Juan ramons jimenez
Hey juan, dígame si usted está feliz ahí, acá
Hey Juan, la uva me recordó los dieciseis, otra vez
Hey juan, lo cierto no se sabe el momento de encontrar, besarte
Você Juan Sonho com você, desde a primeira vez que o vi na vida Você é tão perfeito Consegue ser melhor que o Amor da minha vida Foi incrível sentir você, foi um sonho que se tornou realidade Beijar você, é como se eu pudesse chegar ao paraíso Sentir o seu corpo junto ao meu, me faltam palavras para descrever como foi Perfeito Como te superar depois disso? Como terei outra pessoa, depois de você? Você é tão Maravilhoso Seu corpo é Incrível, te ver nu me deixou completamente fascinada Sentir você, não consigo descrever, como foi maravilhoso Realmente, foi muito mais do que esperava que fosse Eu topo TUDO com você Foi a melhor droga, que eu poderia ter usado, só que não é uma droga Pelo contrário, foi a melhor viagem que já fiz em toda minha vida Foi o momento mais incrível que pude vivenciar na Vida Só espero pode tê-lo mais vezes
- 17 de Novembro de 2019
Você pode ser o último romântico, um don juan ou um galinha desde que jamais iluda ninguém para ter o que você quer.
Eu Não sou nenhum Dom Juan Conquistador,
Muito Pouco eu sei do Amor,
Mais entreguei tudo em oração pra quem sabe...
Quem melhor que o Inventor do Coração...
Deus!
Minha terapia é ouvir Chico, minha inspiração para os contos é Rubem Braga e para a poesia Juan Gelman.
Dom Juan às avessas
Antes, preciso que entendam quem foi o personagem Dom Juan, usado hoje em dia como adjetivo de galanteador.
Dom Juan apareceu por volta do século XIV citado na obra O Burlador de Sevilha, uma peça de teatro que apresentou pela primeira vez o personagem que, com suas artimanhas, promessas e galanteios, conseguia conquistar todas as mulheres que desejava. Assim a literatura transformou-o em um sedutor, mulherengo, romântico à moda antiga.
Hoje existem muitos dons juans modernos... Mas a maioria às avessas!!! Analisemos.
Em uma festa recente em que estava com meu namorado, observei jovens paquerando, ou melhor, dando investidas desesperadas nas mulheres ao redor... sinceramente, me senti aliviada por está acompanhada, por que as cantadas eram de mal a pior. Não , pensem que sou brega, ou ultrapassada, pois sou da época do fica! Na ocasião fiquei desapontada pelo fato do despreparo dos homens; percebi as cantadas falhas dos jovens rapazes em suas investidas e sem um mínimo de conteúdo, sinceramente, antirromânticos demais. Vamos descrevê-las:
Copo cheio na mão, ostentando bebida, puxões abruptamente nas moças que passavam, diálogo monossilábico: oi?, quer?, ei? ... sem sentimento, olhares penetrantes, palavras vazias... Poderia eu relatar inúmeras cenas antirromânticas, mas vamos a algumas sugestões para se conquistar uma mulher seja por um minuto, uma hora, um dia ou a vida toda:
Solte o Dom Juan dentro de você , ofereça a cadeira, pergunte se quer beber e o quê? Não a force a beber.
Demonstre interesse pelo que ela gosta, o que curte, sua forma de pensar... deixa as discordâncias para um futuro distante .
Aposte na conversa, olho no olho ou seja, apenas escute, mulher adora falar...
Se for alguém que você já conhece, perceba mudanças como corte de cabelo ou se ela pintou ou até amarrou, isso faz um bem danado , ser notada e elogiada.
Dançar sem exigir que o outro saiba passos mirabolantes e acrobacias para chamar atenção
e nunca, nunca será demais reagir gentilmente com quem estiver ao seu lado.
Sendo assim, no dia seguinte vá lá no status das redes sociais e mude seu perfil de Dom Juan às avessas para um Dom Juan desavessado.
"Hic et Nunc" - Aqui e agora
A vida é um sopro. Viva plenamente cada segundo.
