Bairro
Nem todo mundo, quer provar o sucesso andando de Ferrari no bairro que nasceu
Para alguns o sucesso é estar em uma churrascada em família.
COVEIRO
Mudei-me para o bairro do pé junto,
lugar calmo e de muita urbanidade,
porém recanto morto da cidade,
pois, pra vizinho, tenho só defunto.
Eu mesmo me respondo se pergunto,
e, sem por que falar amenidades,
já penso com maior profundidade,
comendo pão de queijo com presunto.
Coveiro sou, estou a edificar
um bairro para baixo, nos canteiros
onde todos irão se aconchegar.
Sou construtor dos lares derradeiros,
e vou cavando sem me preocupar,
pois nunca fiz enterro de coveiro...
Marcos Satoru Kawanami
Bahia!
Meu sotaque vem do Gueto
meu canto vem da massa
do Olodum, do Araketo
Aratu, bairro da Graça
sou de Brotas... Salvador
e a minha negra cor
simboliza a minha raça.
Um sonho aleatório!
Em um bairro tranquilo e arborizado, onde as casas se alinhavam harmoniosamente em um condomínio fechado, vivia um comunicador popular chamado Mykesio. Sua rotina pacata era interrompida por um sonho intrigante que o transportava para uma realidade paralela, repleta de mistérios e encontros inesperados.
Em um dos sonhos, Mykesio se via diante de um campo de futebol, cenário onde uma tragédia se desenrolava diante de seus olhos. Um jovem atirava em outro rapaz, desencadeando uma série de eventos que o levavam a se envolver em uma trama surreal.
Ao tentar escapar da violência presenciada, ele se via em meio a um grupo de jovens desconhecidos, que, curiosamente, despertavam nele um sentimento de familiaridade instantânea.
Entre conversas sobre trabalho e afinidades inesperadas, Mykesio se via imerso em um ambiente exótico e misterioso.
Um senhor africano, com gestos e palavras incompreensíveis, oferecia-lhe presentes simbólicos, desafiando-o a decifrar seus significados ocultos. A troca de olhares entre ambos transmitia mensagens silenciosas, evocando um senso de conexão além das palavras.
A dualidade entre o familiar e o desconhecido permeava o sonho de Mykesio, levando-o a questionar os limites da realidade e da imaginação.
Enquanto o senhor africano parecia tentar transmitir-lhe uma mensagem enigmática, Mykesio se via dividido entre a vontade de explorar aquele universo onírico e o impulso de despertar para a sua vida cotidiana.
Ao final do sonho, com o olhar fixo no senhor africano e seu gesto de negação silenciosa, Mykesio despertava para a sua própria realidade, levando consigo as lembranças e os mistérios daquela experiência única.
O encontro com o desconhecido havia deixado em seu coração uma semente de curiosidade e reflexão, ecoando além dos limites do sonho e da vigília.
A pobreza é o circulo e o bairro das pessoas quase perfeita e mais lindas do mundo, como lá no suburbano
Meninas, acham que o principe encantado é o cara mais belo da cidade/bairro, aquele pode lhe oferecer uma casa luxuosa, carrão e riquezas.
Mulheres, sabem que o principe é aquele que lhe da amor, carinho, respeito, atenção, que esta do seu lado em todos os momentos, que ajuda, protege, que da força, que faz qualquer coisa para arrancar-lhe um sorriso bobo na hora em que ela mais precisa sorrir, é aquele que permanece independente das dificuldades.
Um dia, essas meninas, quem sabe, venham a se tornar mulheres.
Já essas mulheres, com certeza, se tornarão rainhas.
Sou baiano! Nascido em Salvador, morador de um bairro chamado Nordeste de Amaralina. E por incrivél que paraeça, o que me difere das pessoas de outros lugares não é nem a forma de como eu penso, de como ajo muito menos de como eu existo. E e sim da forma com que eu o meu amor atinge a vida de todos aqueles que pensam que são meus os inimigos...
Nessa rede social facebook tem muito Mestre dos Magos Filosofando e muita Maria do Bairro Sofrendo...
