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Por definição. vício: 1 Defeito 2 Håbito 3 Costume condenåvel ou censuråvel 4 Uso de tóxico ou droga 5 Apego exagerado a algo, que não faz bem.

Nessa história é um pouco de cada uma das definiçÔes.

É, ele jĂĄ era apaixonado, ele tinha sua metade, nos braços da namorada ele era feliz, tĂŁo feliz que quando estava ao lado dela, nunca tinha mais nada da cabeça. Mas era como se o efeito pasasse apĂłs alguma hora, Ă© como se a namorada fosse um entorpecente, que deixava ele bem, enquanto estivesse em sua presença.

PorĂ©m, sempre que estava meio afastado dela, sempre ele sentia o seu antigo eu clamar por liberdade. O cafajeste ainda tava ali dentro, trancafiado. E eis que surgiu uma nova pessoa em sua vida. Seu sorriso era como o pĂłlen de uma Aroeira, doce, inebriante, mas venenoso. E ele sabia que lhe fazia mal, que ele nĂŁo devia voltar a cativar aquela flor, mas
 Quem disse que ele conseguia. Ela nada mais era que um vĂ­cio, que ele foi gostando, apesar de saber que nĂŁo poderia mantĂȘ-lo do jeito que queria, ela era daquele jeito
 Perfeito para ele. Mas o destino tinha demorado pra apresentĂĄ-los. Ahh como destino Ă© cruel Ă s vezes.

A nova atriz desse palco, sabia do compromisso dele, sabia que no fundo, ele amava sua namorada, entĂŁo, apesar de querer, ela simplesmente nĂŁo cedia, porĂ©m, jĂĄ nĂŁo podia negar, que um algo mais sentia, e aĂ­ ficava entre a cruz e a espada, entre a consciĂȘncia de fazer o que Ă© certo e vontade de fazer o que Ă© errado, entre a sinceridade e a mentira.

O protagonista, sabia quem ele queria. Ele queria as duas, mas nĂŁo se pode ter duas pessoas, ou pelo menos foi o que ele aprendeu, e ele seguia, sendo um Ăłtimo namorado, um cafajeste deplorĂĄvel, pois lĂĄ no fundo, ele ainda tinha consciĂȘncia, de que, consumar o que sentia vontade, nĂŁo ia ser tĂŁo prazeroso quanto parecia. E aĂ­ ele se cansou, se cansou de mendigar o carinho da flor, pois, sua consciĂȘncia lhe mostrou, que ele nĂŁo podia manter dois amores. E aĂ­ ele tentou ter sĂł a amizade da flor, sĂł que era dĂ­ficil, aquele sorriso, aqueles olhos, eram tentadores demais


“Uma pessoa não pode ser de duas! Isso não tem sentido algum”
“Claro que pode, amor nunca faz sentido
 Por exemplo, quando a gente Ă© criança, a gente Ă© do nosso pai e da nossa mĂŁe
”
“
 VocĂȘ sabe que Ă© errado”
“Eu nunca disse que eu era o certo”
“
”
“No fim a decisĂŁo Ă© sua”
“VocĂȘ sabe o que eu decidi
”
“Então não vou mais incomodar”
“Vamos deixar de nos falar?”
“Não, acho que não”

Ele sabia que era mentira, mas era como tinha explicado pra ela, mentiras, Ă s vezes existem para o bem.

E então, um dia, passando por uma floricultura, ele viu, um lírio, que lhe chamou a atenção, uma flor bela demais para ficar na vitrine, merecia estar no colo de uma mulher que lhe envenenara. Ele a comprou, e covardemente a enviou, junto dela, colocou uma mensagem numa das pétalas, e esperou. Era a mensagem que ela disse amar, e que recitou tantas e tantas vezes no ouvido dela, como cantada, mesmo sabendo que era errado, ele colocou lå, no lírio.

Esperou que pudesse a voltar a sentir o polén venenoso lhe deixar tonto. Mas nada aconteceu. Passaram se dias, meses, o tempo tomou tudo. Ele se casou com sua namorada, era seu destino afinal.

Um dia, o tear do destino, voltou a se mostrar cruel, ou simplesmente divertido; andando na rua, ele parou naquela mesma floricultura, para comprar um lírio para sua filha, e eis que viu uma moça um tanto quanto singular segurando a flor que fora comprar. Ele indagou.

“VocĂȘ gosta de lĂ­rios?”
“É um vício que aprendi a ter quando moça
”
E sem perceber porque ele entoou.
“
 olha sĂł, o que te escrevi, Ă© preciso força, pra sonhar e perceber, que a estrada vai AlĂ©m Do Que Se VĂȘ”

Os dois se fitaram, e ele percebeu aqueles orbes Ăąmbar que o envenenavam, deu um sorriso gostoso e disse.

“Então ainda somos viciados nas mesmas coisas”.

Inserida por brunomtop

Margarida realmente nĂŁo sabe o que quer. EstĂĄ sempre lĂĄ, quando quer estar cĂĄ, e vice-versa. Esse negĂłcio de escolher, nĂŁo Ă© com ela, seu charme estĂĄ justamente, na confusĂŁo que dĂĄ pra perceber em seus olhos de Ăąmbar dourado.

Cabelo despenteado, vestidinho azul, seguindo na moda de Katy Perry, com seus cabelos cor de carmim ela segue chamando a atenção de inumeros pretendes, sĂł que ela nĂŁo tem pretensĂŁo sobre nenhum deles, simplesmente, porque seus desejos nĂŁo podem ser atendidos, seu passado foi marcado por inĂșmeras desilusĂ”es. TambĂ©m de trĂȘs ex, e dois amigos, ela prefere nĂŁo ter lembranças, simplesmente porque eles quiseram apenas ser egoĂ­stas.

Eu não sei se ela me considera um amigo, espero que sim, eu não quero nada além do seu bem, porém, acho difícil que ela um dia perceba isso, mågoa se torna trauma com tanta facilidade. Fica fantasiando que o amor é algo impossível, e que a beleza do romance estå restrito as telas de cinema.

E assim, o tempo foi passando, ela se enrolando, dizendo que enquanto não achasse o certo, iria se divertindo com os errados, o problema é que ela nunca quis saber se eles eram o certo, ou o errado. Entre uma valsa e outra, ela vai mudando de ninho, pois o que mais tem medo, é de ficar sozinha. Mesmo sem querer se abrir com ninguém, pra ela o relacionamento nunca vai dar certo, tem validade.

SĂł que eis que aparece, um diferente, recitando cantadas de cafajeste, com uma voz rouca, esperando que ela inale seu charme. Ela se nega a admitir, diz que nada existe, que ele Ă© ridiculo, por tentar algo tĂŁo
 Sincero. Mas quem disse que ele desiste? NĂŁo, ele Ă© apenas um louco que diz ser servo de Afrodite.

Eu desviei um pouco meu olhar, para observar minha amada dançar, e quando voltei meus olhos para Margarida, ela jå estava com aquela reação lenta, toda vez que ele sussurrava em seu ouvido, ela ficava com aquele tipo especial de sorriso, mesmo sem admitir, ela jå foi enlaçada pelo amor. Ele estå no caminho certo.

