đđ» acc6.top đđ» Letstalk chuyá»n quyá»n sá» hữu tĂ i khoáșŁn
Eu te disse uma vez, que se eu nĂŁo demonstro, nĂŁo quer dizer que eu nĂŁo sinta. Ă sĂł medo de vocĂȘ nĂŁo corresponder.
âSĂł queria voltar no tempo, quem sabe assim eu fizesse algumas coisas certas. Falado algumas verdades, olhado nos olhos de algumas pessoas. Sei lĂĄ, mais como ainda nĂŁo tenho a mĂĄquina do tempo, eu vou tentando nĂŁo cometer os mesmos erros que um dia eu cometi. Novamente.â
VocĂȘ pedia preto ou branco, e eu sĂł enxergava o cinza. O cinza da manhĂŁ seguinte, sem seus apelidos carinhosos disfarçados em piadas. Sem o seu amor disfarçado em ironia.
Mas vejam sĂł a mĂĄgica : passa! NĂŁo Ă© fantĂĄstico ? passa! Tudo que vocĂȘ acreditava firmemente ser amor, passa! SerĂĄ que era amor ou sĂł a palavra amor ?
Ela pode ser ninja na cama, pode ter um sorriso perfeito, pago em 24 prestaçÔes, pode se vestir sĂł com Louis Vitton e Armani. Mas conteĂșdo, meu amor, ela nĂŁo compra e ela nĂŁo tem.
Me deixa ser vocĂȘ por um dia. Eu juro que sĂł vou ficar na frente do espelho pra compensar todas as vezes que eu tive vergonha de te olhar.
Menina, só um aviso: cuidado com as pessoas. Elas mentem, enganam, fingem ser o que não são e ainda olham nos seus olhos. Pense bem antes de confiar em alguém. A vida ensina menina, a vida ensina...
A gente se pega deixando aquela lĂĄgrima, teimosa que sĂł ela, escorrer. E ela desliza Ă s vezes sem nenhuma grande razĂŁo aparente, mas por todas as pequenas razĂ”es que aparecem, dia apĂłs dia, das profundezas das nossas desilusĂ”es e tristezas ou da superfĂcie das nossas conquistas e alegrias. Ela passa pelo rosto, faceira e desobediente ou apenas amiga, tentando escapar fielmente sĂł para alivar o far...do e a pressĂŁo do abrigo onde se achava.
Ela, que em medidas dosadas Ă© sempre necessĂĄria e conveniente, mesmo que no pensamento, dispensĂĄvel. E, mesmo que passemos o dia inteiro fortes como rocha, duros na queda como todo mundo se mostra ou tenta, batalhando bravamente, lĂĄ estamos nĂłs, no fim da noite, felizmente rendidos a ela, frĂĄgeis mas com jeito de quem Ă© vitorioso por ter na cabeça, alĂ©m das preocupaçÔes do ser humano, tĂŁo humano, a famosa sensação da missĂŁo cumprida, mesmo que isso tudo se misture com uma nĂtida impressĂŁo que a nossa pilha diĂĄria acabou e Ă© nessa hora, entĂŁo, que entendemos que mesmo que esta seja sĂmbolo universal de tristeza, assume, bravamente e com igual excelĂȘncia, o papel de guerreira de uma fortaleza, reestruturando, refazendo e limpando a bagunça, sempre que a vida pede. E, assim, ela se faz tĂŁo protagonista nas vidas como o mais belo dos sorrisos, mesmo que muitas vezes tambĂ©m, antagonista, fazendo a sua presença em muitas cenas ser completamente normal e realmente, Ă©, discreta e ou escandolamente.
E, vez ou outra, eu me rendo, sem medo e certa de que, do jeito certo, nada ela tem a ver com fraqueza, mas com a condição de ser humano, feliz e muito forte que sou, embora ali, frĂĄgil, porque mais feliz e forte, ainda, saio e cada vez mais refeita, serena e pronta, pois nela, a Ășnica dose exagerada Ă© uma grande e incalculĂĄvel pitada de FĂ©.
As coisas sĂł te incomodam quando vocĂȘ se dĂĄ conta que nĂŁo podem ser mais tuas, Ă© apartir desse momento que vocĂȘ começa a montar uma historia na tua cabeça e imaginar o que poderia ser... Ă nessa hora que vocĂȘ se dedica a mudar o que fez de errado, corrigir os erros e mostrar que ainda vale a pena! Enquanto hĂĄ vida, hĂĄ esperança!
