Bolo
Receita do quitude chamado Amor
Não existe , não é receita de bolo , tantas gramas disso , uma pitada daquilo .....
Não!!!! Ele começa a ser feito , com certos ingredientes que aparecem do nada brotam dos nossos sentimentos e anseios ,como um certo sorriso , um olhar , um clamo , um aperto fugaz de mão , um cheiro de um beijo , uma pitada de um abraço, enfim, por muitas coisas ou ate um rápido entre -olhar !!!!
Quando misturamos tudo isso , e deixamos descansar , para dar ponto , ele cresce tão rápido, que as vezes trasborda na panela de coração de tal maneira , que mesmo antes de estar no ponto , dá um apetite terrível .
É um quitute tão gostoso , imprecindível que quando experimentamos , nos faz ficar monofágico de tanta vontade de comer e se deliciar desse tal de AMOR .
Só existe miséria no Brasil porque esperamos o bolo crescer, para depois de frio, dividir! Esse processo letárgico sacrificou nosso país!
Hoje, te canto parabéns, compartilhando um bolo de palavras, as velas são energias positiva, luz de bênçãos para te fortalecer, nos enfrentamentos! Que neste teu nascer, não importe o quantos anos vc faz, mas importe, o que vc fez, e faz, em cada um deles,
o que aprendeu, quem vc alegrou em cada despertar, quem te amou e ainda ama, não importando onde vc esteja, quem vc aqueceu, com seu sol de verão? Então? Qual a reflexão de sua linda jornada? Você é a pessoa que nasceu para iluminar, representa também, cada ancestralidade, em seu caminhar, porque está luta resistência é de cajado passado, e vc respeita e reconhece, chegaram até você, por merecimento, por competência, para dar seguimento, as pessoas, são singulares, sempre deixam algo em nós, e leva um pouco de nós com elas, É isso, somos um pouco de cada um, somos composições! O especial disso, é viver, e saber que nada esta perdido, somos a equação resultante do amor maior! Por isso em meu coração, sempre recordarei sua trajetoria e tua oratória em memórias, templo sagrado e divino das recordações, que fazem bem e orienta! Por isso não da para esquecer, hoje é um dia muito especial! FELIZ ANIVERSÁRIO!
Pior do que bolo que desanda e música tocada ao contrário, é o sujeito arrogante que acha possuir a unica verdade do mundo!
A vida não é como uma receita de bolo que segue passo a passo, ela não tem um manual de instrução, mas você pode desvendar os mistérios da vida.
“Os livros de autoajuda são como receitas de bolo. Até parece fácil tentar resolver os problemas da vida. Mas, não é bem assim. O grande desafio está em encontrar os ingredientes certos. No entanto, para quem não tinha perspectiva nem expectativa, ou talvez, nem soubesse como começar a mudar, eles estão ao nosso alcance para nos fazer reagir”.
O Bolo de Coco e os Dias da Semana
Por Diane Leite
Ainda deitada, com o corpo entregue ao travesseiro e a mente girando devagar,
ouvi a cena como quem assiste a um filme sussurrado pela casa.
Era manhã de domingo.
E por coincidência — ou delicadeza do destino —,
também era dia primeiro.
O bolo era meu.
Mas deixei meu filho de sete anos pegar.
Ele queria dividir com o irmão de vinte e um.
Só que o mais velho já tinha comido outro doce,
e eu disse:
“Come sozinho, meu amor. Esse é todo seu.”
E foi aí que a vida virou roteiro.
“Eu acho que eu não gosto tanto assim de bolo de coco…”
disse ele, pensativo, como quem descobre que cresceu um centímetro por dentro.
O irmão, curioso, perguntou:
“Mas que nota você deu?”
“Sete.”
“Por quê?”
“Porque hoje eu não tô gostando muito de coco.”
E o mais velho, com aquela sabedoria prática que só os irmãos mais velhos têm:
“Ah… é que você gosta de bolo de coco de segunda a quarta.
De quinta a domingo, você já não gosta tanto.”
Era domingo.
E eu sorri.
Porque entre uma mordida e uma conversa,
eles me deram a melhor metáfora para começar o mês:
— Tudo que é nosso pode ser ofertado.
— Tudo que sentimos pode mudar.
— E tudo que muda pode ser recomeço.
Na simplicidade de um bolo dividido,
aprendi de novo que o amor mora nos detalhes.
Que a escuta silenciosa é presença.
E que ser mãe é isso:
testemunhar o mundo sendo redesenhado todos os dias pelas palavras dos nossos filhos.
Às vezes, o bolo de coco é só bolo.
Mas às vezes,
ele é tudo que precisamos para lembrar
que até o amor tem gosto diferente dependendo do dia —
e tá tudo bem.
Porque amar também é isso:
respeitar o paladar emocional do outro,
e ainda assim, continuar oferecendo o melhor pedaço.
Tenta-se entender a vida que a maioria apenas vive, como quem saboreia um bolo sem pensar na receita.
Acreditar que um livro de autoajuda vai livrar você do sofrimento, é como enfiar uma receita de bolo dentro do forno e esperar que dali saia um bolo.
Não sei mais o que dizer para com você que junta tudo o que lhe digo como uma receita de um bolo para deliciar-se sem o mínimo constrangimento;
Eu nem tenho para onde ir, prefiro ficar e te cultuar encontrando o meu tempo para te felicitar;
O delicioso sabor da Nostalgia
Num domingo preguiçoso, o aroma de bolo de cenoura invadiu a casa, despertando lembranças há muito adormecidas. O cheiro, doce e reconfortante, flutuava pelo ar, como uma canção suave que ecoava pelos corredores e reavivava memórias felizes.
