Luiz Verissimo

Encontrados 4 pensamentos de Luiz Verissimo

A cura para saudade;
O nosso maior capital;
A moeda mais preciosa, que não se pode readquirir
Com ela compramos momentos, oportunidades, experiências, é a única moeda que se pode comprar confiança.
Gastamos sem reembolso, a todo instante;
O único bem que não se limita a condição social, Todos o tem;
Inimigo de alguns, contribuinte de muitos;
Entretanto, paradoxal, quando se perde, ganha-se;
Segundo, minutos, horas, dias, meses, anos;
A vida nos ensina a fazer bom uso do tempo, enquanto o tempo nos ensina o valor da vida.
Gaste com sabedoria sua moeda, lembre-se que o futuro de ontem é hoje, Muitos dizem que o tempo voa, mas se esquecem de dizer que nós somos os pilotos.

Luiz Verissimo
Inserida por Luizteixeira08

Depois das seis

Lá se vai mais um dia
e ao por do sol, o medo aflinge
a noite é minha inimiga.
Dela não me aprazo;
muitos a aproveitam,
e nela escrevem suas histórias;
baladas, bebidas, amores.
Mas na vida, nem tudo são flores.
Ela pra mim tem outro sentido,
as forças não têm subsistido
aos pensamentos que me consomem,
segundos viram horas,
o sono tranforma-se em um pesadelo acordado;
as vezes penso tudo isso ser uma inverdade,
que todas noites tragam consigo,
crises intensas de ansiedade.
Pessoas almejam crescer, trabalhar, construir;
A magnitude do sonhar humano é inefável,
não cansam de idealizar,
mas nem o maior desses desejo é comparável
ao meu anseio pelo sol raiar.

Luiz Verissimo
Inserida por Luizteixeira08

Se o seu maior bem é algo que pode ser tirado de você, significa que você está venerável.

Luiz Verissimo
Inserida por Luizteixeira08

Acostuma

Eu tinha o hábito de utilizar relógio todos os dias, era um objeto e acessório indispensável, se tornou involuntário ficar checando o horário a todo momento. Com o tempo o bendito relógio foi ficando mais fraco e acabando dando a hora imprecisamente, o que me prejudicava para eventuais compromissos. Posteriormente após uma queda, o vidro do relógio se quebrou.
A solução tomada por mim foi acabar aposentando o uso daquele relógio, talvez arruma-lo traria mais dores de cabeça relacionado a um possível mau concerto.
No fim acabei me *acostumando* a andar sem relógio, e aquela indispensabilidade, só passava de um sentimento efêmero.
Muitas vezes na vida temos por hábito certas ações e por companhia certas pessoas, e despercebidamente ficamos dependente, como se para nos sentirmos verdadeiramente completos, necessitaríamos estar com eles, ainda que muitas vezes isso acabe sendo prejudicial a nós e trazendo situações e sentimentos desagradávei. Começamos a pensar que algumas companhias são insubstituíveis, e quer saber? Realmente são. Não haverá outro relojo igual, e nem outras pessoas iguais, mas o importante não é substituí-los, e sim, se familiarizar com suas ausências porque nós por medo muitas vezes negligenciarmos que:
Acostuma

Luiz Verissimo
Inserida por Luizteixeira08
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