Jean la bruyère
Tem dia que o sol pode brilhar lindo lá fora, mas é um brilho triste. Tem dia que nem chove, mas é dia de choro. Mas tem sempre um outro dia…
Pra Lá e Pra Cá...
Em um baile divinal,
Ternos seriam ternos
E os vestidos, efêmeros.
Viraríamos as casacas,
Que seriam negras asas
Sobre o lençol dos medos.
E, assim, vestidos de nós,
Dançaríamos sob o esvoaçar
De nossas gravatas borboletas...
sabe quando você quer chorar?
você quer deitar na cama e não sair de lá.
Mais continua parado no mesmo lugar fingindo estar tudo bem?
Intão é assim que eu me sinto este exato momento.
É tanta mentira que é quase possível vê-la em forma de sombra atrás dos mascarados. E ouvir tais me embrulha o estômago causando-me nojo. Tem gente que consegue jogar o mesmo jogo e interpreta com facilidade o papel, mas eu não. Na minha percepção, isso é como colocar a sujeira pra baixo do tapete e varrer junto todos os princípios que construí. Não, isso é sujo demais.
TEMOS QUE COLIDIR! E parar com essa ideia de que basta “deixar pra lá”. Talvez combatendo a gente consiga construir ao menos alguma coisa verdadeira, que não seja necessariamente bom, mas que seja real. Porque o que falta é verdade. Tente. Talvez a sinceridade traga algo bom para todos nós.
Sejamos amantes da verdade. Sejamos todos aletófilos.
A motivação é interna. Para conquistá-la basta se permitir estabelecer metas que tenham significado pessoal! Metas mobilizadoras...
Algumas respostas estão dentro de nossas mentes, basta abri-la para sermos capazes de compreendermos.
La distancia es un martirio para mí
Por las noches, me hacen alas, voy volando por ahí
Y buscando un sentimiento que sustituya aquel momento
No sé más qué puedo hacer para ser feliz
Si me miras, ya me veo en tu sofá
Recibiendo tus caricias, sin coraje de avanzar
Si me ignoras, vuelvo a mi realidad
Y así de pronto me despierto, y me pregunto dónde estás
No te niego, te imploro, cree en mí
Dame una chance de explicarte lo que ayer se me pasó
Deseaba a ti entregarte mi corazón
Y para mi indignación, mi timidez me impidió
Hace algún tiempo, yo me puse a pensar
Si debería olvidar los días que viví contigo
Pero he descubierto hoy que la felicidad
Está en las manos de quien la hace
Y no de las de quien quiere sufrir
Sé que es demasiado importante aclarar
Que si mi pareja no eres tú, no fui yo que elegí así
Sabes que intenté de casi todo por tu amor
Te aseguro, no hay error
La soledad es nuestro fin.
Eu sei que nossos caminhos vão tomar rumos diferentes, mas também que um dia, lá no final agente se encontra.
A felicidade que hoje tenho, conquistei com muito sofrimento, não vou deixá-la sair de dentro de mim
Eu pretendo claramente…Estar lá , mais ao mesmo tempo me isolar. Falar em pausas , e não ser ouvida. Eu pretendo me esconder sem ser vista, e desaparecer sem ser notada, sem que ninguém sinta a minha falta. Eu quero chegar lá , mais com nenhuma porta de entrada, eu quero te ver lá. Me espere sentada , ou até mesmo movida à cigarros e outros venenos ,vá embora. Não volte nunca mais, eu estou aqui. Mais fingindo prestar atenção, mais minha mente retorna em lugares onde eu nem estive presente, em lugares que certa vez você esteve e que nem sentiu a minha ausência…
Distantes de ternos e barbas feitas, lá (na natureza) o Doutor é outro: O morro, o rio, o passáro, alheios a meras convicções tolas.
Sei lá... talvez todos os dias sejam negros e as noites passadas em claro
Sina daqueles seres que insistem em pensar
Quando tudo seria mais facil simplesmente apagar... deletar
Descarrega num vômito sua indignação
É a gota d'agua das ragunharas na alma...
Pesam seus limites em seus falsos pudores
Pré julgam... condenam... aprisionam
Podam sonhos e asas na furia causada
Triste destino escrito na covardia daquele que se esconde
Pobre sem sonhos... destruidor do sentimento...
Infeliz e egoista desconhece o que é amor
Fui feliz
Fui feliz em quanto a tive
E a tive até quando pude fazê-la feliz
Encontrei o fim ao sair pela porta
E desistir de mim
Aprendi que nossas escolhas não dependem de nós, mas dos outros
Compreendi que não se ama apenas uma vez, e que saudade pode ser uma coisa boa
E descobri que a vida é apenas um caso em um ciclo de acasos
Medidas desesperadas, são para desesperados
Sabedoria é pra poucos
E o mundo de todos
Fingi por muito tempo que estava com a cabeça erguida
Quando não passava de tristeza
Refis todos os meus planos sem você, foi difícil, mas acho que eu fiz um bom trabalho
Deixei de passar os dedos embaixo dos olhos
E não compro mais lenços
A musica que me lembrava você
Ainda hoje me toca, mas não me fere tanto assim
Fui feliz um dia
Fui feliz em quanto a tive
E a tive até quando pude fazê-la feliz
As vezes me dar aquela vontade imensa de querer subir ao mais alto e de lá decidir o que fazer, dar vontade de sumir, desaparecer de tudo e todos..., mas levo em consideração o que vou perder e mesmo o que irei ganhar com isso. Apenas ideias que jamais seram concretas.
