Bandeira
Pontes em vez de Muros
Caminhemos além da bandeira erguida,
onde cores não servem para dividir,
mas para pintar a grande vida,
que só no encontro pode existir.
Não há vitória em muros erguidos,
nem na cegueira da voz que exclui;
o mundo é feito de sons distintos,
e na harmonia a alma flui.
Que o verbo seja ponte e não ferida,
que o gesto seja raiz, não corte;
no senso coletivo nasce a vida,
na união se encontra a sorte.
E assim, de mãos dadas, descobrimos,
que não há “meu” nem “teu” futuro;
há um só amanhã que construímos,
quando o coração vence o muro.
O mal pode até levantar bandeira de vitória, mas sua queda será inevitável. Porque diante do trono de Deus, nenhuma injustiça permanece de pé.
A cruz é meu estandarte, minha bandeira,
pois nela encontro vida, perdão e poder.
Nenhum inimigo prevalecerá contra mim,
porque Cristo é meu escudo e fortaleza.
Mesmo quando a dor tenta me abater,
Deus ergue meu espírito e me faz andar.
7 de setembro, bandeira no céu.
Mas nossa independência
É só papel.
Foi grito, foi pose, foi teatro, foi cena.
O povo aplaudia
mas a dívida
já nascia.
Do Ipiranga à City de Londres o grito virou contrato e o contrato virou corrente corrente invisível elegante, porém permanente.
Paga aqui, refinancia lá
juros sobe, esperança cai
o nome é bonito
soberania Nacional.
Mas no extrato.
Dependência Global.
Diziam
Somos livres, somos bravos, somos gigantes.
Mentira elegante!
Escravos modernos, pagadores constantes.
Dois milhões de libras
e um século inteiro de promessas quebradas
de um lado a coroa caía.
Do outro, o povo segurava as algemas douradas.
Se fosse hoje? Dois bilhões quem se importa?
O problema não é o preço.
É o ciclo. É a porta que nunca se fecha, é a dívida que nunca morre
O banco não te mata
ele te deixa vivo
Pra pagar.
Independência ou morte! gritou Dom Pedro.
E a Inglaterra respondeu
assine aqui, parceiro.
Enquanto o povo gritava
o banqueiro calculava.
Enquanto a criança nascia
a dívida já a registrava.
E aqui estamos
exportando vida
Importando miséria.
Riqueza some na bolsa
e volta na fatura bancária.
A bandeira tremula mas quem segura é o vento da ilusão.
Somos livres na música
somos livres no hino
mas escravos na prestação.
7 de setembro é só desfile
É só fumaça pra esconder
que a independência nunca chegou. E talvez nunca vá nascer.
Tem dias que sou mesmo assim
Acendo o pavio da Intensidade
e levanto minha bandeira de loucura .
É a maneira que consigo
me blindar e me defender
de toda fútil "lucidez" desse mundo.
No tecido dessas frases
sobre a haste desses versos
a poesia tremula inquieta
a bandeira da leitura
no poema que mais
esse vento completa
(Leonardo Mesquita)
Lembre-se: Sobreviver é o primeiro triunfo, acreditar é o segundo, e vencer será a sua bandeira para sempre.
SURFAR
E agora, José. José para onde?
Antes de tudo ouvir o tango Argentino de Bandeira.
Depois retirar a pedra do caminho.
Brincar um pouco com as andorinhas de fio do Quintana
Fazer Mestrado e Doutorado... Nunca serei nada.
Só não quero passar pela agonia do parque de João e do outro José.
Entender... Que te amo por não amar bastante ou demais a mim.
Entender... Ainda, que é necessário Amar!Amar!E não amar ninguém.
Queria voltar a fumar.
Tragar como Augusto e pensar nas bocas que gostaria de escarrar.
Entender que viver é ser o outro.
Entender como Manoel que a maior riqueza do homem
é a sua incompletude.
Por fim quero fugir
Ser qualquer.
Entender, que eu sou o que no mundo anda perdido,
Entender, que eu sou o que na vida não tem norte.
Em fim. para onde? Surfar.
..
Acredito na bandeira vermelha dos homens, acredito em revolução, não vejo a possibilidade de me fazer prisão
Saudade não é questão de pele, bandeira, etnia ou raça, é diferente disso __ é questão de alma, distância, interpretação de espírito ou matemática dos sentidos que calcula tudo em fórmulas nada convencionais e sempre estranhamente exatas.
# 02/05/12 --:--
O mofo na parede do palácio formou ilusoriamente a bandeira
da minha nacionalidade, relembrando-me assim do voto que os homens tem com a mãe pátria .
Minha Terra.
Minha terra tem as cores da Bandeira,
Terra lugar lindo de viver.
Terra de grandes mares, de céu azul,
Onde o sol brilha mais forte aqui no sul...
Nas noites de lua cheia e suas estrelas brilhantes,
E nas manhas com seus pássaros cantantes,
Nas matas verdejantes com suas cachoeiras de águas cristalinas,
Dando boas vindas a essa Terra linda.
Que maravilha!
Que o dia seja lindo e que a paz seja a bandeira da salvação.
Que Jesus nos abençoe a todos.
Nenhuma adversidade será capaz de nos abater, pois cremos Nele e Ele nos guiará.
09.05.12
Juntar a lenha pra fogueira, cortar a seda pra bandeira, preparar a mandioca para o caldo... Ansioso por ver o céu da roça, sola do pé na terra... quiçá borboletas no caminho.
Reconhecer uma derrota é tão difícil quanto necessário. É preciso levantar a bandeira, se render e deixar de lutar, não é um ato covarde e sim um descanso pra alma.
Eu desisti não por ser fraco, mas por não ter mais alternativas, lutei um bom tempo, infelizmente escolhi as armas erradas, cai e levantei várias vezes, mas quando não é pra acontecer não tem jeito você pode fazer o que for, as coisas só acontecem quando tem que acontecer. Agora só resta levantar a cabeça e seguir, porque a vida continua e sempre haverá algo que vai te fazer sorri, pode não está perto, mas existe alguma força que traz ate você.
Desastre ambiental,
eu só vejo choro no país do carnaval,
a meio mastro astiada,
a bandeira nacional.
Às vezes sou meio nacionalista como os americanos do norte, não nacionalista por causa da bandeira ou do Estado, mas por causa do meu povo.