A moral, é que o amor acerta até quem tem aversão a ele. Margarida nunca soube dançar, mas agora ela começa a gostar de valsar. Agora vou me calar, e voltar a ver minha amada dançar.

Inserida por brunomtop

-O amor nasce, sem anunciar sua presença, ele cresce, sem mostrar sua verdadeira face, se fantasiando de amizade, admiração, paixão ou atração, e aí, quando chega a hora da verdade, quando se depara com a saudade, ele inflige dor, uma dor que só é gerada por amor.
É como um parasita, que entra sem ser convidado, se alimenta sem ter permissĂŁo, e vai ficando por ali. E como todo parasita, chega uma hora, que ele começa a destruir seu hospedeiro. Pelo menos ele normalmente Ă© assim, sĂł que a mĂĄgica do amor, estĂĄ justamente nisso.
Ele tem a habilidade Ășnica, de transformar seu hospedeiro, em uma pessoa melhor, normalmente, ele Ă© como qualquer doença, que sĂł destrĂłi, mas em casos raros, ele sĂł faz o bem, quando a saudade vem, ele torna tudo mais bonito.
-Mas o amor acaba machucando. e a saudade que vem desse tipo de amor, dĂłi. e dĂłi muito.
-Claro, mas, Ă s vezes, em casos raros, o amor nĂŁo gera dor, gera cor, traz alegria, e a saudade, se torna nostalgia.
-Mas sabe o que Ă© pior? É quando sente nostalgia de algo que nĂŁo te fez bem. Se bem que a nostalgia me traz os melhores momentos.
-Nostalgia por definição é algo bom; Saudades por definição é algo que nos faz falta. Saudade ou é agonia, ou é nostalgia.

Inserida por brunomtop

Ele era AQUELE cara. Todo mundo gostava ou simpativa com Lilo, ele sempre estava sorrindo, conversando sobre todos os assuntos, dando bons conselhos, enfim um dos caras mais populares que existem. Talvez por carisma, talvez por manipulação mesmo, ele tinha muitos amigos e amigas, e tinha uma namorada.

“Mulher namora quando gosta de um homem, ou quando estĂĄ carente. Homem namora quando uma mulher gosta dele, ou quando precisa tirar uma fama ruim.” Dito e feito, ele conheceu Celah, aquela menina bonita, e acima da mĂ©dia, que lhe custou um tanto de insistĂȘncia. Ele precisava desfazer o boato de que era um cafajeste, e afinal ela gostava dele e tava carente. EntĂŁo
 Porque nĂŁo?

Ah, Celah, ela era feliz. Lilo era tudo que ela precisava ter. Ele era carinhoso, atensioso, dava presentes, e criava declaraçÔes sempre que possível, não deixava o namoro cair na rotina, era ciumento quando tinha que ser, e arrumava uma briguinha vez por outra, nada anormal. Ela amava ele.

Bem, digamos que Lilo gostava dela, mas acho, que não era amor. Não o mesmo amor, ele vivia soltando cantadas a cada esquina, não que traisse ela, pelo menos ele pensava “eu só faço flertar, trair nunca!”. E seguia com sua vida, sem perceber que já estava iniciando um erro que todo homem costuma a cometer.

Anel de compromisso, juras de amor eterno, Celah estava no paraiso. SĂł que Lilo nĂŁo, o namoro estava bem demais, sĂł que ele precisava trair, pra se sentir superior, e o fez quando teve oportunidade.

Ele nunca teve um motivo pra trair. Isso porque traição nunca tem motivo. “Trair nĂŁo tem motivo, justicativa ou causa. Trair Ă© oportunidade”. Foi isso que Lilo colocou em sua mente, e seguiu em frente como a maioria dos homens indiferentes.

Celah, nunca soube disso, na verdade, de uma hora pra outra, ele decidiu ir embora, nĂŁo precisava dela, e as juras de amor ficaram ao vento. Ela nĂŁo podia acreditar, nĂŁo queria acreditar, mesmo depois de trĂȘs anos, que ele, Lilo, seu namorado, seu melhor amigo, o homem que lhe fez ver o mundo cheio de cores, nĂŁo iria mais voltar.

Pobre Celah, ela aprendeu a amar, uma pessoa que vulgarizou o verbo amar.

Inserida por brunomtop

Eis, que depois de vĂĄrias cervejas, vĂĄrios copos de gummy, e meio litro de vodka com sprite eu estava conversando com uma menina perfeitinha. NĂŁo, Ă© sĂ©rio, ela era perfeita, e eu fiquei louco pra ficar com ela, porĂ©m (talvez por eu estar meio grog), eu disse a ela “sĂł vou ficar contigo daqui hĂĄ mais ou menos um mĂȘs, quando eu resolver minhas pendĂȘncias amorosas e tu tambĂ©m”, ela sorriu corada e concordou.

A noite foi madrugando e a gente lå conversando, era incrível como a gente sempre tinha um novo papo! As opiniÔes eram iguais, estava tudo perfeito, só que ai ela teve que ir embora, e eu como galanteador nato, que cumpre as promessas que fez, na hora da despedida dei apenas um selinho nela, me segurando com minha força måxima! (até hoje me surpreendo como eu consegui me segurar nesse dia).

Ela foi embora, e o lugar que deixou vago entre eu e minha vodka foi ocupado por uma amiga minha que estava bĂȘbada e sem seu namorado, ela se sentou e começamos a conversar. SĂł que ai chegaram as amigas dela, a Ășnica importante Ă© Bella (esse nĂŁo era o nome dela, mas vou chamĂĄ-la assim, porque foi como eu chamei ela durante Ă  noite, ou quase isso).

Bella estava bĂȘbada e implicando comigo. Começou a me desafiar, a fazer coisas, e de repente, bebeu minha vodka! Ora bolas, como ela pode beber minha vodka? Eu queria ficar embriagado e a Ășnica bebida da festa era a minha vodka! Que garota mais incoveniente! Eu fiquei muito irritado, mas aĂ­ eu comecei a olhar pra ela melhor, ela era
 Lindinha atĂ© demais, tĂŁo linda que me fez esquecer daquela outra com quem eu tinha passado a noite conversando


-VocĂȘ estĂĄ me molhando se nĂŁo percebeu
 – eu avisei a ela quando Bella me levou para a chuva.
-Quem mandou vocĂȘ me morder? - ela respondeu divertida.
-Eu vou te derrubar na chuva, sua feia – eu disse sei sorrir.
-Não vai nada. E eu não me chamo feia - ela amarrou a cara para mim. Então eu fiz o improvåvel e a peguei no colo, levei a até a chuva, e depois dei um rodo clåssico nela. (
)
-Seu idiota! – ela conseguiu me pegar depois de corrermos a festa inteira (bĂȘbados felizes sĂŁo assim mesmo)
-VocĂȘ duvidou, nĂŁo tenho culpa que vocĂȘ Ă© gorda.
-Meu nome nĂŁo Ă© gorda! – ela olhou para mim e me mordeu no pescoço, depois disso eu fui e tasquei um beijo nela.

Inserida por brunomtop

A gente vai ficando velho, e deixando o tempo assassinar nossos sonhos.

