đđ» acc6.top đđ» Letstalk chuyá»n quyá»n sá» hữu tĂ i khoáșŁn
A desistĂȘncia Ă© uma revelação. Desisto, e terei sido a pessoa humana â Ă© sĂł no pior de minha condição que esta Ă© assumida como o meu destino.
VocĂȘ estĂĄ sendo forte por guardar isso tudo sĂł pra vocĂȘ, nunca se julgue fraca porque vocĂȘ nĂŁo Ă©. E eu sei, vocĂȘ sabe, e todas as garotas do mundo sabem como Ă© isso. SĂł continue sendo forte.
Eu nĂŁo preciso controlar a vida, meus hormĂŽnios, meu futuro, os outros, minha felicidade. Eu sĂł preciso levar a vida, eu sĂł preciso desfocar do sonho que me deixa mĂope e enxergar alĂ©m, ou melhor: enxergar o que estĂĄ na minha cara. Ver o quanto o resto todo jĂĄ Ă© perfeito e estĂĄ lĂĄ, eu jĂĄ conquistei, Ă© meu.
Antes de dormir rezei, mas dessa vez não pedi o moço de cavalo branco... apenas agradeci por estar me sentindo tão inteira, feliz, em paz e, principalmente, por não precisar de ninguém ao meu lado para estar bem.
Ultimamente eu só estou querendo ver o bom que todo mundo tem. Relaxa, respira, se irritar é bom pra quem? Supera, suporta, entenda: isento de problemas eu não conheço ninguém. Queira viver, viver melhor, viver sorrindo e até os cem. Estou feliz, estou despreocupado, com a vida eu estou de bem.
... a um sĂł tempo, o passado e o real. O que a Fotografia dĂĄ como alimento ao meu espĂrito (que permanece insaciado)Ă©, por um ato breve cujo abalo nĂŁo pode derivar em devaneio (trata-se talvez da definição do satori), o mistĂ©rio simples a concomitĂąncia.
O indizĂvel sĂł me poderĂĄ ser dado atravĂ©s do fracasso de minha linguagem. SĂł quando falha a construção, Ă© que obtenho o que ela nĂŁo conseguiu.
Eu tĂŽ sempre indo embora, mas aĂ vai um super clichĂȘ: Ă© de tanto que eu sĂł queria ficar. E queria que vocĂȘ nĂŁo achasse que sou sempre louca, ainda que eu seja.
(âŠ) nĂŁo existe vida quando a gente estĂĄ triste e sĂł, e ninguĂ©m quer saber de quem estĂĄ por baixo. NĂŁo vale a pena sofrer, meu amor, de tudo o que eu passei, essa foi a Ășnica lição (âŠ)
Gastei tudo que nĂŁo tinha.
Sou mais velho do que sou.
A ilusĂŁo, que me mantinha,
SĂł no palco era rainha:
Despiu-se, e o reino acabou.
(...)
Que fiz de mim? Encontrei-me
Quando estava jĂĄ perdido.
Impaciente deixei-me
Como a um louco que teime
No que lhe foi desmentido.
Com que pungĂȘncia insuportĂĄvel ele sempre sentia o coração! SĂł penso no meu futuro, na minha carreira. NĂŁo me disseste um dia que a fĂ© Ă© tudo? Pois tenho fĂ© na minha carreira, preciso me livrar da ideia horrorosa de que a vida Ă© simplesmente esta luta sem recompensa... este... esta misĂ©ria... este ramerrĂŁo sem graça. Sinto que posso realizar alguma coisa.
'Sou minha prĂłpria paisagem; Assisto Ă minha passagem, diverso, mĂłbil e sĂł, nĂŁo sei sentir-me onde estou.
Por isso, alheio, vou lendo como pĂĄginas, meu ser. O que segue nĂŁo prevendo, o que passou a esquecer. Noto Ă margem do que li o que julguei que senti.
Releio e digo : "Fui eu ?"
Deus sabe, porque o escreveu.'
O futuro mais brilhante
Ă© baseado num passado intensamente vivido.
VocĂȘ sĂł terĂĄ sucesso na vida quando perdoar os erros
e as decepçÔes do passado.
A vida é curta, mas as emoçÔes que podemos deixar
duram uma eternidade.
A vida nĂŁo Ă© de se brincar
porque um belo dia se morre.
Nota: Trecho de "HĂĄ momentos", texto de autoria desconhecida, muitas vezes atribuĂdo, de forma errĂŽnea, a Clarice Lispector.
...MaisEstĂĄ quase amanhecendo, boy. As damas da noite recolhem seu perfume com a luz do dia. Na sombra, sozinhas. envenenam a si prĂłprias com loucas fantasias.
Por 1 minuto eu queria ser vocĂȘ, sĂł para ter certeza se o que vocĂȘ sente por mim Ă© mesmo verdadeiro
âMulheres sĂŁo neurĂłticas e estressadas. Algumas meditam, outras bebem ou ligam para as amigas soltando os cachorros enquanto, na frente dos rapazes, parecem super equilibradas. Mas todas sĂŁo loucas.
Eu sĂł queria que ele aparecesse, o homem que vai me olhar de um jeito que vai limpar toda a sujeira, o rabisco, o nĂł.
O homem que vai ser o pai dos meus filhos e nĂŁo dos meus medos.
