Cada um tem de Mim Exatamente o que Cativou e
Um dia alguém com apenas um olhar, vai abraçar tua alma e com um simples sorriso, vai fazer disparar teu coração.
Um dia quando pedir para Deus, uma pessoa boa para viver ao seu lado, vai se lembrar de alguém do passado, que você mesma não deu valor.
Café e paixões
Que tal fazer um poema e tomar um bom café , desenhar pelas noites frias as curvas da poesia do corpo de uma Mulher,
Que tal escrever um poema, sem dilema e sem explicação, fazer só um versinho rimando café, açúcar, amor e paixão .
Que tal escrever uma poesia e uma canção para adoçar o amargo da vida e as dores do coração.
Um e mais um...
Unidos somos multidões.
Sózinhos somos apenas um.
Um, que luta!
Um, que procura o caminho.
Um, que não desiste
Um, que quer estar com o outro para ajudar na luta, procurar o caminho, e não desistir.
Sozinho não tenho objetivos,
Sozinho não me importo com nada.
Juntos, criamos;
Juntos, sorrimos;
Juntos, rezamos;
Juntos, com amor construímos.
E nos encontramos com outros e outros, que eram apenas um, e hoje é uma multidão.
Passam por sua vida tantos rostos, tantas vozes!
Alguns te marcam para sempre, outros apenas um rosto.
Para termos ambição de conquistar e crescer, dependemos de pessoas.
Como podemos ser sózinhos sem precisar de alguém?
Se minha vóz na multidão gritar ninguém me ouvirá, mas se gritarmos juntos ecoará.
Sózinhos somos fracos, juntos
temos propósitos.
E lá vamos nós empunhando bandeiras e lutar.
Alguns podem se calar, mas unidos, alguma mudança fará.
Não podemos ser um, neste mundo tão plural.
Temos que somar mais um e não subtrair, sem medo de errar.
E avançar e avançar...
"Os filhos são herança do Senhor, uma recompensa que ele dá. Salmo 127:3"
Hoje eu entendo perfeitamente o Salmo 127:3.
Quando me disseram como seria ser pai, jamais imaginaria o que de fato me esperava.
Nesse um ano e nove meses passado (desde de sua concepção) um mix de sentimentos me invadiu. Ouvir seu coraçãozinho bater, à alegria de vê-lo crescendo, de me chamar, “correr” atrás de mim, fazer as gracinhas, se tornaram e tem se tornado os melhores momento da minha vida.
Obrigado, Senhor, pelo o meu maior presente!
A grande divindade "criacional" universal na arte é a luz que fala por intermédio dos seus canais artísticos pelos movimentos, pelas vibrações, intercessões das formas e das cores.
Por maior que seja o numero de pessoas a nossa volta, em um momento único, percebemos que estamos sozinhos. Parece que o todo depende da gente mas que a gente não depende do todo. Viver bem é um ato solitário.
"Emancipar-se da condição de barbárie conformada pelo racismo.
Racismo esse criado, alimentado e mantido de pé, através dos mecanismos de controle da burguesia e escravista brasileira. Romper com a noção de ser negro sumiço imposta pela burguesia através do controle e da administração estrutural, impressa na cultura industrializada e vendida cotidianamente, através do discurso da representatividade, da igualdade e da inclusão" do negro "único"
Eu digo que: Nós pretas e pretos precisamos romper para além das falas de ordem ... Se somos irmãos de cor e de dor, temos que nos incentivar e nos abraçar nessa luta por cidadania . Pra deixar de sentir as brasas é uma ferramenta usada para marcar nosso povo ,marcou nossa alma e nos torna onde que estejamos um só...
Tudo que conquistamos de fato é nossa ancestralidade que é nosso legado Agora precisamos mostramos as garras da "pantera", beleza ,força a dominação não exterminou ... Nos reinventamos hoje mais que nunca, infelizmente em alguns casos reproduzidos pelos capitães do mato da modernidade que rendeu-se ao sistema opressor.
Infelizmente!
- Não e fácil ser herdeiros de DANDARA,ZUMBI e tantos outros que vieram antes ...
A população negra continua a sofrer em nosso país . Além de resistir, a gente precisa existir e não coexiste ...
Que a sonoridade exista de fato para todas as mulheres e pretos juntos, porque entre nós existe a Rebeldia que é nossa liga e alimento.
A paz que não temos, ou um vazio que construirmos?
