Bebida
Cânion de Paulo Afonso
Uma bebida gelada,
A paisagem de um cânion perfeito,
O Sol refletindo o poder da vida,
A magia exuberante do lugar,
Uma imagem para ser guardada e reverenciada.
Laços apertados
Bebida envelhecida, laços mal apertados,
Registros do passado, um amor inacabado,
Na dor, uma velha passagem e uma nova partida,
Historias guardadas, coração apenado.
Sou uma bebida forte ... embriague -se ... goles e goles de mim causam dependência.. viciam ...sou droga .. só aproxime se vc for forte ..se der conta do recado...
O povo festeja o futebol, solta o samba e adere à bebida, porém seus filhos pagam caro com a falta de segurança, educação social e saúde familiar.
Deus pode fazer o homem comprar a verdadeira bebida e a verdadeira comida sem dinheiro, quando Ele oferece a verdadeira Água da vida, Jesus.
Guerras, estagnação espiritual e corrupções mundiais: onde havia água ja não pode ser bebida; onde havia finanças, os negócios caíram; onde a população podia transitar livre e desimpedida, as medidas cortaram os rumos e as facilidades; onde podia desgustar comidas chiques e ornamentadas, perderam seu sabos e são abandonadas; onde o trabalho era um contentamento familiar para o sucesso, as taxas são elevadas, os recursos são mínimos e as oportunidades diminuiram; onde o respeito e o temor a Deus sumiram dos corações humanos, os inimigos acampam para gerarem maiores sofrimentos até que todos cheguem ao arrependimento da própria frieza, à busca do socorro espiritual e à obediência ao que Seus profetas, mensageiros, enviados e discípulos disseram o que iriam acontecer: Assim diz o Senhor.
Um botão da camisa faltando e, arrependimentos sobrando, com um resto de bebida quente no copo, e cinzas de um cigarro.
"Às vezes, um gole de silêncio pode ser mais intoxicante do que qualquer bebida. E é nos momentos de quietude que as sombras do passado começam a se misturar com o presente."
Quando ele voltar, depois da chuva
Abra aquele litro de bebida
Apele pro teu resto de bom senso
Lá fora o mundo é grande e o frio, imenso
Quando ele voltar, depois da vida
Abra teu sorriso, porventura houver guardado
Aquele desgastado, penso nunca, jamais visto
Sequer por teu olhar sem amplitude
Guarde teu orgulho costumeiro
Esse, que acompanha a tua sombra o dia inteiro
Descobre teu olhar de todo argueiro
Se acaso sentir medo
Feche as mãos, esconda os dedos
Quando, então, se revelar detrás do espelho
Donde há de voltar, depois de tanto tempo
Um resto de lembrança, um traço de esperança
Um espaço que estava vazio
Outro pedaço de passado
Cacos de vida lado a lado no presente
Ilusão de tempo dilatado, embora inexistente
Bem diante dos teus olhos, logo após o estio.
No mesmíssimo lugar que se encontrava
Antes da chuva.
Edson Ricardo Paiva.
"Quem dera se ressaca viesse apenas da bebida"
Algumas pessoas nos trazem esse mesmo sintoma, o jeito é: Aprender a ter alguns limites
