Brisa
A liberdade de um cão!
No corre corre do dia a dia sentindo a brisa no pelo percebo que meu maior prazer é sentir o gosto da liberdade tem emoção maior que encontrar um felino em um beco sem saída? Não que eu seja um super vira lata mais cruzar com gato negro e quebrar todas as superstições estórias mal contada não tem preço que pague minha adrenalina, Stop, au au... nas minhas aventuras sempre encontro obstáculos caminho adentro, adoro correr sem rumo direção sou mais eu nas minhas jornadas as vezes me considero um lobo solitário correndo atrás do gato vizinho perseguindo a boiada solta no terreno baldio, aaaaah estava esquecendo do meu amigo quero quero, ele não gosta que eu me aproximo do seu ninho, mas oque me dá maior prazer é adentrar no brejo para caçar prea, adoro uma aventura antes sozinho do que mal acompanhado né "gata", me disseram o tempo todo fique em casa, até parece que não sou imune ao caovide. Outro dia vi um casal humanos fazendo cooper de máscara au au que irracional, corro livre respirando ar puro aí eu que sou malcriado anti-social né seus "bichos" alienados e adestrado, alto lá como é difícil ficar se comportado bem em uma sociedade injusta e egoísta onde cada um só vê o seu próprio umbigo. Observo vocês "bicharada" o tempo todo seguindo regras e normas nesse sistema capitalista injusto e cruel só de pensar e me dá até dor na pata. Fico pensando em que preciso para ser feliz... carinho e amor, acho que por não ser apegado com dinheiro sou considerado o melhor amigo dos homens. Voltando ao mundo dos estranhos que sociedade mais vazia na alma tudo tão superficial. Me contento com o pouco que ganho, por outro lado vocês trabalham seis meses ano após ano só pagando impostos enriquecendo o estado e os políticos brasileiros, aí fico pensando na sua Liberté, égalité, fraternité ops sou um dog latino americano, pena que sou vira-lata e não tenho pedigree pois a França, Chile, Canadá, EUA, Suíça Dinamarca são logo ali, ufa moro na amreica do sul caim caim nif nif na China estaria estampando em cardápio e até mesmo morto e meu corpo exposto em feira ao ar livre, chineses sem coração.Voltando para o nosso mundinho, vocês mesmos não se entendem falam uma coisa é na prática fazem outra, ex; Amar o próximo como a si mesmo, ninguém ama ninguém au
Não quero ser cão de guarda só porque fui adotado, logo pela manhã fico na expectativa do meu rolê nem ligo por ser barrado na padaria, mercadinho, nas casas dos vizinhos meu prazer é fazer barulho, sei que sou escandaloso e meu latido chama atenção, ficar preso me deixa meu dia tedioso e monótono
Adoro ver o "doidinho" abrir o portão gosto de causar de dia e a noite. Só te peço um pouco mais de atenção vê se acorda mais cedo e vai fazer caminhada comigo.
A brisa da manhã traz o frescor da madrugada e o aroma das flores, enquanto o sol nasce, pintando o céu de rosa e dourado. Campos orvalhados brilham como joias e os pássaros cantam melodias alegres . No vilarejo, o aroma de pão e café permeia o ar, sinalizando o despertar. A brisa toca suavemente a vida de todos, lembrando-os da beleza de cada amanhecer e convidando-os a abraçar o novo dia com leveza e renovação.
Eu sou a sombra que te acaricia na calada da noite.
quando a brisa adentra pela janela e sopra pelo quarto
ossos de vento que sussurram ao teu ouvido.
Eu sou a sombra que te observa nas horas silenciosas da madrugada
quando um objeto cai e um vulto se desenha, despertando a inquietude.
Não enlouqueça, meu bem, sou eu, testemunhando tua nudez na cama.
Quero escapar rumo ao mar
perder-me na brisa que abraça
perseguir outras essências
busco a nostalgia que dilacera o coração.
O dia timidamente saiu para que a brisa trouxesse o frescor da noite. O céu aos poucos foi cobrindo-se por um véu escuro e sombreado, despertando a noite e revelando a imensidão do universo. Fiquei observando as estrelas aos poucos cintilantes no céu. Então falei : E coração eu já estou cansado, pra mim chega dessa procura, a razão está certa ela não existe . A lua surgiu magnífica, tão grande e tão perto que quase eu podia toca-la . Em um sussurro me disse; meu amigo felicidade é animal arisco. Tem que ser admirada à distância porque não aceita a jaula que preparamos para ela. Vê-la solta e livre no campo, correndo com sua velocidade tão elegante é uma sublime forma de possuí-la. Boa noite.
Eis o tempo que castiga com lástima. Peço-lhe, podeis me guiar?
A brisa respondeu ao meu intento, sibilando ao pé do meu ouvido:
Levanta-te e anda.
Junta os cacos, pois só tens ele.
No alvorecer de cada dia,
Seja grato pela luz que guia.
Pela brisa que acaricia,
E pela vida que, em amor, irradia.
Nas pequenas dádivas repousa a gratidão,
No sorriso partilhado, na mão estendida,
Na doce melodia de uma canção,
E na esperança sempre renascida.
Seja grato pelo sol que aquece,
Pelas estrelas que à noite aparecem.
Pela chuva que a terra adocece,
E pelos desafios que nos fortalecem.
Por cada passo em terra firme dado,
Por cada sonho que temos ao lado.
Pela amizade, pelo amor encontrado,
Seja grato, mesmo quando o céu está nublado.
