Barco sem Rumo
Ei?
Se perguntarem por mim,
diga que estarei onde os barcos partem rumo ao vento
Se não me encontrarem, diga que me perdi
Se me criticarem, diga que sou doida da vida
Se me elogiarem, diga que sou vida doida
Se ainda assim especularem, diga que cansei
Se sentirem medo, diga que venci
Se sentirem pena, diga que mudei
Se sentirem angústia, diga que aprendi
Se sentirem paz, diga que perdoei
Se sentirem felicidade, diga que sonhei
Se sentirem saudade, diga que
estou aqui
Mas se nada sentirem, não tem nenhum problema, diga que continuarei onde os barcos partem rumo ao vento
Quando se arma de coragem
A vida se arma de leveza
Poema autoria de #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 09/09/2021 às 11:00 hrs
Manter créditos de autoria original _ Andrea Domingues
O vento
Navegando no infinito
Disperso entre 7 mares
Guio meu singelo barco a vela
Rumo a um destino desconhecido
Qualquer que seja, só o vento importa,
E junto, o peso em que si carrega
Ouvinte de tantas histórias
Guardião de tantas memórias
Declarações de amor
Gritos de dor
Se acumulando em mesmo canto
Mesmo conto
Mesmo ar, mar
E nesse instante
Sua força é tanta
Sua intensidade espanta
E em sua constante frieza pergunto:
É possível existir tamanho sofrimento
Pra ter atormentado tanto meu querido vento?
Alma florida
Haverá de encontra-la
junto ao porto
Onde os barcos partem,
rumo ao vento
É de sonhos, de paz e recomeços
Há dias que ela é vendaval
Há dias que é silêncio
Há dias que é poema
Há dias que é tormento
Mesmo com as coisas difícil
Ela leva um sorriso fácil
A vida se torna tranquila
Quando se arma de abraços
Poema autoria de #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 22/04/2021 às 17:40 hrs
Manter créditos de autoria original _Andrea Domingues
"A vida sem Jesus Cristo pode ser como um barco à deriva, sem rumo ou propósito definido. Sua presença e ensinamentos podem iluminar o caminho e dar significado à jornada."
Meu amor por você, um barco à deriva, sem rumo, sem porto, em um mar de melancolia, onde a esperança se afogou e morreu.
Barco sem rumo,
nevoeiro constante,
bússola mágica que
faz ir adiante,
Iceberg à frente,
desvia com a paixão
do Titanic ardente.
1912 foi o ano da tragédia,
vidas à deriva no
meiodo oceano,
destinos interrompidos
nesse mesmo ano.
Sentei no barco da saudade
Rumo ao mar da ilusão
A caminho da felicidade
Atraquei na solidão
Arrependi de verdade
Porém sem explicação
Perdi boa parte do meu coração
O HORIZONTE LEVA!
O barco vai, vai sumindo, sumindo..., calmamente, rumo ao horizonte,
Em seu seio leva ela, leva o meu amor para longe, bem longe, de mim distante.
A imagem vai diminuindo, diminuindo, diminuindo, aumentando a minha dor,
A solidão que se instala, traz angustia, gastura e pavor.
O horizonte rejubila de felicidade contemplando a natureza - o crepúsculo matutino,
E eu, aqui sozinho, não a vejo mais, apenas um vulto pequenino.
O barco vai sumindo, desaparecendo no horizonte. É o mar se juntando ao céu!...
Foi-se embora o meu amor. A abelha não tem mais o favo, não tem o mel!...
O horizonte desnuda o ocaso de um grande amor,
Restará apenas a lembrança do tempo de primor.
No meu jardim continuará vibrante a mais bela e encantadora flor,
Minha alma ficará marcada, pelo seu semblante e seu sorriso encantador.
Há ainda a esperança de que um dia ela vai voltar,
Acredito na sua promessa, dizendo-me que eu sou o grande amor da vida dela, que sempre irá me amar...
Pode ser apenas ilusão, um cobertor na minha emoção.
Só sei que, sem ela, não terei mais paz e alegria no coração.
Élcio José Martins
Lá vai a sereia perdida,
anda à deriva num barco,
sem rumo, nesta tempestade,
de amor, e de desilusão,
levando consigo um coração,
frio, gelado, com medo das palavras.
Servir, partilhar, verdade,
liberdade, amigo, sorrir,
falar, ouvir, dialogar,
compreensão, confiança,
compaixão, ternura, amar.
Anda à deriva, a nossa sereia,
neste barco sem rumo,
com medo das palavras fortes,
que tocam o coração gelado,
que derrete com medo.
Ele escolheu um barco para fazer a viagem, esperou o vento dar um rumo e seguiu, uma única certeza, ondas levaram ele a um lugar desconhecido, porque ele decidiu não remar.
Acho que a vida é mesmo um barco sem rumo, onde não sabemos se á frente encontraremos uma grande queda d’água. Só velejamos esperando apenas a calmaria das águas.
Não é por nada, não; mas, por tudo são poucos os que entram em seu barco para saberem que rumo tomar ou em quem confiar, quando assistirem a sua reputação, o seu caráter, a sua honestidade, o desempenho do seu trabalho e o sucesso de suas realizações.
"Eu sou feito um barco, procurando navegar rumo
as águas dos meus melhores pensamentos..."
☆Haredita Angel