(D. Juan De Marco - filósofo espanhol, Séc. XVIII - personagem criado por Juares de Marcos Jardim)
Hermanismo
A nova era do Iluminismo
Companheiros Filosóficos
E poetas do Romantismo
Os Don Juan's do Brasil
Seduzindo com honra e sagacidade
Cada vez mais másculo e viril
Prometo ter nobreza e fidelidade
Amigos para toda uma vida
Seguindo a risco nossa ideologia
Em grandes festas com muita bebida
Seduziremos com muita energia
O sarcasmo é nosso grande aliado
Cada membro é um irmão
Ninguém nunca ficará abandonado
Enquanto o Hermanismo estiver em ação
-
Hermanismo
Já estivemos no fundo do abismo
Saímos da condição inferior
Nos superamos com otimismo
Escrevemos com louvor
Forte como um guerreiro que renasce
Inteligente como um grande pensador
Na nossa união não há nada que transpasse
Os corruptos irão cair
Iremos revelar sua verdadeira face
Os inimigos não conseguirão fugir
Os destruiremos sem perder a classe
Hermanismo, uma era robusta
Contra as contradições do sistema
Lutando por uma terra mais justa
Honra, justiça e sabedoria é o nosso dilema
...
Sou eu assim
Claro, escuro
Dom Juan
Dom Casmurro
Jovem, maduro
Arcaico, imaturo
Sou eu assim
Brilhante, obscuro
Veia sábia
Sangue burro
Mente que queima
Cheiro de esturro
Sou eu assim
Um carinho
Um murro
Mastigável
Osso duro
Gritaria e sussurro
Sou eu assim
Estufa, ar puro
Céu sem fenda
Inferno com furo
Outrossim
Seguro, inseguro
Sou eu assim
Passado, futuro
Intenso presente
Esquecido, expoente
Bem assim
Em cima do muro
Há uma grande lista de ministros que marcaram uma geração, como: João Wycliff, Juan Huss, Martinho Lutero, João Calvino, William Tyndale, John Bunyan, Jonathan Edwards, John Wesley, George Whitefield, Charles Haddon Spurgeon, James Hudson Taylor, Dwight Lyman Moody, Evan Roberts, Dan Roberts, Sydney Evans, William Seymour, entre muitos outros. Acredito que há uma imensurável lista em branco que tende a ser preenchida. Você e eu podemos ser o próximo designado a essa chamada. Você e eu devemos nos designar a essa chamada.
Livro: Servir, o maior dos desafios”
Título: Don Juan, Hoje Não.
Agora vou apresentar, sem rodeio ou disfarce,
Um trecho pequeno de meus desenlaces.
Como sabem, até o momento,
Romance e eu? Puro tormento.
Pois quase sempre acabo sem norte,
Algo que para muitos é pura sorte,
Mas para mim? Um filme de terror!
Imagine só como o "eu" ficou…
Só de lembrar já me dá tremor:
O dia em que o pai dela veio me ver.
Era romance? Era paixão?
Talvez só uma grande ilusão.
Não era romance, não era paixão,
Mas eu, burro, tapei o coração.
Iludi a moça, pedi sua mão,
E veja só minha situação…
Jamais achei que na confissão
Traria o pai dela pra discussão!
Meu coração, irmão, gritou socorro,
Saltou do peito e pulou o morro!
Nem muito, nem pouco, só um bobo,
Achando que dominava o jogo.
Nunca fui um Don Juan, não,
Mas usei as malhas da sedução.
E que roubada! Em vão tentei,
Quase apanhei no portão, eu sei!
Às
vezes
não é amor.
É só um Don Juan
na versão feminina
que conquista um coração
e depois o parte da mesma forma.
As cidades gêmeas de Ponta Porã, no Brasil, e Pedro Juan Caballero, no Paraguai, é o mais emblemático e fascinante exemplo de desenvolvimento sócio-histórico e cultural na região fronteiriça.
