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Carnaval aqui no Brasil é igual ao nosso Futebol nós não inventamos, mas soubemos reinventar. Só quem jå viveu nos blocos "Toca Raul" "Orquestra voadora" "Mulheres de Chico" "céu na terra" e os mais de 50 blocos que ocupam o Rio de Janeiro, sabem o que eu estou dizendo. Tem nudez, tem pornografia, mas simpatia é quase amor e o rio nesses 4 dias nunca amou tanto seus convidados.
Tem gente que acha que Ă© que Ă© a festa da carne como assim foi criada, mas eu acho que a festa da alma.
As fantasias, as musicas isso tudo faz nossa alma sambar na cara da alegria, pois Ă© mais que isso Ă© o Brasil no seu concentra mas nĂŁo sai e eu gosto disso
que pelo menos uns dias do ano sejam mĂĄgicos, crus, sejam carne e alma.
O que somos ninguém pode ser, singulares,as vezes pares, que se encontram em suas ilusÔes.
O que somos, traduzimos inteiros, armaduras, canduras, vulcÔes, trovÔes ou mera neblina passageira.
As pessoas empurram nossos sonhos beira a um penhasco, mas pouco sabem elas que isso sĂł vai fazer com que o sonho crie asas e aprenda a voar
A felicidade... A felicidade Ă© sĂł uma nuvenzinha que vai passando e a gente nunca consegue tocar. Ăs vezes ela se transforma em coelho, pĂĄssaro, elefante e deixa respingar gotas de amor sobre o nosso desĂąnimo, nos fazendo acreditar que qualquer coisa boa pode nos acompanhar para sempre. E em seguida, nos fazendo morrer de saudade do tempo em que acreditĂĄvamos que os balĂ”es eram a saĂda.
Vou te contar uma coisa sobre o medo: Ele sĂł te paralisa se vocĂȘ deixar. NinguĂ©m foge apavorado sem querer.
NĂŁo dĂĄ pra evitar o medo, mas dĂĄ pra firmar a tua fĂ© em Jesus de tal forma, que vocĂȘ diga: âQuer saber de um negĂłcio? TĂŽ apavorada. Mas vou fazer o que tenho que fazer, apavorada mesmo.â
O medo Ă© um leĂŁo sem dentes, que sĂł ruge e perdeu as forças pra correr. AĂ, sĂł machuca quem desiste de correr dele.
O medo pode deixar tuas pernas tremendo, mas nunca poderå impedi-las de caminhar. Pode deixar tua boca seca, mas não pode fechå-la. Pode fazer teu coração disparar, mas nunca poderå impedi-lo de bater.
Enfrentar o medo ou deixar ele te derrubar? VocĂȘ escolhe.
Anestesiado⊠Digo isso porque ainda não senti. Nada. Talvez venha depois, sei lå. Só sei que não veio. Dessa vez tÎ preferindo não ouvir sobre. TÎ me guardando. Me cuidando. Não permitindo que eu mesma me machuque dessa vez. Quando algo me faz lembrar, até chego a ficar saudosa, mas não me faz ter vontade de querer novamente, não me traz aquele desejo que eu tinha.
âSe for pra ser, serĂĄ. Caso contrĂĄrio, vocĂȘ segue a vida sem olhar para trĂĄs, para os lados. SĂł seguindo em frente.â
acabei de criar serĂĄ que alguem vai ler ?
Um amor
U Amor Pra mim foi o seu pena que só vim te amar agora quando o seu coração me esqueceu, o amor que eu tinha e não valorizei hoje eu sinto remoço por que não te amei um dia eu tive perto de me um amor sem medidas, sem fronteiras, um amor de verdade, sem dificuldades, hoje eu sinto o amor que vivi alimentado de lembranças e medo mais sei que fui eu incapaz de dar sua felicidade quem então encontrou em outra pessoa , eu fui o maior erro da sua vida mas eu juro que te amo
Por Bello Garcia
Ainda sorrio ouvindo seu sorriso, mas Ă© uma pena que na verdade ele sĂł esteja numa memĂłria. Uma memĂłria que provavelmente nunca vou esquecer, pois Ă© nela que eu ainda deposito e fortaleço minhas forças, mesmo que a realidade seja outra. Sou boba eu sei, talvez iludida seria a palavra certa, mas eu nĂŁo escolhi, pelo contrĂĄrio, vocĂȘ nĂŁo me deu chance alguma de escolher, e sim de viver, arriscar tudo por um motivo. E foi bom, eu diria que pela primeira vez consegui sentir algo que nunca imaginaria que pudesse existir. Apesar dos pesares, Ă© vocĂȘ ainda que ocupa todos os espaços da minha mente, corpo e principalmente do coração.
âSĂł acho que as pessoas deveriam se preocupar mais com as coisas de dentro. O que tĂĄ fora, meu amigo, Ă© completamente perecĂvel.â
FUTEIS,INDIVIDUALISTAS E CEGAS; SĂO NA MAIORIA DAS VEZES, PESSOAS QUE SĂ SE IMPORTAM COM SEU UMBIGO,ACHAM QUE SOMOS A ĂNICA ESPECIE EXISTENTE NO UNIVERSO, DIZEM QUE TEMOS DE SER FELIZES A TODO CUSTO PORQUE SOMOS SERES ILUMINADOS,ESPECIAIS E POR ISSO SOMOS MAIS QUE TUDO, ACORDEM SOMOS COMO GRAĂS DE POEIRA QUE HABITA A SUPERFICIE TERRESTRE, CULTUAM NA MAIOR PARTE DO SEU TEMPO SITUAĂĂES INUTEIS QUE NĂO ACRESCENTAM NADA E ACHAM QUE SEU CORPO Ă A SOLUĂĂO DE TODOS SEUS PROBLEMAS.