Sempre com a mesma desculpa; 'continuo isso mais tarde', mais para mim mesmo, do que para os outros, sem perceber, eu deixei meus sonhos de lado, assim como a maioria das pessoas. Deixei o tempo se enferrujar a minha visĂŁo da vida, as cores que antes via nas coisas pequenas, como poder fazer o tempo esperar, como esperei, e ficar sem fazer nada, dando um tempo sĂł para mim; nĂŁo agora, os tempos que passo de forma boemia, sĂŁo tempos de angĂșstia, em que o guloso espĂ­rito de responsabilidade rouba a graça da vadiagem.

É como eu sempre soube, os seres humanos quando envelhecem, deixam de sonhar, simplesmente por enxergarem algo que quando eram crianças, nunca terem percebido; HĂĄ um teto acima de suas cabeça, que restringe suas açÔes e reaçÔes, que inibe suas vontades e espontaniedade, um teto chamado responsabilidades. E a Ășnica fuga para ele, Ă© olhar de lado e ver numa janela, um cĂ©u azulado que se desenha acima da cabeça de seus filhos. Por isso que os pais se contentam em realizar os sonhos dos filhos; nĂŁo Ă© por eles nĂŁo terem sonhado nunca, Ă© sĂł que, seus sonhos estĂŁo invisĂ­veis, ocultados pelo teto acima de seus desejos juvenis.


O Amor que outrora, teve tantas definiçÔes, hoje Ă© apenas uma parte que me entorpece numa rotina que se eu parar para avaliar como deve ser avaliada, a saĂ­da de emergĂȘncia guardada nos meus pulsos, serĂĄ usada. Uma ilusĂŁo, minha vida, muita dor, esperança, sonho, alegria, um vĂ­cio, o que hĂĄ de mais maravilhoso, uma sensação de vazio e ainda assim, apenas uma palavra. Eu esqueci que o Amor jĂĄ foi tudo isso para mim. Meu teto me impede de perceber essas coisas tĂŁo Ăłbvias assim.

Agora, o que me resta, Ă© tentar fugir um pouco mais desse teto, mas pelo que me parece, o tempo nĂŁo vai deixar, ele estĂĄ zangado por eu ter aproveitado do amor de forma tĂŁo hipĂłcrita e criminosa. É isso que dĂĄ, afirmar ser raposa, ter coração de gelo, e nem ao menos saber, quais sentimentos sĂŁo verdadeiros.

Inserida por brunomtop

Eu te conheço faz tempo,
E desde sempre, gostei do teu jeito de ser,
De sorrir, conversar,
Seu jeito de olhar o céu, encarar um estranho,
E gostar de viver;
Sei lĂĄ, sempre gostei.

A gente nunca se aproximou,
Mas sempre se deu bem,
Tinha aquela possibilidade de ir além,
SĂł que nunca tentamos.

E aĂ­, do nada, eis que me apareces toda intrometida,
Querendo falar da tua vida,
Mergulhando de vez na minha;
SĂł podia ser mesmo uma diabinha.

VocĂȘ, Eduarda Menezes,
Que nem sempre Ă© forte o bastante,
Pra mim Ă© verde, Ă s vezes, muitas vezes!

Como uma fruta que ainda nĂŁo Ă© madura,
Uma diabinha que veste verde,
Pois ainda nĂŁo estĂĄ pronta para o mundo,
E mesmo assim vai com tudo,
Pois nĂŁo quer perder nem o segundo,
A chance de aproveitar sua vida.

Como uma autentica escorpiana,
Gosta de um carinho e de um ombro amigo,
Impulsiva e emotiva, sempre insegura;

Surgisse mais na minha rotina mais incoveniente que uma conjutivite,
Folgada, contagiosa, e que nĂŁo deixa em paz,
Mas eu simplesmente tomei gosto por isso; vai entender.

Meu tipo preferido de amiga,
Pra aconselhar, instruir e fazer sorrir.
Pode parecer meio artificial,
Porém, eu garanto que não é, gosto de muito de ti, assim, de graça.
Sei bem que quando o ano chegar ao final,
A gente pode nem dar manutenção nessa nova amizade,
Mas sei lĂĄ, eu gostei tanto, que senti vontade de demonstrar,
Que tou aqui sempre, pra vocĂȘ me aperriar.

É sĂ©rio, cada vez mais, gosto um tanto assim de vocĂȘ,
JĂĄ que num mundo cheio de pseudo-anjos,
Nada mais confiĂĄvel que uma diabinha insegura nĂŁo Ă© verdade?

Pois bem, serei seu advogado e conselheiro,
E espero que nĂŁo sĂł por agora,
Que seja uma dessas amizades pra todas as horas,
Que vocĂȘ simplesmente nĂŁo vĂĄ embora.

Simplesmente porque me apeguei a vocĂȘ,
NĂŁo quero abrir mĂŁo de convencer a aloprar,
Nem de acordar contigo ligando pra me aperriar.
É sĂ©rio, te quero como uma amiga,
Por muito tempo,
Como um pacto que se faz com uma diabinha,
VocĂȘ serĂĄ uma amiga, bem minha.

Inserida por brunomtop

Sempre estive a procura, talvez por ser inocente demais, talvez por ser carente demais; eu realmente nĂŁo sei o motivo principal dessa vontade toda existir em mim; a vontade de ter um Amor, mas nĂŁo um amor qualquer, um Amor com A maiĂșsculo, daqueles muito mais empolgante que o da novela das 8, muito mais feliz que o romance-tragĂ©dia vencedor de 11 oscar’s... Um Amor pra dizer que vivi nesse mundo sabe? Talvez essa seja uma das raĂ­zes do desejo, quando era criança li que um homem precisa fazer trĂȘs coisas na vida: “Achar um amor, plantar uma ĂĄrvore e escrever um livro”... É, acho que Ă© isso mesmo; ou talvez foi sĂł destino ter te achado, gosto das duas alternativas.

Eu pelejei muito, até te achar, e até confesso, que antes de ti, jå havia encontrado um sentimento forte o bastante para eu achar que era amor, mas não foi amor de verdade; não, foi uma obsessão. Um Romance de criança, que cativou meu coração recém-destruído. E só agora, só depois de te conhecer, te ter, te perder, achar que te tinha, achar que não te tinha, e finalmente te ter de verdade, e aí sim, eu entendi o que realmente significava essa palavra de quatro letras, e tantas definiçÔes...

Seu sorriso foi algo muito peculiar, que se impregnou no lóbulo esquerdo do meu cérebro, devastando memórias mais importantes, e menos galantes. Me apaixonei por ele, e mais tarde, o tempo veio me dizer, que estava amando a portadora desse sorriso tão... Sem definição, jå que o infinito não se define.

Cata-vento, Sol, Dengo, Feiticeira. VocĂȘ renasceu em tantas definiçÔes diferentes aos meus olhos e lĂĄbios, que a infinidade de sensaçÔes que vocĂȘ trouxe a minha vida, tornou meus orbes lĂ­mpidos o bastante para ver que atĂ© chegar a vocĂȘ, minha trajetĂłria foi de um preto-e-branco tĂŁo entediante quanto os classificados de obituĂĄrio.

