Cai na Real Voce me Perdeu
"Tem dia que o mundo cai. As flores murcham as folhas secam, a vida cessa sem cessar. Por quê os sonhos azuis são tão cinzas?"
E a chuva cai por dentro, do meu peito como o canto de um colibri.E lá fora o Sol renasce como se fosse simples ser feliz.Seja mais vivo, a tanta coisa bonita no mundo saiba aproveitar.
Quando eu caí não precisei de ninguém para me levantar, e não vai ser agora que vou precisar de alguém para seguir em frente.
A sorte de Neymar é que ele joga ao lado de Jesus.
Cada vez que ele cai, Jesus fala: “ Levanta-te e anda.”
Suas pétalas cai conforme
as sua atitudes...
Sua amizade não faz
parte do meu eu...
Shirlei Miriam de Souza
A vida é assim a gente cai, levanta, bate, apanha, machuca, se machuca, dói, aí dói mais um pouco, mas a gente vai tentando até dar certo e é lá no fim que tudo se justiça, é lá que passamos a valorizar as cicatrizes que o tempo nos tatua não na pele, mas na alma.
Simplesmente queria que "A" pessoa entendesse,
Que amor não nasce em árvores,
Não cai do céu,
Não se compra no mercadinho da esquina.
Putz, chega a ser paradoxal
Estar com alguém, sem estar com alguém.
Empecilhos existem?
Sim, existem.
Mas se não o superarmos, o que sera do objetivo final?
O que sera da conquista vitoriosa,
A qual seria esta, a verdadeira felicidade ao lado de quem queremos e amamos.
Pois então lute,
Seja forte e principalmente firme,
Já passou muito tempo desde aqueles dias,
E o tempo não espera ninguém.
Seja igual antes,
Seja genial,
Seja você de verdade,
Seja aquela que eu realmente conheci e gostei.
Pois só assim tudo acontecerá.
A chuva cai, eu divago.
A chuva cai, eu divago.
Pensando em ti nesta tarde fria
Sentido em mim a alegria
Do nosso amor que agora é real
Que ao sonho foi leal
Olho dá janela a chuva cai
Lentamente, e esquecida
Das arestas do mundo
Uma linda melodia
Se fez ouvir na minha mente
E me vi lá fora aconchegada
Em teus braços sem medo
A chuva cai, eu divago.
E me sinto flutuar em teus braços
Ao som da melodia dançamos
Ali na rua lentamente
Suavemente deslizamos
Na chuva fria, em teus braços
Aquecida, sentindo o pulsar
Do teu coração, nosso olhar
Apaixonado e beijos ardentes
Sem pressa eu vivia aqueles instantes
Entregue ao nosso amor, a chuva cai eu divago.
Ouço tua voz recitando para mim
Poema do amor sem fim
19/05/17/ Jalcy Dias
Lá fora a chuva cai
Fria, em uma manhã anti sonora
Em uma cidade que descansa
Do ronronar de feras terríveis
Cruéis sem coração, quente ou frio.
Ou melhor, coração têm.
Mas não sentem um só único sentimento
Bom ou mal interferindo, se ferindo.
Retroalimentando a ganância do capital
Ainda me lembro de como eram as manhãs
Manhas lindas de sol, desnudando tudo.
Ao alvorecer em todas as nuanças
Como um desenrolar de uma pintura
Que dos mais pasteis dos tons possui; Agora não!
Vem uma fera sem coração
Como um míssil maquinal maquiavélico
Composto de fluidos e metal.
De cores berrantes, como antes havia os matizes.
Mais perfeitos de todo tipo, borboleta, Flutuantes calmas anti- sonoras
Agora só o estrondo da fera desembestada
Em um poste elétrico tirando uma vida
Com o caos sonoro já não mais se dividia as vísceras
De quem era o mestre daquela pobre fera
Sangue e carne se retorcem em metal
O capitalismo retroalimentando
Ferindo interferindo quente ou frio, Coração, cruéis.
Ferindo interferindo quente ou frio, Coração, cruéis.
O capitalismo retroalimentando
Sangue e carne se retorcem em metal
De quem era o mestre daquela pobre fera
Com o caos sonoro já não mais se dividia as vísceras
Em um poste elétrico tirando uma vida
Agora só o estrondo da fera desembestada
Mais perfeitos de todo tipo, borboleta, Flutuantes calmas anti- sonoras
De cores berrantes, como antes havia os matizes.
