Jean la bruyère
A felicidade não é algo que se possa adquirir,
ou de buscar para encontrá-la,
porque ela não é um objeto de posse.
A mesma é um sentimento momentâneo,
porque somos inconstantes e estamos
sempre sendo influenciado por ações
que são externas ao nosso ser.
Se quisermos perceber a voz de Deus não a busquemos em livros sagrados, mas tentemos ouvi-la dentro de nós mesmos, através da nossa intuição.
Pela janela
Passa o mundo lá fora
Vive o mundo aqui dentro
O que foi agora?
Foi pela janela
Que passou o avião
O sol tirou o lugar da escuridão
Mas,
O que tem lá fora?
Janela
Troquei-te pela porta
Agora nada mais importa
Pois descobri que
O desconhecido era na verdade
O que eu queria conhecer
Agora,
Vamos viver?
Janela
Sousa, Pri
"Espiritualidade não é uma fuga da realidade, mas uma forma mais profunda de enfrentá-la com compaixão e entendimento."
O Caminho para a Vida Eterna
Nascemos, e enquanto a vida pulsa em nós, buscamos preservá-la com todas as nossas forças. Ela é, de fato, a força que nos move e nosso bem mais precioso.
Porém, existe uma vida além desta terrena e natural, uma vida que se expande por toda a eternidade, incriada, insondável e indescritível à nossa compreensão humana.
Para alcançá-la, devemos caminhar com Deus, cultivar um relacionamento íntimo com Ele e permitir que, através dessa comunhão, Ele nos revele o caminho a seguir para que, ao final de nossas vidas, saibamos como adentrar essa eternidade.
Esse caminho nos é revelado quando conhecemos a autobiografia de Deus, Sua carta de amor para nós: Sua Palavra, exposta nas Sagradas Escrituras.
Autor: Leonardo Pimentel Menin
Lá se vai mais um agosto
Outro mês a terminar
O tempo andou depressa
Mal deu para enxergar
Mas eu penso, cá estou
O ano não acabou
Então vou aproveitar
“Deus estará sempre lá, seja no começo da estrada, no meio ou no final…lá estará pra me segurar pela mão e me fortalecer o coração!!!”
Silvania Alves Saffhill ✨
“¡La victoria de un soldado en la batalla no está condicionada a la preparación de su enemigo, sino a las condiciones en las que está luchando en la guerra!"
O verdadeiro desafio, então, não é descobrir a verdade, mas ter a coragem de enfrenta-la e viver de acordo com ela, mesmo quando isso significa desconstruir ilusões que nos mantêm em uma zona de conforto ilusória.
Ela…
Ela seguiu, seguiu em frente.
Lá se foi meu amor para outros braços e ela parece tão feliz, tão bem, se redescobriu e voou.
Estava na hora de seguir em frente, mesmo que tenhamos amor de sobra uma para outra, não sou eu o seu “felizes para sempre” e está tudo bem!
Menina mulher, vivemos tudo o que tínhamos para viver, sentimos e vibramos um sentimento lindo, recíproco, marcante, ardente… não deixamos passar nada, nem mesmo o bobo ciúmes.
Deixo aqui nossa história e não um ponto final como acreditávamos que era necessário para seguir em frente, de forma singela me desapego de você.
Você sempre permanecerá na minha história, jamais será um capítulo apagado!
Voe, voe sempre o mais alto que conseguir e conquiste tudo o que um dia me disse.
Eu disse para pessoa que sempre amei que eu sempre ia ama-la mas ela disse para mi que ela me odeia isso é tratar a pessoa que sempre te amou isso quer dizer que o amor é uma mentira quer dizer que sentimentos não existe
Imagine que Fred olhe pela janela e diga: “O solo lá fora está úmido. Deve ter chovido.” Ele está dando um argumento. O que deveríamos pensar disso? Poderíamos dizer:
Oh, querido, como o pobre Fred é medíocre! Ele obviamente está afirmando o seguinte: se chove, o solo fica úmido; o solo está úmido, portanto choveu. Se ele alguma vez tivesse frequentado um curso de lógica e erística ele saberia que ele acabou de cometer a falácia da afirmação do consequente!
Sim, poderíamos dizer isso, mas (parafraseando Haldeman parafraseando Nixon) isso seria um erro. É simplesmente desarrazoado e, na verdade, injusto, acusar Fred de cometer uma falácia assim tão flagrante quando uma interpretação alternativa deste argumento está prontamente disponível. Pois, embora Fred pudesse estar raciocinando dedutivamente e cometendo a falácia em questão, o mais provável é que ele estivesse raciocinando indutivamente, mais ou menos da seguinte maneira:
Quando o solo descoberto fica úmido, a chuva é a causa usual, conquanto ocasionalmente existam outras razões, como uma inundação. O solo de meu quintal está úmido agora e não há razão para pensar que alguma destas outras causas possíveis estejam operando, e uma boa razão para pensar que elas não estão. De maneira que é bastante provável que tenha chovido.
Obviamente este é um exemplo perfeitamente respeitável de raciocínio probabilístico, e o que os logicistas chamam de “princípio da caridade” exige que presumamos que Fred tinha algo como isso em mente, em vez da interpretação alternativa falaciosa, a menos que estejamos de posse de fortes evidências em contrário. Se falhamos em proceder assim, somos culpados do tipo de irracionalidade de que estaríamos acusando Fred.
Bom dia!
Vamos lá, para mais uma jornada...
Como é bom olhar para a
vida e simplesmente agradecer por não ter nenhuma exigência, apenas
motivos para sentir a grandiosidade do existir.
"Se fossemos ilustrar a vida na arte, qual melhor maneira de apresentar-la na realidade sensível? Um pouco de contexto, olhos que veem o belo no que é ou no horror; faz nos sentimos mais próximos; do que as realidades fantasiosas, sem coesão do que é real e verdadeiro, do irreal e falso; havendo uma grande diferença em transmiti-las com os valores em ambas às avessas, sem ser por arte; mas por uma má fé desprovida de sua essência do trabalho artístico e da obra prima; por convencimento do leitor as ilusões do artista, do que poderia ser possível ou imaginável em um plano traçado."