Enquanto sua nuca emanava um perfume digno de luar, fui aceitando que jĂĄ tinha sido vencido, derrotado, e cĂĄ estava acorrentado, ao seu jeito, cheio de camadas, que me fascinava cada vez mais, como se o tear do destino estivesse me mostrando o melhor livro que eu jamais acabaria de ler, caso fugisse como sempre fugi. NĂŁo, com vocĂȘ eu segui em frente, me arrisquei, e decidi que se havia um tipo de mulher para mim, esse tipo era vocĂȘ.

Como jĂĄ te repeti tantas vezes, Ă© impossĂ­vel explicar de verdade o que Ă© o amor, Ă© como uma fotografia de uma fogueira, vocĂȘ sabe que Ă© uma lareira acesa, mas nĂŁo chega nem a 10% da sensação de ver uma de verdade; de sentir o calor, o aconchego. Bem, essa comparação, sendo tĂŁo boa, ainda assim nĂŁo demonstra a verdadeira distancia das minhas belas palavras quando tento explicar o que sinto por ti, Ă© algo imensurĂĄvel.

Eu li tantos romances, criei tantos personagens; a maioria baseados em mim, tentando imaginar como seria, quando eu encontrasse um amor de verdade, e todos eles, nĂŁo passam de fantasmas velados, quase sem nenhuma semelhança quando comparado ao que achei em vocĂȘ.

O jeito como vocĂȘ dança, me abraça, me toca; me enfeitiça, e me faz pensar que eu finalmente posso ser eu mesmo, que na verdade, eu posso ser o que eu quiser, porque te tenho comigo; porque conquistei algo que Ă© meu, sĂł meu. E como egoĂ­sta que sou, sĂł quero vocĂȘ pra mim, sem mais.

Pra vocĂȘ, guardei toda essa vontade, e um pouco mais. Guardei a esperança, de ter em vocĂȘ um ponto de felicidade indefinĂ­vel, e como tudo que a vida me deu, vocĂȘ nĂŁo foi aquilo que eu esperava, foi muito mais. Muito de um mais, que nem o infinito chega a beirar nele.

Pode parecer mentira, mas eu guardei isso tudo pra ti, nĂŁo sou idiota ao ponto de afirmar que sabia que seria para ti, da pra entender? Eu guardei bem, para uma pessoa especial, mas nĂŁo sabia que existiria uma pessoa na minha vida que tornaria isso que guardei real. Ficou confuso nĂ©? Acho que toda vez que tento falar sobre essa palavra de quatro letras, me atrapalho todo. Foi tentando te explicar, e sempre achando que a explicação era fraca demais para o que eu sentia, acabei por perceber, que explicação nenhuma isso requer. Como Nando Reis diz em sua mĂșsica “Se o coração bater forte e arder, No fogo o gelo vai queimar”; e queimou. Todo o gelo acumulado por anos de atrofia sensitiva derreteu ao resplandecer do seu sorriso. Esse mesmo sorriso, que tem uma grandeza muito maior que a dais infinitas constelaçÔes que contemplamos durante a noite; tem um brilho muito mais ĂĄureo que o da Lua, na noite mais linda e romĂąntica; tem muito mais calor que o sol pode transmitir no dia mais quente. E sempre me pego, sem aviso, admirando-o, achando, por mais estranho que pareça, uma parte nova, que me faz te amar cada vez mais.

A cada mudança no ciclo da lua, tento de novo e de novo, percorrer todo teu corpo, para decorar cada sinal, imperfeição, cicatriz, cĂ­lio, cravo, ou qualquer outro detalhe, insignificante para os outros, que me façam poder ter certeza que guardei todo o seu ser na minha memĂłria. Mas Ă© impossĂ­vel, pois em todos os poucos segundos tentando te fotografar com os olhos, me perco admirando um detalhe tĂŁo normal, e que pra mim Ă© perfeito, por mais idiota que isso possa parecer. E vocĂȘ pergunta ‘o que Ă© vocĂȘ tava olhando?’ e eu respondo ‘VocĂȘ’. É tĂŁo difĂ­cil de entender, que quando o assunto Ă© vocĂȘ, existe muito mais que dĂȘ pra me saciar?

O Tempo Ă s vezes passa tĂŁo rĂĄpido, e Ă s vezes tĂŁo devagar, que pensando na teoria fĂ­sica, entendi que quando o assunto Ă© o nosso amor, o tempo deixa de ser constante, ele se torna uma variĂĄvel, totalmente dependente do nosso amor, assim como todas as minhas açÔes. Por isso eu sei que Ă© amor; que o que sinto, vejo, inalo, presencio, abraço, acaricio e tenho tomando todo meu ser Ă© a definição mais exata para a palavra Amor. Assim como me sinto eriçar cada cĂ©lula do meu corpo quando meus lĂĄbios beijam tua pela, quando sinto o contato teu em mim, quando deixamos de ser dois, quando nos tornamos um sĂł; quando somos mais que Deuses, quando tornamos o amor simples, quando tiramos o ‘s’ do nĂłs, e assim ficamos sĂł o ‘nó’, juntos. E por mais breve que esse momento seja, Ă© mais eterno que mil nascimento de estrelas, que um milhĂŁo de arco-Ă­ris percorrendo o cĂ©u.

Eu sempre soube que vocĂȘ tinha o manual de instruçÔes pra me ter, e sĂł agora entendo porque vocĂȘ o tem, Ă© porque vocĂȘ nasceu para ser minha, e eu para ser seu, e nĂłs para sermos um nĂł, sem mais, sem menos. Sem precisar explicar, apenas amar. Pois gelo nenhum sobrarĂĄ, enquanto o sol lhe iluminar.

SĂł hĂĄ Um jeito de dizer, o que une nĂłs Dois, em TrĂȘs palavras, que define essa palavra de Quatro letras: Eu te amo. E isso, serĂĄ pra sempre.

Inserida por brunomtop

-VocĂȘ Ă© responsĂĄvel pelo que cativa. – foram minhas palavras mais covardes, ao seu pĂ© do ouvido – eu me apaixonei por vocĂȘ. Pelo seu jeito de sorrir, pelo seu jeito de contar uma histĂłria, e pelos trejeitos efusivos que vocĂȘ demonstra pra qualquer um. Mais, acima de tudo, me apaixonei pelo seu abraço, que me traz sensaçÔes oscilantes entre o que Ă© certo e o que Ă© errado; entre a possibilidade e o arrependimento...
-Eu... – vocĂȘ tentou balbuciar algo em resposta, mas foi calada pelo encontro dos nossos olhares.
-Só quero um beijo para saber o que estou perdendo. – e sem esperar por resposta, meus lábios lhe roubaram qualquer reação.

Eu sabia que ia ser assim. Desde o momento que te quis. É egoísmo demais querer ter para si uma pessoa que ama? Acho que sim, quando seu coração já não lhe pertence mais.
Provavelmente, acontecerå conosco o que acontece com todos os amores. O tempo passa, a onda quebra contra o cais, a maré vira, a maresia voa. Tudo enferruja.

-Chega... – vocĂȘ suspirou finalmente se livrando do beijo como um alguĂ©m que volta a respirar depois de quase se afogar. PorĂ©m, sua expressĂŁo nĂŁo era de alivio, era de dor. Uma expressĂŁo de agonia por ter parado algo que muito provavelmente estava sendo avassalador.
-Eu...
-Não precisa dizer nada – seus olhos fugiam dos meus, assim como seu corpo recuava. Havia muita confusão naquele momento.