"Ah, que cheirinho maravilhoso!" exclamou minha avó, com um sorriso de contentamento ao abrir o forno.
Aproximei-me, sentindo-me envolvido por uma onda de nostalgia. "Lembra quando fazíamos esse bolo juntos, vovó?" perguntei, me perdendo nos recantos do tempo.
Ela assentiu, os olhos brilhando com a lembrança. "Como poderia esquecer? Você sempre foi meu pequeno ajudante na cozinha."
Juntos, mergulhamos naquelas lembranças preciosas. Misturamos os ingredientes com cuidado, compartilhando histórias e risadas enquanto o aroma delicioso se espalhava pela casa, enchendo cada canto com promessas de conforto e alegria.
"É incrível como um simples cheiro pode nos transportar para o passado, não é?" comentei, sentindo-me aquecido por dentro.
Minha avó concordou, um brilho de saudade nos olhos. "Sim, querido. Os sabores e aromas têm esse poder mágico de despertar emoções e memórias que pareciam perdidas no tempo."
Enquanto mordíamos os pedaços macios de bolo, cada mastigação era acompanhada por um coro de lembranças. Recordamos os dias de verão na casa da avó, onde o aroma de delícias recém-saídas do forno era uma constante.
"Você sempre teve um talento especial para fazer esse bolo", elogiei, saboreando a textura macia e os pedaços de cenoura que derretiam na boca.
Ela riu, uma risada suave que parecia carregar consigo todo o peso dos anos de experiência. "Ah, meu querido, a receita é simples. Mas é o amor que torna tudo mais especial."
Enquanto conversávamos e nos deliciávamos com cada garfada, o tempo parecia desacelerar. É como se estivéssemos em um momento intemporal, onde o presente se misturava com o passado em uma dança harmoniosa de sabores e memórias.
Ao final da tarde, com os pratos vazios e os corações cheios, olhei para minha avó com gratidão. "Obrigado por compartilhar esses momentos comigo, vovó. E por me ensinar que a verdadeira magia está nos pequenos prazeres da vida."
Ela sorriu, um sorriso que iluminava todo o cômodo. "O prazer foi todo meu, querido. Sempre que quiser relembrar esses momentos, basta assar um bolo de cenoura e deixar que os aromas nos levem de volta ao passado."
E assim, com o coração cheio de lembranças doces como o bolo que compartilhamos, saí da casa da minha avó, sabendo que aquele dia se tornaria uma memória preciosa a ser guardada para sempre, como um tesouro escondido nas gavetas da minha mente.
Sabe, a vida não é igual receita de bolo. Não existem ingredientes determinados, quantidades preestabelecidas, tempo de preparo ou "modo de fazer", tudo ali, anotadinho, que alguém já tenha feito e você precise apenas seguir o passo a passo.
Quem dera se fosse...
Mas não é! Não tem essa de "coloque uma Pitadinha de X coisa", ou "acrescente mais um pouquinho do ingrediente Y" para salvar/consertar a receita.
A vida, até pode ter lá suas receitas, mas elas são individuais e cabe a cada um de nós fazer seus próprios "testes".
Na vida, o ingrediente errado que você adicionar, vai, sim, estragar o resultado. O ideal é que se tenha muito cuidado com a escolha dos "ingredientes", é não insistir em ficar por aí, procurando algum componente milagroso, que seja capaz de salvar a "receita" que desandou. É que, na vida, algumas vezes você até vai conseguir "salvar" alguma "receita" que, por ventura, tenha desandado, mas antes de tentar isso, é conveniente que se pergunte: vale a pena? Compensa mesmo insistir nisso? Ou seria mais razoável mudar o foco, começar do zero e escolher outros ingredientes, outro produto final?
As vezes, optar por outra receita é a melhor opção. É claro que você vai precisar começar do zero, vai precisar escolher novos ingredientes e a forma de preparo também vai mudar, mas são as escolhas, o empenho e o tempo de dedicação que vão dar origem a um produto exclusivamente preparado por você, a sua receita! E quer saber mais? Essa receita só serve para você, viu? Bem, quanto a minha, eu ainda sigo testando, selecionando ingredientes, observando as receitas de outras pessoas, tentando descobrir o meu modo e tempo de preparo. Fiz algumas receitas que desandaram e consegui salvar, mas também ja desisti de outras, mesmo antes de começar. Não valiam a pena, não daria certo... Ah, mas também tive algumas que me surpreenderam, pois apesar da simplicidade e da aparência, possuíam um sabor inigualável.
Então, é isso, cada um de nós é responsável por testar variações em busca de sua "receita de vida ideal", por isso, escolha bem seus ingredientes e tenha cautela com o tempo e modo de preparo. O resultado da sua receita (seja ele qual for) depende disso!
O fermento usado no pão não é o mesmo utilizado no bolo.
O processo do bolo não é o mesmo do pão, mas no final, ambos crescem.
Doce imaginação,
Sabor de bolo colado,
Pegajosa como tem que ser, naquela medida certa,
Assim tem sido a tua passagem na minha vida,
"Imagino os recursos como um bolo, porém os que chegam primeiro comem a maior porção e ainda repartem às migalhas com os que logam chegam, mesmo já estando saciados!"
Ditamos e somos ditados, conceituamos a racionalidade. Afinal o que temos realmente nós pertence? O que nos da o direito em dizermos que merecemos mais que o outro? Até quando quem não girar a roda será desprivilegiado de quem a gira?!
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