Bom Mesmo e Ir a Luta Charles Chaplin
Se ao ouvir as falas desprovidas e MESMO assim continuar resistindo à crueldade do agente e na convivência, certamente, o seu AMOR próprio está com a síndrome da escassez!
Fui vencido pela história que escutei!
Neste momento, mesmo triste, perdi a guerra, mas me libertei do combate emocional!
Com amor não se briga!
Pudesse criar outro tempo!... certamente, mesmo não sendo um novo tempo... mudaria muitos fatos vividos!
#MARIA-#SEM-#VERGONHA
Tal qual maria-sem-vergonha flor...
Mesmo sem entender muito bem por que...
Sem vergonha, é isso que sou...
Vício que nunca me curei...
Que se agarra ao meu coração...
Inunda meus pensamentos...
Brotando em qualquer chão...
Fico aqui esperando...
Uma volta que não existe...
Um acaso que virá...
Desejo que persiste...
Esperei e vejo minha vida passar...
Nem sempre me notam...
Mas estou eu cá...
Apenas uma desculpa...
Permito me arriscar...
Quietinho em meu canto...
Aguardando alguém me amar...
Insistente sei que sou...
Dádiva da esperança por Deus ofertada...
Não me vêem beija-flores...
Nem abelhas a me polenizar...
Talvez não seja tão ruim assim...
Não tanto me faz sofrer...
No abandono das noites frias...
Ou nos dias a transcorrer...
Me permito ser algo a mais...
Quando o vento me acaricia...
Por ser flor singela...
Em quantidade enfeito viela...
A ninguém devo nada...
Sou apenas uma Maria...
Maria-sem-vergonha...
Na beira da calçada...
Sandro Paschoal Nogueira
#DESPEDIDA
Agora eu não consigo ver a luz...
Juro...
Tento...
Estou me perdendo...
Mesmo ao seu lado...
Não mais encontro você...
Deixo escapar, às vezes, confusas palavras...
Bem-vindo ao meu mundo mais escuro e sombrio de mim...
Não sou esse anjo que pensa que eu sou...
Às vezes me rasgo em lamentos e dor...
Gozo o prazer de anos vividos...
Vivo a dor que estremece e sofre...
Angústia que grita e retorce...
Não decidimos nada e ainda achamos que sim...
Vá amor...
Parta de mim...
Os sonhos são portas pelas quais você pode passar...
Eu me perdi, eu juro...
Mas vou me encontrar...
Me perdi quando seus gestos se tornaram espinhos...
Quando as estrelas caíram...
Me perdi nessas suas palavras inseguras...
Quando deixei de ter a alma pura...
Quando sendo sua...
Você de mim não foi...
As reticências, antes infinitas, agora...
Põe um fim em nossa história...
Já que quer ir que vá...
Prometa não mais voltar...
Dentro de mim sempre terá uma parte de você...
Minha felicidade,depende apenas de mim...
Do que faço...
Do que quero...
Do que sou...
E espero...
É loucura só minha...
Ilusão tamanha que invade meu ser...
Saberei ser feliz...
Pode crer...
Sandro Paschoal Nogueira
#VENENO
Ainda sou o mesmo aqui...
Apenas mais solto para sentir...
Perdido em algum lugar...
Pareço tão absurdo?
Cada palavra que falo
Te parece veneno?
Passou-se o tempo...
Com a qual sonhei um dia...
A dor que eu sentia...
Já não mais há de voltar...
E nos delírios mais loucos.
E daí?
Me encontro...
Agora quero voar...
No punhal atravessado...
Tantas vezes por ti declarado...
Em que o morto não matara...
Já não mais me encontrará...
Alimento minha alma com esperança...
Não me entregando mais às perfídias...
Germinando minha ânsia...
No transcorrer dos meus dias...
Em que não mais estará aqui...
Amo as estrelas pois estão longes de mim...
Sandro Paschoal Nogueira
#ERRANTE
Vago na rua...
Fria e escura...
Sem nem mesmo o clarão da lua...
O vento açoita minha face...
As estrelas uma a uma se apagam...
E as pedras inertes...
Apenas refletem...
O que restou de mim...
Não dizem nada...
Dentro de mim minha alma em agonia confusa, calada...
Já não sonha...
Teve suas asas cortadas...
Quis meu corpo aquecer sobre o seu...
Unir sua boca a minha...
Por que me negara?