Esse jogo de flerte e cantadas que começamos só podia dar nisso. Sem nenhum vencedor, apenas perdedores. Eu nunca ouvi falar de ninguém que jogou com o amor e venceu, acho que essa é minha sina. Tenho de confessar que não sou tão perdedor, pois, pelo menos uma parte do meu coração continuarå feliz por não deixar de pertencer a ela.
Talvez essa seja a verdadeira resposta nĂŁo? VocĂȘ vai perder independente da estratĂ©gia que definir. NĂŁo peço desculpas, pois nĂŁo me arrependo do que fiz. SĂł lamento por ser um sĂł, e nĂŁo poder ser tĂŁo seu, quanto sou dela. NĂŁo poder ser para vocĂȘ, nada mais que um amor de possibilidades. Um amor, que nĂŁo se transformar em algo ĂĄureo.


-Tem certeza? – foram minhas palavras tentando reverter palavras que machucaram.
-Tenho. EstĂĄ tudo bem – nĂŁo sei se vocĂȘ lembra, mas eu conheço cada um dos seus sete tipos de sorrir. E esse Ă© aquele sorriso falso, que nĂŁo transparece nada alĂ©m de uma magoa fria.
-Então tudo bem – eu retribui com um sorriso opaco.

O tempo passou mais uma vez. Só que dessa vez, sem viradas na maré. Apenas a constante maresia corroendo nosso amor. E se foi. Nosso amor enferrujar-se-ia.
Então, sem escolhas, lamento, e me vou. Uma låstima pelo adeus. Mas a despedida serå melhor do que nuances de um amor oxidado; caindo aos pedaços.

Inserida por brunomtop

Uma saudade bem espaçosa, perseguindo os padrÔes, de uma rotina de desencontros, fazendo das fotos, uma fuga especial, é aí onde nosso amor se sobrepÔe.

NinguĂ©m Ă© tĂŁo agraciado quanto nĂłs dois, nĂłs nĂŁo estamos no fim, mas jĂĄ superamos o tĂŁo famoso 'felizes para sempre', e eu sei disso porque toda vez que vocĂȘ exibe um sorriso, o meu prĂłprio sorriso o sobrepĂ”e. É, eu tenho certeza, ninguĂ©m Ă© tĂŁo sortudo quanto nĂłs somos.

Quando vocĂȘ me liga, e me diz como vocĂȘ se sente, eu fico imaginando como e quando vocĂȘ se enraizou tĂŁo longe, sem eu nem mesmo notar. Como e quando, meu coração deixou de ser meu, para ser seu?

VocĂȘ jĂĄ deve ter percebido, mas eu nĂŁo costumava a estar habituado a isso, e sem nem perceber, discutia sĂł por discutir, porque a paz que seu olhar me inundava, era tĂŁo inĂ©dita... SĂł que nĂŁo hĂĄ nada de mal nisso, eu apenas nunca estive tĂŁo feliz.


E agora, eu tenho essa sensação de que se eu demonstrar exageradamente o bastante, vocĂȘ vai sorrir de volta pra mim, o sorriso tĂŁo intenso (e envergonhado) que sĂł tem para mim, o sorriso pelo qual eu me apaixono todo dia. É, eu tenho certeza que ninguĂ©m sobrepĂ”e a beleza do seu sorriso nesse mundo.

Inserida por brunomtop

Estava fazendo um balanço de tudo que aconteceu na minha vida nos Ășltimos dois anos, e por incrĂ­vel que pareça sĂł consigo pensar uma coisa: que minha vida passou a ter graça depois que te coloquei nela. Isso Ă© exagero? Talvez fosse se meu dia nĂŁo melhorasse totalmente toda vez que escuto um ‘eu te amo’.

Nos momentos mais estranhos, em que eu estou pensando a toa, eu acabo sendo levado a pensar em chocolate e calor. É que eu me lembro dos seus olhos e do seu beijo. Quando eu deito minha cabeça no travesseiro eu penso em futuro, em família, e muito mais muito amor.


VocĂȘ jĂĄ pensou no quanto tudo mudou em dois anos. Quem diria que dois anos Ă  frente eu estaria tĂŁo responsĂĄvel, tĂŁo menos irredutĂ­vel, tĂŁo mais sorridente, tĂŁo menos egoĂ­sta, tĂŁo... Feliz. É, em dois anos muita coisa mudou. NĂłs tivemos tudo para dar errado, e mesmo assim continuamos a dar mais certo do que tudo que eu conheço. Simplesmente porque somos chatos demais para desistir, e acabamos conseguindo que tudo desse certo nĂŁo Ă©?

Pois Ă©, jĂĄ sĂŁo dois anos de muita coisa acontecendo. E eu sĂł tenho a te agradecer. Pelo seu amor, pelo seu carinho. Pelas brigas tambĂ©m. Por tudo. Porque vocĂȘ simplesmente me faz um bem imensurĂĄvel. Faz-me querer ser uma boa pessoa, sĂł para te fazer feliz. Faz-me acreditar que a vida Ă© mesmo algo bom de viver.

Pensando melhor, quando eu olho para esses dois anos, sĂł consigo ter memĂłrias boas de tudo que a gente vivenciou. Porque vocĂȘ sempre esteve ao meu lado, mesmo sem querer em algumas ocasiĂ”es.

VocĂȘ jĂĄ pensou no que o futuro reserva para o nosso amor? NĂłs poderemos estar agarradinhos num cinema qualquer, sem estarmos enjoados daquelas comĂ©dias romĂąnticas que sĂł nos fazem ter certeza que nosso amor Ă© muito melhor que aqueles que sĂŁo produzidos em hollywood. E quando sairmos para esticar as pernas pelas ruas, o sol vai brilhar em vocĂȘ, e em mim; seus olhos vĂŁo ficar mais achocolatados ainda, e vamos sorrir, apenas por existirmos um ao lado do outro.

Posso ver como tudo vai acontecer em cada detalhe. Eu vou te roubar um beijo, e vocĂȘ vai protestar, mas vai esquecer rapidamente, porque vou te mostrar uma nuvem com um formato de um aviĂŁo. Vai haver sol e nuvens brancas em todos nossos dias, porque eu estarei contando minhas piadas idiotas, e vocĂȘ estarĂĄ gargalhando delas como sempre.

NĂłs tambĂ©m vamos nos lembrar quando costumĂĄvamos a discutir por causa que eu roubei um pedaço do seu sanduĂ­che, e sorrir bastante, pois era isso que nos divertia naquela Ă©poca. Vamos poder ficar atĂ© tarde na varanda, numa noite quente bebendo vinho, nos divertindo, e bebendo. SĂł rindo. Isso porque nesses dois Ășltimos anos aprendemos a apreciar a companhia um do outro mais do que qualquer coisa. E na nossa cabeça sĂł vai ficar ecoando uma palavra: Amor, Amor, Amor.

Pode ser meio fantasioso, mas Ă© tudo o que vem na minha mente quando olho pro seu sorriso; Que o futuro que nos aguarda Ă© tĂŁo melhor do que o presente que temos agora; E olha que Ă© impossĂ­vel superar a felicidade que sinto agora.

