Caráter
Quer dizer então, que o padrão da sociedade é ter um corpo escultural? Ok, mas e aonde fica a inteligência? O caráter? A personalidade? Medíocre! Assim se chama este maldito estereótipo!
Suas falas não retratam quem de fato você é, com a irrefutável justeza quanto suas atitudes lhe definem, conclui-se então, que, nada te fará ser diferente de tudo quem você sempre foi, mesmo que por vezes, no decorrer da vida, você venha demonstrar mudanças, um dia, algo te ativará, fazendo o seu verdadeiro Eu vir a se revelar... Assim como a lua, que mesmo mudando de dimensão em face às quatro fases que lhe delineiam, seguirá redonda aos olhos do pensamento de quem espera pelo seu despertar no alvorecer da noite.
Verdades / Certezas / Evidências !???
Em noite de sol nascente da manhã seguinte,
Tem mundo que gira no amanhã do ontem,
Palavra entalhada na água,
Um lado julgado de duas versões,
É nó na língua, na letra a se afrouxar,
Do que se vê, verá...
Do que se fala, falará...
Do que se ouvi, ouvirá...
Verdades, Certezas, Evidencias !
Faça o que tiver que fazer, mais nunca perca a sua essência diante das dificuldades da vida. Ignore as opiniões alheias que não são condizentes com o que é certo e de direito. No final de tudo, a sua consciência mostrará o seu caráter e a sua altivez diante de situações adversas.
As pessoas acreditam no que elas querem acreditar e não no que é certo, pois o certo, pode entrar em conflito com o caráter.
Eu não tenho preço. Seu dinheiro e seu status não me impressionam. Não me interessa a sua posição social, me interessa o seu caráter.
Momentos difíceis estes
Quando afastar-se é sinal de carinho, cuidado e prevenção
Onde seguindo as recomendações
Lares tornam-se prisões
Trocando as máscaras de carnaval por máscaras de proteção pessoal
Logo após a folia...
A agonia desfila em corda bamba
Enquanto o vírus toca o samba do momento
Já era previsto, mas não deram atenção
Agora, o folião segue em isolamento
A mascara não é mais como uma fantasia
O mundo está fora do esquadro
No quadro crítico dessa pandemia
Há um vírus que revela mais do que contagia. Precariedade!
Falta de higiene, pra falar a verdade!
Quem diria?!
E agora brigam por um vidro de álcool na mercearia.
Para quê tanto egoísmo? Se não proteges a teu irmão de que vale a tua proteção?
Amar ao próximo como a ti mesmo
Independente da religião.
Cabível até ao ateísmo.
Nenhuma atitude é natural
Momentos de febre, dor, delírio
Caos
Fome
Lá fora o bicho pega
Aqui dentro o que é que a gente come?
Talvez na esperança de um idoso
Ou no sonho de uma criança
Se não, é claro, na insistência de um jovem
Ou ainda, na procura de um adulto...
O indulto de liberdade: a cura.
Que o tempo seja indulgente
Já que a consciência oscila um pouco
Lá onde a vista não alcança
Talvez tenha algo não destruído
Pelas mãos de um louco.
Enquanto isso, a velha feito criança curte a sua juventude
Voando montada em seu cavalo marinho.
(Brenon Salvador)
Usar de preconceito para atacar o esquema de crenças e valores de alguém é sempre lastimável. Sustentar, então, que o faz em nome de Deus já se apresenta com degradante, e depõe contra o caráter ou, no mínimo, atesta o desajuste moral de quem assim se posiciona.
Palavras descrevem pessoas e o que desejam ser... Atitudes descrevem o que são e que vale a pena conhecer.
Ela cansou te tomar pancadas e abaixar a cabeça. Cansou de ter que escolher entre quem não vai pagar para agradar o outro. Agora ela quer se agradar, ela quer se amar, evoluir mesmo que seja sozinha. Cansou de deixar seus sonhos, para ajudar os outros alcançarem os deles e abandonarem por terem conseguido "sozinhos". Ainda é a amiga, mas não mais a que procura e notou que ao parar de procurar, aquelas conversas longas que existiam, hoje não passam de uns breves comunicados( pq era ela quem alimentação a amizade). Hoje ela sorri, ela joga, ela curte, ela se movimenta e cada movimento é um momento extraordinário (pelo menos pra ela). Então se você a conheceu, talvez ela não seja mais a mesma pessoas, tem o mesmo cárter, pq isso não muda, mas talvez ela parecerá desligada, mas não é pessoal, ela apenas deixou de ser o capacho que todos conheciam. Viva ela.
Amor?
- Não, creio que não há mais.
Raiva?
