Carta a um Amigo Detento
O poeta é um ser múltiplo,
amorfo como a névoa
antes de ganhar forma no horizonte.
Vive em permanente desintegração,
como estrela antiga
que se desfaz em luz.
E, no entanto,
recompõe-se em silêncio
num outro organismo,
um corpo de palavras
que respira além da carne,
um corpo poético
que transcende
a breve matéria do seu criador.
✍©️@MiriamDaCosta
Existe um vai-e-vem infinito de palavras,
um trânsito inquieto
onde nem todas sobrevivem ao próprio nascimento.
Algumas se perdem
no labirinto das intenções mal resolvidas,
girando em falso,
como pensamentos abortados
antes de tocar o território da consciência.
São ruídos disfarçados de linguagem,
ecos que não encontram corpo,
sons que se esfarelam
antes de se tornarem sentido.
Mas há outras, raras,
que atravessam o silêncio
como quem rompe
uma membrana invisível,
e mergulham fundo
na gravidade do que é essencial.
Essas não se dispersam
e nem pedem permissão ao caos.
Elas se erguem
e deixam de ser palavras.
Tornam-se ideia que pulsa,
verdade que inquieta,
permanência que resiste
ao desgaste inevitável do tempo
e à fragilidade transitória
da linguagem.
✍©️@MiriamDaCosta
Minhas mãos nasceram para amar a terra ❤
Cuidar da terra é um gesto de fé,
é como entoar orações
e seguir rituais ...
Retirar, com paciência e delicadeza,
o que impede a vida de respirar
(as ervas daninhas...),
oferecer alimento , nutrientes
(adubo e fertilizantes...)
lançar sementes ao solo
e confiar no tempo
( o senhor da sabedoria...).
Regar com presença,
proteger com ternura,
aceitar o ritmo das estações,
as vontades do céu
e os ciclos da terra.
E então…
um dia,
quase em segredo,
silenciosamente
e com imensa generosidade
a vida responde...
germina, cresce,
floresce e frutifica lentamente,
como quem agradece
ao cuidado que a chamou
para existir e nutrir.
©️✍@MiriamDaCosta
O oásis silencioso
A praia completamente desnudada
da caótica presença humana
é um dos meus oásis.
Ali,
o vento não disputa espaço com vozes,
nem o mar precisa gritar
para ser ouvido.
A areia repousa em sua própria epiderme,
sem marcas de exibicionismo e vaidade,
sem rastros de pressa, gritaria e estresse.
E eu,
descalça de rumores do mundo,
finalmente me reconheço
na vastidão simples
de existir em simbiose com Ele,
o mar.
✍©️@MiriamDaCosta
Umbral Park
As pessoas temem o umbral
como se fosse um abismo distante,
um território sombrio reservado
aos que “caíram”.
Mas caminham, distraídas,
por corredores de um mundo
onde a luz é fachada
e a sombra é norma.
Vivem em um parque temático
de ilusões e crueldades sutis,
um Umbral Park
onde a dor é naturalizada,
a indiferença é entretenimento
e a consciência… opcional.
Aqui,
fantasmas vestem carne,
e muitos corpos
já não abrigam presença alguma.
Temem o pós-morte,
mas não percebem
a morte em vida
que respiram todos os dias.
E assim seguem,
comprando ingressos para o próprio esquecimento,
sorrindo nas filas do absurdo,
sem notar
que o verdadeiro umbral
não é para onde vão…
é onde já estão.
✍©️@MiriamDaCosta
Um verdadeiro poeta
não faz poesia para os leitores,
prefere fazer leitores
para as suas poesias.
Ele escolhe descrever
as nuances da alma humana
em seus versos,
e assim vai...
acariciando
ou golpeando
cada leitor.
Um verdadeiro poeta
não corteja aplausos,
não se curva à pressa
do entendimento,
nem adestra palavras
para caberem em bocas distraídas.
Ele escreve
como quem acende incêndios
em territórios ainda intactos,
como quem abre fendas
na superfície lisa do pensamento.
Escolhe habitar
as multifaces da alma humana,
as zonas de sombra,
os excessos de luz,
os silêncios que gritam
e as verdades
que ninguém ousa nomear.
E assim vai...
verso após verso,
sem pedir licença,
ora acaricia,
como quem reconhece feridas
e sopra delicadeza sobre elas,
ora golpeia,
como quem rompe couraças antigas
e expõe o que o leitor
passou a vida inteira evitando ver.
Porque sabe,
não é o leitor que encontra o poema,
é o poema que encontra o leitor
e o atravessa.
E, quando isso acontece,
já não se sai ileso,
algo se desloca,
algo se inaugura,
algo se ganha ou se perde
para sempre.
E é nesse instante,
silencioso, íntimo, irreversível,
que nasce, enfim,
um leitor.