Acabei de lembrar, quando eu te ver da prĂłxima vez eu vou dizer "Eu nunca fui tĂŁo feliz quanto estou agora", e vocĂȘ vai sorrir e responder "É, eu nunca pensei que poderia ser tĂŁo feliz quanto eu sou quando estou com vocĂȘ" Tudo vai ser Amor. Carinho e chamego. Algumas brigas, e beliscĂ”es. Beijos e mordidas. Mas principalmente amor. Por toda a eternidade.

E quando os meus dias cinzas chegarem, vocĂȘ vai estar lĂĄ para me animar, dizer que Ă© besteira minha e me mandar sorrir e te beijar; como fez nos Ășltimos dois anos. Quem sabe atĂ©, vocĂȘ consiga finalmente extingui-los da minha vida. NĂŁo sei se vocĂȘ notou, mas eles sĂŁo tĂŁo raros ultimamente, isso porque dois anos atrĂĄs minha vida era cinza, agora sĂł alguns dias perdidos sĂŁo assim. Tal igual eu vou estar aqui o tempo todo para te dar dengo, me apaixonar mais ainda pelo se risinho de tĂŁo apaixonado, e pelo seu bico cheio de mimo. É, do passado ao futuro vai ser sĂł Amor, Amor,, Amor.

Infelizmente, tenho que te dizer que pode ser tambĂ©m, que daqui a dois anos, a gente nem se encontre mais. Pode ser que a gente nem se conheça mais. A gente pode nĂŁo se dar bem. Talvez a gente sĂł se estranhe e se perca. Mas independente do caminho que tomemos, sempre vai existir amor. Aonde vocĂȘ for, vai ter amor. Todo esse amor que eu carrego por vocĂȘ.

Hmm. Sinceramente, do jeito que sou insistente, duvido que vocĂȘ algum dia consiga fugir desse meu amor todo. EntĂŁo esquece essa possibilidade de nĂŁo existir pra mim. Pois te quero muito mais que o infinito anseia por um fim. EntĂŁo que esses dois anos sejam Ă­nfimos em comparação a eternidade que quero passar junto com vocĂȘ.

Lembre-se do que meu ‘eu te amo carrega’ e sorria, porque nossos dois anos transbordam de Amor, Amor, Amor.

Inserida por brunomtop

Foi fåcil como respirar, viciante como se coçar. Terminou mais råpido do que a vontade poderia suportar. A Primavera se foi, em seu lugar se instalou um calor tão gostoso de aproveitar.

As palavras se perderam, os olhares diziam tudo. Só que as definiçÔes de tudo, nada e infinito não pareciam significar qualquer coisa perante aquela ponte que se instalou entre os dois olhares.

Isabel respirou fundo e se levantou. Daniel sorriu, e a seguiu. Eles até trocaram palavras, mas elas pareciam não ter significado algum para aqueles dois coraçÔes aturdidos que palpitavam descompasadamente, em suas respectivas carapaças.

O tempo passou, a intensidade aumentou. Eles sabiam que aquilo que consumaram era proibido, porém não conseguiam evitar um mal tão desejoso como aquele. O calor que ela sentia dos braços dele; a tranquilidade que ele sentia ao conversar com ela. Era o verão tornando todos os dias, melhores que os outros.

-VocĂȘ nĂŁo vai me querer, eu esou te avisando - ele comentou numa conversa qualquer, enquanto ela lhe afagava os cabelos, tentando fazĂȘ-lo sorrir.
-Por que nĂŁo iria querer?
-NĂŁo sei, eu sou defeituoso; quebrado, um brinquedo torto - ele se levantou e a olhou nos olhos - e uma hora vou te machucar.
-Pois que vocĂȘ tente, tenho uma proteção muito forte para isso.
-É sĂ©rio - ele alisou a bochecha dela com um indicador - eu queimo todos com o gelo que meu coração libera.
-Que eu derreta entĂŁo. - os olhos dela o encararam firmemente - nĂŁo vou ceder.
-VocĂȘ...
-É, eu nunca vou deixá-lo ir.

Assim como a chuva passa, os dias cinzas dele se foram. E o sol voltou a brilhar para os dois. Foi sĂł uma chuva de verĂŁo; foi o que ela disse para si mesma.

-NĂŁo mais - ela protestou quando ele lhe roubou um terceiro beijo.
-SĂł mais um - ele insistiu se aproximando.
-NĂŁo.
-VocĂȘ Ă© teimosa.
-Olha quem fala - ela se afastou sorrindo - hora de ir.
-Ok - ele a seguiu e quando chegaram a escada, aproveitou da sua altura avantajada, colocou-a em um degrau mais alto e ainda assim ficou meia cabeça acima dela.
-Me solta - ela alertou quando viu que os braços dele prendiam sua cintura.
-SĂł com um beijo.
-NĂŁo vou dar.

-EntĂŁo eu roubo - e ele o fez.

A tenacidade que ela teve de tentar impedi-lo, se desfez no momento que a voracidade controlou sua língua, e todos seus sentidos. Ele só aproveitou, e se perdeu naquela imensidão de sensaçÔes distintas.

Só que o tempo nunca para de girar, e aos poucos, rotinas distintas começaram a afastá-los. Ela se manteve como estava, imutável. Às vezes conseguindo resistir a ele, às vezes cedendo. Só que ele não conseguiu o mesmo.

Um coração deformado, tem a infeliz tendencia de oscilar vez ou outra, e ela não acreditava que isso pudesse acontecer.

-Não då mais. - ele concluiu após vårias explicaçÔes confusas, após desculpas pífias e distorçÔes de situaçÔes.
-Eu nĂŁo sei porque vocĂȘ estĂĄ fazendo isso - ela engoliu o amargo que se formava na garganta. Era tĂŁo ruim de sentir aquilo. Ela sempre esperou aquilo; mas era tĂŁo pior.
-Porque eu sou assim. Eu te avisei, lembra?
-NĂŁo precisa ser assim.
-Precisa. NĂŁo aguento mais. Eu sou o egoĂ­sta. Eu que te quero pra mim, sem aceitar que vocĂȘ nĂŁo Ă© um brinquedo, eu que...
-Dan.
-É melhor assim, Isabel.
-NĂŁo me chama assim...
-NĂŁo dĂĄ mais pra vocĂȘ ser a 'bel'. É sĂ©rio. Eu me vou. Uma lĂĄstima. Mas me vou.

E assim que ele desapareceu, ela sentiu tudo esfriar, e percebeu que algumas coisas caíam ao seu redor. Mas não tinha certeza do que realmente eram; As folhas flutuando no ar, avisando a todos da chegada do Outono, ou os pedaços do seu coração trincado, que caía junto com as lågrimas que prometera nunca mais derramar.

Inserida por brunomtop

Sinto tanta falta do seu abraço; e percebo o quĂŁo triste sou, ao viver perdendo meus atalhos para fugas; o quĂŁo triste sou por ter perdido vocĂȘ.

Deveria ser uma coisa boa, pra vĂȘ se eu aprendo a me controlar; deveria... Mas nĂŁo Ă©.