Composto de fluidos e metal.
Como um míssil maquinal maquiavélico
Vem uma fera sem coração
Que dos mais pasteis dos tons possui; Agora não!
Como um desenrolar de uma pintura
Ao alvorecer em todas as nuanças
Manhas lindas de sol, desnudando tudo.
Ainda me lembro de como eram as manhãs
Retroalimentando a ganância do capital
Bom ou mal interferindo, se ferindo.
Mas não sentem um só único sentimento
Ou melhor, coração tem.
Cruéis sem coração, quente ou frio.
Do ronronar de feras terríveis
Em uma cidade que descansa
Fria, em uma manhã anti-sonora
Lá fora a chuva cai
Sempre existe algo que se aprende com a dor, o importante é avançar sobre ela, pois a chuva não cai para sempre e é necessário sermos nós a regar, pois só assim se pode respirar o aroma das flores da primavera e saborear livre e pausadamente o amanhecer do verão.
A gota sai e faz caminho,
caminha somente
e some antes de cair.
Não, essa gota não cai,
esvai-se,
sublime.
Gota feita de mistério,
de matéria sem lei.
A gente só cai se ficar contemplando demais o que ficou pra trás. Se a gente olhar pra frente e ver onde pode chegar e admirar os lados pra saber com quem pode contar, passa a perceber qual caminho é o melhor. Não precisa ser o mais rápido e nem adianta pressa, pois tudo é ao tempo de Deus. Siga no Caminho que Ele ensinou, se apegue na Verdade que Ele deixou e sua vida será como Ele prometeu.
Fiapos de Memórias
Se fui pobre não me lembro! Mas lembro de que já cai de caminhão de mudanças.
E isso é coisa de pobre. Ricos contratam empresas, delegam tarefas, colocam
os filhos confortavelmente em seus carros, enquanto funcionários embalam taças
de cristais, xícaras de porcelanas e telas de pintores renomados.
E nós? Como era engraçado. Na véspera arrumávamos caixas de papelão e muitos jornais, embalávamos os copos de vidros as xícaras de louças e portas retratos
com fotos da família. Enquanto todos estavam ocupados, furtivamente fui ao portão do vizinho, despedir-me do menino da lambreta, prometendo-lhe escrever.
Eufóricos com o prenúncio da aventura íamos dormir.
Com a claridade que precede o nascer do sol, meu pai nos acordava, tomávamos café preto com bolinhos de fubá. Lá íamos nós! Minha mãe se ajeitava na cabine
com os três filhos menores, junto ao motorista, e meu pai na carroceria com outros seis filhos incluindo eu. Partíamos rumo ao destino desconhecido.
A mesa da cozinha mais parecia uma espécie de barraca, o colchão em baixo amortecia os solavancos, com a lona por cima e o resto das tralhas espalhadas por todos os lados, uma pequena abertura na lona, nos servia de janela, que era disputada por todos.
Exceto por uma irmã, que com mania de grandeza, não fazia questão de ficar na janela improvisada, morria de vergonha que alguém a visse.
Mas eu me divertia! Acenava a todos, e foi assim que eu cai do caminhão. Foi um susto danado, achei que ia ficar para trás. A gritaria foi geral dentro do caminhão, mas foi alguém da calçada, quem conseguiu alertar o motorista. Reboliço total,joelhos e cotovelos ralados, broncas, risos e beijos. Para compensar tudo isso, uma
parada na beira da estrada, para um sortido, “prato feito”.
A irmã com mania de grandeza fingia que a aquela família não era a dela...
Seguíamos a nossa viagem, que hoje sei que era para um lugar no litoral do Paraná,onde meu pai dizia: O mar de lá tem muitos peixes e nada vai nos faltar.
Caí, levantei! Caí de novo! Levantei! Andei, corri, tropecei! Sorri, chorei! Cansei! Mudei! Larguei!
Fui! Recomecei!
Comecei o novo.
Do céu só cai chuva, avião e de vez em quando cocô de passarinho, se quer alguma coisa na vida deve partir pra cima e conseguir com máximo esforço, se deu errado pelo menos você tentou.
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