Brasileiro

Cerca de 2266 frases e pensamentos: Brasileiro

⁠"Nasceu no Rio de Janeiro,foi um poeta brasileiro e sem medo de ser feliz deixou uma lição pra jovens aprendizes..."

Inserida por Alissonfarias

É desumano, é desencorajador, é desleal o que o governo faz com o povo brasileiro. É realmente um teste de resistência ser cidadão desta nação brava, aguerrida e forte. O Governo Federal, como medida de proteção e desespero, sentencia a população a ficar em casa. Ok, então, mesmo que isso tenha vindo de encontro com a falta de estrutura que a maioria das famílias possuem, muitos ficaram em suas casas, reclusos. Inclusive quem não podia, quem não queria. Até que faltou a mistura, os ovos, o arroz e o feijão. Para que a situação não piorasse, o pai ou mãe de família tiveram que arriscar suas vidas para prover o alimento em seu lar e algo que quase não mencionamos: tiveram que aguentar as duras críticas de pessoas sem empatia alguma pelo simples fato de terem sidos obrigados pela situação a ir em busca do pão de cada dia.
Então, aparece o governo federal com sua iniciativa por parte do presidente de efetuar um pagamento a uma parcela miserável da população, a proposta que era de apenas 200 reais teve um aumento para 600 reais. O que também é absurdo, porque com certeza, você não sobrevive com esse valor. Sua família não sobrevive.
Aliviados? Não! Porque o brasileiro ainda teria que lidar com as incertezas de uma análise por parte do Governo, e quem pode garantir que essa análise será bem feita? Ninguém.
E então, o Governo Federal promete a abertura de uma conta digital na tão famigerada CEF, um banco de iniciativa pública que em tese, deveria impulsionar o desenvolvimento econômico. Acontece que essa conta digital é obviamente acessada através de aplicativo, e como todo sistema mal desenvolvido e mal investido, se acessado simultaneamente com milhares de outras pessoas, não funciona.
Como se não bastasse toda a batalha envolvida no dia a dia de milhões de famílias nesse país, as contas chegam, a energia, a água, o aluguel, o pagamento de prestações, o dentista, o medicamento. Tudo se acumula, inclusive o desespero.
Depois perguntam porque o Brasil é feito de pessoas fortes, não entenda mal, mas temos que lidar com governantes corruptos, falta de dinheiro, de estrutura nos serviços básicos, falta de empatia. O povo brasileiro precisa todos os dias ir até as margens plácidas de suas vidas e gritar: independência ou morte. E lutar com suas virtudes, para não ser escravo.

Inserida por agenciadk

O povo brasileiro precisa todos os dias ir até as margens plácidas de suas vidas e gritar: independência ou morte. E lutar com suas virtudes, para não ser escravo.

Inserida por agenciadk

Pobre é o Brasileiro que gosta de agradar rico.

Inserida por AlissonLyc

O povo brasileiro
Está promovendo
Um baile
Nacional,
Fora de época:
O carnaval
Dos
Mascarados...
Só que nfelizmente
Em pleno 2020
O "sargento Garcia"
Ainda não consegue
Colocar o Zorro
Da capa preta
De quarentena
Dentro da cadeia...
E o que é pior:
Esses bandidos
Se disfarçam
De mocinhos
Ganham 0800
Carteirinhas de sócios Vip's
No clube
Dos colarinhos Brancos
E ainda
São aplaudidos
Como super heróis...
Viva a nossa
"Democracia"...

Inserida por PeregrinoCorrea

O povo brasileiro, a nação preste a entrar em guerra por interesses politicos!

Inserida por Ohfuturo

Entender o Brasil e o brasileiro, definitivamente, não é para amadores.

Inserida por RosanRangel

Não seria mera coincidência a comparação entre um monstro e um político brasileiro, assim como a natureza não se restringe apenas em completar-se e deixar seguir seu rumo, como a propagação da desordem e do canalhismo esteja presente nas casas do poder!

