Jean la bruyère
A vida faz tudo certo. Às vezes queremos seguir um caminho, mas Deus nos conduz por outro. Só lá na frente é que saberemos o porquê as coisas acontecerem de acordo com a vontade da vida e não como queremos. Saúde e Paz!
O que quer que vocês façam nessa vida, não vai ser legendário se seus amigos não tiverem lá pra ver.
Espirito do Mar
Lá na costa da praia
Onde a espuma do mar suspira
E debate na borda do cais.
Percebo a poesia
Desse espirito que transpira.
É o espirito do mar
Da bela que me espera...
Nas horas em que o dia fenece
E na areia molhada
Teu olhar esvanece.
Ainda tento pegar tuas mãos
Dormi ao teu lado
Perceber teus pudores.
Estás linda...
Como um véu de uma noiva
Que a face se desbota em amores.
Vaguei em torno da praia.
Tentei te encontrar
No calor do teu brilho
A noite adentrar.
Nos cânticos de saudades,
No brilho da lua
E nas ondas do mar.
A brisa gemia nas escumas das águas
A noite escura, estrelada e bela
Ainda caminhava na praia...
Os meus sonhos ansiavam por ela.
Quero encontra-la
Para sentir teu aroma
E de gozos perfumá-la,
Na poesia dos cânticos divinos
Para no leito de prazeres amá-la.
Não me importa se é espirito.
Quero sentir teus íntimos fluídos
E nos lábios teus
Sentir o amor ungido.
O poeta descreve essa bela.
De um espirito
Que no mar caminha.
Levemente, nas doces areias da praia
E que no peito meu sublima.
Com certeza sonhava!
Visão que entorpecia...
De esperança ardi sedento
Mas não consegui toca-la.
Me perdia em meu desalento.
Oh! Espirito belo!
Em qual onda escondes?
Revelas esse mistério...
Me diga que irei te amar
Tu dormes pura
Nas ondas desse mar.
Irei te alcançar na alvorada...
A minha morte desejo de enleio,
Meus lábios tocavam a tua face linda
E no amanhecer beijarei teus seios.
Vales escondidos...
Montanhas errantes,
Me ajude a encontrar esse espirito
Que caminha pela praia
Nas noites, no silêncio
E nos caminhos írritos.
O que eu faço meu Deus?!
Sentir-me abandonado
Desta ilusão moribunda
Morrerei apaixonado.
Deixarei as brisas
Atingirem meu peito.
Morrerei olhando o mar.
Viverei este amor querido.
Encontrarei a bela
Desses sonhos esquecidos.
"Um filho nada mais é do que o reflexo dos seus pais."
Um dia eu chego lá, pra ser metade do homem q o senhor é vai da trabalho, mas com fé eu chego, só queria agradecer todas as vezes q deixou os seus sonhos de lado e privilegiou os meus, agradecer pelas lições, pelos puxões, os encarões, os sorrisões, por tudo meu velho.
A criança que eu fui, teria orgulho do homem que sou hoje, e devo isso ao senhor.
Te Amo.
#painho
Quem reclama da vida é quem não sabe vivê-la, ela não tem culpa dos problemas da sua vida. A vida é muito boa, viver é muito mais, e quem não entende não vive.
E quem ficou te observando, você perdeu de vista. Porque do topo não dá pra ver quem se acomodou lá embaixo
QUANDO ME TORNEI INVSÍVEL
Já não sei em que data estamos.
Lá em casa não há calendários e na minha memória
as datas estão todas misturadas.
Me recordo daquelas folhinhas grandes, uns primores,
ilustradas com imagens dos santos
que colocávamos no lado da penteadeira.
Já não há nada disso.
Todas as coisas antigas foram desaparecendo.
E sem que ninguém desse conta,eu me fui apagando também...
Primeiro me trocaram de quarto,pois a família cresceu.
Depois me passaram para outro menor ainda
com a companhia de minhas bisnetas.
Agora ocupo um desvão,que está no pátio de trás.
Prometeram trocaro vidro quebrado da janela,
porém se esqueceram,e todas as noites
por ali circula um ar gelado
que aumenta minhas dores reumáticas.
Mas tudo bem...
Desde há muito tempo tinha intenção de escrever,
porém passava semanas procurando um lápis.
E quando o encontrava,eu mesma voltava a esquecer
onde o tinha posto.
Na minha idade as coisas se perdem facilmente:
claro, não é uma enfermidade delas,
das coisas, porque estou segura de tê-las,
porém sempre desaparecem.
Noutra tarde dei-me conta que minha voz
também tinha desaparecido.
Quando eu falo com meus netos
ou com meus filhos não me respondem.
Todos falam sem me olhar,
como se eu não estivesse com eles,
escutando atenta o que dizem.
As vezes intervenho na conversação, segura de que o que vou lhes dizer
não ocorrera a nenhum deles,e de que lhes vai ser de grande utilidade.
Porém não me ouvem,não me olham,não me respondem.
Então cheia de tristezame retiro para meu quarto
e vou beber minha xícara de café.