Isso porque tem uma parte de mim (uma das tantas que ainda nĂŁo conheço), que nĂŁo tem rĂ©deas; Ă© uma zona do meu coração que nĂŁo tem acesso a nenhum pingo de razĂŁo... Eu atĂ© jĂĄ tentei mapeĂĄ-la, refletir... Mas a Ășnica coisa que consegui, foi ver meu coração ulular.

Por isso fico aqui, lhe vendo florescer, sem poder fugir de mim e me perder em vocĂȘ.

Inserida por brunomtop

NĂłs continuamos conversando,
Mas sinceramente,
Eu nĂŁo tenho ideia do que estĂĄ acontecendo,
Ainda somos amigos?
Existe uma magĂła que vocĂȘ nĂŁo admite,
E isso me incomoda bastante,
Como um colibri,
Pairando no ar.

Percebo que vocĂȘ estĂĄ me evitando,
Mas sinceramente,
NĂŁo Ă© de hoje que isso vem acontecendo,
Faz tempo que vocĂȘ nĂŁo Ă© mais a mesma comigo,
E nosso sorriso, vocĂȘ nĂŁo mais permite,
Como se o que a gente jĂĄ teve fosse irrelevante,
Algo que eu fechei assim que abri,
Que vocĂȘ nunca deixou respirar.

O problema Ă© que sempre lhe vejo,
Sou fisgado pelo encanto do seu olhar,
Me pego saudoso do seu beijo...
NĂŁo sei mais o que esperar.

SĂł me resta esperar que esse desejo,
De alguma forma consiga me deixar,
Que o gosto voraz do seu beijo,
Minha memĂłria consiga apagar.

Inserida por brunomtop

Se mantendo sempre na sua,
Foi essa a primeira impressĂŁo,
Que tive sobre vocĂȘ.

NĂŁo que vocĂȘ nĂŁo se manifestasse,
É só que sempre guardou sua onião,
Para aqueles que vocĂȘ confia.

Demorou bastante,
Mas hoje, posso me achar um tanto importante,
Por ser um dos poucos,
Que tem o lisogeio de lhe aconselhar.

NĂŁo sei quando comecei a lhe admirar,
Numa hora vocĂȘ era apenas uma amiga da namorada,
Na outra, era um dos meus maiores pontos de apoio.

Pra desabafar, sorrir, ou conversar.

Sem um fluxo muito constante,
Pois, assim como vocĂȘ,
Sou de cĂąncer, e sei que nĂŁo Ă© qualquer um,
Que merece nossos conselhos.

Somos cautelosos por natureza,
NĂŁo queremos inteligencia, carisma ou beleza,
Apenas um colo que nos proteja,
Uns poucos alguém para chamarmos de abrigo.

Acho que por isso que me orgulho tanto,
De ser, talvez, seu melhor amigo.

E comos carangueijos que somos,
Quando encontramos nossa concha,
NĂŁo largamos tĂŁo rapidamente,
Queremos mantĂȘ-la, no mĂ­nimo, pra um eternamente.

Por isso, pra vocĂȘ Malu,
Guardo um carinho gigante,
Que estĂĄ sempre aqui, constante,
Um espaço só seu,
Assim como sei que tenho o meu,
Em vocĂȘ.

Que todos os seus desejos,
Sejam mais que desejos, e se tornem realidade,
Pois, se a alguém que merece a felicidade,
É vocĂȘ, minha concha protetora.

E não se esqueça, nem duvide em momento algum,
A recĂ­proca Ă© verdadeira,
Quando precisar, Ă© sĂł chamar,
Farei de tudo para lhe apoiar,
Independente do certo e do errado,
Vou proteger vocĂȘ, de qualquer coisa que lhe entristecer.

Inserida por brunomtop

Isso aqui Ă© apenas uma tentativa de simplificar um ponto final, para vocĂȘ que sempre busca a esperança quando ela jĂĄ morreu hĂĄ tempos.

É bem simples, nĂŁo peço a vocĂȘ que aceite simplesmente, espero apenas racionalidade, como vocĂȘ sempre teve, os acontecimentos mais conturbados, nada mais sĂŁo que bem simples.

Eu estou indo, e isso nĂŁo Ă© apenas um adeus. É um 'ponto final'. A nossa estrada foi engolida pelo oceano, e agora nĂłs dificilmente respĂ­ramos.

VocĂȘ sempre soube que iria acabar assim, eu nunca fui seu completamente, sua intuição dizia isso, e agora estou sumindo, como anunciei previamente que o faria. É atĂ© estranho, pois naturalmente, as pessoas sĂł se vĂŁo para longe de mim, nĂŁo aguentam meu gelo, porĂ©m vocĂȘ quis se arriscar... NĂŁo deu muito certo nĂŁo Ă© verdade?

Amaldiçoe meus inimigos pela eternidade, a culpa deve ser deles, pois agora, estamos destruindo algo lindo. O desespero que preenche seus olhos me enche de alegria, com luzes sumindo que nos levam adiante dos coraçÔes que jĂĄ destruĂ­mos. VocĂȘ pode atĂ© negar para si, mas aquele palpite negativo, sempre esteve certo.

Escuto vocĂȘ chorar, um choro por redenção, minhas mĂŁos estĂŁo atadas, nĂŁo posso mais te dar aquele abraço especial. Escuto vocĂȘ sussurrar nossos versos de amor, mas minha boca estĂĄ cerrada, a lĂ­ngua estĂĄ sangrando, tanto a falar, mas o silencio agora Ă© o melhor jeito de te afastar.

Por mais que eu diga que Ă© simples, nĂŁo Ă©. Sou volĂșvel demais, uma exceção Ășnica; e vocĂȘ sabe bem disso. Apesar de dizer que nĂŁo te quero, que chegamos ao nosso limite, vocĂȘ percebe uma certa incerteza na minha palavra. Odeio que vocĂȘ conheça cada vĂ­cio meu.

EntĂŁo procure por uma desculpa, Ă© a Ășnica dica que posso te dar. Procure por quem acredite em vocĂȘ, quem sabe nos camarins desconhecidos vocĂȘ nĂŁo ache um sorriso mais enebriante que o meu?

Eu me vou. Jå tenho seu coração no bolso, agora vou pendurå-lo na estante; jå supri minhas vontades egoístas, então pra que me perpetuar em alguém que nem me faz mais tão bem? Num alguém que nem ao menos me atrai tanto... Agora, por favor, me deixe ir.

SĂł quero te dizer sĂł mais algumas palavras. Eu te amo, mas o nosso amor nunca foi o suficiente, para ficarmos juntos, para que eu quisesse apenas vocĂȘ.

Inserida por brunomtop

As memĂłrias mais felizes,
Chegaram quando me senti enlaçado,
Pela pessoa que me deu amor;
Conseguiu domar meu olhar.

Eu nunca acreditei de verdade,
Na teoria dos sentimentos serem eternos,
Afinal pessoas que antes,
Me faziam sorrir,
Agora sĂŁo encontros ao acaso.

Sinto-as tĂŁo longe,
Como um suspiro que não tem forças para falar,
Elas desaparecem dentro de murmĂșrios,
Fitado por uma sensação de vazio.

A dĂșvida persiste entre nostalgia e saudade,
Num monĂłtono inverno,
VocĂȘ continua a se impregnar em mim.

