Carne
"Eu rompe o cordão umbilical da minha carne para que Deus edificasse e educasse o meu espírito."
—By Coelhinha
"Pare de alimentar a sua carne. E edifique o seu espirito. Ore mas em linguas... atualize sempre suas praticas espirituais"
—By Coelhinha
Jejua de não dizer nada que FAÇA MAL ao próximo. Afinal de que serve não COMER CARNE, se devoras teu irmão.
—By Coelhinha
"A carne é fraca, o espírito é forte. Se sua carne tem te vencido, talvez tenha deixado seu espirito passar fome."
—By Coelhinha
"Morre o cão acabou a raiva. Assim é também nossa CARNE quando é governada no Espirito. Mansidão reinando."
—By Coelhinha
"O que me deixa extremadamente na carne...Pessoas que usam nome de Deus pra incobrir suas imundices."
—By Coelhinha
"Deixe de alimentar o teu ORGULHO. É preciso matar a carne antes que a obesidade da arrogância crie em ti um colesterol."
—By Coelhinha
Quando fores "Jejuar" faça jejum pela CARNE, mas não se esqueça de alimentar seu ESPÍRITO. Porque senão ambos morrem. A carne deve morrer mais o espírito deve abundantemente viver.
—By Coelhinha
Você é ossos dos meus ossos,
sangue do meu sangue
e carne da minha carne.
Estamos conectados por toda vida.
Uma fusão de duas vidas em uma só.
Meus ossos estão grudados aos seus ossos,
tal como um cordão de três dobras:
Deus, eu e você.
Sinto pulsar em minha corrente sanguinea
o mesmo sangue que corre em suas veias.
Sinto na pele a dor ou o prazer
que você sentir na carne.
Minha mente pertence a você,
porque em você estão os meus pensamentos.
Meu coração pertence a você,
porque em você estão os meus sentimentos.
Não consigo mais viver além de você.
Você é minha, Vida!
Para sempre, sempre minha!
Sinto este apocalíptico amor
cerzido em carne viva
no tecido transparente do osso
submetido a formas anatómicas
irremediavelmente inviolável.
A Sobrevivente e Espessa Lágrima.
A dor é uma ilusão de carne.
É uma abstinência à insensibilidade,
como um consumo que circula na alma.
O álgido olhar que consome a vida
alimenta-se da estrábica melancolia,
descerra o escudo da existência.
Golpes suspensos nas pupilas,
marcham exaustos e condenados
num acrómico álbum de sal.
Revolta-se um pedaço de esperança,
cospe o grito pungente na valsa do chão
e ergue-se a sobrevivente e espessa lágrima.
Fiel Solidão
Sinto as retinas repletas
de ilustrações vivas,
que pulam na minha carne.
Deslocam-se subitamente
nas minhas veias
ao sabor das visões da memória.
Fiz-me refém
neste ponto de tempo.
Sequestrado pela sombra do silêncio
abandonado por mim,
desvalido e requisitado
pela irreversível circunstância.
Agradeço-te fiel solidão.
Quando todos partiram,
tu nunca me abandonaste.
As fronteiras construídas entre a espécie humana não são territoriais. São fronteiras de carne, pele, estrato social e indubitavelmente de ignorância espiritual.
