artista é como ser alma num mundo de pedras quadradas.
Como ser cor num mundo que se tinge
com uma pálida gradação de cinza.
É como ser uma pintura infinita para molduras pré-fabricadas,
padronizadas, quadradas e duras.

Ser artista é cantar para surdos, pintar para cegos
e escrever poesias num idioma já extinto.
É como se manter dançando de olhos fechados
em meio a um desfile militar organizado em filas perfeitas
ao compasso frio e forte das botas que marcham.

Ser artista é se negar a seguir a receita para ser aceito,
não pela aceitação em si,
mas por ver o Sagrado através das suas próprias medidas.

Ser artista é resistir à tentação de ser medíocre.
É ter a Coragem de viver sem nenhum tipo de anestésico.
É suportar a dor para saber onde dói.
Suportar até transformá-la em Arte.
É escolher sentir o que se tem
na tentativa de um dia se ter flores.

Ser artista é ter esperança
num mundo que só tem certezas.
Então não seja um artista.

A não ser que sua alma não aceite outra coisa
que não a Arte.
Não seja um artista,
a não ser que seu coração bata acreditando que
um dia o surdo vai conseguir ouvir o seu canto,
que o cego poderá perceber as nuances das suas pinceladas
e que o idioma das poesias será novamente celebrado.

Não seja um artista,
a não ser que sua música soe mais alto
que o barulho de mil botas batendo
e que em suas formas tão singulares
o Sagrado se manifeste.

Definitivamente não seja um artista,
a não ser que as únicas flores que você espera na vida
sejam suas próprias dores transformadas.

Com a palavra,
Alice Coragem.

Inserida por alicecoragem

⁠Compromisso

Era um dia comum, eu estava em casa sentada na mesa da sala, escrevendo.
Igual hoje.
Igual todo dia.
E aí aconteceu.
Algo entrou aqui.
Senti um vento... vento não, sopro.
Senti um sopro, como quem respira por perto.
Não era medo o que eu senti, mas sabe-se lá o que era.
Passou um vulto do meu lado.
Pisquei e sentou à minha frente.
Muito parecida comigo, mas completamente diferente.
Me olhou por inteira, por de dentro da minha alma, como se me rasgasse.

Eu?
Eu nem reagi.
Estava hip-no-ti-za-da.
Por fora, imóvel.
Por dentro, uma bateria de escola de samba saindo do recuo.
Ficamos nos ouvindo em silêncio como quem pinta uma cena na cabeça.
Para não esquecer, sabe?
E eu não esqueci: os olhos brilhantes, o cheiro de horizonte e a voz de silêncio, de quem se cala porque sabe de algo.

Toda minha atenção estava naquela figura.
Tentando eternizar na memória a sensação daquela presença.
Ela, muito decidida, estendeu a mão pra mim.
Eu aceitei, claro.
Quando minha mão encostou na dela senti um frio.
Não dela, de mim!
Minha espinha veio congelando lá de baixo até chegar na cabeça.
Como se eu tivesse bebido um milk-shake muito rápido, sabe?
Parecia que tudo na minha vida tinha me preparado para aquele exato momento.
Eu, de mãos (geladas) dadas com uma estranha (conhecida),
sentada na mesa da sala da minha própria casa,
sentindo o coração derreter feito vitamina C na água.

Ela, segurando a minha mão que segurava a mão dela, me puxou pra dançar.
Ali mesmo na sala, em frente ao sofá, em plena tarde de quarta-feira.
E como duas pessoas que não têm mais nada de importante pra fazer,
mas não podem perder nenhum minuto sequer,
dançamos na sala ao som de uma música própria.
(Como se tivéssemos uma).
Eu gosto de imaginar que era algo como 'Travessia' do Milton com 'Beija eu' da Marisa.

Tão linda ela.
Os cabelos como fogo, olhos de enverdecer sertões e um sorriso,
que só quem já chorou suas águas consegue sustentar.
E giramos.
Giramos como quem já se entendeu livre para poder girar.
E no meio do giro que ela girava, me abraçou.
Assim, de surpresa.
Ainda girando.
Eu chorei.
Eu não queria, mas as lágrimas simplesmente escorriam.
Até o mundo parou seu giro para nos olhar.
Como quem torceu a vida toda por este abraço:
eu e ela.
Um abraço apertado, mas só o suficiente.
Abraçou não como quem se despedia,
mas como quem ama recebe o ser amado depois de longa ausência.

Foi aí que ela sussurrou no meu ouvido:
— Vai!
Desnorteada, respondi:
— Pra onde?
Ela sorriu com olhos gentis e disse com voz firme:
— Não importa pra onde. Vai sem saber. Vai com medo. Eu vou contigo!
Então, fizemos um compromisso.
Ela iria pra onde eu fosse, bastava eu ir.
Eu só não poderia parar outra vez.
— Vai, volta, vai de novo. Se não souber o caminho, dança, gira, passeia, só não fica parada.