Quando pequenos temos a inquietude de querer crescer logo. Ao crescermos, nossos objetivos pesam e aí a necessidade de colo, nos faz querer ser novamente criança. E assim, nos tornamos, definitivamente “humanos”.
A verdade sobre a nossa vida é que nunca estamos de fato, satisfeitos, um dia, queremos conhecer alguém e namorar e quem sabe, casar. Outra hora, queremos nunca ter conhecido ninguém e ficarmos sozinhos.
Sonhamos com o príncipe que vai nos arrebatar do calabouço, que vai nos entregar o sapatinho de cristal perdido e um estalo, lá estamos vivendo como rainhas. Como se isso, fosse mesmo possível.
Entramos em conflito com nossas verdades e vontades. Sair da zona de conforto, é poder sair da casa de nossos pais e poder dizer, enfim: livres. Mas, o que não contaram para gente, que ao sair de nossas casas paternas, nos tornamos escravos de nossas vidas rotineiras e tornamos protótipos de nossos pais. Trabalhar, pagar contas, fazer comida, arrumar a casa e se der tempo, cineminha. É uma luta diária, conviver com tantas tarefas e ainda assim, tentar ser feliz.
Somos uma geração que reclama de tudo e de todos. Temos tempo para o amor? Talvez. As relações estão cada vez mais soltas, querer ter um ou dois relacionamentos simultâneos é o bug do século. Casamento aberto, relação promiscua, sonhos divididos, camas repartidas, é uma loucura o que nos tornamos. O casamento não é mais sagrado, as relações não são duráveis e os filhos não respeitam mais as autoridades paternas. Simplesmente, os valores se perderam ao longo dos anos.
A tecnologia abriu o espaço nas vidas das pessoas, não tem mais natais ou comemorações em família, no lugar as vídeos-chamadas, as telas de WhatsApp, e as mais variadas formas de redes sociais.
Os encontros de domingos foram substituídos pelos grupos de whatsapp, as fotos das grandes comemorações em família, ficaram em selfs solitárias em algum lugar instagramavel. Era uma vez uma família feliz? Será que em alguns anos, terão livros de ficção sobre como eram as famílias? Bem possível.
Não podemos negar que ainda tem pessoas que leem livros de papel, vão ao cinema e ainda frequentam parques. São raridades. Somos a ultima geração que curte essas coisas, eu creio.
Tenho que admitir que a minha geração, a que nasceu entre 60 a 80, está mais acostumada com as adaptações do mundo moderno. Conseguimos nos virar com as modernidades deste século.
O que não se pode negar, que a geração atual, menos adaptada ao trabalho e mais adaptada à tecnologia, anseia em encontrar o tal “emprego dos sonhos”, a “vibe perfeita”, a “a onda perfeita”, os “100 milhões de seguidores” e por fim, ficar rica sem trabalhar. Essa geração é a geração “evolução cibernética”.
Se você acha que isso é um julgamento, não está certo e nem errado. A minha geração também é criativa e confusa em se tratando de trabalho. Ajoelha para Deus conseguir um trabalho ou “bico” e quando consegue, faz corpo mole e reclama das condições contratadas, basta passar na experiência que começa a tormenta. Criaram muitas definições sobre a frequência que as pessoas reclamam de suas tarefas, chefes, escritórios e tudo o que envolvem o mundo corporativo. Ao longo de décadas muito se fala em síndromes diversas, criadas devido ao advento de pessoas insatisfeitas e com baixa produtividade, pessoas com ansiedade, com dores diversas na alma e no corpo. Não vou aqui replicar nomes científicos de síndromes, é apenas uma comparação entre querer e conseguir.
O mundo se revoluciona e as pessoas deixam de querer pensar, devido as facilidades que os “APPs”, sites de busca em geral e internet.
As pessoas não têm mais hábitos de ler jornais, revistas e um bom livro. As escolas não incentivam os alunos a querer ler ou discutir as leituras. Não tem mais rodas de discussão sobre os temas dos livros, jograis ou teatros.
As provas são online, as faculdades são EADs. Não tem mais grau de dificuldades nas escolas, passam os alunos sem saber o mínimo. É um estranho modo de viver.
Hoje é possível, você trabalhar sem sair de casa, como se isso fosse de fato possível. Não acredito em trabalho remoto. Sou daqueles que acredita na estranha presença física nos escritórios ou instituições. As entregas por remoto não são de fato conclusivas. Mas, acredito no trabalho “híbrido”, é o equilíbrio do século. As pessoas precisam respirar. Ter esse vão nas atividades presenciais, talvez ajuda no bom desempenho profissional.
