Bendito o que Semeia Livros e faz o Povo Pensar
"A solução do Brasil está na inteligência do seu povo. Com humildade, respeito, solidariedade e muito trabalho chegaremos onde nenhuma ideologia de ocasião nos alcançará. Nossa bandeira nunca se prestará a ideologias baratas e populistas."
"NOSSA Polícia é uma AMOSTRA do POVO que SOMOS e dos GOVERNANTES que TEMOS. Há uma relação intrínseca entre polícia, povo e governantes. É um mecanismo. Se o povo muda, por conseguinte mudam os governantes, e a polícia vai corresponder a nova sociedade ".
Vejo pessoas com a reza na boca e a arma na mão, profanos, matando em nome da religião. O povo esqueceu a bondade, a fraternidade, o amor, o perdão! Seres desumanos, perversos,infames, não têm compaixão.
O fomento a participação social nas gestões tem aumentado tão rápido que o povo ainda continua letárgico sem ocupar os fóruns, conselhos, orçamentos participativos, conferências, audiências públicas e demais espaços representativos precisamos acordar.
Era uma vez um país bem distante, muito rico, mas cujo povo era extremamente pobre. Eles ignoravam regras sanitárias, exploravam trabalhadores, não ouviam o que os sanitaristas diziam. Certo dia seu povo adoeceu gravemente, por causa de um bichinho bem pequeno, mas muito malvado. Em vez de mudar suas regras sanitárias e confiar nos sanitaristas, preferiu usar seu ouro para construir um imenso castelo de plástico e colocar os doentes que chegavam aos montes. O bichinho se espalhou mundo afora. Os outros países, encantados com esse lindo castelo de plástico resolveu fazer um igual. Infelizmente, milhares de pessoas também morreram. Mas um pequeno país, muito esperto, orientado por uma Enfermeira muito sábia, fez exatamente o contrário daquele distante país. Instruiu ao rei a investir todo o seu tesouro em segurança sanitária, valorizou o trabalho da atenção primária e, em vez de construir castelos de plástico que depois não teriam utilidade, ajudou as pessoas a ficarem em casa, fornecendo ajuda para que elas não perdessem seus empregos, investiu em transporte individual saudável aos trabalhadores, protegeu as pessoas dos bichinhos acompanhando de perto e cercando cada rua que tivesse alguém doente. Até que a nuvem de bichinhos passou. Com o apoio dos empresários aguentou firme e quem nada comprou, acumulou grande tesouro. Assim, todos tinham acumulado tantos tesouros que puderam comprar tudo o que sonhavam. E todos foram felizes e saudáveis para sempre, graças às sugestões da enfermeira sábia.
As Autarquias mudam a vida do povo em contexto de paz e estabilidade, sem estes dois elementos, realizar eleições autárquicas sob o sudário de uma pandemia como a COVID-19, nos torna iguais a animais selvagens, que priorizam a presa em detrimento da colectividade.
Realizar despesas para a satisfação de um povo dilacerado pela pobreza, implica, tão somente, ter a capacidade de sentir o mínimo possível, o sofrimento que assola a vida de quem pretende ver o pão na mesa para alimentar os seus filhos.
As Finanças Públicas só servem de facto para satisfazer os anseios do povo, quando os gastores da coisa pública entendem que o dinheiro colocado a sua disposição em nome do Estado, servem para gerar riquezas para povo e pelo povo.
O otimismo tem sido o ópio do povo desde sempre.
Inocentes e ignorantes confiam, baseados em promessas esdruxulas, que dias melhores virão, sem fazer o mínimo esforço para que as coisas mudem para se resolverem.
As grandes tragédias são logo esquecidas pela chegada de outras ainda maiores.
Gostaria de estar errado mas se a cada dia as coisas se complicam, não é difícil imaginar o resultado final.
É desonestidade intelectual quando um político afirma que o povo fala mais não ajuda, enquanto os mesmos carecem sempre de ajuda.
A cultura é fundamental para identidade de um povo, mas, se ela nos impede de nos colocar no lugar do outro e pensar antes de reagir, torna-se escravizante. Para o mestre da Galiléia, por detrás de uma pessoa que fere, há sempre uma pessoa ferida
Sou do Vale do Mucuri. Ando cercado de sabedoria e trago a tiracolo a honradez de um povo de bom coração
Acaba com essa guerra zezinho...
MENTINDO, no filme, "o servo do povo" ;
Foste eleito pra Ucrânia governar!
Não para a destruir, vendo a MATAR...
Seu POVO, desde o mais velho ao mais novo!
Vai depressa o filme Oppenheimer, ver;
Pra veres o que achou desse inventar;
Nuclear, com que tão andas a brincar;
Que a por pai, com o Einstein, teve o prever.
Pois, verás o que ambos dois concluíram;
Após verem poder desse inventar;
Que foi: ver VIDA na Terra acabar;
Que foi: o que ambos, pois, por tal PREVIRAM.
Por isso, vis políticos que estais;
Espalhados por toda a NOSSA Terra;
Evitai essa derradeira guerra;
Porque a brincar com TODA a VIDA andais!
Não obrigueis o putin ter que ir usar;
O poder que tão tem desse fazer;
De a toda a VIDA havida, desfazer;
Se as tais, o obrigardes a utilizar.
Por não ser possível a alguém vencer;
A em nós, maior potência NUCLEAR;
Só nos resta com a GUERRA acabar;
Só resta, os políticos; convencer!
Ou acaso o tais teimem continuar;
A fazer-te a vontade, herói zezinho;
Devido a teu julgar tão pobrezinho...
Com a VIDA na Terra, vão acabar!
Por mais de oito mil milhões, TODOS sermos;
São horas, pois, de a tais parvos convencermos;
Par' às mãos dos tais ditos não morrermos!
São horas, de EM PAZ, cá na Terra; VIVERMOS.
Posto tal, por estar a verificar uma tão irresponsável e negligente vontade política, só me resta desejar, que: (o que pouco gosto) político Donald Trump, volte, mas depressa!!!
Tradição no Vale do Mucuri
O povo do Vale do Mucuri carrega no coração o sangue da liberdade; traduz a riqueza mineral em seu solo; a natureza viva; abundância hídrica de seus rios e cachoeiras; sua tradição de feiras culturais, de musicalidade, de artes, manifestações culturais de um povo frenético, homens de caráter inabalável, a beleza na literatura, nas ciências jurídicas, do talento e quimeras reais, gente humilde que brilha, que reluz, que impõe respeito e força de lutar em prol dos objetivos perseguidos.
Acreditar que o Brasil será de fato uma democracia voltada para o bem de seu povo, é o mesmo que acreditar que um prédio se sustentará em pé, utilizando-se de quantidade insuficiente de concreto.
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