Branco
Vou clarear o céu em cada ausência sua, para enxergar o desejo no branco da lua. Mexer nas estrelas. Formar sua boca. Ver seus cabelos moldados por cometas e na forma de planetas me perder no seu olhar. Vou ficar ali, da janela do meu quarto cheio de lembranças, mas tão vazio. Te desejando escondido com seu cheiro guardado. Vou ficar te olhando, olhando fixamente, no céu desenhado da minha imaginação. Esperar a estrela, cadente como lágrimas que vem do coração. E tão rápido como a estrela será meu pedido, te quero do meu lado, sem precisar de um motivo. Do jeito perfeito que foi. Do jeito verdadeiro é. Do jeito constante que sempre será. Que me faz sentir bem. Que te faz sorrir. Me torna um gigante. Te transforma em princesa. Vou tocar o céu só pra ter você um pouquinho. Um minutinho. Abraçadinhos, como tem que ser.
Um vento
Paralisado! Em mente uma visão de um quarto branco transcendental,,
Minha psicose ao ponto da minha lucidez, obscura...
Um ser... O meu ser... Magnífico. Vestido de branco.
Incrivelmente atingindo o nirvana,,
Inexplicável a sensação de placidez, de silencio,,
Um olhar agressivo, Inabalável,,
Coração, Intocável.
a princesa já não conta com seu príncipe em seu cavalo branco.é manco pós a mesma já tem muitos cavalos de potência.agora ela não quer mais espera é sim acelera.:)
"Qual será a cor da sua roupa neste réveillon?
Usará branco, para ter paz?
Até poderia, mais Paz é dom do Espirito santo e fruto das minhas escolhas.
Então amarelo, para ter muito dinheiro?
Até poderia, mais prosperidade não é minha prioridade e o dinheiro é fruto do meu trabalho, pela força que Deus me concede.
Verde, já que é espirituoso precisa ter esperança.
Até poderia, mais esperança tem todo aquele que nEle crê e eu que sou só um dos encarregados de levar a boa nova da esperança aqueles que não à conhecem.
Vermelho, a cor da paixão pode ser uma boa ideia.
Paixão foi morrer na cruz por nós, vermelha foi a cor do sangue que nela foi derramada, e os pequenos sacrifícios que eu busco fazer para estar perto deste que morreu por mim.
Desisto, essa é a ultima, que tal rosa, a cor do amor?
O verdadeiro amor esta na comunhão com Cristo na eucaristia, que pela graça e misericórdia de Deus posso adorar, que me prepara para amar meus próximos.
Não escolho minha cor por superstição, mais por gosto de minha preferencia, não é a sorte que mudará sua vida, mais sua fé!"
"Deus nos dá a cada novo dia uma folha em branco para escrevermos um novo capítulo... Não deixe os erros do ontem, as feridas do passado, ou medos do amanhã, estragar o seu HOJE. Viva! Lute pra fazer desse dia o melhor dia da sua vida. E quando chegar ao fim do dia, agradeça e veja o quanto é maravilhoso viver um dia de cada vez, sem o peso do passado ou com o medo do futuro incerto. O medo adora roubar sonhos... Se arrisque."
Fio de cabelo branco
Uma noite dessas, já quase passando das tantas... e meio borracho, arranhei a garganta tentando pigarrear uma palavra qualquer. Num relance, enquanto olhava no espelho do banheiro, vi meu semblante roto refletido feito vidro partido, meio distorcido, talvez pelo sono que me acometia àquela hora.
E mesmo que tentasse fixar o olhar na imagem não via surpresas, só conseguia enxergar minha insuportável silhueta de sempre, igual a sempre.
Lá fora, um frio insuportável! Aqui dentro, um friozinho gostoso... Se esquivando pelas frestas da janela, tentando incomodar.
Ainda de front ao espelho vi meu rosto, meio choco, parecendo querer desandar. As muitas linhas emprestadas pelo tempo emolduravam-no, formando uma expressão esteticamente impressionante, quase arte. Se fosse uma vanguarda, seria Expressionista.
Aquelas formas singulares, aqueles traços ousados, aquele fio de cabelo branco... Aquele fio de cabelo, branco? Em minha opinião, quase uma instalação contemporânea, tamanho meu espanto. Era tudo que tinha de diferente na minha face naquele dia, naquela noite, há anos.
Já se passava em muito da meia noite quando me deitei. Ainda pensava naquele fio de cabelo branco que trazia na face, talvez um disfarce do tempo para encobrir os meus tantos lamentos durante toda a vida. Talvez uma lágrima solitária derramada e petrificada ali, no canto esquerdo do rosto transformada em monumento, um totem erguido à minha maturidade.
Talvez fosse isso mesmo, talvez não!
