đđ» acc6.top đđ» Letstalk chuyá»n quyá»n sá» hữu tĂ i khoáșŁn
SĂ O SEU BEM, MEU BEM.
Escute bem, meu bem, o que eu tenho a lhe dizer,
Que sĂł vocĂȘ meu bem, Ă© quem eu amo pra valer.
NĂŁo hĂĄ em minha vida , outro bem que eu queira ter.
Pois sĂł vocĂȘ meu bem, que hĂĄ de ser meu bem querer.
Meu bem, guarde isto bem, e nunca venha a esquecer,
Que todo bem que eu tenho , Ă© teu bem, tu podes crer.
E sem seu bem, meu bem, eu jĂĄ nĂŁo posso mais viver,
Pois sĂł seu bem, meu bem, Ă© o bem que faz me enaltecer.
Saiba que também, meu bem, que eu só tenho a lhe agradecer,
E que por toda a minha vida, doce bem, por teu bem, vou bendizer,
Que foi teu bem, meu bem, o melhor que em mim pode acontecer.
E assim meu bem, tĂŁo bem, eternamente vamos conviver,
Sempre com este amor ardente, que um ao outro faz fortalecer,
E o nosso bem, meu bem, Ă© o bem que a tudo faz transcender.
NĂŁo desista do seu sonho so porque alguĂ©m ti critica e despreza suas ideias e nĂŁo acredita em nada do que vocĂȘ faz
DĂvidas de Karma
Aos trinta e trĂȘs e sĂł me resta esta cruz pesada
esses olhos cheios de lĂĄgrimas
esse corpo (jĂĄ) inadequado
que carrego a tanto tempo comigo pra todo lado que vou.
SĂł me resta esse corpo estranho que se veste de mim
e doura minhas retinas nos domingos de lua brilhante no céu.
SĂł me resta este peso extra que nĂŁo me serve a nada,
quase um meu martĂrio, que trĂĄs consigo minh'alma
aprisionada em suas entranhas.
SĂł me resta esta minha alma, que segue calma
a espera de ser um dia realmente feliz.
Pra'lém desse corpo cansado, quase centenårio
que segue aprisionado nesse mundo e se sente tĂŁo infeliz.
Se descobrisse um jeito, me livrava desse corpo
antes mesmo d'ele estar morto ou d'ele voltar a viver.
Seguia só, de braços dados com minh'alma
passo a passo, seguia pra longe de toda essa confusĂŁo.
Se pudesse, me despia desse mundo e nu mudava de direção
deixava de herança essa cruz pesada que carrego a tanto
e pisando duro, seguia firme marcando os passos no chĂŁo.
Se pudesse, caminhava pra longe dessa histĂłria vazia
cheia de dĂvidas de Karma.
SĂł caminhava, nem pra trĂĄs olhava!
Seguia em frente, pra longe de toda essa gente
que nem se vĂȘ ou vĂȘ alguĂ©m a sua frente.
Se pudesse, despiria o mundo de seus corpos mudos
lhes mostraria o brilho que trazem consigo em suas almas aprisionadas.
Se pudesse, despiria toda essa gente de seus corpos mundos
sĂł pra que pudessem enxergar o que trazem por dentro
além do lamento desse intermitente refrão triste que ecoa agora.
Se pudesse, pagava a dĂvida do mundo
e livrava toda essa gente desse maldito karma.
O grande filĂłsofo SĂłcrates dizia: "SĂł sei que nada sei" e para ele, isso lhe abria possibilidades de conhecer mais. NĂŁo somos sĂĄbios porque podemos provar que sabemos muito, somos sĂĄbios quando reconhecemos que o que sabemos nĂŁo Ă© nada diante do universo que podemos ainda aprender!
"Tinha tanta gente ao redor que me sentia insegura sĂł por estar ali. Ele enlaçou seus dedos no meu, e fagulhas em chamas percorreram meu corpo. Ele se virou para me encarar e ficamos de frente um para o outro. Encarei aqueles olhos escuros. Como eu amava aqueles olhos. Eu nĂŁo fazia idĂ©ia de como seria beijĂĄ-lo, acariciar sua barba por fazer, mas eu queria sentir o ato prazeroso de tudo aquilo. Como se lesse meus pensamentos, ele inclinou-se diminuindo o espaço entre nossas bocas. Senti um frio na barriga e aconteceu. Ele me beijou. Seus lĂĄbios eram quentes, quando nossas lĂnguas se tocaram, em um tremendo alvoroço, foi como se eu tivesse entrado em um territĂłrio que jĂĄ era meu por direito. Do meu pescoço suas mĂŁos desceram para minha cintura, acariciando-as carinhosamente. O barulho que antes ao redor tinha, havia cessado. Eu tive a plena certeza de que ele era meu, e eu era dele. De corpo e alma."
Mas de mim sĂł Deus sabe mesmo.
JĂĄ cansei de me entender.
Ora digo ''que bom que se foi''
Ora choro por vocĂȘ.
Vou confessar uma coisa, mas sĂł porque aqui ficarĂĄ entre mim e vocĂȘ: ser solteira e nĂŁo ter que dar satisfação de nada para ninguĂ©m Ă© prazer que nĂŁo se compra nem com o Platinum Card. Mas numa noite de lua especial, onde o amor romĂąntico aflora, sei nĂŁo. Acho que adoraria ter um namorado. Que poder Ă© esse do satĂ©lite da Terra que consegue atĂ© mudar nossas convicçÔes?
It is time to get drunk! So as not to be the martyred slaves of time, get drunk; get drunk without stopping! On wine, on poetry, or on virtue, as you wish
Ha muitas coisas na vida que vocĂȘ so aprende tentando,e uma delas e aprender a aceitar determinadas coisas,determinadas açÔes, determinados gestos, determinadas atitudes e apenas pensar"eu aceitarei.
sĂł#uma#ideia:
Coloca na cabeça que muito mais que o amor Ă© o capricho dele. Ele nĂŁo sabe perder. Sempre conquistou todas as mulheres que desejou. Ă um garanhĂŁo... E vocĂȘ? VocĂȘ representa o fracasso dele, pois ainda nĂŁo te conseguiu, e guarde a minha ideia: âNo dia que ele concluir a partida com vocĂȘ neguinha, nem tente o tira teima, Pois nunca mais irĂĄ vĂȘ-lo.â
E fez do meu amor
Graça para outro qualquer
SĂł me restando o tempo
Como professor
E responsĂĄvel
Para curar cicatrizes
Fez da minha dor
Riso para outro qualquer
Sem me perguntar, se quer
Como eu iria seguir
Com nossas pernas confundidas
Fez do meu calor
Carinho para outro qualquer
Deixando o vestido amassado
Perdido entre minhas cobertas
Da cama que seria nossa
Fez do meu temor
Coragem para outro qualquer
Sem me ouvir, se quer
Na hora do adeus
E eu
caminho de outro qualquer
Fiquei Ă mercĂȘ
de tudo que sonhei
dos barcos que construĂ
e das pontes
que jĂĄ sĂŁo usadas por outras pessoas.
Peguei carona em teu carro
e na mala
levei poesias de amor
esperanças de amar
E foi conquistar
outros rapazes
outros meninos
outros amores vĂŁos
Triste fim o meu
sem o meu amor
e o tempo a cicatrizar
ensinando a esquecer
Fez da minha graça
amor para outro qualquer
e riu do meu sofrer
