Almeida garrrett
Quando formos forjados por Deus, quando enfrentarmos todas as lutas dessa vida, vençamos o medo que gera a ansiedade. Precisamos nos afastar dela e impedir que ela nos atormente gerando medo na vida. Busquemos a paz divina dentro de nós para que resistamos à ansiedade, que estrangula a nossa fé e dependência divina. Lembremos que o Eterno Deus nos forja produzindo cuidado, graça e provisão em todos os processos da nossa vida. Descansemos na graça do Eterno Deus sempre!
Viver não é fácil, por isso a vida só pode ser vivida com a graça de Cristo! Aprender a viver é estar em Cristo, é respirar Cristo, é senti-lo no coração. No meio de todas as lutas e demandas dessa vida, o mais profundo nela, é saber que Cristo está em nós e nos ajuda a enfrentar tudo! Sejamos gratos pela presença viva e marcante de Jesus Cristo de Nazaré!
O mundo está cheio de religiões que desejam construir escadas para que a humanidade suba até Deus. Infelizes dessas religiões, porque não somos nós que vamos até Deus. Ele que desce e vem até nós. Não somos nós que o amamos primeiro, ele que toma a iniciativa divina de nos amar e se entregar por nós numa cruz! Precisamos revisar o ensino sobre o Evangelho, não é o homem que vai até Deus, não é o homem que conquista as bênçãos divinas. Deus que vem, Deus que nos abençoa porque ele quer. O Evangelho genuíno, não é "nós fazemos", mas a Trindade fazendo em nós!
A vida é assim mesmo, um constante recomeço tecido por ciclos de chegadas e de partidas, de ganhos e de perdas. O início de um ciclo sobrepõe-se, necessariamente, ao encerramento de um outro. Choramos não só para aliviar a alma e o coração, mas também para nos curarmos. O que sobra depois disso, de cada vez que sucede, é o formato de nós mesmos e a essência com a qual moldamos o que nos rodeia. Gritamos para serenarmos. Silenciamos para falarmos. Cortamos para florescermos. Morremos para renascermos E, muitas vezes, ainda que cambaleantes e consumidos, agarramos com ambas as mãos a esperança que nos enche por dentro e vestimos-nos com uma coragem assombrosamente estonteante na busca de outros horizontes, de novos motivos e de renovados pensamentos.
Não tenho pulso sobre os acontecimentos passados, mas tenho garra para reconhecer os erros, para aceitá-los e percebê-los, para me superar e deixar a minha memória refrescar-se, descobrindo-me a mim própria e realizando o que é necessário ser feito.
A tristeza não é um sintoma contagioso nem sinónimo de depressão. É um estado da alma como qualquer outro, e o qual é necessário saber interpretar, como a alegria, o riso e o contentamento.
Não existe amizade que perdure no tempo e na distância se não for sincera e assiduamente correspondida e partilhada.
Lentamente, muito lentamente, mil guiões de mil possibilidades infinitas me propulsionam na conquista de novas alegrias.