Agora o mesmo já não sou...
Em você me encontrei...
E também me perdi...
O calor que o amor me ascendeu...
A todo meu ser me consome...
E na dor tão longa...
Tornei-me um errante agora...
Sandro Paschoal Nogueira
facebook.com/conservatoria.poemas
#ESPREITO
Por quais caminhos seguem a quem espreito olhares meus?
Bem sei que mesmo assim os desejos vagam para longe de mim...
A ilusão de agora...
Podendo crer-me livre...
Onde tenho a alma,
Sabendo que não sou?
Um passo além...
Distância a que não chego...
Trilhando estranhas sendas...
Sempre adiante...
E muito mais...
Eu não posso descobrir como é possível...
Amar sem ser amado...
Viver, sonhando acordado...
Ser consumido...
Em não te ter ao meu lado...
Sandro Paschoal Nogueira
facebook.com/conservatoria.poeta
Original é quem se origina de si mesmo...
Que encara o abismo que o chama...
Que sendo de toda a parte
não é de lugar algum...
Que planta e colhe a própria sorte...
Que faz do choro o riso...
Que amplia seus horizontes...
Tendo o céu como limite...
Não se cansa...
E se cansa...
Segura o peso e segue adiante...
Original é quem enche os copos...
Sem perder o juízo...
Que tal como um gato possui sete vidas...
Não desprezando nenhuma em qualquer esquina...
Original é aquele...
Que foi expulso do paraíso...
Que lavra o coração...
Fortalece os sentidos...
Que acima de tudo não esquece...
Mas se compraz no perdão...
Original é aquele...
Que desce às ruas...
Como se fizesse amor...
Que em madrugadas solitárias e frias...
Encontra em si mesmo o próprio calor...
Original é aquele...
Que percebe as mentiras...
Mas que com elas não se deita...
Que enfrenta os medos e as dores...
Que não perde as rédeas da vida...
Que mesmo sendo sofrida...
Cultiva o amor...
Sandro Paschoal Nogueira
Eu sou o reflexo de mim mesmo...
Fragmentos de sonhos...
Um espelho quebrado...
O que fui, o que não fui, tudo isso sou...
Um mosaico de erros e acertos, em movimento...
A vida me moldou, com mãos de vento...
E eu me dei conta, de que sou frágil e flexível...
Aceito as curvas, os altos e baixos...
E aprendo a dançar, com os pés descalços...
No alento da existência, eu me encontro...
Alma flutuante, entre engano e desengano...
Mas ainda assim, eu sinto,
Que há uma luz, que me guia e me sustenta...
A rir, desnudo de sonhos não realizados...
No cais de onde nunca parto...
Sandro Paschoal Nogueira
''O Encanto do Perder''
essa vida anda mesmo
me pregando peça
e já há algum tempo
que estou caindo em todas elas
sempre após cair em uma
eu ainda ficava aliviado
pois quando eu era pequeno
ganhei um bracelete
e eu sempre o levava para todo lado
vivia com ele no meu braço
e o amava mais que tudo
e sempre após me machucar
eu olhava para ele
e de alguma forma me trazia conforto
porém com o passar do tempo
ele começou a ficar torto
a cor do bracelete já havia desbotado
e por um momento até cogitei em ficar louco
mas ao me acalmar eu pensei melhor
que mesmo ele tendo se despedaçado
graças a ele aprendi
a lidar com acontecimentos
de forma melhor.
Ser fiel a si mesmo é o primeiro passo para não se perder no outro. Quando quem amamos não está, percebemos o quanto a vida é dura — e curta. Esperar finais felizes parece ingênuo diante da realidade que insiste em nos quebrar.
Mas há força na dor. As partes que se quebram revelam quem realmente somos. A ausência do outro escancara a necessidade de presença de si. E quando dizemos “nunca mais”, talvez estejamos, enfim, dizendo “agora, sim” — para nós mesmos.
Hoje, 2 de junho, marca 22 anos desde que você transformou completamente a minha vida. Mesmo que nossos caminhos tenham se separado há anos, as lembranças daquele tempo ainda ressoam em meu coração. Você trouxe uma nova luz à minha existência, e cada momento compartilhado ficou gravado na minha memória com carinho.
O amor que vivemos foi intenso e verdadeiro, um capítulo inesquecível que moldou quem sou hoje. A saudade, embora às vezes dolorosa, também traz um doce reconhecimento de tudo que vivemos juntos. Nossa história, apesar de ter seguido rumos diferentes, deixou marcas profundas e um aprendizado valioso.
