đđ» acc6.top đđ» Letstalk chuyá»n quyá»n sá» hữu tĂ i khoáșŁn
â â Proteja seu mundo particular, sĂł aceite influĂȘncia de pessoas que jĂĄ estĂŁo tendo sucesso na direção que vocĂȘ estĂĄ indo.
â os cĂŁes sĂł pensam no futuro com seu segundo cĂ©rebro, na hora da boia.
o universo deixou traços, pode ser destino algumas pessoas descobrirem coisas fantĂĄsticas, hora vejam, como se eles mesmos jĂĄ tivessem passado por aquilo e se identificarem com a ciĂȘncia dos fatos.
Perguntei ao tempo
Se ele te conhecia
Me respondeu com lamento
Que de ti, sĂł a alegria.
EntĂŁo voltei a perguntar
Se alegria era constante
Ele soube me declamar
Que és irradiante.
Voltei a perguntar
Qual era teu brilho
Ele me pĂŽs a andar
Pra nĂŁo me meter em sarilho.
EntĂŁo com ele insisti
Para saber de onde eras
Ele falou-me de ti
E que nĂŁo me esperas.
EntĂŁo insisti em saber
Onde te podia encontrar
Me disse para nĂŁo esquecer
Que te tinha prometido Amar.
EntĂŁo eu lhe disse
Que podia confiar
Que nĂŁo haveria chatice
Que eu me ia declarar.
EntĂŁo o vento me disse
Que queria escutar o eco
Para nĂŁo armar chatice
E nĂŁo me armar em badameco.
Este vento Ă© inteligente
Porque me soube ouvir
JĂĄ sei que Ă© interessante
Porque te fez sorrir.
Teu sorriso de alegria
Eu entendi a razĂŁo
Porque de mim sairia
As palavras do coração.
â NĂŁo Ă© uma palavra a mais, oca, mitificante. Ă prĂĄxis, que implica a ação e a reflexĂŁo dos homens sobre o mundo para transformĂĄ-lo.
â O verdadeiro amigo nĂŁo vai concordar com vocĂȘ sĂł para te fazer feliz. Se qualquer coisa estiver errada, ele vai te dizer o que precisa ser dito, e nĂŁo se importarĂĄ se vocĂȘ quer ouvi-lo ou nĂŁo. Â
â Oi olha eu quero dizer que eu nĂŁo tenho nada entre nos que esteja incomodando muitooo sĂł coisa bobas mesmo , quero me desculpar por ser assim , quero me desculpar por nĂŁo fazer o mĂnimo , eu tenho tantos problemas fora do nosso relacionamento claro , que um dia quero falar deles pra vc , quero me desculpar por ficar estranha do nada
Desculpa por nĂŁo ser suficiente; por fazer tudo errado, por tĂŁo idiota como eu sou. Eu sou assim, toda errada, toda cheia de defeitos. Me desculpa por todas as vezes que nĂŁo pude estar do seu lado, que nĂŁo te ajudei quando vocĂȘ precisou, me desculpe por errar tanto assim com vocĂȘ; com nĂłs. Eu tento de todas as formas ser a pessoa que vocĂȘ tanto sonhou, a que mais te faz sorrir, que estĂĄ do seu lado sempre, mas tambĂ©m dĂłi em mim nĂŁo ser assim. Porque dĂłi ter esse vazio aqui, sem ter vocĂȘ pra preencher, sem ter nada, sem sentido, sem vontade de viver te perder e o peso na consciĂȘncia de nĂŁo ser âdesse jeitoâ. De nĂŁo poder te abraçar toda noite e dizer o que eu sinto de verdade, de nĂŁo poder te beijar, de nĂŁo poder te tocar. Desculpa amor⊠por te amar tanto e depender tanto de ti, desculpa esse meu jeito idiota de ser, de garota mimada e boba. Mas saiba antes de tudo que eu nĂŁo desisti da gente , nem pretendo
â Pessoas sĂŁo como flores, e flores precisam de sol para florescer. Assim como as flores, pessoas sĂł florescem onde hĂĄ o sol da vida, onde hĂĄ respeito, tolerĂąncia, compreensĂŁo, confiança e amor. Fora desse ambiente definham aos poucos como as flores longe do sol.Â
â Tem coisas na vida que te fazem chorar sĂł por saber que elas existem e essas coisas podem se tornar as mesmas que te fazem chorar por saber que se foram
â TĂŽ no corre, olhando a diante, sempre alegre sou amante da vida parceiro, felicidade nĂŁo Ă© sĂł dinheiro.