Inserida por Paulo-Santana

O nacionalismo brasileiro não faz sentido, mas floresce em seus filhos no strangeiro.

Inserida por ikaro

Biografia Carlos Drummond de Andrade
Poeta, cronista, contista e tradutor brasileiro. Sua obra traduz a visão de um individualista comprometido com a realidade social.

Na poética de Carlos Drummond de Andrade, a expressão pessoal evolui numa linha em que a originalidade e a unidade do projeto se confirmam a cada passo. Ao mesmo tempo, também se assiste à construção de uma obra fiel à tradição literária que reúne a paisagem brasileira à poesia culta ibérica e européia.

Carlos Drummond de Andrade nasceu em Itabira MG, em 31 de outubro de 1902. De uma família de fazendeiros em decadência, estudou na cidade natal, em Belo Horizonte e com os jesuítas no Colégio Anchieta de Nova Friburgo RJ, de onde foi expulso por "insubordinação mental". De novo em Belo Horizonte, começou a carreira de escritor como colaborador do Diário de Minas, que aglutinava os adeptos locais do incipiente movimento modernista mineiro.

Ante a insistência familiar para que obtivesse um diploma, formou-se em farmácia na cidade de Ouro Preto em 1925. Fundou com outros escritores A Revista, que, apesar da vida breve, foi importante veículo de afirmação do modernismo em Minas. Ingressou no serviço público e, em 1934, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde foi chefe de gabinete de Gustavo Capanema, ministro da Educação, até 1945. Excelente funcionário, passou depois a trabalhar no Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e se aposentou em 1962. Desde 1954 colaborou como cronista no Correio da Manhã e, a partir do início de 1969, no Jornal do Brasil.

Predomínio da individualidade. O modernismo não chega a ser dominante nem mesmo nos primeiros livros de Drummond, Alguma poesia (1930) e Brejo das almas (1934), em que o poema-piada e a descontração sintática pareceriam revelar o contrário. A dominante é a individualidade do autor, poeta da ordem e da consolidação, ainda que sempre, e fecundamente, contraditórias. Torturado pelo passado, assombrado com o futuro, ele se detém num presente dilacerado por este e por aquele, testemunha lúcida de si mesmo e do transcurso dos homens, de um ponto de vista melancólico e cético. Mas, enquanto ironiza os costumes e a sociedade, asperamente satírico em seu amargor e desencanto, entrega-se com empenho e requinte construtivo à comunicação estética desse modo de ser e estar.

Vem daí o rigor, que beira a obsessão. O poeta trabalha sobretudo com o tempo, em sua cintilação cotidiana e subjetiva, no que destila do corrosivo, no que desmonta, dispersa, desarruma, do berço ao túmulo -- do indivíduo ou de uma cultura.

Em Sentimento do mundo (1940), em José (1942) e sobretudo em A rosa do povo (1945), Drummond lançou-se ao encontro da história contemporânea e da experiência coletiva, participando, solidarizando-se social e politicamente, descobrindo na luta a explicitação de sua mais íntima apreensão para com a vida como um todo. A surpreendente sucessão de obras-primas, nesses livros, indica a plena maturidade do poeta, mantida sempre.

Alvo de admiração irrestrita, tanto pela obra quanto pelo seu comportamento como escritor, Carlos Drummond de Andrade morreu no Rio de Janeiro RJ, no dia 17 de agosto de 1987, poucos dias após a morte de sua filha única, a cronista Maria Julieta Drummond de Andrade.

Inserida por Claudecir

Chico Xavier foi o maior e mais profícuo m´duim brasileiro da atualidade, entretanto ATRIBUI-SE a ele muitos dos pensamento, frase e poemas QUE PERTENCEM AOS ESPÍRITOS QUE AS DITARAM, então, embora seja um Espírito ímpar, ajustiça deve ser feita edeves-e atribuir a autoria de sua produção àqueles que a detem de fato, os Espíritos

Inserida por aslauri

Orgulho brasileiro!