Hoje, celebro a beleza do que foi e a transformação que esse amor trouxe à minha vida. Mesmo na distância, a gratidão pelo que compartilhamos permanece, lembrando-me sempre da força e da pureza de um amor que, de alguma forma, continua a viver em mim.
Há algo de misterioso na maneira como as almas se encontram, como se fossem fios de um mesmo tecido entrelaçados pelo destino. Desde o primeiro momento em que te vi, senti uma força inexplicável nos unindo, como se, em meio a bilhões de estrelas, nossas luzes fossem destinadas a se reconhecer e brilhar juntas. Não sei ao certo de que matéria são feitas as almas, mas sei que a sua e a minha compartilham a mesma essência, uma conexão que transcende o tempo e o espaço, ecoando nos recessos mais profundos do nosso ser.
Em cada gesto seu, percebo fragmentos de mim, como se estivéssemos redescobrindo pedaços perdidos um no outro. O som da sua voz ressoa como uma melodia familiar, tocando as cordas mais delicadas do meu coração. E nos seus olhos, vejo refletida uma história que parece tão antiga quanto o universo, uma história de duas almas que sempre pertenceram uma à outra, navegando por vidas e épocas diferentes, mas sempre se reencontrando, como se fôssemos feitos para estar juntos.
Nosso amor não é apenas um encontro de corpos, mas um reencontro de almas. É como se o universo, em sua infinita sabedoria, tivesse escrito nossos destinos em linhas paralelas, que finalmente se cruzaram para jamais se separar. E agora, à medida que seguimos juntos, sinto que estamos cumprindo um propósito maior, vivendo uma verdade que poucos têm o privilégio de experimentar. Porque, no fim das contas, nosso amor é mais do que uma simples união; é uma celebração daquilo que sempre fomos: duas almas gêmeas, destinadas a compartilhar uma vida e uma eternidade juntas.
Não sei de que matéria são feitas as almas, mas sinto que a sua e a minha foram moldadas pelo mesmo toque divino. Em cada olhar, em cada sorriso seu, reconheço um pedaço de mim. É como se nossos corações tivessem sido esculpidos da mesma estrela, destinados a brilhar juntos, iluminando a eternidade com o fogo do nosso amor.
Porque amar você é apostar tudo no improvável, é arriscar o coração mesmo sabendo que ele pode partir. E ainda assim, cada instante ao seu lado vale mais do que qualquer eternidade vazia. Eu prefiro mil vezes o caos do amor ao conforto da solidão, porque em cada segundo com você, eu encontro um motivo para viver. Eu te amo, e nada é maior do que isso.
No dia 1º de dezembro de 2003, mesmo dia do aniversário da Academia de Polícia Militar D. João VI, concluí o Curso de Formação de Oficiais e fui declarado Aspirante a Oficial PM, trocando o espadim de Tiradentes pela minha espada, símbolo do oficialato.
A espada simboliza virtude, bravura e poder. O poder que a espada representa tem um duplo aspecto: de um lado é destrutivo - podendo ser uma destruição injusta, aplicada pela maleficência - e por outro lado é construtivo e justo - podendo ser usada para estabelecer e manter a paz.
Mais do que um símbolo material da autoridade do oficial militar, a espada é entregue cerimoniosamente para ser utilizada na aplicação dos mais legítimos princípios da honra e valores militares, nos quais se destacam a responsabilidade, a competência, a benevolência, o respeito e o amor à pátria.
Parabéns à Turma Cel PM Francisco de Paula Araújo!!!
Pela minha Honra, por Deus e pela Minha Pátria!
Quando a vi novamente, mesmo depois de 14 anos separados, eu soube: hoje é o primeiro dia do resto da minha vida! Te amo! Todas as vezes que te vejo, eu me apaixono! E é por você que eu quero me apaixonar todos os dias da minha vida pelos séculos dos séculos! Amém!
Sei que preciso ser fiel a mim mesmo antes de ser fiel a ti, mas você não está aqui.
Sei que finais felizes não existem, pelo menos, para mim, já que você não está aqui.
Sei que a vida continua e ela é dura, não dura, é curta... Por que você não está aqui?
Sei que existem coisas quebradas em mim, e daí? Triste fim! Nunca mais terá a mim.
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