Cada um tem de Mim Exatamente o que Cativou e

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Deus sabe exatamente quando e como responder.


Ontem, enquanto eu olhava o Instagram, percebi que uma pessoa que sempre falava comigo nunca mais entrou em contato. Naquele momento, pensei: "Nossa, fulano nunca mais falou comigo.


O que aconteceu?"


Então o Senhor falou ao meu coração:
"Fui Eu que afastei. Você precisava entender que nem tudo o que sai da sua vida é perda. Há pessoas que Eu removo porque já não fazem parte do propósito que tenho para você."


Nem toda porta que se fecha é derrota. Às vezes, é Deus protegendo você daquilo que não consegue enxergar.

Qual de nós poderia saber exatamente o dia em que deixará essa terra?
E ao saber exatamente o dia em que isso se dará, quem de nós manteria a sanidade?
Você encontra com uma pessoa na rua e no dia seguinte fica sabendo que ela morreu.
Você tenta revirar aquele momento e descobrir se alguma coisa poderia ter te avisado que aquela era a última vez e que aquele seria o último olhar.
Talvez você não se recorde mas certamente houve um momento em que você se deu conta que ali estava uma despedida silenciosa mas não teve coragem de assumir.
Temos tanta dificuldade de lidar com a morte que quando ela passa soberana diante de nós a única coisa que sabemos fazer é virar o rosto ou fingir que não estamos vendo, mas estamos.
E quando chegar a nossa vez será que teremos lucidez suficiente para, com dignidade e elegância, sairmos desse mundo?
Pois bem, esse é o nosso desafio. Deixar o mundo sem nenhum alarme ou sentimento de que nos deve algo.
A vida, o mundo, as pessoas não nos devem nada. Nem nós a eles. Fomos jogados aqui como dados e um dia exatamente da mesma maneira seremos retirados. Que sorte a nossa!
Aprendemos muito ou quase nada e talvez deixemos esse mundo um pouco melhor justamente ao partir.
Menos uma erva daninha na face da Terra. Pois é isso que somos, gafanhotos, parasitas, um tipo letal de vírus para o qual ainda não há vacina.

Essa sua timidez em não saber o que falar, mas saber exatamente o que fazer, ainda vai me deixar sem palavras.

Eu só não consigo exatamente o que pedi a Deus quando Ele já tinha se decidido a me dar coisa melhor!

"A lealdade é a mais rara das virtudes, porque permanece exatamente quando todas as razões para permanecer parecem ter desaparecido."

⁠"Que aqueles que fizeram algo errado a você recebam exatamente aquilo que ofereceram" —
Wellson Valens

Talvez o motivo de você não gostar tanto de ir para o trabalho não seja exatamente o trabalho que você exerce.


É claro que existe o cansaço, o esforço físico, a necessidade de acordar cedo e sair de casa. Mas, muitas vezes, o que realmente torna o trabalho pesado é a pessoa que está lá dentro: o patrão que cobra o tempo inteiro, que faz você sentir que nunca é suficiente, que não reconhece o seu esforço, que atrasa o seu pagamento ou que faz você se sentir incapaz.


E isso acontece porque existe algo dentro daquela pessoa chamado pecado.


Aquela pessoa está sendo influenciada pelo pecado, não ouve a voz do Espírito Santo e não tem a Palavra de Deus como seu guia. E você está ali. Justamente ali.


Você tem dentro de você as palavras de vida eterna. Você tem o Evangelho. Você tem aquilo que pode transformar, mudar e renovar a vida daquela pessoa.


Talvez Deus não tenha colocado você naquele trabalho apenas para receber um salário.


Talvez aquele seja o seu campo missionário.


Quando você começa a enxergar o trabalho dessa forma, ele deixa de ser apenas mais uma coisa cansativa da semana que você espera terminar logo para chegar a sexta-feira. Ele passa a ter um objetivo. Passa a ter uma missão.


E talvez esse seja um novo motivo para você ir ao trabalho.


Não apenas porque você precisa estar lá, mas porque existe alguém lá que precisa conhecer aquilo que existe dentro de você.