Inserida por daianabrra

A MAIOR ALEGRIA DO POVO BRASILEIRO, E SABER QUE A PESAR DE NADA PODER FAZER, PARA MODIFICAR E LEVANTAR SEU PAÍS;
SORRIEM ESPERANDO FEVEREIRO CHEGAR! PARA O FAMOSO CARNAVAL!É UM PRESENTE DOS MAS SÁBIOS, PARA OS QUE PULAM E NADA SABEM...

Inserida por monteiroeulina

Este país só será grande quando cada brasileiro se sentir responsável e influente pela força do seu pensamento na formação do todo nacional.

Inserida por CarlindoFialho

Trabalhador brasileiro

Sem honra
Sem horas
Partindo agora
sem sua senhora.

Sem gosto
Sem cheiro
Semblante no rosto
Deste derradeiro

Sem rumo
Sem casa
Sem sumo
Sem asa

Sem Leste
Sem Norte
Sem fé (apenas)
Sem sorte.

Inserida por Futurista2008

O Brasil precisa conhecer os textos e poemas de Augusto Branco, poeta brasileiro, autor do poema Vida (que foi colocado na net como sendo do Charles Chaplin). Um grande poeta brasileiro não pode ter sua obra usurpada desse jeito.

Inserida por ricksoler

Lília Cabral - Atriz
Emerson Nunes- emerson@portalibahia.com.br


O público brasileiro já se acostumou a odiar a frieza da personagem Marta, vivida pela atriz Lília Cabral, na novela 'Páginas da Vida'. Mas ela fez uma pausa nas gravações da novela para interpretar a protagonista Mercedes, uma quarentona bem humorada em busca de respostas em uma consulta com um psicanalista. O espetáculo teatral Divã é uma adaptação do livro homônimo de Martha Medeiros. Lília Cabral conversou com o iBahia e falou sobre a versatilidade de interpretar personagens diferentes, a maldade e o bom humor de seus personagens.

iBahia- Marta está matando o público de raiva em Páginas da Vida, mas ao mesmo tempo é o maior sucesso. Como a atriz Lilia Cabral recebe essa popularidade?
Lília Cabral - Nossa! É maravilhoso, onde eu vou todos dizem 'como esse personagem é mau', mas ao mesmo tempo fazem elogios ao trabalho. Eu não podia estar melhor coroada dentro de uma novela, que é um sucesso, muito bem escrita do Maneco.

iBahia- Qual a sua opinião com relação a atitude de Marta ao saber da gravidez da filha e de não querer a neta portadora da síndrome de down?
Lília Cabral - Acho que ela levou um baque, mas acabou sendo muito dura. Eu não faria da mesma forma, mas também não passaria a mão pela cabeça, mostraria os limites e a colocaria para enfrentar a realidade. Ela também não soube enfrentar o choque de saber que a neta tinha a doença. Eu lembro da minha avó, que ficou nove anos em uma cama. Acho que ela deveria Ter aceitado e até dado apoio, mas Marta não enxerga esses pontos.

iBahia- Quem é a personagem Mercedes?
Lília Cabral - Ela é uma mulher de 40 anos que resolve fazer análise pela primeira vez. Ela tem o trabalho dela, marido e filhos, mas tem alguma coisa que incomoda demais. É na análise que ela descobre que a vida dela estava morna e que ela precisava viver, a partir daí ela vai ganhando e perdendo coisas. Mas em compensação ela vai vivendo, coisa que ela não fazia até então.

iBahia- O que leva as pessoas a procurarem a terapia?
Lília Cabral - Acho que um desconforto interno, uma coisa que você precisa saber, uma resposta, uma necessidade de entender mais as emoções e de colocá-las no lugar certo.

