Verdadeira sabedoria
Viver, por que?
Se viver é acender uma vela toda manhã e rezar para que uma bala perdida não cruze o seu caminho na rua, não queremos viver, por que? Se viver feliz é conquistar a felicidade o indivíduo que não é feliz é considerado falho. Se viver contente é ser contente por ser feliz, você é falho, porque viver é conquistar, e não conquistamos, vivemos. Se conquistarmos o inconquistável ainda temos o que conquistar? Temos! A vida!
Não faça questão de ter amizade com uma pessoa que já mostrou que não foi amiga leal de outra. Quem fala pra você mal dos outros pelas costas deles, não vai pensar duas vezes em falar mal de você para outros.
Amor bandido
Dia e noite nos amávamos
Éramos um só coração
De mãos dadas caminhávamos
Juntos com grande emoção.
Hoje não te tenho ao meu lado
E o coração se encontra partido
Fechei os olhos por ter te amado
E não vi o seu amor bandido.
Brincaste com o meu coração
Estilhaçando-o em mil pedaços
Agora ele está em deflagração
Queimando restos dos seus laços.
Sua atitude não me fará desacreditar
Que no amor existe a beleza perfeita
Continuarei intensamente a amar
Almejo minha felicidade refeita.
Amor eterno
Sua partida repentina sem prévio aviso de Deus me deixou assim...
e hoje me encontro aqui... Sem você e triste a chorar.
A saudade mais uma vez dilacera-me o coração,
e entre suspiros e lembranças o faz dolorosamente
se apequenar diante de sua ausência.
Que dor é essa que sempre emerge do meu interior
e faz meus olhos lacrimejar,
molhando meu rosto de forma impetuosa e contínua?
Em meus devaneios ainda te vejo na varanda a me esperar
e no cume da loucura ainda flutuo sentindo seus beijos.
As lembranças me levam ao tempo que nos conhecemos
ainda crianças, com olhares puros e palavras sinceras,
me levam ao nosso reencontro muitos anos depois quando enfim,
pudemos viver uma linda e tórrida história de amor,
descontinuada por obra do destino,
mas que juramos em seu último suspiro em meus braços,
seria um amor eterno.
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Partiste deixando saudade, mas também a certeza que
nos encontraremos novamente e viveremos juntos pelo
resto da eternidade.
Bom mesmo seria se cada amigo meu nunca fosse embora, permanecesse. Colados em mim com Super Bonder e grampeados pelas beiradas, pra não correr risco de qualquer vento levar.
Uma amizade por melhor que seja, poderá ter altos e baixos. Atravessará furacões, cairá em abismos, se despedaçará toda, mas se for amizade de verdade, voltará, envolta em ferimentos, apoiada numa bengala, sangrando até, e encontrará o seu amigo com os curativos nas mãos para lhe pensar e com amor no coração, pois o seu sangue também é o sangue dele.
Humildade. Humildade para aprender, para fazer um elogio, para agradecer pelo que quer que seja. Deixar o orgulho de lado, para perdoar, para pedir perdão, para se redimir, para admitir os próprios erros. Ficar feliz, feliz de verdade, com a felicidade do outro. Sem invejinha, sem competição, sem sorriso falso. Ah, como essas atitudes estão raras de ser de se ver nos dias hoje.
Não estou nesta vida para competir com alguém, bem que me basta, muitas vezes, ter que competir comigo mesmo. Quem quiser competir comigo, ganha sempre! Para mim, a verdadeira competição é entre mim e o conhecimento, sempre com a verdadeira noção de que o conhecimento, começou a exercer a sua vitória sobre mim logo após o meu nascimento.
A verdadeira amizade é como a saúde perfeita, seu valor raramente é reconhecido até que seja perdida. Pra você todo o meu carinho!
"A verdadeira independência ocorre quado há liberdade, desprendimento, vitória... Sobre a dependência em suas mais variadas formas!"
Deutsche Welle
"...o Congresso mostrou sua "verdadeira cara" e colocou o "avariado navio Brasil" numa "robusta rota de direita".
(no artigo: "Insurreição dos hipócritas")
"A única atitude intelectual digna de uma criatura superior é a de uma calma e fria compaixão por tudo quanto não é ele próprio. Não que essa atitude tenha o mínimo cunho de justa e verdadeira; mas é tão invejável que é preciso tê-la”.
( Bernardo Soares [Semi-heterônimo de Fernando Pessoa],no Livro do Desassossego. (Org.) de Richard Zenith - Assírio E Alvim, 2008.)
As lágrimas mais verdadeiras não são vertidas pelos olhos, mas pelo coração e não podem ser percebidas a não ser por quem tem um coração capaz de ver.