Essas cidades, separadas apenas por uma linha imaginária, compartilham uma rica diversidade de povos vindos de várias partes do Brasil e do mundo, criando um mosaico cultural único.
A mistura de culturas é evidente na gastronomia local, onde pratos brasileiros e paraguaios se encontram, resultando em uma culinária rica e variada.
Além disso, a diversidade religiosa é marcante, com igrejas, templos e centros de diferentes denominações convivendo harmoniosamente. Essa convivência pacífica é um testemunho das lutas e superações que a região enfrentou ao longo dos anos.
A história dessas cidades é repleta de conquistas e desafios. Desde a sua fundação, Ponta Porã e Pedro Juan Caballero têm sido palco de importantes eventos históricos que moldaram a identidade local. As lendas e histórias locais se entrelaçam com o cotidiano do povo, criando um ambiente onde o passado e o presente coexistem de maneira única.
A riqueza cultural também se manifesta nas artes, com poesias e versos que capturam a essência da vida na fronteira. Figuras ilustres e anônimas, cada uma com suas próprias histórias de vitórias e derrotas, contribuem para o tecido social vibrante dessas cidades.
A região de fronteira entre Ponta Porã e Pedro Juan Caballero se torna um é um portal único no espaço e no tempo, pois várias culturas se encontram transformando-se e criando desta maneira uma identidade única e rica em diversidade.
Crônica da Linha de Fronteira Seca: Ponta Porã e Pedro Juan Caballero
A linha de fronteira seca entre Ponta Porã, Brasil, e Pedro Juan Caballero, Paraguai, é uma região única, repleta de histórias antigas e memórias culturais. Este território, que hoje une dois países, já foi palco de inúmeras rotas e caminhos antigos, cruzados por povos indígenas, portugueses, espanhóis e missões jesuítas.
A Formação Histórica.
Desde tempos imemoriais, a vasta mata e as grandes áreas de erva-mate nativa atraíram colonizadores, migrantes e emigrantes de diversos lugares. Os tropeiros e comerciantes viajantes que por aqui passaram deixaram suas marcas, e muitos decidiram fixar-se, dando origem a estâncias e fazendas que, cada uma, conta sua própria trajetória e história.
Lendas e Memórias.
As lendas locais falam de quadrilheiros e bandoleiros que cruzaram a região, mas também das patrulhas volantes, formadas por valentes da região, que expulsaram os bandidos. Essas histórias são contadas através de crônicas locais, lendas e causos de outros tempos, memórias de um passado que deixou gravado na história contos para serem contados.
A Riqueza Cultural.
A riqueza cultural e histórica da linha de fronteira seca é inegável. Cada canto dessa região guarda memórias de um tempo em que a fauna e a flora exuberantes eram observadas com admiração pelos primeiros exploradores. As missões jesuítas, com seu legado de fé e conhecimento, também deixaram marcas profundas na cultura local.
Conclusão.
Hoje, Ponta Porã e Pedro Juan Caballero são cidades irmãs, unidas por uma fronteira que, mais do que dividir, une histórias e culturas. A linha de fronteira seca é um testemunho vivo de um passado rico e diversificado, que continua a inspirar crônicas e contos, mantendo viva a memória de uma região única e cheia de histórias para contar.
Poema Fronteira sem portão sem porteira.
Ponta Porã e Pedro Juan Caballero
Na linha divisória, um muro imaginário,
Sem porteira ou portão,
Um passo em Ponta Porã,
Um pulo em Pedro Juan Caballero,
Duas nações, um só coração.
Cidades gêmeas, fronteira seca,
Onde culturas se entrelaçam,
Chipa, tereré, mate e chimarrão,
Sopa paraguaia, parrillada e polca,
Churrasco e a tradição do barbacuá.
Histórias antigas, memórias vivas,
Tropeiros e viajantes,
Estâncias e fazendas,
Erva-mate nativa,
Que ajudou a construir,
Essas cidades irmãs.
Valentes patrulhas,
Expulsaram os bandidos,
Lendas e causos,
Contos de um passado,
Que ecoa na história,
De um povo misturado.