iBahia- Você acredita que um psicanalista traz soluções?
Lília Cabral - Não sei se ele traz, mas ele ajuda a reconhecer. Ele estuda para te colocar nos caminhos. Mas também acredito que o analista tem que ir de encontro ao que você é, às vezes a gente não acerta o analista da primeira vez. É como se fosse um casamento, tem que está em boa sintonia com ele; uma pessoa que só fala e não tem nenhum envolvimento não dá certo.

iBahia- Você é responsável pela adaptação do livro Martha Medeiros para o teatro junto com Marcelo Saback, Marta Góes e o diretor Ernesto Piccolo. Como foi essa experiência?
Lília Cabral - Eu ajudava no sentido de cortar e acrescentar coisas que a gente tinha acabado de discutir e ler, mas quem adaptou mesmo foi Marta Góes e Marcelo Saback, mas eu também dei as minhas pinceladas (risos). Fizemos a adptação e depois partimos para ensaiar e colocar em cartaz. Ela vem sendo bem sucedida desde a época da estréia, em todos os lugares fomos bem recebidos.

iBahia- O espetáculo teve boa receptividade em cidades como RJ, SP, Porto Alegre, BH e até mesmo em Lisboa. O que você espera do público baiano?
Lília Cabral - Eu não crio muita expectativa. A peça começou sem nenhum tipo de prepotência, arrogância ou expectativa; agente queria fazer um trabalho sério, onde as pessoas pudessem se divertir, se comover e levar para casa as coisas que acabaram de ser ouvidas. A peça é engraçada, apesar de não ter sido feita com esse intuito, mas é verdadeira. Comove e entretém o público. As pessoas se identificam, e a identificação faz a gente rir de nós mesmo. É um espetáculo que faz as pessoas pensarem em situações que ou viveram ou conhece gente que já viveu. A gente tem aquele frissom de achar que vai dar certo, e porque não daria aqui? Vai ser muito bom (risos).

iBahia- Você também faz terapia o que te fez procurar o divã?
Lília Cabral - Eu procurei um psicanalista há muito tempo atrás, quando a minha mãe faleceu. Mudei de psicanalista, e estou com o Alberto Goldin há mais de dez anos.

iBahia- Marta necessita de um psicanalista?
Lília Cabral - Com certeza ela precisa (risos).

Inserida por AtrizS2Will

UM BRASILEIRO DE VERDADE


SEMPRE LUTANDO POR NOSSOS FILHOS BRASILEIROS
HOMEM DE REAL VALOR PELAVIDA SEMPRE LUTOU
UNINDO CONHECIMENTO COM A FORÇA DE TRABALHO
NUNCA DESISTINDO DE SUAS METAS
JUNTO COM FILHOS NORAS E NETOS
IRÁ FORTALECER NOSSA SOCIEDADE E NOSSAS FAMILIAS

NA DEDICAÇÃO DE SUA VIDA A NOSSO PAÍS
INSTANTES VALEM POR DIAS INCANSÁVEIS
SUA IDADE AVANÇADA NÃO É DESCULPA PARA O LABOR
HORAS DE QUALIDADE TÊM DEDICADO COM SEU SUOR
IMPORTÂNCIA SEMPRE DEU AO ENSINO E AO APRENDIZ
MUITO TEM FEITO PELA AGRICULTIRA BRASILEIRA
UNINDO O BRASIL DE NORTE A SUL COM O MUNDO
REEDUCANDO O FILHO DO AGRICULTOR PARA VIDA
AMANDO TODOS, COM CARINHO, RESPEITO E CIDADANIA

Inserida por bzrr

Viva o brasileiro,a sua cor,a sua crença,a sua luta,o seu vigor,o seu sorriso,a sua vida que é sofrida.Perseverança e insistência para sobreviver,com sua força o seu valor vive a vida esquece a dor.A sua fauna,a sua flora,riqueza de cor,esbanja amor.Guerreiro que faz,belezas naturais,foi difícil viver,mais ele morre em paz.

Inserida por cristovao

Está na hora do brasileiro inteligente rever seus valores, o futebol assim como nossa política tem que ser observada com olhos críticos.

Inserida por CleberTheron