O perĂodo sempre Ă© propĂcio para questĂ”es afetivas de forma geral,Ă© sĂł se propor a fazer seus ajustes,nĂŁo se intimide,sempre podemos começar!
Podem surgir novos interesses sempre que despertar para a tal "renovação",
Procure e acharĂĄs!
Filmes de terror que falam sobre fantasmas sĂł podem variar entre duas possibilidades: os incrivelmente assustadores e os incrivelmente trashs. Ou se executa bem a produção a ponto de fazer o espectador sentir calafrios e nĂŁo conseguir dormir durante a noite, ou o fracasso da trama Ă© assumido e o pĂșblico possui livre-arbĂtrio para gargalhar durante cada uma das cenas mais horrendas (de mal feitas). E os tĂ©rminos, os tocos, os pedidos de tempo e afins dos nossos relacionamentos nĂŁo sĂŁo muito diferentes dos filmes de terror.
Aquele âtalvez ainda dĂȘ certo, talvez eu tenha que me esforçar mais ainda, talvez amanhĂŁ a gente acorde diferente, talvez eu ame um pouco mais algum dia, talvez eu nĂŁo queira me desprender depois de tanto tempo, talvezâŠâ Ă© o que faz com que a maioria conserve um fantasma que tambĂ©m transita entre as duas categorias de terror. Relacionamentos que começam impulsionados num talvez seguem assustadoramente cĂŽmodos e sĂŁo tramas sem pĂ© nem cabeça que acaba se tornando trash pra quem as vive. Os tĂ©rminos e tocos que sĂŁo evitados com a perspectiva do talvez se orientam pelo medo de viver numa casa abandonada ou pela comodidade que o sofĂĄ da sala de cinema a dois inspira. Mal sabem eles que sĂł conversam um fantasma de um sentimento e de um relacionamento mal resolvidos.
Ă mais original e indolor dizer o famoso ânĂŁoâ de uma vez â e daĂ vocĂȘ evita que comprem bilhetes para assistir Ă quele filme ruim que ganhou sĂł duas estrelas da crĂtica especializada. Ă mais terrĂvel e dolorosamente assustador assumir que acabou. Porque, se alguĂ©m assume, a sensação Ă© como se um tiro Ă queima roupa fosse desferido de uma vez sĂł bem no meio do cĂ©rebro. As conexĂ”es sĂŁo desligadas e cada parte dos fios que ligavam a sua cabeça ao sentimento pela tal pessoa que estĂĄ bem na sua frente vai sendo rompida. O coração dĂĄ aquela alternada entre on e off e esboça aqueles Ășltimos espasmos antes de falhar de vez. VoilĂĄ! Morte e sangue fresco nas telas e a plateia chega ao delĂrio. Tudo bem. NĂŁo precisamos ser tĂŁo dramĂĄticos assim. Mas o final do filme Ă© claro: vocĂȘ vai se sentir um monstro de primeira classe e achar que o seu ouvinte Ă© uma daquelas clĂĄssicas vĂtimas que nĂŁo mereciam isso. E vice-versa.
O que nenhuma das partes parece entender claramente Ă© que sentimentos zumbis sĂł existem no plano de ação. DeixĂĄ-los semi-mortos Ă© uma bobagem. VocĂȘ ainda beija, vocĂȘ ainda liga algumas vezes por dia, vocĂȘ ainda anda de mĂŁos dadas, mas ele jĂĄ morreu faz tempo. Pelo menos pra um de vocĂȘs. Ou, como Ă© no inĂcio de uma relação: vocĂȘ nĂŁo sente nada, mas a outra pessoa te adora, faz de tudo por vocĂȘ, Ă© bacana e vocĂȘ nĂŁo quer ficar sozinho. âTalvez dĂȘ certoâ e o eco do talvez se projeta pelo resto da relação. A sinceridade e a reflexĂŁo sobre o tĂ©rmino ou sobre a falta de vontade de levar a frente uma relação com alguĂ©m Ă© aquele tiro na cabeça que enterra de vez o zumbi. SĂł que ninguĂ©m quer sujar as mĂŁos com sangue e prefere passar a vida fugindo da visĂŁo de um relacionamento jĂĄ massacrado. E daĂ, vocĂȘ tem duas opçÔes: ou trancar todas as portas para conseguir dormir durante a noite, ou começar a rir da sua prĂłpria trama de horror. E, se vocĂȘ nĂŁo Ă© fĂŁ de filmes do gĂȘnero, Ă© melhor tomar cuidado: talvez vocĂȘ esteja preso a um fantasma e ainda nĂŁo percebeu. Talvez.
"O Bullying nĂŁo Ă© uma responsabilidade sĂł da escola, mas de toda a sociedade. Conta a escola com o apoio e a participação da famĂlia. Afinal a escola nada mais Ă© do que o reflexo da sociedade. Ela Ă© o laboratĂłrio da vida e muitas vezes tambĂ©m sofre inĂșmeras situaçÔes degradantes advindas do meio social".