As relações humanas estão cada vez mais difíceis, ninguém se compromete com a verdade, tornamos mais egoístas e centrados em nós mesmos. A quantidade de vezes que nós procuramos algo melhor para nós. Exemplo: no meio do exercício fiscal, um colaborador pede conta, no meio de uma temporada de feriados, uma camareira sai. Ninguém tem compromisso com os contratos assinados. Não se importam se seus empregadores também vão ter dificuldades por isso. Não olhar para os lados nos fazem pessoas más? Podemos ser demitidos, e quando somos nós que demitimos as empresas que trabalhamos? Será que estamos sendo corretos? Sair sem avisar, encontrar nova empresa e simplesmente sair sem olhar para trás.
No final, somos perfeitos? Somos seres compreensíveis? A verdade é que nos tornamos seres sem medos e com ambições exacerbadas. Queremos o melhor, e se possível, sem fazer muito esforço.
Verdade seja dita, o mundo mudou. Quando que a geração 60/80, teria coragem de pensar em saúde mental e se desligar de uma empresa assim, sem temer?
Sensacional! A humanidade aprendeu a entender que não somos eternos e que se for para molhar, precisa tomar uma boa chuva, sem guarda-chuvas.
Em compensação, nos tornamos seres sem paz, inquietos, ansiosos, depressivos e nada de fato, nos faz querer desistir do famoso: “primeiro eu, depois eu e eu”. A paz não está em nós, queremos ter o melhor carro que alguém tem, o melhor emprego que alguém um dia poderá ter e a melhor e maior casa que alguém já sonhou e nada está de acordo com seus padrões.
Ficar famoso sem ter feito algo extraordinário, ganhar dinheiro sem trabalhar muito, sem economizar. A maior geração de pessoas que não quer estudas todos os dias, não lê os materiais, não levam lápis e canetas nas escolas ou faculdades. Não estão dispostas a estudar ou ter trabalho de 08h ou mais.
Passam horas na internet ou jogos. Não entendem porque seus pais são pobres, não ajudam em casa, não arrumam suas camas, não trabalham e acordam tarde e o pior, são visitas em sua própria casa e não curtem finais de semana em família. Estão dentro de casa e mesmo assim, não praticam diálogos saudáveis com os pais. Rola conversa pelo Whatsapp, mas pessoalmente são invisíveis e até inimigos.
Medo, é uma palavra que não existe nesta geração. Parece que a formação da 5ª série prevaleceu e se integrou ao nosso mundo atual.
Paz? Ninguém tem uma fé real, brigam por tudo, não aceitam as diferenças sociais. A famosa “inclusão”, não é possível, pois cada um tem uma visão sobre o tema. A inclusão é possível entre seus iguais. Como explicar uma sala de aula de 25 alunos e uma inclusão? Seria humanamente possível que o tratamento de educação seja igualitário?
Em uma empresa, a inclusão tem outros problemas, mesmo que tenham que os tratá-los de forma mais natural possível e não julgar suas limitações profissionais, sempre tem problemas de adaptações, o que causa desconforto.
A vida na terra está cada dia mais estranha, as pessoas não preservam a natureza, escolhem morar nos grandes centros, sujam as cidades com seus acúmulos de lixos diários, invadem propriedades alheias e causam danos, escolhem o crime a uma vida digna, roubam, xingam idosos, maltratam crianças, provocam danos morais e corporais nas mulheres, não respeitam o próximo, não trabalham as horas que foram acordadas, depreciam a natureza, praticam o preconceito, denigrem as imagens por mero prazer em destruir pessoas e seus sonhos, criam imagens mentirosas nas redes sociais, são egoístas, mesquinhas, cruéis e são capazes de enganar para conseguirem o que querem.
Depois de tudo isso, é possível ter paz na terra em que vivemos? Talvez, se pararmos de acreditar somente no que nos faz melhores que os outros, se pudermos ser melhores juntos, talvez a humanidade tenha jeito.
Se os pais pudessem ser mais flexíveis com seus filhos e amá-los como pessoas e não como propriedade, se os filhos amassem seus pais como pessoas e não como caixa bancários, se os chefes amassem seus subordinados como profissionais que estão em busca de uma melhor condição de vida e se os subordinados vissem seus chefes como aliados nesta busca. Se as religiões fossem respeitadas e se pudesse escolher qualquer lugar do mundo para praticá-la, sem medo do terrorismo ou retaliação, se......São tantas dúvidas e medos, que não, não é possível este mundo ter paz.