Ponta Porã e Pedro Juan,
Unidas pela tradição,
Onde o Brasil encontra o Paraguai,
E a vida segue em comunhão,
Duas cidades, uma só canção.
Saudade da Infância na fronteira de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero.
Na simplicidade dos dias passados,
A família reunida, sorrisos partilhados.
Festas e encontros, boa conversa,
Histórias, causos, lendas que a alma dispersa.
Piadas e anedotas, risos sem fim,
Cada um contando sua história, assim.
Do tempo de criança, da juventude vivida,
Saudade de quem partiu, memória querida.
Avós, pais, primos e tios,
Tempo bom de alegria, momentos gentis.
Na memória, gravadas histórias,
De um tempo que passou, mas deixou suas glórias.
Crônica: Lendas da Fronteira de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero.
A fronteira entre Ponta Porã, no Brasil, e Pedro Juan Caballero, no Paraguai, é um lugar onde o passado e o presente se encontram, tecendo uma rica tapeçaria de histórias e lendas. Essas cidades-gêmeas, separadas apenas por uma linha imaginária, compartilham uma história que remonta aos tempos das primeiras migrações e das nações indígenas que habitavam essas matas.
Após a Guerra do Paraguai, a região viu um influxo de migrantes que buscavam novas oportunidades. Foi durante a produção de erva-mate que muitas das lendas locais começaram a tomar forma.
Nas narrativas orais que e passada por geração, dizem que nas noites de lua cheia, os espíritos dos antigos habitantes ainda vagam pelas matas, protegendo os segredos da terra. A erva-mate, além de ter por décadas ser a principal fonte de renda, também é cercada de histórias de tropeiros e viajantes que, ao redor do fogo, contavam causos de encontros sobrenaturais e assombrações.
A Laguna Porã é um dos cenários mais emblemáticos da região. Ao redor desta lagoa as duas cidades surgiram e cresceram.
Conta-se que, em noites de neblina, é possível ouvir os lamentos de uma mulher que perdeu seu amor nas águas escuras da lagoa. Essa lenda, passada de geração em geração, é um lembrete constante dos mistérios que envolvem a fronteira.
Os enterros do Lopes e os tesouros de Madame Lynch são outras histórias que alimentam o imaginário local. Dizem que, durante a Guerra do Paraguai, muitos tesouros foram enterrados na região, e até hoje, aventureiros buscam por essas riquezas escondidas. Madame Lynch, uma figura histórica controversa, é frequentemente mencionada em lendas sobre tesouros perdidos e batalhas épicas.
Os mitos indígenas também desempenham um papel crucial na formação da identidade local. As histórias dos Guarani, que habitavam a região antes da chegada dos europeus, falam de seres míticos que protegiam as florestas e rios.
Essas lendas moldaram a relação da população local com a natureza, promovendo um profundo respeito pelos recursos naturais.
A fronteira de Ponta Porã e Pedro Juan Caballero é um lugar onde o passado e o presente se encontram. Cada pessoa que passa por aqui leva consigo um pedaço dessa história rica e fascinante. As memórias dos causos e lendas são guardadas com carinho, perpetuando a identidade única dessa região fronteiriça.
Hoje, a neblina que cobre a cidade nas manhãs frias são testemunhas silenciosas de um tempo que continua vivo na memória de seus habitantes.
A fronteira seca, cheia de mistérios, é parte indissociável da história de cada indivíduo que aqui vive, passa ou parte, levando consigo as histórias que ouviu e viveu nesta terra de histórias, causos e lendas.
Porque querer saber! Como me tornar um Don Juan? Se não quero ser uma copia!
Não preciso de técnicas para ser eu mesmo...
Se Olhas Assim Desse Jeito
Em Me Sinto Um Dom Juan
Quase Perfeito...
O Teu Olhar De Onça Faminta
Impede Que Eu Minta.
Que Eu Negue O Que Sinto
Que Sou Um Leão Que Ruge Faminto
Morrendo de fome
Si o Teu Olhar De Mar Revolto
Me Consome.
