đđ» acc6.top đđ» Letstalk chuyá»n quyá»n sá» hữu tĂ i khoáșŁn
NĂŁo Ă© assim que se diz um 'ADEUS' Ă© olhando nos olhos sĂł vocĂȘ e eu, se vocĂȘ sente que se arrependeu nĂŁo perde tempo e quando amanhecer vocĂȘ vai ver que o nosso amor aconteceu.
Não sei te querer só um pouco. Te quero agora, te quero daqui a pouco, te quero amanhã e depois ta,bém. Ah e se o tal de pra sempre existir... Te quero pra sempre.
Eu tava pensando. E pensando imagnei:vocĂȘ devia estar aqui sei lpa, a gente podia sĂł ver uns filmes no sofĂĄ fazer guerra de pipoca e depois vocĂȘ me abraça vocĂȘ me beija vocĂȘ me ama... SĂł pensando sabe ?
Mas podia ser verdade
Quando eu crescer, sĂł quero ser grande.
NĂŁo quero fazer parte do mundo dos adultos.
VocĂȘs adultos, sĂŁo por demais complicados.
O que hĂĄ no hospital?
-SĂł terminar essa aqui, aĂ posso ir?
-NĂŁo sei Clarisse, acho que nĂŁo...
-NĂŁo, mas meu plantĂŁo jĂĄ acabou..
- Ah nĂŁo, sim, sim pode ir, quando terminar com a paciente.
-Ok, falta pouco. Quando terminar vou encaminha-lĂĄ para o quarto.
- Sim, sim, faça isso.
Clarisse agora trabalha com a maior concentração possĂvel, a cirurgia Ă© complicada, precisa retirar o cĂąncer da mama da paciente. Enfim passam-se horas Ă© ela termina,jĂĄ Ă© escuro, ele encaminha a paciente para o quarto, e volta para sala. Estranho cadĂȘ os meus colegas, nĂŁo estĂŁo mais aqui, como que deixam toda a bagunça para eu arrumar. Mas tudo bem, vou terminar Ă© ir para casa.Pensou Clarisse. Ao fim do Ășltimo esforço ela percebe que a luz se apagou, e escuta passos pelo corredor do hospital.
-Gente, que brincadeira Ă© essa eu nĂŁo tenho tempo para isso.
NĂŁo ouve resposta, mas Clarisse tem certeza que Ă© uma brincadeira.
-ok, se vocĂȘs continuar tudo bem, tenho que ir, jĂĄ sĂŁo mais de 1o horas, vou tomar uma cafĂ© para pegar O trĂąnsito. Quando quiserem para com isso me avisem, tĂĄ?
Mas as luzes das salas começaram a se apagar uma a uma, ela corre em direção a luz pois fica muito escuro.
-Não gente agora é sério essa brincadeira estå passando dos limites.
Ela sabia que nĂŁo havia brincadeira alguma.Estava sozinha no hospital. O som de muitos passos começou a ecoar como se muitas pessoas estivessem passando, muito forte chegava atĂ© dĂĄ dor de cabeça. Saltos, tĂȘnis's, tamancos sapatos pisando, forte. E esse som incomodava a cabeça de Clarisse sĂŁo machados em sua cabeça a cada pĂ©. Preciso levantar, aiiiiiiiiiiiii, mas essa dor Ă© insuportĂĄvel!.
Clarisse andava caindo, se apoiando no que podia.E agora, agora são essas vozes que não cessam. Deixou-se cair pois não tinha forças.
-Eu tenho que levantar! Eu vou levantar! E vocĂȘs, calem a boca! Parem de falar! Parem! Parem!
Ela gritava. E em meio a fĂșria e o medo obteve forças para se levantar e incrivelmente chegou ate a garagem. Os barulhos cessaram.
-Meu Deus que alĂvio! O que Ă© isso? Tenho de ir embora.
Então pegou a chave, que estava na sua bolsa. Porém ela ouviu:
-Vai embora querida? Nada disso vai ficar aqui comigo.
-Eduardo? Mas, mas, mas, mas como? VocĂȘ ta morto! Ela diz no espanto e ele retruca:
-E por culpa de quem,eim? culpa sua! Agora é a minha vingança!
