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Nunca permita que seus sonhos sejam inalcançåveis, isso só te deixarå mais distante deles.
Se manifeste !!
A nossa bondade transforma-nos em um povo burro com bilhete de passagem sĂł de ida, sem dia nem hora de voltar!
Precisamos parar de pensar só em nós e começarmos a pensar mais nos nossos filhos, pois cada um deles é a continuidade dos nossos sonhos!
Perca de tempo este blog aqui, nĂŁo sei quem me add nesta babaquice, sĂł postagens infanto juvenil, e retrocesso, falando de futebol e da vida alheia, nem vou perder meu tempo, tĂŽ saindo, eu lendo Nietzsche , Goethe, Kant, Schopenhauer, Maquiavel, Hegel,PlatĂŁo, zoroastro, Buddha e Krishna e nego me convida pra isto aqui, coisa de gado nĂŁo evoluĂdo !!!! A vĂĄ dar dĂzimo pra pastor e beber ĂĄlcool ou fumar cigarro gado, ainda bem que falo alemĂŁo, pois segundo o filĂłsofo sĂł Ă© possĂvel filosofar em alemĂŁo, portuguĂȘs e pra falar de futebol!!!
Ăfrica sĂł vai mudar quando todo o Africano sobrenomear Ăfrica como apelido, assim quem sabe nos levantemos contra todo mal que nos rodeia.
Uma vez perguntaram-me se eu era um homem revoltado? eu disse que nĂŁo , sĂł nĂŁo era parvo capaz de fingir que esqueci-me daqueles que um dia viraram-me as costas quando mais precisei.
Muito tempo se passou mas ainda lembro como se fosse ontem
Eu era só mais uma criança sem saber pra onde ir
Respirava todos os dias com o corpo cheios de cicatriz
Diziam que eu era culpado por todos ser infeliz
Minha alma traz uma fardo que eu nunca quis
Minha mĂŁe me olhava me chamava de bastardo
Por toda minha familia eu era rejeitado
Eu era fruto de um monstro, um menino renegado
Mais uma vez eu chorava em quanto era maltratado
Diziam que quando eu crescer, seria descontrolado
Ia ser igual meu genitor, um cara desalmado
Era melhor da fim do que fingir dar amor
SĂł deus sabe o que faz, sua vida nĂŁo acabou
Ninguém me via fazer nada
Mas eu era julgado
Aquele fruto ruim
Um ser excomungado
Eu sĂł queria paz,um pouco afeto
Te amo menino, fica esperto
Mas a minha vida nĂŁo foi feita assim
SĂł sofrimento e um pouco dor sem fim
Eu me perguntava quando isso ia acabar
Diziam pra acreditar no senhor que ira me salvar
Eu esperei esse dia chegar, mas era sĂł palavras
Nada ia mudar
Quem viu, quem sabe, meu, seu, eu, ninguém disse como esse menino sofreu
Em meu crescimento nĂŁo existia mais vontade
Essa realidade era um desastre
A famĂlia abandonou
SĂł criava porque deus mandou
Mas eu nĂŁo queria ser criado
Só queria atenção, só um pouco de amor
E nesse momento que algo me encontrou
As portas da drogas que me consolou
NĂŁo importava o quanto meus pais gritavam
Acendia um que tudo passava
Minhas notas nĂŁo era as melhores
Um rĂĄpido puxĂŁo com o nariz
Que tudo se resolve
Eu tinha outra solução que se chamava revolver
Mas eu dizia que era ultima opção
Mas todos os dias pensava como a unica solução
Ninguém me queria, eu só existia
A droga era minha vida, e eu Ă consumia
Os dias era horrĂveis nĂŁo tinha alegria
Meu pai chegava bĂȘbado e depois me batia
Minha mãe gritava dizia que desgraça
Também apanhava em quanto chorava
Ninguém sabia o que essa casa passava
Ninguém era feliz, ninguém se amava
