Caos
O pão da vida
Fonte de alegria
Alívio na dor
Paz em meio ao caos
Conforto da alma
Fé diante do mar
Coragem diante do gigante
A palavra que guia
A única salvação:
JESUS
"A civilização se orgulha de sua ordem, mas sua estrutura se sustenta no caos invisível dos que não têm escolha."
"Nem todo laço de sangue é um vínculo de alma. Há quem se alimente do caos, mas sua paz não pode ser moeda de troca. Preserve-se, pois distâncias também são formas de amor-próprio."
Deus, uma Unidade Gerando Unidade
Em meio ao ritmo incessante da vida, onde o caos e a harmonia dançam lado a lado, existe um anseio profundo que repousa em cada coração humano. É um chamado sutil, um sussurro que ecoa além dos limites da compreensão comum. Esse chamado nos convida a elevar-nos acima da dualidade que permeia a criação, a enxergar além das sombras do bem e do mal, do dia e da noite, do prazer e da dor.
Ao atender a esse chamado, começamos uma jornada de autodescoberta, um caminho que nos leva a explorar as profundezas da alma e a perceber a centelha divina que reside dentro de nós. É um despertar gradual, um desabrochar de consciência que nos revela a unidade subjacente a todas as coisas. Cada experiência, cada encontro, torna-se um elo que nos aproxima dessa verdade universal.
O objetivo supremo do homem, então, não é meramente alcançar o sucesso material ou acumular conhecimento. É transcender as ilusões da dualidade e reconhecer a presença do Criador em cada aspecto da existência. É compreender que, na teia intricada da vida, somos todos fios interligados, parte de um grande todo que pulsa com a energia do amor e da sabedoria divina.
Na serenidade desse reconhecimento, encontramos a paz verdadeira, um estado de equilíbrio onde a mente, o coração e o espírito dançam em perfeita harmonia. E, nessa dança sagrada, percebemos que somos, todos nós, expressão do Criador, vivendo a grande aventura da criação em busca da unidade.
Em meio ao caos, eu caminhava,
Coração pesado, alma cansada,
Buscando no mundo um abrigo,
Um canto suave, um doce abrigo.
E então, como um raio de sol,
Você surgiu, iluminando o farol.
Teus braços abriram-se em calor,
Um refúgio seguro, um verdadeiro amor.
Teu carinho é a brisa que acalma,
A melodia suave que embala a alma.
Nos teus olhos, encontrei a verdade,
A paz que eu ansiava, a felicidade.
Cada palavra tua é um bálsamo doce,
Cada sorriso teu é um amor que me adoce.
Com você aprendi a soltar as correntes,
A viver leve, entre risos e presentes.
Agora danço na luz do teu afeto,
Com o coração pleno e o espírito reto.
Agradeço ao destino por ter me guiado,
Ao conforto e carinho que sempre eu esperei.
GUERRA
Eles querem guerra,
como quem busca um espelho,
procurando no caos o reflexo de si mesmos.
Querem o ruído das explosões
para calar as vozes que insistem em ser.
Eles erguem bandeiras
e as cravam em terras alheias,
como se o mundo fosse uma mesa vazia
esperando pelo banquete do poder.
Mas esquecem que o solo sangra,
que a terra se parte e os corpos caem.
Na ânsia de conquistar,
eles destroem
sem ver que no fim,
o que resta é silêncio
e cinzas.
Fique atento aos detalhes na vida vivida, seja um apenas um sobrevivente vencedor no mundo de caos, não seja melhor nem inferior, eu vi vidas orgulhosas banhadas em vaidades ambição chorando lamentando por aqueles dia passados que só restaram lembranças e saudades.
O último romântico
Sou um poeta romântico,
Em meio ao caos da atualidade
Onde o amor é passageiro,
O falso é verdadeiro
E a desunião é realidade.
Sou um poeta romântico,
Em meio ao estranho século 21
Onde a moda é odiar,
Onde estranho é amar,
Onde lealdade é quase incomum.
Sou um poeta romântico,
Em meio a frieza do mundo
Onde gostar de alguém é ser emocionado,
Onde se apaixonar é errado
Onde o medo de amar é profundo.
Sou apenas um ser qualquer,
Com o dom de se reinventar
Esse é meu lado poético,
Meu eu lírico é discreto
Afinal, ser poeta é ir além do verbo amar.
O garotinho
Garotinho que carrega o mundo nos ombros, que sabe tanto, mas se perde no caos da própria mente. Meu garoto, o que você quer?
— Quero sorvete de morango.
Ou talvez chocolate.
Não… acho que baunilha é melhor.
Garoto indeciso, que tropeça entre vontades pequenas enquanto se afoga em desejos grandes demais para caber no peito.
Garotinho de quem me orgulho com todas as forças, por que insiste em voltar àquele lugar?
Aquele que te feriu, que te apagou, que te fez duvidar de si mesmo.
Por que corre de volta para as mãos que te deixaram cair?
Eu não consigo entender.
Ah, meu garoto…
Eu te fiz algo para merecer essa dor?
Foi minha culpa?
Ou é só o mundo arrancando você de mim, pouco a pouco, sem que eu possa impedir?
"O caos não deve ser cultuado pelo simples fato de que a consequência natural de se cultuar o caos é a morte............ou coisas ainda piores."