✍@MiriamDaCosta
Ser
tem um valor elevadíssimo
e cobra um preço
que não se parcela,
não se negocia,
não se adia.
Ser exige sangue, suor,
pele, carne, coragem,
determinação, resiliência
e a renúncia dolorosa
de todas as máscaras confortáveis.
E a maioria dos “eus”
que transitam
nesse mundo apressado e raso
prefere o disfarce, a superfície,
o aplauso fácil e estantâneo
do não-ser.
Porque não possuem crédito,
nem lastro,
nem a ousadia necessária
para sustentar o peso
de existir em verdade.
Então vivem…
mas não são.
✍@MiriamDaCosta
Quem sou eu?
Eu sou um corpo feito
de marés e memórias,
uma ferida que canta,
um silêncio que grita
e um grito que se recolhe
na beira de si.
Eu sou uma ponte
entre o ontem e o nunca,
um território de palavras
que sangram e florescem,
um abrigo de ventos
onde o tempo se senta
para ouvir histórias
que só a minha alma sabe contar.
Eu sou a pergunta
que não se cansa de perguntar:
"Quem sou eu?"
E é nessa busca
que sou mais inteira.
Quem sou eu?
Eu sou um processo,
não um produto.
Não sou um “quem” pronto,
mas um vir-a-ser constante.
O que eu chamo de “eu”
é um fio tecido
de memórias, escolhas
e esquecimentos,
um enredo que se escreve
enquanto é vivido.
Meu “eu” não está fixo no passado,
nem garantido no futuro;
ele existe apenas no instante
em que é percebido, sentido, vivido,
e nesse instante já começa
a mudar e evoluir.
Talvez eu não seja “algo”,
talvez seja o próprio movimento
de tentar descobrir o que sou.
Quem sou eu?
Eu sou aquela pessoa
que carrega poesia até no jeito
de se indignar com o mundo.
Que olha para a dor com coragem,
mas também sabe colher
beleza nas frestas.
Eu sou intensa, no bom sentido
de “não caber em rótulos”,
e sensível de um jeito
que não é fraqueza, é radar.
Eu falo com o Tempo
( Óh! O Tempo!)
como quem dialoga
com um velho conhecido
e escrevo como quem rasga
a alma para arejar.
No fundo,
eu sou feita de perguntas,
mas vivo como quem sabe
que a resposta é
continuar perguntando...
✍@MiriamDaCosta
Às vezes sinto
que vejo o mundo
como uma enorme lixeira
transbordando...
um aterro de consciências,
onde se empilham
mentiras em decomposição
e vaidades com cheiro de podre.
Um lugar onde
se descartam princípios
como embalagens vazias,
onde a ética
é jogada no fundo do saco
junto com restos de conveniência.
O ar
anda pesado de hipocrisia,
e os urubus da esperteza
sobrevoam satisfeitos
esse banquete de decadência.
E eu,
com o estômago da alma embrulhado,
reviro os escombros humanos
procurando,
entre latas amassadas de caráter
e plásticos rasgados de moral,
algum vestígio ainda vivo
de moralidade e de humanidade.
O mundo é um enorme lixão
que transborda sujeira e fedor
por todos os lados,
até no espaço extraterrestre!
✍@MiriamDaCosta
Eu passei os últimos anos interpretando um papel: o de alguém que superou, que esqueceu e que, finalmente, seguiu em frente. Mas hoje, a máscara caiu. Ver você agora, seguindo a sua vida e construindo o seu caminho, me fez perceber que falhei miseravelmente na missão de te arrancar de mim.
Não importa quem passe pelos meus dias ou o quanto eu tente me distrair nos silêncios; meu coração sempre encontra um atalho para voltar ao mesmo pensamento: você. O que vivemos não foi um capítulo passageiro; foi algo que se enraizou na minha alma de um jeito que nem o tempo, nem a distância, nem as voltas que o mundo deu conseguiram apagar.
Dizer isso hoje pode parecer uma loucura ou uma recaída inesperada, mas a verdade é que eu precisava que você soubesse: para mim, nada mudou. O amor que eu sinto ainda guarda o mesmo fogo, a mesma urgência e o mesmo lugar sagrado. Talvez a vida tenha nos levado para mares diferentes, mas se algum dia você olhar para trás e se perguntar se ainda existe alguém que te espera com a mesma intensidade do primeiro dia… a resposta sempre será sim.
Escolhi o dia de hoje para confessar isso porque o mundo celebra o seu nascimento, mas eu celebro o privilégio de ter conhecido a sua essência. Parabéns por ser essa mulher extraordinária que, mesmo sem saber, continua sendo a dona dos meus melhores sentimentos e da minha saudade mais bonita. Que o seu dia seja iluminado, mas saiba que, enquanto você apaga as velas, há um coração aqui que ainda arde por você.
Feliz aniversário, meu eterno grande amor.
