Saint john perse
John Lennon não imaginou, mas eu imagino um mundo onde não existirá mais discussões sobre:
1) Calvinismo ou Arminianismo
2) Bolacha ou Biscoito
(...)Ling acha que você é gay. Mesmo não sendo, você precisa lembrar John: "você não é o que é; é o que os outros acham de você."
"Sou uma eterna sonhadora
Sou sonhadora e idealista como John Lennon!!!
Há vários lugares onde vivem nossos irmãos de outras culturas, de outras religiões, onde as barreiras foram feitas pelo homem e podem ser ultrapassadas se predominar o amor.
O mundo é repleto de cores, onde as pessoas podem fazer prevalecer a Lei do Amor!!!!
Creia e faça a diferença!!!".
Eu posso ler os evangelhos, ler Pedro, Lewis, John Wesley e Bylly Graham, mas se eu não por em prática seus ensinamentos, serei como um paciente rebelde, que tem todos os medicamentos em suas mãos, mas escolhe permanecer doente.
... a respeito de John..
Continue correndo atrás dos seus sonhos.
Crie raízes senão o sacrifício não terá valido a pena.
E lembre-se: nada, nada mesmo é definitivo.
Precipite-se, oras! Erre..
Depois você corrige tudo.
Assim você terá alguma coisa
pra contar para os seus netos...
Lembre-se que você está escrevendo a sua história.
Isso se faz com atitudes.
Imaginação e pensamentos são efêmeros e mudam com o tempo. Ninguém se lembra de coisas que nunca existiram...
– Aonde acha que o John está?
– Eu sei lá.
– Ele se foi; foi embora deste mundo.
– Não acha que ele foi pro paraíso?
– Seria o inferno pro John.
– Nem inferno, nem paraíso; ele só não está mais aqui.
(Diálogo entre Arthur e Thomas Shelby)
Por que investir nas pessoas pelo processo da educação?
O filósofo e educador John Dewey tem essa resposta:
"A educação é um processo social, é desenvolvimento. Não é a preparação para a vida, é a própria vida."
Cartas á John...
Vontade que me cerca, que me toma. Quase um vício. Se depender de mim os terapeutas irão á falência. Minha terapia é escrever...só as letras me entendem. Não sei se escrevo bem. Só sei que me faz bem. Eu vivo entre as palavras, mas muito do que escrevo não consigo falar, sou refém de mim mesma, escrava do turbilhão de sentimentos que muitas vezes são tão grandes que se tornam imperceptíveis. Medo de não agradar, mania de tentar manter tudo bem, tudo sob controle. E desse jeito vou calando, vou sentindo, vou escrevendo. Ah,se a coragem de escrever fosse a mesma de falar. Ah, se a reciprocidade fosse a mesma. As palavras me calam, o sentimento me cala, a escrita me mostra que ainda pulsa, que ainda penso, que ainda sinto, mas só quem lê saberá. Escrevo para aliviar a vontade de falar,de fugir, de gritar, de tomar pra mim. Me distraio com minhas rimas, com meu pontos, vírgulas, com minhas exclamações e me torturo com minhas interrogações. Por que? É taõ mais fácil dizer adeus. É tão mais fácil fazer o caminho de volta...ja passamos por ele! Não, nada é fácil! Escrever também não é. Mas escrevendo não se olha nos olhos, não se perde uma lágrima e não se esquece de tudo que precisa falar. Escrever não é fácil. E quem disse que seria fácil?
Alma acústica. (Alain John)
Estamos envolvidos em ondas sonoras constantes e oscilantes em melodias percebidas por nossos ouvidos e por nossa alma. Com sensibilidade nos compreendemos melhor.
Ora somos cordas,
Ora o violão.
Ora quem o toca.
Com sentimento nos compreendemos melhor.
Quando cordas, somos vulneráveis às tarraxas e tão submissos às mãos de quem nos estica nos forçando à tensão desejada e premeditada para a afinação e, contudo, estamos sujeitos a desafinar, quem dera nunca acontecesse.
Estendidas sobre um braço frio e sem pele nos sujeitamos aos trastes, que acabam se expressando e interferindo em nosso som, multiplicando nossas vozes e compreendemos, contanto que se façam em nós acordes e arpejos.
Sendo cordas, aprendemos a conviver com as diferenças, pois para não sermos um monocórdio, querendo ser um violão, acabamos tolerando o tom de cada um, sendo prima ou bordão e assim alcovitamos cada som e não podemos esconder que às vezes queremos estar todas juntas no mesmo acorde ainda que dissonante.
Quando violão, somos fortes e amigos do som. Assim, aguentamos ficar preso às cordas pro resto da vida, possibilitando e realizando o som. Porque é isso que nos faz violão. Estar sempre perto do peito e entregue ao abraço e ao toque da mão.
Parece que sempre guardamos um segredo, que nos é arrancado pela nota que nos rouba o dedo. Talvez, fomos predestinados a fazer alguém feliz, quem sabe o mundo. Precisamos respirar o ar puro que nos faz soar e assim, se alguém em nós suar, buscando, pensando, tocando para nos compreender, chegará lá, nos descobrirá os segredos, mas nem todos.
Jamais queremos “empenar”. Nossa maior fraqueza. Isso seria um abandonar para sempre, um lamento, um sofrer, a fuga do opaco desatino do malsoante. Mas isso é duro demais, salvar-nos – ia um Luther que surgisse do além para nos socorrer, porque não há nada mais triste que um som de violão morrer.
Sozinhos, parecemos um pedaço de pau talhado, medido com rigidez, lixado, pintado, bem-acabado e surpreendido por arames na sua extensão. Não! Não! Isso seria mais doloroso e melancólico que uma canção em tom menor em plena noite triste e não é isso que queremos. Só aparência não satisfaz, mas um conteúdo precioso em tudo que somos e que depende de alguém para sair. Um violão.
Quando quem os toca. Estamos vivos e prontos para viver. Somos capazes de amar, apesar de nossa complexidade amiúde simples.
Somos carentes, eremitas na busca frenética da razão...
Preciso ver, perceber, entender e assim ser um ser que só pode ser se compreender o outro ser. Amar...
Mesmo sendo diferente...
Mesmo desafinando...
Mesmo empenando...
O que alguém com boas intenções precisa fazer para nos tocar, nos ensinar, nos mostrar a verdade?
As cordas envelhecem e logo devem ser trocadas por novas e melhores...
Os violões não duram para sempre e nós somos mortais...
Peter Böhler desempenhou um papel crucial na transformação espiritual de John Wesley, ensinando-lhe perseverança em tempos de dúvida espiritual por meio de conselhos diretos e experiências práticas. Quando Wesley, atormentado por sua falta de fé pessoal, perguntou se deveria abandonar o ministério, Böhler respondeu: "Pregue a fé até que a tenha; e então, porque a tem, você pregará a fé". Essa frase encapsula sua abordagem prática e encorajadora. Um episódio marcante foi quando Böhler desafiou Wesley a ministrar a um homem condenado à morte, mesmo com as dúvidas de Wesley sobre conversões no leito de morte. Wesley pregou sobre salvação pela fé, e o prisioneiro experimentou uma transformação imediata, exclamando: "Agora estou pronto para morrer. Sei que Cristo tirou meus pecados". Esse evento não apenas fortaleceu a fé do condenado, mas também ajudou Wesley a compreender o poder transformador da graça divina em ação.
Ver Mateus 28:18-20; Filipenses 4:13; Romanos 1:16-17.