- Também já passou.
O sentimento em questão não há definição, já que decepção é pouco, pois, não consigo reconhecer as atitudes em alguém que dormia ao meu lado e jurava conhecer. Chego a ficar enjoada, em me deparar com os atos inacreditáveis daquele que comigo jurou amor eterno, coisa que para mim era verdade, mas pra ele, distração.
Repulsa?
- provavelmente, atos narcisistas, comportamentos abusivos, vícios depravados.
Acho que a decepção, a dor, o sofrimento diante de tantas constatações reveladoras, surpreendentes, no final é um só; ALÍVIO.
Esse ser, que um dia vai chorar lágrimas de sangue de arrependimento por tudo que me fez passar, nunca me mereceu.
Meu Deus não me deixaria padecer mais nenhum dia naquele maldito paraíso, onde fui feliz enquanto tinha escamas nos ollhos, depois que cairam continuei por rebeldia por falta de discernimento e ovediencia.
Foi então que vivi a prisão de um amor que me maltratava emocionalmente, me violentava psicologicamente, um narcisista disfarçado de tudo e qualquer coisa, menos de caráter.
É aquela vergonha tão desmoralizante que até os sem vergonha colocam um véu, porque nem a cara de pau aguenta o tranco.
Não aspiro à bondade que se molda aos caprichos alheios, mas à justiça que, implacável e serena, sustenta a verdade mesmo quando o coração vacila.
Ter um culpado…
Colocaram fogo no restaurante comigo ainda lá dentro. As chamas lambiam as paredes como línguas de uma ira que nunca foi minha, mas, de alguma forma, sempre me escolheu como alvo. O calor não me assustou. Pelo contrário, senti uma espécie de familiaridade com ele. Eu, que vivi tantos incêndios na alma, agora era apenas mais uma peça no cardápio do caos.
Enquanto o teto ruía e o ar se tornava pesado, percebi: não valia a pena gritar. Quem acendeu o fósforo já havia saído pela porta da frente, talvez assobiando uma melodia de inocência fingida. E quem passava pela calçada, ao ver as labaredas, não pensava em salvar quem estava dentro. Pensava apenas no espetáculo da destruição. Porque é isso que as pessoas fazem, não é? Elas assistem.
Então eu olhei ao redor. Louças estilhaçadas. Mesas tombadas. Cortinas em chamas. E, pela primeira vez, senti uma espécie de alívio. Uma certeza incômoda, mas libertadora: se é pra me chamarem de culpado, talvez eu devesse ser. Não me restava mais nada pra salvar — nem o restaurante, nem a mim. Peguei o que sobrou de força, virei o gás no máximo e, com um fósforo que achei no bolso, devolvi o favor. Explodi aquele lugar como quem assina um bilhete de adeus: com firmeza, sem remorso, mas com estilo.
Saí pela porta de trás, enquanto os destroços ainda voavam pelo ar. A fumaça subia, preta como os julgamentos que viriam. E eu sabia que viriam, claro. Sempre vêm. “Por que você fez isso?”, perguntariam. “Por que não tentou apagar o fogo? Por que não pediu ajuda?” Ah, os paladinos da moralidade, tão rápidos em condenar e tão lentos em entender. Mas eu não queria me explicar. Explicações são como água despejada sobre um incêndio: às vezes apagam, mas quase sempre só espalham mais fumaça.
Ser o vilão era mais fácil. Mais honesto. Assumir o papel de quem destrói é menos exaustivo do que tentar convencer o mundo de que você foi destruído. Porque, no final das contas, ninguém realmente escuta. Eles só querem um culpado. E, se é pra ser apontado de qualquer jeito, que seja com a dignidade de quem escolhe o próprio destino.
Não estamos falando de restaurante. Nunca estivemos.
Se você me fizer um mal
Independente do tamanho
Eu não vou conseguir dormir.
Vou ter dor de cabeça
E dor de estômago.
Vou acúmular frases
E vomitar para alertar
A quem possa interessar.
Para cada favor parece que as pessoas cobram um crédito, uma nota promissória que nunca será esquecida. Juros sob juros nas contas da felicidade
Estamos carentes de educação moral. Educação cívica. Não aquela educação moral que a gente encontra nos livros, mas aquela que é a arte de formar caráter. A educação, no final, é o conjunto de hábitos adquiridos.
Todas as pessoas têm algum aspecto de sua personalidade que será confrontado pela mensagem do Evangelho de Cristo.
Mentir de forma frequente quebra as barreiras do constrangimento moral e pode levar alguém a perder completamente seu senso ético, resultando em comportamentos mais graves e comprometendo seus valores e caráter.