Nunca soube o porque daquele fio de cabelo branco. Nunca tive um ciso se quer, nunca me casei, nunca tive filhos, nunca plantei uma árvore, moro com a minha mãe até hoje, deixo a cama desarrumada pra hora de deitar e provoco o cachorro só pra ver ele se zangar. Sem falar que até ontem soltava pipa e papagaio na rua feito moleque, um crianção. E agora com esse fio de cabelo branco, muda tudo! Será o fim? Será que será bom ou será que será ruim?
Ao final do dia
A menina de vestido branco
Fazia sua aparição no alto da estrada
Bem na curva onde morava,
Conversávamos coisas inocentes
O tempo foi passando, foi nos aproximando...
Hoje não achamos jeito de ficar longe por muito tempo.
Torne-se imortal!
Como pesa uma página em branco, mas ou é falta de conhecimento ou falta de vontade ou falta de coragem mesmo. Ninguém é uma página em branco e escrever é um exercício fundamental para organizar ideias, uma forma de revelar conteúdos e de mostrar sua individualidade. Gosto de ler os compositores, os poetas e o que as pessoas escrevem, porque na verdade aprendemos com todos. A literatura não é mais que algo muito pessoal, uma forma definitiva de se expressar, pois identificará você para sempre e mesmo após essa vida! A maneira de ver, compreender e revelar o que só existe na sua forma de entender o mundo. Por isso não abra mão da sua liberdade de pensamento e de se comunicar (pela escrita) sempre...
Rodrigo Furlan
Vou torcer para que o nosso amor dê certo, talvez as cores me ajudem, seja o branco do teu sorriso, o vermelho do seu coração... Dizem que as estrelas brilham, mas o dizem porque não conhecem nosso amor. Mais se de alguma forma não der certo... Às luzes se apagam e não existirão mais as cores, mas vou torcer pra que o pontinho branco do teu sorriso que sobrou em minha mente volte à realidade e mostre que é sim possível termos nosso feliz para sempre...
Sem criatividade
Páginas em branco,
cérebro distorcido
vivendo o passado
sem saber, no presente,quem tem sido.
Ela fica deitada,
pensando nele
ele não morreu em paz
por ter morrido sem ela.
Ela era escritora,
mas perdeu o seu amado,
esquecendo de viver
só vivendo no passado.
CER TE ZA (crônica)
Tem anfetamina nos armários. Há pó branco na geladeira. No canto. Há. Há fumaças entrando pela janela da sala. Pela janela da sala. Há fumaças. Não consigo identificar. Não há o que identificar. Há pó branco. Nos armários. Está tudo misturado neste pequeno apartamento. Só o apartamento que é pequeno. Não me pergunte o motivo. Por ventura, os motivos não são obrigados a ser contados. Está tudo misturado. Pó branco. Anfetamina. Fumaças. Meu cigarro está aceso. Fumaças do cigarro. Talvez? Talvez. Trago cinco fumaças. Uma, duas, três, quatro, cinco. Poderia ser seis. A metade do tabaco coube seis fumaças. Minhas pernas começam a tremer. Ansiedade. Talvez? Talvez. As fumaças estão entrando pela janela da sala. O apartamento é pequeno. Grande são os pensamentos que me invadem, enquanto o ponteiro do relógio registra duas da madrugada. Duas. Da Madrugada. Os carros não estão na avenida. Nem as pessoas. Há pessoas nas ruas. Há carros nas casas. E o ponteiro está no número dois. O céu estrelado. Trago mais uma fumaça. A sétima. Contei. O conhaque está no balcão, a preguiça, debaixo do meu sofá e eu, no sofá. Não lembro quando chamei a solidão para dançar, mas todas as noites ela tira os sapatos e fica bailando no carpete da minha sala. Baila com passos descompassos. Não precisa saber dançar para se ser só. Ser só é uma arte. Já é uma arte. A oitava fumaça do cigarro se mistura com as fumaças da janela. As fumaças da janela são misturas dos cigarros de alguns adolescentes na rua. Eles também tragam fumaças. Não contam. Tragam. Eles riem. Mas eles riem. Eu não. Apenas fito paredes assentado no sofá sobre a preguiça ciente de que há anfetamina nos armários. Quadros estão nas paredes. Manet, réplica. Van Gogh, réplica. Vinci, réplica. Britto, original. O último está guardado. Minhas paredes pedem arte. As paredes pedem tudo. Toda vez que a solidão baila no carpete, as paredes pedem meu olhar. Talvez porque não enxergo a dança. Em um dos quadros está a sua fisionomia. Fisionomia. Rosto. Face. Cara. Teus cabelos enrolados. Encaracolados. Ondulados. Modelados. O sorriso rasgando a fisionomia. Rosto. Face. Os olhos decorando o rímel. O castanho decorando o glóbulo ocular. Infiltra-me. Decora e infiltra-me. As paredes pedem meus pensamentos, também. Agora eles estão te focando. Te focam. Devoram. E rasgam. Rasgam como o sorriso. O teu sorriso. Causam um estrago mordaz. Voraz. Alcatraz. A solidão saiu do carpete e tu entrou. Coreografia seguinte. Tuas pernas vão bailar no carpete. Teus dentes ranger felicidades. Ranger. Morder. Ranger. Meu olhar irá te encontrar. E não te largar. Ele nunca larga. Ele não quer largar. Ele não irá largar. Ele não pode largar. Teus pés pisam o chão. O chão. Imaginação. O chão da minha imaginação. Inquietação. Sob o meu corpo há uma inquietação. Agora. Sem demora. Mais uma fumaça do meu cigarro entra no ambiente. Ambienta o clima belo. A solidão volta a dançar. Tu foras embora. Voltou para o quadro. Ao lado de Manet. Pela manhã, o padre falou que as pessoas morrem. Que todos morrem. Que a morte é a única certeza da vida. Que a vida há uma certeza. Uma certeza. A morte. Morte. Mas ele mentiu. O padre mentiu. Men-tiu. A única certeza da vida não é a morte. Ontem eu te matei e hoje tu me devoras com o olhar. Não é certeza. Alguém deve estar certo, mas eu te matei. Ma-tei.