E tudo isso a mĂŁe olhava pro menino
Aquele que causou tudo
O monstro escondido
Eu estava crescendo e começei a entender
Criar meus prĂłprios pensamentos
Eu queria viver
Mas esse tormento nĂŁo tinha como acabar
Era um fardo que eu tinha que carregar
Olhava pra de baixo da cama, um revolver uma solução
Acaba com os problemas, sentia que era à opção
NĂŁo tinha mais luta nem mais cicatriz
O culpado dos tormento agora ira partir
Eu nĂŁo o culpava os pais por ser assim
Eu gostava deles independe do que fez pra mim
Mas se pra dor acabar alguém tem que sair
Que seja eu pelo bem de todos aqui
E nos dias de loucura
Eu fiquei bem locĂŁo
Olhei pro meus pais, olhei pra minha mĂŁo
Na direita em frente o espelho tava a solução
Sabia que era pra covarde, mas tem que coragem pra nĂŁo soltar a mĂŁo
Eu jĂĄ entendia porque eu vivia assim
Também a causa da dor, e de eu ser infeliz
Eu nĂŁo pedi pra nascer, nĂŁo pedir pra ser assim
Eu sou diferente, eu quero o melhor pra mim
Peguei o revolver coloquei na minha cabeça
Contei atĂ© trĂȘs em frente o espelho e disse desapareça
Mas do nada eu nĂŁo sabia o que fazer
Pensei nessas merda, pensei, que agora eu iria morrer
Larguei a solução e fui enfrenta o problema de cara
Depois de horas descutindo
Peguei a mochila arrumei minha mala
Pensei que eles ia me parar
Ia me abraçar e dizer filho venha cå
Mas isso era sĂł o que eu queria
Isso Ă© realidade nĂŁo fantasia
Seguir na estrada em quanto eu cantava
NĂŁo escolhi essa vida, mas sĂł essa que restava
Ninguém tem culpa, e todos precisam viver
Procurei um sentindo, comecei a escrever
Espero que um dia as coisas venha melhorar
Que existe outros meios sem ser se matar
Eu não digo pra ninguém o quanto eu sofrir
NĂŁo precisa saber tudo o que vivi
Apenas meu sorriso cheio de cicatriz.
NĂŁo sonho mais.
NĂŁo sei o que fazer ou aonde ir.
NĂŁo tenho aonde ir.
Só tenho lembranças, nada mais.
NĂŁo sou escritor, poeta ou qualquer coisa assim.
NĂŁo sei o que quero ser.
Apenas existo agora.
NĂŁo tenho nada.
NĂŁo tenho dinheiro, sonhos, mulher, famĂlia, rumo
NĂŁo penso em suicĂdio, na realidade eu o condeno.
Aprecio a vida, mas nĂŁo a minha.
NĂŁo sei o que fazer.
Sou só mais um em meio a 7,6 bilhÔes.
Ănica coisa que sinto Ă© saudades de sentir e ter algo relevante.
Fracassado? talvez.
SĂł sei fingir tudo muito bem.
Nossos maiores muros são criados por nossas limitaçÔes ou por nossas cobranças mas eles só podem ser derrubados por nós mesmos.
"O gatilho Ă© um instrumento que sĂł pode ser acionado por um ato consequente ou inconsequente do indivĂduo, se nĂŁo houver o sujeito, torna-se sem efeito".
NĂŁo hĂĄ maldade,orgulho ou malĂcia q nĂŁo caia por terra,HĂĄ de chegar um dia em que sĂł o bem irĂĄ permanecer
e reinar entre todos
"InĂștil dizer que o corpo Ă© o responsĂĄvel pelas imperfeiçÔes morais, ele Ă© sĂł instrumento dos anseios do EspĂrito.
Orienta, pois, teus passos no caminho do bem e, inspirado pelas liçÔes de Jesus, busca a renovação interior, recordando que o corpo atende aos reclamos da alma, da mesma forma que o machado é obedientes aos movimentos do lenhador. "
Tutorial de um ativista intelectual da internet:
ApĂłs perder os argumentos Ă© sĂł utilizar um prefixo + fobia e partir pro vitimismo.