O inimigo pode usar aquele ambiente para tirar sua energia, gerar frustração e fazer você odiar aquele lugar. Mas, quando você entende o motivo de estar ali, o jogo vira.


Você para de enxergar apenas um trabalho.


Você começa a enxergar um campo missionário.

Você não precisa enfrentar a solidão sozinho. Talvez a pessoa que você procura seja exatamente esta que está na tela do seu celular.

equiparo as cicatrizes como marcas
marcas que fisicamente se eu olhar, consigo sentir exatamente a dor do que lhe causou
olho para o meu joelho e ela está lá aparente
as vezes, e na maioria das vezes, esqueço que ela está lá, mas quando a olho consigo sentir naquele instante tanto o motivo, quanto a dor.


existem cicatrizes que não conseguimos olhar, como essa do meu joelho, mas analisando a situação, consigo sentir intrinsecamente exatamente onde dói, geralmente a lembrança da dor tem olhos lindos, aqueles que um dia já jurei admirar para o resto da minha insignificante vida.


acho que cicatriz é sobre isso, é sobre saber que existe e que deixou marcado, foi vivido, foi real e a marca muito das vezes deixa uma feridinha, que se você cutucar porque as vezes por instinto temos essa intenção, ela pode sangrar novamente, ou, se você esquecer por bastante tempo ela pode sarar de vez e só virar uma marca.


refletindo sobre cicatriz, percebo que meus domingos que eram melancólicos agora estão se tornando apenas “domingos de descanso”, um corpo para se entrelaçar, sentir o cheiro, dar um beijo na testa de eu to aqui cuidando de você, e acordar de madrugada somente para admirar o rosto da pessoa em calmaria dormindo, virou o “pô, tenho bastante espaço pra dormir e liberdade aqui”.


o que era sufocante causado por uma falha na história, e que causava carência pela falta, está virando a parte normal da vida. e sabe o que é mais louco? não deixo de sofrer nenhum momento, tanto quanto sofria pela falta, como agora acostumando com ela.


talvez as cicatrizes não deixam eu esquecer que tenho alma, mesmo a deixando em segundo plano, talvez tudo o que a gente tenha se transformado ecoe na minha cabeça as vezes, mas tudo bem porque você está bem, não é?
eu não preciso estar bem, somente devo pagar com juros o que eu lhe devo, e estou pagando com correção monetária e impostos.


te deixar ir daqui de dentro também é desesperador e olha só que irônico, o que eu mais pedia pra acontecer está acontecendo e eu não gosto dessa ideia, achei que nosso adeus não seria tão prévio.

A militância doutrinada opera exatamente assim: na ausência de argumentos teóricos ou técnicos, recorre à criação de narrativas visuais criminosas para chocar. É uma tática antiga de manipulação que visa desumanizar o oponente político em vez de discutir o país. Quem tem propostas sólidas debate com dados e respeito. Quem não tem, vive de compartilhar memes e ofensas em grupos de internet.

O Sol, a Lua e Eu ☀️🌜


Já era adolescente.


Sabia exatamente o que desejava, embora talvez não soubesse o motivo...


Meu pai me perguntou o que eu queria e disse que me daria qualquer coisa.


Duvidei, é claro...


E, talvez por já carregar dentro de mim um certo fascínio pelo impossível, respondi sem pensar muito:


— Eu quero a Lua. 🌜


Como se aquilo fosse a coisa mais simples do mundo, respondeu:


— Tá bom. De hoje em diante, a Lua é sua.


Sorri.


Agradeci.


E, nesse momento, ele tentou me testar. Talvez a minha sanidade ou a dele, não sei, e completou:


— Vai lá pegar a sua Lua.🌜


Olhei para o céu e respondi:


— Não precisa. Gosto dela assim, exatamente como e onde está.


E, sabendo que ela é minha agora, ela se tornou ainda mais bonita.


Talvez porque as coisas não precisem nos pertencer para serem nossas.


Talvez porque o amor nunca tenha sido posse.


Talvez porque a beleza exista justamente na distância que nos permite admirá-la.


Sempre achei que tudo possui um lugar, um tempo e uma lógica.