Primeiro a paz deveria ser algo que partisse de um para o coletivo. Afinal, paz é equilibro, tranquilidade e harmonia. Não pode prevalecer a paz em zona de inveja, ansiedade, conflitos sociais. Não dá para ter paz se acho que sou melhor que o meu próximo. Não dá para ter paz, se ponho fogo no quintal e esqueço que pode ter alguém em outro lugar que pode estar doente, lavado roupa. Ser feliz é não pensar no outro? Se for assim, a paz não nunca existiu, nem mesmo nas grandes igrejas ou templo do mundo. As diferenças religiosas esqueceram o protagonista principal que deveria ser: “Deus”.
Para que o mundo possa ter paz, é preciso redescobrir o amar o próximo. Sem julgamentos, sem preconceitos, sem racismo, sem lutas religiosas, sem hedonismo, sem protagonismos e assim, podemos encontrar um mundo melhor e deixar que as próximas gerações continuem a trilhar um caminho tecnológico, porém com a visão de melhorias para as pessoas, com erradicação das doenças, descobertas de novas vacinas e um mundo onde criança é criança e não trabalha e nem namora. Jovem estuda e acredita no amanhã e adultos tem mais qualidade de vida e saúde.
Eu sou Cida Vitório e acredito em um mundo melhor.
Há um vínculo único, incompreensível eu diria entre nós.
Tão antigo quanto verdadeiro.
Quando estamos longe um do outro, em um piscar de olhos, nos permitimos sentir como o outro se sente, por outro conseguimos ler nossas mentes quando estamos juntos.
Podemos nos ver através dos nossos olhos,enxerga parte um do outro, sentir o amor com todas as diversidades, e tudo isso nos unindo ainda mais.
Sua Beleza é natural,
parabéns ao seu criador,
que num dia lindo sem igual,
como sempre cheio de muito amor,
sentado no banco do jardim do paraíso,
inspirou-se acariciando a mais bela flor,
para criar a ternura e a beleza do seu sorriso.
De repente ali de um simples rabisco,
nascia a representação de seu amor.
Preciso, dar os parabéns a essa obra magnífica.
Não somente pela mulher que formou,
que tem a alma de menina,
seus olhos refletem a luz forte da sua alma de tanto que brilha.
Tenho que lhe dar os parabéns hoje nesse dia.
Não somente pelas suas lutas diárias e com ela algumas cicatrizes,
cicatrizes foram formadas.
Isso lhe fez ser moldada por luz e ter um escudo de fogo.
Chora, sorri, cai e se levanta de novo.
Orgulho para seus pais e protetores, mas já foi desilusão mas para muitos desamores.
Preciso lhe dar os parabéns hoje nesse dia,
devo dizer FELIZ ANIVERSARIO pois hoje ela completa mais um ano de vida!
Narrativas de Um Pensamento Silencioso
Às vezes me imagino narrando minha vida, como uma história dramática ou inspiradora o suficiente para se tornar um filme após minha morte, e servir de inspiração para outros grandes futuros pensadores que pisarão em nosso esplêndido planeta e, assim como eu, escrever algo após reflexões de um filme.
Hoje vi "Tartarugas Até Lá em Baixo", um filme que eu não tive entusiasmo em ver, mas terminei mais surpreendida do que poderia imaginar.
"Talvez seja uma infinidade de tartarugas, são tartarugas até lá embaixo."
A nossa mente nos sabota o tempo todo. Podemos fingir ser confiantes, porém, mesmo que inconscientemente, desacreditamos de nós mesmos. Mas não pensamos que talvez nossa mente faça isso por já termos ciência de que somos capazes — somente não enxergamos isso. Sempre haverá algo para abrir nossos olhos e olhar para a vida como o mar de oportunidades que ela realmente é.
A realidade é que grande parte das coisas ruins que enxergamos no mundo é porque queremos, mesmo não querendo.
Mas acredite se quiser: o que abre nossos olhos é o amor.
Quando presenciamos o amor, sabemos que o "tudo" não é tão ruim assim.
Mas cabe a nós — e somente a nós mesmos — decidir o que realmente habita.
Você pode olhar para o amor e vê-lo como um turista em meio ao mar de maldades, e pensar que já já ele irá embora.
Ou olhar para os pontos negativos e ver que eles são passageiros, e o amor permeia.
A vida só é ruim quando você quer que ela seja ruim.
Pra saber quantos amigos você juntou em toda sua vida, basta pensar quantos ficaram ao seu lado quando os problemas vieram.
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