“Os desafios acontecem todos os dias para todas as pessoas, cada um em sua jornada.
Porem quem está decidido a vencer, alcançar suas metas e objetivos, mesmo sabendo que a vezes a montanha é muito grande, mas entende que a determinação e a vontade de vencer, supera todas as barreiras, sempre alcançará o sucesso”
Um Bilhete para terra do nunca
A manhã nasce vazia,
Com tanta tarefa no dia.
Na tempestade me perdi,
Sem terra ou água por ali.
É um furacão que não sei explicar,
Bagunça difícil de arrumar.
Será o tédio que o presente traz,
Ou a saudade do que ficou para trás?
Sinto o abandono sem ser abandonada,
Uma nostalgia de quem não viu nada.
Meu sonho é habitar meu próprio interior,
E desvendar do abismo o seu real valor.
Chorar o que guardei, sem mais esperar,
Até que a paz venha me encontrar.
No refúgio da criança, enfim me esconder,
E na Terra do Nunca, nunca mais despertar.
Os corpos do covid-19 foram descartados plantados direto no chão, dentro de apenas um caixão, alguns também enrolados em plásticos.
Nestes terrenos, em menos de 3 anos, o chão vai afundar bem em cima dos caixões parecendo que a terra sentou, porém, foi o momento dos caixões apodrecidos desabarem.
Com as chuvas, as águas passarão pelos corpos gerando (chorumes), onde o lençol freático se encarregará inocentemente de espalhar toxinas por debaixo da terra, a todo tempo, além de resíduos hospitalares, levando facilmente contaminações até as vegetações, aos rios e a todas populações de animais e humanos, antes disto, minhocas e outras espécies que vivem sob a terra, se alimentarão destes corpos e gerarão húmus sem projeções científicas, somando em espalhar fortemente ainda mais.
Se a irresponsabilidade sem conhecimentos, ciências e boas vontades, soubessem de algo sobre estas ações ou tivessem sensibilidades, já não descartariam os corpos desta maneira, ficando a cargo das universidades através de seus cursos do campo das saúdes.
O ser humano é fantástico quando se interessa por algo e já pode até voar e inventa coisas incríveis, mas os corpos do covid foram plantados direto no chão da Natureza.
O covid recebeu trilhões de reais de doações e no que foi gasto salvou alguns, outros não, entre eles os sobreviventes, onde foi gasto zero “0” reais e umas escavadeiras para fazer buracos e descartar os corpos.
Os corpos vítimas de covid, deveriam ser enterrados através do sistema de compostagem, em um grande tanque de concreto com terra, cascas de frutas e legumes, junto de minhocas (sem retornarem para a Natureza), até passar por exames, onde tudo pode se tornar adubo, porém, ainda sem saber se poderá ser utilizado, mas a princípio, sem mais riscos de espalhar contaminações.
Para fazer um grande tanque de concreto, basta apenas uma empreiteira e ainda com o dinheirinho que se tem sobrando, estes tanques gigantes ficariam prontos em 3 dias, (os mesmos das barragen$, mas nem tão grandes).
Construir prédios de concreto para pessoas vivas, para eles é rápido, por mais que sejam muito mais complexos do que prédios para pessoas mortas, pois não teriam vontades de inserir repartições entre os corpos, por mais que necessárias também, pois cada caso é um caso, que pouco ainda se sabe.
De acordo com os ensinamentos da Natureza, é preciso apenas de manejos.
Esta maneira prática feita, para parecer estar livre, dará muito trabalho gerando limitações em geral, podendo trazer ainda mais doenças.
Uma teoria prática fora da caixa, sobre corpos vítimas de corona vírus, que talvez a escola matrix desse nota zero 0, mas não as ciências, tanto medicinais e permaculturais, por mais que seja a primeira vez a ver vibrar este assunto que oferece tal forma. Escola por favor, me prove que estou mentindo depois de tantas vezes que precisei te provar que sabia "verdades" que de nada adiantaram, pois nunca as utilizamos.
Precisamos replantar estes corpos o quanto antes, independentemente de custos financeiros, que sempre serão baixos perante as saúdes, para podermos iniciar corretamente os devidos trâmites para sanar a “crise sanitária”.
Salve.
A criança não é um papel em branco, pois vem dotada de emoções, estímulos, genialidades, amor, expertises, artimanhas, ações, energias etc...
Porém, na cultura e na educação, metaforicamente falando, ela vem como um "papel em branco", sendo necessário programar a consciência universal para poder viver e conviver, é sobre isso.
Se for criada com ou sem boa cultura, terá certeza que a vida é isso.
Como se a cultura diária escrevesse seu conhecimento e logo a educação na própria formação humana.
"Sinto o pulsar do universo em minhas veias,
Um eco de singularidade, onde as estrelas são minhas iguais.