Não preciso mexer nas obras de Deus. Elas são perfeitas. Até uma flor que se arranca precisa de um motivo, uma razão, uma circunstância; caso contrário, é matar em vão.


Desde então, sempre disse que a Lua era minha.


A minha Lua.🌜


Livre.


Inteira.


Brilhando para todos.


O que eu não sabia era que sempre fui a própria Lua.


Nasci Lua.


Cresci Lua.


Era a Lua da família...


Admirava-a através das grades da janela, como um segredo absoluto...


E, enquanto outras pessoas corriam em direção ao Sol, eu me recolhia.


O Sol queimava minha pele.☀️


Fazia meus olhos arderem.


Seu brilho intenso me incomodava.


E, sem perceber, passei boa parte da vida tentando me esconder.


O que não entendia era que precisava dele para viver.


Afinal, a Lua não existe sem o Sol.


Seu brilho não nasce dela.


É reflexo.


É encontro.


É dança silenciosa entre opostos que parecem distantes, mas que dependem um do outro.


Porque talvez, só talvez, sem a presença da Lua, o Sol também não tivesse motivo para existir.


Porque há luzes que brilham sozinhas.


E há luzes que só descobrem a própria grandeza quando encontram algo digno de iluminar.☀️🌜

Não sei exatamente quando tudo terminou. Talvez as coisas importantes nunca terminem de uma vez. Apenas vão deixando de poder existir. Durante muito tempo pensei que amar fosse permanecer. Hoje suspeito que, em certos casos, permanecer é apenas outra maneira de consentir com a própria destruição.


Eu não queria partir. Se ainda houvesse alguma forma honesta de continuar ao seu lado, eu teria aceitado qualquer sofrimento. O que não pude aceitar foi outra coisa. Fui embora porque permanecer significaria obrigar o meu amor a conviver com a própria humilhação.


Ela levou quase tudo, e era inevitável que levasse. Quem ama não entrega apenas o que possui. Entrega também aquilo que imaginava ser.


Ainda assim, uma coisa permaneceu comigo.


O amor.


Não o amor que tinha por ela. Esse continuou pertencendo-lhe por muito tempo. Talvez pertença ainda. Refiro-me a outra coisa. O que preservei foi algo mais difícil de perder e mais difícil ainda de salvar. A capacidade de amar sem renunciar à minha dignidade. Porque o desrespeito raramente mata o amor. Antes, tenta convencê-lo de que a humilhação é o preço da permanência.


Recusei esse preço.


Desde então, penso que algumas perdas não nos empobrecem. Apenas nos impedem de nos tornarmos estranhos àquilo que existe de mais verdadeiro em nós. Perder quem se ama dilacera o coração. Perder a si mesmo para conservá-la corrói a consciência. E desta última ferida, quando não se morre, quase nunca se volta sendo o mesmo.

"O orgulho, muitas vezes, nos impede de sermos compreendidos, porque constrói muros exatamente onde a humildade poderia construir pontes."

A Mentalidade da Excelência nasce exatamente dessa mudança de perspectiva, em que toda melhoria sustentável começa na consciência.

like Sosa


Ninguém sabia exatamente quando ele tinha começado a ficar grande. Esse era o tipo de coisa que ninguém conseguia explicar direito. Um dia ele era só mais um nome circulando entre homens que queriam subir, no outro já tinha gente esperando ele terminar de falar antes de encostar no copo.


Sosa não fazia questão de ser simpático. Também não precisava. Ele chegava, cumprimentava quem precisava ser cumprimentado, olhava o lugar inteiro como quem já conhecia tudo aquilo antes mesmo de entrar e sentava. Não tinha pressa. Nunca parecia ter.


E era isso que deixava os outros desconfortáveis.


Porque todo mundo ali queria alguma coisa.


Ele não parecia querer nada.


Ou pior, parecia já ter conseguido.


Os caras comentavam dele nos corredores, nos carros, depois das reuniões. Diziam que era arrogante, que não confiava em ninguém, que tratava gente como peça. Alguns falavam que ele era louco. Outros falavam que era inteligente demais pra ser enganado. No fundo, ninguém sabia qual das duas coisas era verdade, então era melhor não testar.