Mesmo que eu esqueça, sei que houve pretensão de ter me avisado,
Vez ou outra, me sinto afogado,
Por um pessimismo que nĂŁo tem fim;
Às vezes pensando em alguĂ©m do passado,
Em outras, me sentindo culpado,
E o que me resgata é seu abraço, seu sorriso,
Que me esquenta sem aviso.

Quando consigo me levantar,
Percebo todas as memĂłrias coloridas,
Que até então estavam escondidas,
Por pensamentos cinzas.

É complicado se manter bem,
Afinal, por quanto tempo eu tenho esperado,
Para que vocĂȘ esteja ao meu lado?
Completamente minha, sem nenhuma hesitação?

Enquanto reflito, o tempo passa,
E talvez, se vocĂȘ nĂŁo decidir, os dias cinzas vĂŁo voltar.

PorĂ©m, desde que vocĂȘ chegue perto,
Eles vĂŁo sumindo aos poucos,
Como ondas, arrastanto meu coração,
Para um porto cheio de sol.

Hoje, como todos os dias,
As ruas estĂŁo como sempre,
Aguardando, me esperando,
E eu passo por elas, meditando.

A vida vai seguindo,
Enquanto as memĂłrias vĂŁo perdendo a cor,
Junto com as pessoas que perdem seu valor.

Inserida por brunomtop

Corpos podem se combinar,
Mas sangue nĂŁo se mistura.

Nascemos a sĂłs, e terminamos no pĂł.

Estamos sempre chorando sozinhos,
Mas agora que estamos solitĂĄrios,
Simplesmente acreditamos ter algo em comum,
Por isso, acabamos ficando juntos de semelhantes,
Mas eles simplesmente não são a solução.

Por algum motivo arbritĂĄrio,
Nos unimos e ambos damos as mĂŁos,
E num piscar de olhos, desaparece a solidĂŁo.

Enquanto vamos sentindo o calor do outro,
Um vazio vai aparecendo, revelando as falhas da relação.

Eu nĂŁo pude ir mais para a frente,
Por causa do meu passado,
Meu coração foi destrído, reconstruído,
Deformado, ficou assim, vendado.

É hora de irmos adiante,
O batimento do meu coração esta acelerado,
NĂŁo fuja da minha dor, nĂŁo quero voltar ao
vocĂȘ vai crescer com cada novo mĂŁo,
Sem perceber, um novo amanhecer estĂĄ prĂłximo,
E a escuridĂŁo que nos amedrontou estĂĄ se esvaindo.

Eu quero brilhar,
Por favor, vamos ter juras que nuncam mudam.

Desde que a conheci, nĂŁo tem muita certeza das coisas,
Essa estrada pode nĂŁo ser necessariamente a correta,
Tenho um pouco de medo de voltar a ficar sozinho,
Mas eu tenho que dar o primeiro passo antes que eu possa ver algo,
voce mesma disse:
"Apenas decida qual o caminho Ă© certo, quando jĂĄ estiver seguindo-o"

Essa mania sua de escolher, deve ser jogada fora,
Em tempos complicados, como agora, largue-os por aĂ­,
Como uma prova de que vocĂȘ estĂĄ seguindo em frente,
Deixando os arrependimentos e inseguranças para trås.

A pontinha de um alvorecer brilha por entre os prédios,
A sorte serå lançada, vamos, chegou a hora de tomar as rédeas,
O destino balança entre nossas palavras escritas

Dias felizes vão surgir, nas nossas lembranças de profunda escuridão,
Devemos suportar a tristeza, e quando cairmos no chĂŁo, olhar para o alto,
As nossas mĂŁos sujas, se mostrarĂŁo lindas se permanecerem juntas.

Se começar a correr juntos
Podemos carregar toda nossa dor juntos.

Inserida por brunomtop

Eu? Eu, não sou metade do que pretendo ser. E quando vou ser pleno? Não sei te responder. Sou desses que te fazem rir das coisas mais idiotas do mundo e te dou conselhos que eu mesmo deveria seguir. Sou daqueles que assume o erro, pede desculpas e procura corrigir. Jå me vendi por bem pouco, mas em meio o caos tenho descobrido meu valor. E desculpe, demorei mas aprendi: O que tem valor não tem preço.

Inserida por Scutasu

-JĂĄ sabe o que tem que fazer...
-Mas eu nĂŁo quero fazer!
-SĂł uma vez, por favor...
-VocĂȘ promete me devolver depois?

-Claro que sim, por nĂłs dois.
-Sei... Então é só ler né?
-Em voz alta, e ficando em pé.
-Droga... Vamos lĂĄ entĂŁo:

'Eu quero um amor...
Com um gostoso sabor,
Pode ser de algodĂŁo doce,
Alma de criança,
Sentimentos benignos...

Quero alguém pra falar palavras bonitas,
Palavras bobas de amor.
quero um olhar estonteante,
Quero frio na barriga,
Toda vez que ficar roendo minhas unhas,
Ao ler teus poemas.

Quero filme em casa ou até no cinema,
Com brigadeiro num dia de domingo,
Quero dançar as mais lindas melodias,
Ou simplesmente sorrir apĂłs uma briga,
E Ă s vezes chorar de alegria.

Quero banho de chuva,
Brincar de se lambuzar,
Beijo com chiclete de uva,
Viajar para o campo,
Levar pra ver a avĂł,
Quero ser compreendida,
E nunca mais me sentir sĂł.

Quero ir ao teatro,
Quero morrer de rir por nada,
Ouvir alguns contos de fadas,
Um pouquinho antes de dormir,
E acreditar que ele vĂŁo acontecer.

Quero acordar mais cedo pra observar,
Estrelas e meus prĂłpios sonhos,
Quero cantar,
Ler o que componho!

Quero muitas brigas,
Xingar vocĂȘ com as minhas amigas,
Pra depois fazer as pazes.

Quero fazer planos prum futuro bom,
Pintar um quadro de qualquer tom,
Sentir as pernas bambas,
E nossos coraçÔes palpitantes,
Quando a gente se reencontrar,
ApĂłs um tempo afastado.

Quero ficar boba,
De ciĂșmes que acabem em risadas,
Muitas conversas de madrugada.

Quero dormir num dia geladinho,
Ficar abraçadinho,
Sentindo sĂł seus afagos,
E algumas mordidas de carinho.

Quero mensagens no celular,
Pra me irritarem e alegrar!
Quero ver vocĂȘ me ligar,
E eu poder desligar na sua cara,
SĂł pra depois me desculpar.

Eu quero um amor pra mim,
Quero vocĂȘ pra mim,
Quero um buquĂȘ de jasmim,
E um beijo cheio de romance,
Na cena do nosso fim.'

-Estå boa essa declaração?
-É... Ficou legal eu acho...
-Aff, me devolve vai...
-SĂł se vocĂȘ repetir.

-Nunca! Pare de me envergonhar,
-Mas eu adoro te ver corada,
É mais linda que uma fada.
-Sei, sei, velha lĂĄbia de sempre.
Agora, me devolva meu algodĂŁo doce,
Que estou morrendo de desejo,
E vocĂȘ roubou ele no nosso Ășltimo beijo.

Inserida por brunomtop