A única certeza é que há anfetamina nos armários, pó branco na geladeira e cigarros no meu bolso. O resto é balela. O ponteiro marca duas e cinco da madrugada, outra certeza. Talvez? Talvez.
- João Guilherme Novaes
Há uma nova página em branco na sua vida, cada vez que começa um novo dia, uma nova semana . A cada dia nasce novas oportunidades e você tem todas as chances para ser verdadeiramente feliz.
Não fique parado perante as possibilidades que tem agora na sua mão. A história que escrever nas próximas linhas poderá determinar o rumo do seu próprio futuro .
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O livro!
Viro as páginas e todas em branco.
Será que as melhores páginas de fato ja foram lidas?
Volto ao ponto de partida.
Ler tudo novamente foi dificil! E reescrever a história, temo ser impossível.
Na dúvida, fechei o livro, abri a gaveta...
guardei e tranquei.
Sem saber o que fazer com a chave...
guardo no passado.
E hoje percebo que não sei se foi a melhor opção
porque o passado nem sempre volta.
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Gosto de falar preto no branco, porque colorido às vezes desbota e aos poucos perde a cor.
Gosto do que é simples, que da brilho ao olhar, mas que ofusca se tentamos aprisionar.
Gosto do que é artesanal, do que é feito manual, não do que é banal, que tem brilho superficial.
Gosto de poder expressar, de poder falar, de abrir portas, mas tomando cuidado para fechar.
Gosto de ser o que sou, por que posso mudar o que não sou recriando novamente o que sou.
Gosto de tudo um pouco, mas do pouco que gosto, gosto de gostar do que gosto.
A uma só palavra em um texto de 20 linhas.
A um lápis branco em meio dos lápis que escreve os seus poemas.
Existe sempre uma flor no túmulo do meu amor.
Sempre existe um amor a morrer de amor..
Lutei, chorei, cantei, escrevi, amei... Palavras que se tornam textos.
Em minha boca falei o seu nome, em meus sonhos, seu nome era meu sobrenome.
Mais tenho, porque tenho que me alegra em qualquer lugar
Pois eu sei, vou lutar por um amor melhor.
" Vamos pegar uma folha em branco e escrever todos os nossos sonhos, veja e sinta que você ainda esta vivo, dizem que todas as coisas ruins acontecem por um motivo, aliás tudo acontece, tente fazer com que essas coisas ruins se tornem coisas boas, mesmo que estejamos quase caindo em pedaços, não podemos fraquejar e nem desistirmos, as pessoas precisam de você, o mundo precisa de você, mesmo que seja extremamente difícil, um dia encontraremos uma pessoa que poderemos compartilhar nossas ideias, viver os nossos sonhos juntos, não devemos desistir dos nossos sonhos, não podemos desistir do amor, sempre haverão tempos difíceis, mas um dia essa tempestade passará e tudo acontecerá como se fosse a primeira vez. Depois no futuro pegue esse folha e veja se seus sonhos se concretizaram, não conforme o planejado, e sim conforme a sua vida e suas escolhas foram se transformando para chegar a esse ponto de estar com uma sensação de "eu consegui" e verás que essa folha é uma forma que te liga ao passado, presente e futuro, pois os seus sonhos sempre irão lhe acompanhar em sua jornada"
O lápis colorido
No papel branco listrado
vejo meus sonhos pintados
crio desenhos em retrato
no papel branco listrado
com o lápis vermelho
faço no papel um pássaro no meio
tudo isso crio por inteiro
com o lápis vermelho
no lápis verde
desenho uma árvore com sede
minha imaginação aparece vedete
no lápis verde
gosto do lápis amarelo
com o sol batendo no meu teto
só digo isso do meu castelo
porque gosto do lápis amarelo
surgiu por, fim o lápis azul
me engano pensado que é blue
achei um lápis no meu chuchu
surgiu por fim o lápis azul