Tinha gente que odiava Sosa sem nunca ter conversado com ele.


Tinha gente que admirava sem admitir.


E tinha os que entendiam exatamente o que ele era e preferiam ficar longe.


Porque Sosa tinha uma coisa que incomodava mais do que dinheiro: ele não parecia impressionado com dinheiro.


O dinheiro era ferramenta. O nome era ferramenta. Os homens ao redor eram ferramenta. Tudo tinha uma função e ele parecia saber exatamente qual era.


Quando alguém chegava perto demais, ele percebia.


Quando alguém começava a fazer pergunta demais, ele percebia.


Quando alguém mudava de comportamento, ele percebia.


Era como se estivesse sempre esperando alguma coisa acontecer.


E talvez estivesse.


Ninguém conseguia relaxar completamente perto dele porque nunca sabiam o que ele estava pensando. Sosa podia passar vinte minutos em silêncio enquanto todo mundo falava e, no final, lembrar de uma frase que alguém tinha dito no começo da noite.


Era esse tipo de homem.


O tipo que fazia os outros pensarem duas vezes antes de mentir.


E quanto mais crescia, mais isolado ficava. Não porque faltassem pessoas ao redor. Pelo contrário. Sempre tinha gente entrando e saindo, telefone tocando, carro chegando, homem importante querendo reunião.


Mas ninguém realmente chegava perto.


Todo mundo queria alguma coisa dele.


Poucos queriam conhecê-lo.


E talvez ele preferisse assim.


Porque quando você chega num lugar onde qualquer pessoa pode estar sorrindo por interesse, confiança começa a parecer luxo.


Então ele mantinha todo mundo a uma distância calculada. Não precisava ameaçar. Não precisava fazer cena. Bastava olhar.


E os outros entendiam.


Era por isso que, quando Sosa entrava numa sala, as conversas diminuíam.


Não paravam.


Só diminuíam.


Como se todo mundo soubesse que, dali pra frente, era melhor escolher as palavras com cuidado.


Porque Sosa não precisava ser o homem mais barulhento do lugar.


Ele só precisava ser o homem que ninguém queria ter contra si.


E isso, naquele mundo, valia mais que dinheiro.


Muito mais.

Vivemos em uma sociedade que chama o pecado de virtude e a virtude de intolerância, exatamente como Isaías denunciou: ‘Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal’ (Isaías 5:20).

É exatamente quando você não faz a menor ideia de para onde ir e se vê no fim das suas próprias estratégias, que a Graça te encontra e convida à rendição. É no reconhecimento da sua fraqueza que você, enfim, ancora onde precisa estar: no centro da vontade de Deus.

Talvez ninguém saiba exatamente o que você carrega.


As pessoas conhecem o seu sorriso, mas não conhecem o seu cansaço.


Conhecem suas palavras, mas não conhecem seus pensamentos.


Conhecem aquilo que você faz pelos outros, mas talvez nunca tenham percebido o quanto você gostaria que alguém fizesse o mesmo por você.


Talvez você tenha aprendido a esconder tão bem aquilo que sente que, depois de algum tempo, até você mesmo já não consegue explicar o que está acontecendo dentro de você.


Você se acostumou a dizer:


“Estou bem.”


Mesmo quando não está.


Mas existe alguém que sabe.


Deus conhece aquilo que você não consegue colocar em palavras.


Conhece a lágrima que ninguém viu.


Conhece a batalha que você considera pequena demais para contar.


Conhece a noite em que você sorriu para todos e, depois que ficou sozinho, não conseguiu mais sustentar o peso.


“Senhor, tu me sondas e me conheces.”
— Salmo 139:1


Então, lembre-se:


Você não precisa fingir diante de Deus.


Pode chegar cansado.


Pode chegar confuso.


Pode chegar quebrado.


Pode chegar sem respostas.


Ele já conhece você por inteiro.


E, ainda assim, continua chamando você para perto.

Às vezes, o que nunca foi dito é exatamente aquilo que mais precisava ser entendido.

“Chamam o cacto de espinho — mas ele floresce exatamente onde quase tudo desistiu de viver.”