E faço assim, de propósito,
para que compreendam que estou aborrecida,
para que se dêem conta que me entristecem e venham buscar-me
e me peçam perdão …Porém ninguém vem....
Quando meu genro ficou doente,
pensei ter a oportunidade de ser-lhe útil, lhe levei
um chá especial que eu mesma preparei.
Coloquei-o na mesinha e me sentei a esperar que o tomasse,
só que ele estava vendo televisão e nem um só movimento
me indicou que se dera conta da minha presença.
O chá pouco a pouco foi esfriando…e junto com ele, meu coração...
Então noutro dia lhes disse que quando eu morresse
todos iriam se arrepender.
Meu neto menor disse:“Ainda estás viva vovó? “.
Eles acharam tanta graça,que não pararam de rir.
Três díasestive chorando no meu quarto,
até que numa manhã entrou um dos rapazes
para retirar umas rodas velhas e nem o bom dia me deu.
Foi então quando me convencí de que sou invisível...
Parei no meio da sala para ver,
se me tornando um estorvo me olhavam.
Porém minha filha seguiu varrendo sem me tocar,
os meninos correram em minha volta,
de um lado para o outro,sem tropeçar em mim.
Um dia se agitaram os meninos,e me vieram dizer
que no dia seguinte nós iríamos todos passar um dia no campo.
Fiquei muito contente. Fazia tanto tempo que não saía
e mais ainda ia ao campo!
No sábado fui a primeira a levantar-me.
Quis arrumar as coisas com calma.
Nós os velhos tardamos muito em fazer qualquer coisa,
assim que adiantei meu tempo para não atrazá-los.
Rápido entravam e saíam da casa correndo
e levavam as bolsas e brinquedos para o carro.
Eu já estava pronta e muito alegre,
permaneci no saguão a esperá-los.
Quando me dei conta eles já tinham partido e o auto desapareceu
envolto em algazarra,compreendí que eu não estava convidada,
talvez porque não coubesse no carro...
...Ou porque meus passos tão lentos impediriam que todos os demais
caminhassem a seu gosto pelo bosque.
Senti claro como meu coração se encolheue a minha face ficou tremendo
como quando a gente tem que engolir a vontade de chorar.
Eu os entendo,eles vivem o mundo deles.
Ríem, gritam,sonham, choram,se abraçam, se beijam.
E eu,já nem sinto mais o gosto de um beijo.
Antes beijava os pequeninos,era um prazer enorme
tê-los em meus braços,como se fossem meus.
Sentía sua pele tenrinha e sua respiração doce bem perto de mim.
A vida nova me produzia um alento e até me dava vontade
de cantar canções que nunca acreditara me lembrar.
Porém um dia minha neta Laura, que acabava de ter um bebê
disse que não era bom que os anciãos beijassem aos bebês,
por questões de saúde...
Desde então já não me aproximo deles,
não quero lhes passar algo mal por minhas imprudências.
Tenho tanto medo de contagiá-los !
Eu os bendigo a todos e lhes perdôo, porque...
“Que culpa tem os pobres de que eu me tenha tornado
i n v i s í v e l ?”
Texto contido em PPS adaptado e produzido pela Helsan Produções
Texto Original- "El dia que me volvi invisible"
autora-Silvia Castillejon Peral
Cidade do México-2002
Um homem de paixões
Por que não sei ser
Se eu soubesse seria melhor
Seria sei lá
De tantos amores que tenho não tive nenhum
Das paixões me restaram as proibidas pecado certo
Vem a mim poesia
Leva-me daqui
Preencha meu vazio
Se paixões cultivei até aqui, viverei apaixonado
De paixão em paixão
Até o apaixonado poeta escrever outras paixões.
Deixei minhas pressas pra lá
para caminhar ao teu lado
Deixei o coração guiar
pelo caminho da razão
E a razão...
A guiar- te a todo momento.
Ao sabor do vento
Ao sabor do tempo.
Lá vai o sol se esconder no horizonte
Por trás das matas por trás dos montes
Conforta-me que amanhã o teremos defronte...
Boa noite meus bons amigos!!!
mel - ((*_*))
Não há um destino sem um começo por isso se alguém tiver chegado lá sem um quer dizer que ela não lutou para te-lo.
Domingo é dia das mães. Não espere o domingo para amar sua mãe ou presenteá-la. Ame-a todos os dias, com todas as forças do seu coração. Faça mimos, demonstre seu amor, abrace, beije, ame, ame e ame de novo e de novo!
Um dia, segundo a lei da vida, Deus irá chamá-la para morar com ele e aí você não terá mais a sua mãe para abraçar, beijar, amar, levar broncas. Então, fique livre de remorsos e d'aquela frase "EU PODERIA TER FEITO MAIS", faça hoje, ame hoje e, quando ela se for, terá apenas a certeza de que a amou enquanto existiu e que um ser tão iluminado, um anjo de Deus, deixa apenas a saudade de uma linda história de amor. Assim é vida quando segue seu curso normal...
