đđ» acc6.top đđ» Letstalk chuyá»n quyá»n sá» hữu tĂ i khoáșŁn
O dia se foi
e a noite
virou
breu...
nem a lua
nem estrelas
nem pirilampos
sĂł vocĂȘ
e eu...
mel - ((*_*))
SĂł eu sei como Ă© difĂcil escutar esse languido suspiro, esse bater de lĂngua no cĂ©u da boca entremeados de assovios suaves, enquanto cantarolas cinicamente, fingindo nĂŁo estar nem aĂ.
se Deus Ă© tudo,
e nada Ă© algo
logo, para Deus ser tudo
Ele deve nĂŁo ser nada
e assim Ele sĂł existirĂĄ
quando deixar de existir
Sonhos
Sonho em teus braços novamente poder estar
Senti-los a me amparar
SĂł quero ser eu mesma
SĂł por um pouquinho, meu amor!
Seja paciente, me deixe chorar.
SĂŁo lĂĄgrimas de felicidades
SĂŁo por tanto te amar.
Enide Santos 05/03/14
E nao da nada nao...
sei la, sou teimosa assim mesmo..
pego o celular so pra ouvir tua voz..
mesmo a cabeca dizendo nao..
meu coracao insiste no sim..
e meu sorriso ainda e bobo..
o motivo ainda e vc...
e mesmo vc tao distante..
nao consigo te esquecer..
E pra vc que adora brincar de amor..
so um aviso:
a vida nao e uma crianca.. ela nao brinca..
cuidado com o que planta..
pra nao colher as consequencias...
Os dias sĂŁo sempre belos, sĂł libertar os olhos para os aspectos; espertos andam sempre lentos e em certos momentos
abrem os seus velcros.
Queria ser exato e chegar a aquilo que Ă© sĂł meu, e nĂŁo correr perdido feito um cigano, atrĂĄs daquilo que jamais me pertenceu - 06/03/2014
Ao clandestino.
Eu sĂł queria te dizer que me arrependo por ser o que vocĂȘ nunca cogitou apreciar. Que eu me engasgo toda vez que te vejo sem rumo por aĂ. Que quero o mesmo rumo, mesmo nĂŁo entendendo por quais caminhos tu pretende demarcar os teus passos. Escrevo-te por nĂŁo saber exatamente o que fazer com esse amontoado de palavras que me despem num olhar feroz. Escrevo por vergonha ilĂcita de tragar saudade ao invĂ©s de amnĂ©sia. Beber doses de culpa, como se o gosto forte do ĂĄlcool contracenasse com a tua saliva em uma luta brutal de engano e dĂvida e mesmo assim eu perdesse pra lembrança. Eu precisei esconder a tremura nas mĂŁos, a pupila dilatada e qualquer outro sinal de fraqueza na tua Ășltima visita. Precisei costurar o meu todo em retalhos para que a minha estrutura nĂŁo se rompesse. Fiz um trato com o acaso e alterei o tom do meu gargalhar. Abracei o travesseiro demoradamente como se aquele perfume me confortasse. Faz assim Ăł, fica parado enquanto eu passo as pontas dos dedos pelo contorno do teu nariz. Deixa eu rir daquela cicatriz no queixo, morder a ponta da tua orelha. SĂł fica. Fica quieto, nĂŁo diz nada, eu nĂŁo preciso. SĂł nĂŁo negue um abraço a quem sente falta de se acomodar nos teus braços. NĂŁo sorria, eu nem prezo por vocĂȘ. Apenas finjo gostar enquanto te desejo. Apenas digo que gosto para nĂŁo dizer que te amo. E foi assim. Meio sem sentido, meio torto. Eu vi numa aresta daquele sorriso algo que eu sempre quis, mas nunca pensei que pudesse existir. Eu vi num tom de pele mil tirinhas de diamantes e vibrei com a ganĂąncia e o brilho ilusĂłrio. Foi como olhar um dia nublado pela primeira vez. Conseguia sentir o cheiro de terra molhada como o aroma daqueles dias de chuva. Encontrava-me nas tempestades dos teus beijos e me adaptava nelas como se aqueles moinhos de ventania fossem feitos especialmente para mim. Assim como o perfume doce. Ao clandestino dos meus pecados, dos meus sonhos sem previsĂ”es. Ă como sorrir para o cĂ©u por te ver nele todas as manhĂŁs. Ă negar, negar, negar. Ă descobrir que atĂ© as palavras usam a distração como rota de fuga. Ă descobrir que alĂ©m do meu ontem, vocĂȘ tambĂ©m Ă© a minha distração. Ă reconhecer dentre os esquecimentos que eu quero te colar nos meus amanhĂŁs. Sim, moreno. Nas manhĂŁs preguiçosas, estirados no sofĂĄ da sala, num domingo qualquer. Agora nem isso posso ter. Desculpa nĂŁo conseguir empilhar nossos instantes numa prateleira qualquer. Desculpa esse dĂ©gradĂ© de saudade, redemoinhos de ilusĂ”es que me alimentam e te distanciam. Eu sentia tua respiração distante, equilibrando-me na corda bamba que nos prendia, mesmo que nada te prendesse a mim agora. Desculpa nĂŁo ter sido eu a pessoa que desabotoou o teu melhor sorriso.
E eu ainda te dedico os meus versos mais sinceros.
Ao clandestino.
SĂł sei que vocĂȘ Ă© meu, SĂ MEU, mesmo que seja em meus sonhos ou em meus solitĂĄrios pensamentos que sofrem uma constante abstinĂȘncia de vocĂȘ.
vocĂȘ e como um filme mudo sĂł de se ver jĂĄ me desperta emoção...vocĂȘ me conserta do estrago que o mundo me fez com apenas um ato, ele me despedaça e vocĂȘ me uni, nosso crime merece prisĂŁo perpĂ©tua pelo tempo e pena de morte pelo destino...Mas saiba que perecerei sorrindo.
(...) NĂŁo foi um beijo como os outros, nesse, eu senti amor de verdade. Mesmo que sĂł estivesse me amando naquele momento.
Ă sĂł a realidade
As lĂĄgrimas caem
Novamente.
Nada me distrai,
Do que tenho em mente.
As mentiras
Persistem em continuar.
Nada se aspira
Se a verdade nĂŁo encontrar.
O Castelo desmorona
E fingem que nĂŁo hĂĄ nada.
A superfĂcie nĂŁo Ă© plana.
Me deixaram sozinha na estrada.
Com um beijo,
Poderia melhorar.
Ao encontrar de nossos queixos,
Eu poderia escapar.
Acorde menina!
Enfrente a realidade.
Ao virar naquela esquina
HĂĄ todo tipo de crueldade.
As lĂĄgrimas
As lĂĄgrimas molhadas secaram.
NĂŁo sĂł secaram,
Como levaram toda a mĂĄgoa.
A cada gota
Tudo se purifica.
As lĂĄgrimas lavaram.
E deixaram o que Ă© bom,
Levaram o meu mal.
E finalmente enxerguei a luz.
As lĂĄgrimas curaram,
As feridas de dentro min.
Cicatrizes ainda ficaram.
Porém, não mais sinto dor.
As lĂĄgrimas foram
E me deixaram com amor.
As lĂĄgrimas me deixaram,
Me deixaram feliz.