O mundo é um sussurro de possibilidades,
E eu, um grito de existência, único e indomável.
As estrelas compreendem a vastidão do meu ser,
Um cosmos de emoções, sem fronteiras para conter.
Sinto o mundo em sua forma mais crua,
E as estrelas refletem a intensidade da minha alma nua."
O tempo vem sem movimento
Relativo em seu tormento
Um momento? Uma vida.
Transcrita de forma sucinta.
Ressuscita aquele aonde habita. Palpita.
Amanhã, será manhã, a hora perdida nos ponteiros, sempre talvez.
Dos números escavados, o risco sem medo.
Do dito avisado, o perfeito que não é feito
O delirante dizendo que o ótimo se fez.
Não imaginávamos que seria!
Assim, a resposta levada,
as palavras trocadas e a alma sendo despida aos poucos.
Afinidade percebida na etapa miúda de uma justa insensatez.
Percebia a conversa na rua?
Madrugada nua, palavras cruas.
No hospital, na tv, na sala de estar, Luar
Ouvir, falar, sorrir. Lançar
Brisar, partir, fugir. Ficar
Olhar atento, corpo calado
Como quem ouve uma sinfonia.
Um peixe pescado… nada explicado..
Vontade de ter ficado..
Com suas ondas traga os pincéis,
solte os gracejos inocentes e pinte uma casa
Pintar o mundo com contornos místicos,
Colorir a noite com pontilhados brilhantes.
A cidade está longe, mas nós estamos aqui.
O tempo pode parar, mas se parasse não seria tão bom.
Tudo fica pequeno perto do som
Das ondas desse caminhar
Não importa onde estávamos até agora,
Nossa memória trouxe até aqui.
A intuição rasgou a razão e a fez sorrir
Fez da sua premonição um recuo épico,
na entrega de um doce enlace noturno. Entregar o beijo e sair de fininho.
A porta se fecha, o abraço refresca e o beijo liberta.
No silêncio, o som da nota compôs sua melodia,
Tempestade feita com sereno da noite que fluía.
Foi-se ao céu, com suas asas.
Ela descobriu que descobria-se,
Inesperado ele surgia..
Sendo sempre eles… ficariam.
Viver com medo de decepcionar os outros é carregar um peso invisível todos os dias. Muitas pessoas aprendem, desde cedo, a agradar, corresponder expectativas e esconder sentimentos para não serem rejeitadas. Aos poucos, passam a medir o próprio valor pela aprovação alheia e deixam de ouvir a própria voz. O problema é que, nessa tentativa constante de ser suficiente para todos, corre-se o risco de deixar de ser verdadeiro consigo mesmo.
Esse medo pode parecer cuidado, responsabilidade ou até amor, mas, quando se torna excesso, vira prisão. A pessoa começa a dizer “sim” quando queria dizer “não”, aceita caminhos que não deseja seguir e silencia partes importantes da própria essência. Com o tempo, já não sabe mais o que sente, o que quer ou quem realmente é.
Por isso, amadurecer também significa entender que decepcionar faz parte da vida. Nem sempre será possível atender às expectativas de todos. E tudo bem. Mais doloroso do que desapontar alguém é olhar para dentro e perceber que, para agradar o mundo, você abandonou a si mesmo e esqueceu seus sonhos pelo caminho.
SOLIDÃO INTERNA
É quando a gente imergi dentro de si mesmo
e enxerga um corredor longilíneo e afunilado
Nas paredes rebocadas de cal esmaecido…
Sonhos crivados em retratos amarelados
em nossa memória em forma de mosaico.
Em sintonia com ruídos de nossos passos
Seguimos em atos como uma peça de teatro…
E TUDO JÁ ESTAVA ESCRITO...
Quando nascemos trouxemos junto um bloquinho de notas, lápis e uma borracha.
E vamos anotando nossa história, algumas vezes corrigimos, outras vezes apagamos e muitas vezes arrancamos uma folhinha e refazemos novamente e assim o bloquinho vai terminando. Então, decidimos comprar um caderno bonito e bem encadernado e com bastante folhas para passar tudo a limpo, mas aí a gente se dá conta que o lápis já está sem ponta e gasto (de tanto usar e apontar) e a borracha já nem existe mais…
Por que?
- Tudo já estava escrito!
VISÃO DE UM ANJO...
Ali estava fulgente e ele a contemplar
no clarão violáceo, fada? Querubim?
Dentro do seu mundo um altar esboroado
de brilhos opalinos crivados em mim.
Cores em arco íris em luz se formavam
nessa redoma de vidro entre arvores
viajores do tempo vindos de uma região
etérea. E num flash seus olhos vêem
almas errantes que vagueiam na Terra
procurando-se mutuamente sob templos
petrificados e sustenidos…
Que foi registrado através do olhar inglório
de um anjo sorrindo!
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