Brisa
Busque a luz, entenda a escuridão, deixe-se acariciar pela brisa, receba a tempestade. Viva o arrepio em sua pele. Tudo é por você!
Boa tardinha, beirando crepúsculo em solo de brisa, silêncio nas campinas, na invernada e nos caminhos todos. Tenho pena dos que não conseguem ver a poesia do momento, passam sempre rapidamente sem perceberem a vida. Vão atrás de "curtirem", porque dizem - o tempo passa e na verdade são eles que passam e não se detém a um olhar mais profundo sobre o que há ao redor ou mais além.
Sigo na minha toada, leve e com atenção aos detalhes do dia que se despede, agora, com vento bem friozinho. Finalmente - será o inverno? Apenas a chuva não vem, onde andará ? Sou como planta e quero sob gotas dela espairecer. Não me preocupo mais com os corações sem sentimentos maiores e indiferentes a tudo.
Trecho de capítulo de livro a ser lançado
eu e você, vendo o entardecer...
a brisa do mar tocando nossos pés, teus braços me entrelaçando para mostrar que ali, era segurança, casa, moradia, paz... sim, você era a paz, a paz que eu buscava ao chegar em casa após um dia caótico no trabalho.
ao saber que nos teus braços eu tinha paz, me tranquilizava para enfrentar todos os dias o engarrafamento da cidade grande. ao chegar em casa, era no teu abraço casa que eu queria realmente estar e permanecer por horas e horas.
chegamos em casa, você também cansado do trabalho, mas mesmo assim, me recebeu com aquele sorriso bobo que só você sabe fazer.
não demorou muito, corri para teus braços, teu abraço casa me fez perceber que eu estava viva, que eu possuía segurança ali, junto de ti, que nada mais me faria sentir plena naquela segunda a noite.
nós, como um casal, somos do tipo que complementamos o que já era bom em nós, a cada conexão, visto através de diálogos longos antes de dormir, percebemos o quanto que um complementa o outro.
depois de tanto sofrimento, tanta amargura, o teu abraço sempre é uma cura, cura para a tristeza, cura para o desânimo, pois só de estar ali, baby, minha vida já vale a pena.
Eu ainda sinto você... como a brisa acariciando meu rosto, num passeio solitário à beira mar, não a vejo, mas sei que ela está lá. O silêncio da minha solidão é interrompido pela saudade que susurra teu nome, contradizendo o que me obrigo a entender. Meu mundo tão pequeno ficou com um vazio enorme sem você.
Eu acreditei em cada palavra que dissertei, em cada promessa que eu fiz para mim, em cada sílaba que escrevi em razão de você.
Eu ainda fico namorando tuas fotografias, imaginando meus dedos entrelaçados nos teus.
Pra ser sincera, não sou tão forte quanto eu insisti em dizer, o medo de perder você sempre foi maior do que o de nunca te ver...
E eu senti você partindo, sem jamais ter vindo, eu senti você indo embora sem nunca ter chegado, eu sinto tanta falta de tudo que poderia ter sido e não foi foi.
Todos os gritos que explodem dentro de mim, me culpando por tudo que eu mesma criei, nos delírios que a ilusão nos permitem ter, são sufocados por uma voz machucada, que chora quase calada dizendo que ama tanto você!
Ainda pego-me pensando em você, seja na luz da aurora ou na brisa fria da madrugada, seja dia ou noite! Vejo-me ainda preso a saudade dos teus braços entrelaçados aos meus.
Acorda
Abra a porta da vida Cheire a brisa do tempo e dê um passo Caminhe em direção ao futuro Erga a cabeça para ver além e só a curve diante do pai Saia do conforto do quintal Respeite as opções que foram dadas a você Ame ser quem é Abrace as possibilidades Saia da casca.
Você e o mar, a brisa, o sol, sempre a me inspirar. Venha nos meus delírios nadar, se recostar, afagar, se deliciar. Venha se bronzear, comigo cantar e dançar, se entregar ao doce balanço das ondas do mar aberto."
(Juares de Marcos Jardim - Santo André / São Paulo - SP)
"Eu posso ser como a brisa leve do vento ou um furacão forte e intenso, depende de você o que irá provocar".
Jesus Cristo é como a brisa de toda manhã, não podemos ver, mas podemos sentir. Ele é nosso combustível que nos coloca de pé todos os dias.
Yeshua toda honra e toda glória sejam dadas a ti a todos os momentos.
Eu não sei o que esperas
O seu silêncio me tortura
A brisa do mar veio me acalmar
Ela disse pra eu não me magoar
Mas esse conselho foi se atardar
Sinto que existe um mar entre ambos
Isso afoga às minhas esperanças
Mais uma vez me encontro à deriva
Boiando num oceano de dúvidas e feridas
Deveria ser pecado amar-te
Não quero ter que renascer para entender
Que eu não fui feito pra você
Prometo consertar esse meu desencontro
Resolver os meus confrontos
Mas não agora
Vou embora
Na dúvida
Se vou
Sobre
viver
Do que me resta
Da noite … as sombras.
Da chuva… o rio.
Do inverno… o frio.
Do vento… a brisa.
Do céu… um sol sombrio.
Do que me resta…
Do pouco que a vida me empresta…
Na janela uma fresta.
Do que me resta: esperar acabar a festa.
O pássaro voou e viu lindas paisagens, sentiu a brisa, os abraços das nuvens, a aurora raiar, o beijo das estrelas, as plumas flutuar e ai vê quais as razões de voar, cantar e ser livre.... E um dia tudo que conhecia fora desfeito, suas asas não alçavam o vôo e seu canto se faz em lamentar...
Esse pássaro não vive em gaiola e sua prisão está em não saber o que de mais lindo tinha, seu voar...
Lindo pássaro, o amor não deve ferir, a vida não deve punir, a fé não deve faltar e o vôo deve seguir.
Seguir nem sempre é ir, e sim tão apenas voar, o vôo é ir onde? ...para onde tens que chegar, chegar não é terminar a jornada e sim completasse do que veio buscar, a busca pode ser traiçoeira mais a jornada jamais será...
O ninho é lugar onde se fica e volta a voar!
Permitir a brisa suave,
as essências florais do prado,
buscar o fim do arco-íris.
Portar o vigor da juventude,
lutar pelo amor verdadeiro!
O que se pode esperar,
uma vida, desfrutrada por inteiro!
"SILÊNCIO"
O silêncio é como uma brisa mansa
Que suavemente alcança
A profundeza da minha alma
Que lembrança, saudade e nostalgia
Dentro de mim fique calma.
pensamentos passam, levemente como uma brisa.
Trazem certeza, saudades, emoções.
Pensamentos nos fazem reviver, momentos e emoções passadas, como também nós 🌹 traz a certeza do agora!
Janelas
Som do amanhã, sondam as noites
Janelas,
Ávidas almas, buscam a brisa quente
O calor, sementes
Colhem as manhãs de verão
Guardam a foice do arrebol
Janelas fechadas,
Refúgio seguro na escuridão úmida.
Janelas abertas, ombros arqueados
Tramas de uma dança
Vestido de Seda, cordão ensolarado
Duas almas se acompanham,
Janelas, cortinas balançam.
O escuro chama a luz
A dor, a solidão,
Chama da transformação.
Desperta!
João de Barro convidou
Que entre a majestade pela janela
Sem toc toc
Flocos de ouro
Suave toque
A pupila dilatou
Amanheceu.