Ali eu entendi.
Ela só existe no verbo.
Aparece no passo iniciado mas some antes que ele finalize.
É preciso iniciar outro para ela voltar.
Mas é na caminhada que ela se muda e mora de vez.

Jurei de pé junto (mas ainda em movimento) que seguiria em frente porque ela estaria comigo.
E como garantia desse acordo entre nós, agora assinamos um só nome.
Eu e ela.
Alice e Coragem.
Juntas.
Numa só alma.
Alma presente chamada poesia.

Com a palavra,
Alice Coragem.

Inserida por alicecoragem

Destino

Ei, o que você acha que é Destino?
Pensa um pouco antes de continuar:
O que te vem à mente quando fala em Destino?
...
Destino, pra mim, é simples.
É o objetivo final de uma jornada, de uma viagem.
É pra onde a direção aponta.
...
Hein?
Ah, você não pensou neste tipo de Destino?
Pensou em Destino no sentido de futuro de vida.
Entendi.
Eu também!
...
Destino não tem nada a ver com sorte ou acaso.
Nem com essa ideia de coisa inevitável ou imutável.
Destino é escolha diária do caminho.

Com a palavra,
Alice Coragem.

Inserida por alicecoragem

⁠Ruídos Alheios

A vida é um trabalho contínuo
De parar cada pensamento
E questioná-lo até descobrir
Se ele é nosso mesmo
Ou se pegamos ele na rua.

Spoiler:
A maioria herdamos de nossos pais e de pessoas próximas.
E pensando bem, grande parte de nossas certezas não foram nem conclusões nossas...

Com a palavra,
Alice Coragem.

Inserida por alicecoragem

⁠ Sussurros da Tarde

Na luz suave da tarde que se despede,
Cores dançam nas folhas, um doce enredo.
O vento traz memórias, risos e canções,
E o coração se enche de suaves emoções.

As sombras se alongam, como abraços perdidos,
Em cada canto do mundo, sonhos esquecidos.
A vida é um poema que se escreve ao luar,
Com versos de amor que nunca vão cessar.

Inserida por LAPYERRE

⁠Difícil compreender o amor ainda mais quando ele arde no peito de um jeito diferente, queria enganar o sentimento retirar do peito todo amor. fingir que nunca te vi, quando passar por mim
Nunca mais ter sentimento, sem tirar você do pensamento
Até tento mas sempre perco.
1 a 0 pro amor e pra não perda dos sentimentos verdadeiros

Inserida por rafadiogenes

Eu me pergunto se algum dia serei capaz de te esquecer
Porque ainda doi como um Inferno
Dói o meu coração, lembrar de você me mata
O Inverno me traz lembranças de nós dois
As noites geladas assistindo filmes e tomando chocolate quente
Dormir e acordar com você, ainda sinto sua falta
Eu não lembro mais o som da sua voz, eu não lembro mais do seu cheiro
Eu não consigo mais lembrar do seu toque
Mas, eu ainda lembro dos seus lindos olhos azuis
São os olhos mais lindos que vi em toda minha vida
Você foi a melhor parte da minha vida
Você foi o amor da minha vida
Perder você foi a pior coisa que me aconteceu até hoje
Eu te amei desde o primeiro olhar e foi maravilhoso tudo o que vivemos
Espero conseguir te esquecer, esquecer o Inferno que vivi desde que você se foi
Espero ser Capaz de te perdoar
Ser capaz de te perdoar por ter me deixado
Ser capaz de te perdoar por me fazer sofrer
Ser capaz de te perdoar por ter me traído
Ser capaz de te perdoar por ter desistido de nós
Você arruinou a minha vida
Você me destruiu, eu nunca mais fui inteira
Depois de você

02 de Julho de 2025

Inserida por sheila_f_carvalho

⁠Toda queixa carrega um clamor, toda queixa revela um pedido de amor.

Toda queixa disfarça um desejo, todo desejo suplica por amor.

Toda queixa é um grito contido, todo grito é amor não ouvido.

Toda queixa é um gesto velado, todo gesto é amor camuflado.

Toda queixa é um eco tardio, um amor ferido, um vazio.

Inserida por I004145959

⁠Poço Invisível

Há um poço invisível dentro de mim,
feito de ecos, silêncios e memórias.
Nele caem as palavras que não digo,
as histórias que jamais terão glórias.

Ali moram os dias em que falhei,
as vontades que nunca encontrei forma,
as respostas que calei por medo,
e o amor que parti antes que se conforma.

Não tem fundo, mas tem espelho.
Não tem água, mas afoga.
É onde mergulho sem grito,
é onde a ausência me embriaga.

Mas também dali brota algo vivo,
um fio tênue de lucidez.
Do poço nasce o que escrevo,
da sombra, a minha altivez.

Inserida por reinaldohilario