O que te move
Eu era aquela adolescente que ansiava ter logo dezoito anos pra assistir o filme ''Romeu e Julieta'', e poder constatar mais de perto o amor que eu só lia nos livros que tanto apreciava; o romantismo dentro de mim brotava como um rama de girassóis sempre irradiando para o alto, querendo alcançar o céu e ser aquecida pelo sol; aquela adolescente risonha, alegre e faceira que saía de mãos dadas com o meu pai, com o maior orgulho, como se ninguém, na face da terra, tivesse um pai mais maravilhoso do que o meu, nunca me sentir tão amada como naqueles momentos, que íamos passear, assistir os filmes que ele nem me dizia os títulos deles, só pra me ocasionar expectativas, surpresas e alegrias, como por exemplo ''E o Vento Levou'' ...Ou então ir com ele pra aprender a jogar Boliche, mas as bolas eram tão pesadas e eu conseguia só derrubar um obstáculo; mesmo assim meu pai batia palmas e me incentivava a tentar mais uma vez; ou quando ele me levava ao Iate Clube, desde a tenra idade, pra me ensinar a nadar, a cada dia perder o medo e a pular num trampolim mais alto, e ele sempre estava de braços abertos me esperando lá embaixo na piscina; e ele também me ensinava e me deixava pescar e mesmo quando eu só pescava um peixinho e me sentia toda orgulhosa por tal façanha e realização, ele me aplaudia e ainda ganhava de prêmio o seu sorriso tão maravilhoso!
Se minha vida fosse um filme, depois da formatura os créditos subiriam na tela. Era mesmo um futuro bem incerto, mas eu não tava a fim de pensar naquilo. Uma das poucas coisas que ouvi meu pai dizer foi que a nossa geração nunca pensa muito longe, só na semana que vem, no amanhã, na festa do sábado. Talvez ele estivesse certo, mas quem se importa?
“Ela sempre chorava, por um filme romântico, um texto bonito, por um abraço bem dado, ou pela falta dele, pelas suas amizades que lhe restavam, e pelas que já se foram, chorava de saudade, chorava por músicas que nem mesmo a letra entendia, chorava pelos cantos escondida, chorava quando ouvia palavras bonitas, chorava de solidão, chorava só, e às vezes em vão.”
Vejo o mundo muito mais além, quando estou sozinho viajo como ninguém , nem preciso ver filme, nem ler um livro apenas meus pensamentos fazendo tudo que eu quero ir surgindo
Ontem vi o filme da Katy Perry - Part Of Me;
Se resume na história de uma pessoa que tinha dois mundos: O primeiro era ao redor dela e o segundo era em seu interior. Sua vontade e perseverança fizeram o caminho até seu estrelato, sua transparência e simplicidade foram os combustíveis que a levaram até lá.
Eu me impressionei com suas letras, que falavam apenas a verdade com a mais alta transparência, a sua verdade interior ou seja, como um diário cantado. O mais engraçado é que muita gente criticou e não queria, seus pai que era pastor de igreja protestante e bem metódica até aceitou, visto que aquilo era realmente o que era e feio era julgar sua filha.
O mais incrível? Que todas as letras dela são partes de sua vida, relatam momentos vividos por ela que muitas vezes são como a gente. Geralmente o público é feito de garotas e gays, já que o público masculino hétero critica bastante. Nesse mundo de preconceito muita gente acaba perdendo conteúdo e deixando de ser feliz.
Atualmente ela rompeu seu casamento e como passou no filme, viveu uma época bastante difícil. Seu maior público foi no Brasil, onde relatou ter seus melhores fãs também.
Bom, obrigado Katy Perry por suas letras tão marcantes e que me ajudaram durante dois anos de tensão e vão continuar me ajudando!
Mas que não seja um - déjà vu -,
algum repeteco do filme - de volta para o passado - ... Infernos antigos sempre voltam piores.
Certa vez eu estava assistindo um filme chamado: "ASSASSINOS", Com o Stallone e o Bandeira. Era uma história de dois assassinos. No meio do filme o Slallone pede para a amiga dele contar uma historia para ele, e ela conta uma história de um pardal que voava pela neve, e a neve congelou suas asas e ele acabou caindo. Mas quando ele estava la no chão caído, veio um vaca e defecou nele, mas como a fezes estava quente ele ficou sujo mais aquecido. Nisso apareceu um gato, limpou e comeu ele.
moral da historia:
Nem todos que defeca em você e seu inimigo, assim como nem todos que te limpa e seu amigo..
Você sumiu hoje, aí comecei a assistir àquele filme:
ESQUECERAM DE MIM!
O filme acabou, e quando eu estava prestes a colocar aquele outro: A GRANDE SOLIDÃO:
Você apareceu... E é sempre assim, você sempre aparece.
[...] “Na verdade é que nossa vida é um filme, as coisas mudam, nessa vida um dia tudo muda, e ela passa como um vulto. Tem coisas que não dão pra entender, algumas nem mudam, não param, elas simplesmente continuam constantemente acontecendo nesse complexo de vida, e ae sempre fica alguma coisa nesse pique de raio voltado em uma ou várias décadas calculadas e criptografadas em uma fração de segundos.”
- Nabas
O sabor divino de pipoca doce e salgada com manteiga e assistir um bom filme na cama quentinha no frio de inverno é vida!
Meu corpo é um tripé, minha cabeça é uma câmera, meus olhos são lentes, minha memória é um filme de fardos e lembranças do passado...
Fala de amor comigo
Me abraça quando tá frio
Me chama pra ver aquele filme que ninguém vê
Toma um cafe comigo
Sol é o nosso abrigo
Me chama pra ser quem eu tiver que ser
''Vilão''
Certa vez um grande advogado me disse: ‘Olha, se você for participar de um filme grande, e isso pode acontecer, seja o vilão – porque automaticamente você será o coprotagonista, e as pessoas sempre lembram do herói e do vilão.
"Tente... e se porventura não der certo,
aprenda a fazer um filme bonito disso.
Os poemas inspirados, escreva num livro.
Observe o entrelaçar dos galhos
em um pleno outono.
E sinta o balançar da rede,
a embalar os seus sonhos..."
