Verdadeira sabedoria
As mulheres são todas iguais. Sim, hoje a máxima é verdadeira e o velho pensamento "todos os homens são iguais" as equivalem. Veja as festas hodiernamente as mulheres se prostituem tanto quanto (ou mais) que os homens, elas bebem na mesma medida (ou mais), elas não confiam, não se entregam, não arriscam tanto quanto os homens (ou mais). As mulheres aos poucos vão se perdendo nessa evolução tosca de ser "topzinhas", maquiagens que as tornam vulgares, modas ridículas, comportamentos cabais, gírias esdruxulas, acúmulos de ex-namorados e aos poucos quem ainda mantinha as esperanças por um amor se perde nos livros, no campo, na natureza, nos animais, pois nas pessoas está decepcionante confiar. Essa geração de "papa babão", pois é isso que elas procuram hoje, saem das festas com os "caras", os "topzões" babando, mas eles são o que elas procuram. " - Saí com ele porque estava bêbada, caso jamais sairia!" (Quem nunca?) Você já notou o quanto você é linda, incrível, mas nenhum cara bom mesmo, daqueles para casar, aproximam-se de você? Pois é, esses caras olham com quem você andou, com quem namorou, com quem se envolve e isso a torna só mais uma. Pois hoje uma feia nos padrões das "topzinhas" é a mais linda nos padrões de quem quer amar. No entanto, assim como há exceções para os homens há para as mulheres e são por essas poucas pessoas excepcionais que ainda resiste no fundo dos corações um lugar reservado para o amor.
A verdadeira essência está no coração daqueles que aprenderam que mudar faz parte da vida, mas que nem o tempo mais distante é capaz de destruir nossas bases.
A fé verdadeira em Cristo é a confiança sem limites de um coração convencido do pecado e que tem a Cristo como seu todo suficiente salvador; é a combinação da cabeça, da consciência, do coração e da vontade humana. Essa confiança é geralmente tão fraca que aquele que a tem, não é convencido disso. Ainda assim, como a vida na criança recém-nascida, sua crença pode ser real, genuína, redentora e verdadeira. Esse momento em que a consciência se convence do pecado, a cabeça olha para Cristo como o único que pode salvá-la e o coração e a vontade seguram a mão que Cristo conserva, é o momento em que há uma fé salvífica. Nesse momento, o homem crê.
A poesia que surge da miséria existente é a mais verdadeira poesia da humanidade. Ela por sua vez, surge dos sem-teto e dos covardes. Ela nasce na raiz podre de todos, das profundezas do submundo. Nasce na solidão errônea dos desesperados, da infelicidade dos retardados, na alegria falsificada de uma moça bonita,nas ruas sem término e nos papéis rabiscados. A poesia é tudo que não se quer ver.
Arranquei a máscara para te mostrar minha verdadeira face, mais preferiu não acreditar no rosto que sempre ocultei.
INJUSTO É PAGAR POR UMA COISA INVERíDICA CONTADA COMO VERDADEIRA POR PESSOAS QUE SÃO APENAS FARSANTES EM BUSCA DO INSUCESSO ALHEIO PARA MINIMIZAR SUA VIDA SEM STATUS.
Em uma canção verdadeira reflet o que somos ou o que pensamos ser. Um passaro pode voar por cima de ti mas nunca deixe que ela crie ninho na sua cabeça.(^_^)
Amigos de verdade?
Amigos de verdade sei que tenho,
Acredito na amizade verdadeira,
Mais no momento ela me falta!
Sinto saudade do que acontecia...
Conversas paralelas, discussões repentinas,
Gargalhadas gostosas, abraços apertados,
Risos sem graça, choros desesperados...
Ah, meus amigos...
Dizíamos frases feitas, mais no fundo eram mais que verdade...
Um simples: ”EU TE AMO” se tornava uma grande declaração...
Em momentos de desespero era deles, só deles o meu tempo...
Não tínhamos medo da má interpretação dos outros.
Para nós o que importa é o que sentíamos uns pelos outros...
Saudades de todos os olhares perdidos,
Porem encontrados por amigos de verdade.
Sei que com o tempo ficaremos perdidos entre si.
Quando nossos filhos perguntarem:
-Quem são essas pessoas?
Com muita saudade, porém orgulho, responderei:
-São meus velhos amigos!”
Com o tempo o contato será mais difícil
Porém em pensamentos estaremos sempre perto!
A admirável responsabilidade social das pessoas anônimas faz a verdadeira, generosa e vital importância na vida dos abandonados, desassistidos e desprotegidos desabrigados.
Apenas quando aceitei, sem contestações e por simples clarividências, que a verdadeira fé nasce do firmamento convicto naquilo que não se vê, compreendi, sem resíduo de descrença, que existe e existirá sempre uma força infinitamente maior e mais sábia que os ensaios de meus desejos. E mesmo revoltoso com fatos inesperados que subtraírem alguns dos meus melhores sonhos, não corromperei minha moral ou trapacearei meus próprios princípios. Porque descobri, também, que as circunstâncias adversas não funcionarão como justificativas íntegras para remodelar a solidez do meu caráter.
Cedo ou tarde, entendi que estar sem dinheiro não me eximia em nada de ser bondoso. Muitas vezes, os maiores gestos de caridade não me custavam mais do que a mísera migalha de saber partilhar da minha própria alegria.
Aprendi um dia que amar alguém com toda minha força não significava lançar sobre ela o estorvo de preencher as lacunas das minhas exigências, pois reconheci que, por maior esforço feito, nem sempre corresponderia às rigorosas expectativas alheias.
Compreendi, ainda, que ser livre não me credenciava como dono único da minha própria vida. Afinal, existem e existirão sempre pessoas ansiadas pelos meus regressos.
Mas, somente quando detive o dom de enxergar através das lentes de limitação dos humanos incrédulos, aceitei inteiramente essa plenitude divina que chamamos Deus. Obrigado Pai, pelo milagre mágico da vida, pela glória de me fazer um eterno aprendiz e, principalmente, pelo “toque torto” em ter-me feito tão DDA assim.
Agradeço a intercessão de Nossa Senhora, revigorando-me nas apatias das derrotas e erguendo-me nas vezes em que pensei covardemente desistir. Às inexplicáveis forças ocultas que surgem fantasiadas de pura intuição e me fazem mudar de ideia do nada. Agradeço, também, aos espíritos de luz que me conduzem pelos caminhos mais claros, e aos anjos guias, que me fazem sempre encontrar uma saída, quando a teimosia insiste em debandar-me pelos traiçoeiros atalhos tortos.
(Trecho dos Agradecimentos do Livro de Marcus Deminco, Eu e meu Amigo DDA).