Pois na gratidão encontramos paz,
Um refúgio seguro, um laço capaz.
De transformar o ordinário em algo a mais,
E de colorir a vida com pinceladas eficazes.
Seja grato e verás que a vida é um presente,
Que cada momento é valioso e diferente.
Que ser grato é ser sábio verdadeiramente,
E viver com plenitude é ser grato eternamente.
Alvorada da Gratidão: Versos de Apreciação e Esperança
Silenciosamente
A noite da Terra
Flutua entre estrelas
E a brisa, que passa
Cintila em cantares,
Desertos e oásis
E longínquos mares.
Silenciosamente
Anda a humanidade
Caminha sozinha...
E a felicidade
É de quem entende
E ama a solidão.
A tudo e a isso
Espelho o sorriso,
Sou da imensidão !
Poema em tercetos
por Elischa Dewes
Que nunca nos falte a força na caminhada.
O cheiro e a Brisa do Mar para nos renovar...
E a grande vontade de fazer o nosso melhor para emanar as positividades ao velho mundo novo.
Já faz alguns dias que a brisa que entra pela fresta da janela deixa a casa toda gelada. As vezes não é brisa, é ventania. Em alguns momentos o vento vem tão forte que consegue abrir todas as caixas que estavam lacradas no sótão da minha memória.
Na maioria das vezes eu fecho tudo correndo pra não deixar o vento bagunçar a casa que eu levei tanto tempo pra arrumar. Confesso que outras vezes aproveito pra espiar as lembranças que ficam espalhadas pelo chão.
Enquanto tento organizar tudo de novo, me permito sentir o frio que preenche todo o ambiente, mas me protejo enrolada no cobertor e fecho as janelas na tentativa de me privar de mais um vendaval gelado.
Fecho com fita reforçada cada caixa que foi aberta. Faço um chá quentinho, me acolho no sofá e fico esperando o dia seguinte sem tentar adivinhar a previsão do tempo.
Vai que amanhã, no lugar da brisa gelada, entra o sol trazendo luz e calor pelo vão que eu deixei aberto. Se assim for, vou abrir todas as janelas e agradecer pelos dias frios, que me ensinaram que as estações não duram pra sempre, mas que se nossa mente é nosso lar, a gente precisa deixar nossa casa aconchegante para enfrentar qualquer temperatura, né?!
O Passado
As vezes bate uma saudade que dói no peito.
É como querer abraçar a brisa,
e só sentir o frio de um passo no vazio.
Lá onde tudo começou, o começo.
Olhar para trás, é ver a vida ao avesso.
Sentir que a felicidade escorria na face lisa da idade.
Um passado caro, depositado no banco da inocência,
seu preço, era a conveniência.
Conviver em rodas, mesas fartas de alegria,
compartilhando histórias de uma pura verdade.
Éramos celebridades que corriam de pés desnudos
no tapete verde.
Não havia regalias. Menino, menina, boneca, carrinho,
elástico, tudo era um laço, perdia quem não participava.
Apontar o dedo, somente para as estrelas,
Elas eram testemunhas das noites em volta da fogueira,
que debulhava faíscas numa tela pintada de nostalgia.
O calor que aquecia,
era o manto da nobreza que ali existia.
Uma vida cheia, preenchida, não havia espaço
para medidas vazias.
Relicário de moedas do tempo,
que hoje, nenhum diploma,
status pode trazer a rica vida que
se teve um dia.
Ela toda ventania...ele brisa leve..
ela toda mar revolto...ele calmaria..
ela toda poesia ... ele apenas estrofe ..
ela musica para os ouvidos ..ele silencio ..
ela paixão ardente ..ele apenas atração passageira..
Ela então um adeus.. ele , no máximo um até breve..
O melhor calmante natural que existe: pés na areia, a brisa da praia e os olhos na imensidão do mar!
QUERO O RIO AO VENTO
Quero o rio...
Suas belezas e cascatas,
Sua brisa e serenata...
Quero o rio que passa e que fica.
A mina d’água e a água da bica.
Quero o rio que dorme e levanta todo dia,
Alegre, vibrante. Eterna sinfonia...
Quero o rio e o peixe,
Ouvir o som da água batendo na rocha,
Sentar à margem, sonhar e pescar,
Contar causos, rir e cantar...
Quero aos ouvidos balbuciar,
Tocar e olhar no olhar.
Sentir os respingos das gotas em quedas,
Ver o florir e a semente germinar,
Colher o fruto que ele ajudou a plantar.
Não quero o vento que vai embora,
Pode ser lento ou pode ser forte,
Pode voar a vinte ou a cem quilômetros por hora.
Pode vir do sul ou pode vir do norte,
Poliniza as flores, mas pode causar mortes.
O rio é perene,
O vento é passageiro.
O rio é a calma e a poesia,
O vento é o medo e a arrelia.
O rio é vida,
O vento é a ferida.
Quero a paz do rio,
Não quero a volúpia do vento.
Não quero passarinhos assustados,
Quero passarinhos felizes e enamorados.
Quero o rio na tranquilidade de seus meandros,
Não quero o vento que leva a vida e é malandro.
Élcio José Martins
A brisa glacial que sopra gentilmente das longínquas montanhas alpinas as que refletem lembranças na maior parte afastada da mente tenebrosa, nas épocas que se erguem do amontoado cinzento desembraçado assim fazendo-se um incêndio ardente incontrolável consumindo a sua desilusão, desencarcerando as paixões deste modo trazendo consigo o infortúnio no qual em algum instante da existência remota existiu esta realidade.