â Andei lĂ©guasÂ
Buscando sonhos que sonhei sĂłÂ
Me perdi pelo caminho
NĂŁo lamento o que busquei
Buscaria mil vezes
NĂŁo fosse o desalentoÂ
Andarilha,Â
caminharia outras mil léguas
SĂł para ter comigo a realidade.
â MĂŁos dadas com a irmĂŁzinha do meio
dedinhos entrelaçados em esteio
a trança só o sono desfazia
as mĂŁozinhas caiam das redes
pingentes do amor ingente
As mesmas mĂŁozinhas em haicai
que queimavam o carvĂŁo para o jantar
as mesmas a lerem os gibis clandestinos
censurados pelo zelo do pai
As mesmas mĂŁozinhas que brincavam
de pedra
cedro esmero nos trabalhos da escola
nas declamaçÔes
emérita inspiração. herança da mãe
MĂŁozinhas de fala e sentir
decifram a mĂmica do amor
a viagem da trança de mãos
a aniagem de linho
o ninho que nos trouxe até hoje
â O mundo estĂĄ acabando,Â
mas isso nĂŁo Ă© nenhuma novidade,
Ă© sĂł olhar para que o homem fez no passado e faz na atualidade,Â
ele farå essas mortes até quando?
Tanta coisa errada,
tantas teorias da conspiração criadas,
o mundo estĂĄ assim,
perto do fim.
AĂ vem o carbono,
o gĂĄs que o ativista se decepciona,
o inverno nĂŁo Ă© o mesmo com esse aquecimento,Â
Ă© tudo um tormento!
A desigualdade Ă© uma mazela social,
que para resolver requer uns olhares especiais.
Temos que cuidar da nossa bolinha de gude,
antes que ela mude.
â IdentidadeÂ
Eu sĂł tenho vinte minutos,
para finalmente escrever quem sou eu,
serĂĄ que escrever Ă© o meu medĂocre apogeu?
SerĂĄ isso, o nada, meu valor absoluto?
Como fui me meter nisso?
como pude ser comigo omisso,
Ăs vezes gera uma enorme confusĂŁo,Â
que necessitam de atenção.
Como Ă© que o ser humano escolhe "ser"?
Ă sĂł questĂŁo de crer?
Eu estava com a rima na ponta da lĂngua, mas jĂĄ a esqueci,
e no final, eu emudeci,
não hå condição,
"ser" Ă© uma confusĂŁo.
O tempo estĂĄ passando,
e ainda nĂŁo defini quem sou!
Eu sĂł tenho quinze minutos,Â
para escrever quem sou eu.
Afinal, quem sou eu?
Eu vou ter um apogeu?
Faltam-se quantos minutos?
Como faz para definir meu valor absoluto?
                             (como faz para existir?)
Serå normal sentir esse imenso tédio?
Tem remédio?
Ainda nĂŁo sei quem sou,
nem defini quem sou.
EstĂĄ tudo no mesmo lugar desde quando?
Assim Ă© desde o inĂcio das temporadas?
O relĂłgio volta a espernear os dez Ășltimos minutos
Isso sĂŁo mesmo minutos?
Acho que Ă© o lirismo,
e talvez um pouco de sedentarismo.Â
Como posso descrever quem sou?
NĂŁo devo ter esse dom,
olhe para isso, nem escrevendo sou bom!
Volto-me a questionar-me;
quem sou eu, quem fui eu, quem um dia serei-me?
O relĂłgio volta a bater,
agora, o que eu tenho a perder?
faltam-se cinco minutos,
essa pressĂŁo me tira o poder
       (deixa eu tentar dizer o que penso dessa vida, enxuta)
Acho que jĂĄ sei quem sou eu,
o relĂłgio toca e parece que o tempo passou,
mas nĂŁo posso escrever, o tempo jĂĄ se excedeu,
serĂĄ que nĂłs prĂłximos vinte minutos posso escrever quem sou?
â Eu nĂŁo quero ser o pĂŁo integral do seu cafĂ© da manhĂŁ que vocĂȘ escolhe
sĂł porque faz bem para a saĂșde.
Eu quero ser aquele
DONUT, recheado de chocolate que vocĂȘ come com vontade, adora e se lambuza.
â â A poesia Ă© sempre oportuna. Chega de mansinho ou derrubando muralhas. Pouco importa. SĂł por decifrar o mundo Ă sua maneira, jĂĄ tornou-se oportunidade.