-NĂŁo, eu sĂł estava do seu lado nĂŁo tenho culpa se...
-Cale-se! VocĂȘ nĂŁo impediu nada! NĂŁo impediu que aquele ĂŽnibus me acertasse, nĂŁo puxou nĂŁo tentou me salvar. Ainda dizia que me amava. Agora, querida Clarisse vocĂȘ VAI SOFRER O QUE EU SOFRI.
Ele estavam em um lugar onde o mar nĂŁo era aguĂĄ e sim fogo.
-NĂŁo, NĂŁo, o que vocĂȘ vai fazer comigo? Eduardo nĂŁo faz isso, vocĂȘ nunca faria isso.
- Acontece que a morte me mergulhou nas escuridĂŁo, em um mĂĄ escuridĂŁo. Agora sĂł penso em vocĂȘ, em te fazer sofrer.
Eduardo joga Clarisse dentro daquele fogo. E seu corpo queima tudo parece arder uma dor incontrolĂĄvel. O fogo a possuĂa por completo,Ă© ela nĂŁo tinha como gritar, Eduardo a impedia. E quando ela pensou que iria morrer,estava ali em pĂ© sem nenhuma queimadura ilesa, mas ainda podia sentir a terrĂvel dor, seu corpo estava em chamas.
-Que tal um choque térmico agora? Eduardo ria com o prazer em ver a dor dela.
Agora ela estava em uma aguå muito gelada, que a queimava, é choque térmico a deixou sem movimentos. Ele nem a impediu de gritar.
-Eu nĂŁo aguento mais! NĂŁo aguento! Me tira daqui, te imploro! Para com isso.
Ele para com a sessão de tortura. Eles estão de volta ao hospital, ele quer a ouvir para sentir o prazer da humilhação dela.
- Quer se vingar, entĂŁo mate, e me leve contigo! El grita desesperada procurando um jeito dele parar. NĂŁo importa quem em faça sofrer sĂł nĂŁo quero que seja vocĂȘ!
-Acho que nĂŁo! VocĂȘ precisa pagar! Lembra que eu admirava muito seus olhos castanhos? Agora eu quero eles para min.
-NĂŁo, nĂŁo nĂŁo.
Clarisse fechou os olhos e abriu, estava em outro realidade estava no seu quarto, com Eduardo seu marido.
- Meu amor o que foi?
Ela estava assustava e gritava: Sai, sai daqui sai de perto de min!
Eduardo se aproxima, e abraça.
-Calma amor, seja o que for, sĂł foi um sonho.
Talvez eu sĂł mereça sentir o gosto de como seria se alguĂ©m se preocupa-se comigo. Talvez essa pessoa de verdade Ă© sĂł uma invenção da minha cabeça, uma ilusĂŁo criada no desespero de nĂŁo ser amada. Por que vocĂȘ se foi e parece que nunca existiu. Lembro de vocĂȘ me mostrando as estrelas, trĂȘs marias vocĂȘ disse eu posso vĂȘ las daqui. Eu nunca vou te esquecer mesmo que vocĂȘ seja uma invenção, foi a melhor delas que pude criar. Sabe porque? Porque por um momento achei que era correspondida. Porque cansei de viver amores platĂŽnicos, mais agora vejo que vc foi mais um, isso Ă© tĂŁo triste e ninguĂ©m pode curar essa dor, meu coração pela centĂ©sima vez em mil pedaços, acho que ele cansou de se reconstituir.
Sempre hå uma lembrança
Sempre hå um recomeço
SĂł nĂŁo hĂĄ dor sem tristeza
Nem vida sem esperança.
"Minha vida amorosa só começou a andar para a frente quando percebi que eu sou e sempre vou ser a minha melhor companhia."
Quando de mim sentir...
saudade ..procura em uma flor...
sĂł nela ....encontra o perfume...
de quem muito te amor...
Menino dos olhos verde
me da ĂĄgua pra bb...
nĂŁo e sede ....nĂŁo e nada...
e sĂł vontade de ti vĂȘ....
O meu amor Ă© egoista ao contrĂĄrio, ao invĂ©s de pensar sĂł em mim, penso no que Ă© melhor pra vocĂȘ.