A professora que não mordia
Lá, numa pequena cidade no Sul do país, num minúsculo bairro, em uma escola miúda,com um pequeno número de professores, com pouquíssimos recursos, uma professora brava, sempre irritada; cansada de seu trabalho, desgastada pela carga que há anos lhe pesa sobre os ombros.
Por causa do desgaste ela sempre desconta a sua ira em alguém. Hoje a vítima foi a merendeira. Dona Nilda, como é chamada a professora, queria uma xícara para beber café.
Como já se sentia postergada quanto ao horário de ir à sala, proferiu seus impropérios, e, com palavras que não consigo escrever, porque estão todas no aumentativo, maltratou a coitadinha da Dirce. Depois pediu desculpas, disse que estava nervosa. Mas todos sabem que ela o faz rotineiramente. Ela sempre maltrata as pessoas e depois dá uma de vítima. Aí vem e pede desculpas, e age como se nada tivesse acontecido.
Hoje ela ultrapassou os limites. Sempre me dói muito observar a forma que ela trata aquele menino lá do outro canto da sala; ela grita muito com ele, de forma agressiva, embora seja muito quieto. Hoje ela perdeu toda a paciência, e, quando eu olhei para o menino, ele estava vermelho, parecia um pimentão, os cabelos arrepiados de tanto ele mesmo puxar. Os gritos da professora Nilda ecoavam por toda a escola, e, a cada grito eu sentia mais medo, imaginava-me no lugar daquele menino, que já tinha dificuldade quanto a assimilação, e
com os gritos, tenho certeza que os ecos não o permitem dormir. Na hora eu tremia todo, temia que um daqueles gritos passasse perto de mim, afinal, até agora tenho visto a impaciência da professora, e imagino que, caso eu erre, ela não pensará duas vezes antes de gritar perto dos meus ouvidos.
Eu nunca falei com ela, nunca ousei encará-la. Meu medo nunca permitiu. Na hora de ir ao banheiro, sempre espero por um descuido dela, saio de fininho, corro parecendo um fugitivo policial, fico em silêncio pelo corredor para não chamar a atenção de ninguém, infelizmente não tenho um amigo que me dê cobertura enquanto fujo. No retorno, venho em silêncio, espero por um novo descuido, e entro para o meu lugar, como se nada tivesse acontecido.
Nessa hora, geralmente ela está de costas. Ainda bem que não usa óculos. Não há riscos de me ver refletido nas lentes. Hoje ela está terrível, e eu, apertado. Os gritos dela não cessam. Em um momento de tensão ela deu um murro na mesa, e xingou alguém. Eu não sei a quem, mas ouvi, ela xingou!
Esperei o descuido, não aguentava mais. A necessidade de ir ao banheiro era muito grande. Então, preparei-me para fazer-me um ninja. E ela começou a escrever no quadro.
Chegou a hora de agir. Mas ao chegar na porta os braços dela, enormes, me alcançaram, me seguraram na altura dos cotovelos.
-Opa!!! Onde o senhor pensa que vai?- Ela perguntou olhando nos meus olhos, eu, pela primeira vez na vida olhei para ela.
-Vou ao banheiro. Respondi com voz quase inaudível. -Ao que ela me disse:
- Precisa pedir. Não há que ter medo. Dessa vez você vai, mas na próxima vez terá que falar comigo, eu não mordo...
Olhei bem, e pensei comigo:- Só falta morder agora; se está difícil aguentar os gritos, imagine uma mordida.
Não é porque as coisas estão todas bem na sua rua, no seu bairro, que no resto do mundo também estão.
11/03
Agradeça pela sua casa,
pela sua Rua, pela seu Bairro,
pela sua Cidade,
pelo seu Estado
e pelo seu País amado,
Por mais que a vida seja
difícil mantenha
o afeto pela sua
origem sempre conectado.
Oratório do Frei Bruno
Sobrevoa o Canário-da-telha
o céu do Bairro Diamante,
Vou rezar no Oratório do Frei Bruno
mesmo que julguem distante
a vitória pedirei a intercessão
de junto a Deus porque sei
que o nosso querido Frei
tem um poder milagroso brilhante.
Encantamento
Sou Canário-da-telha
sobrevoando plena
aqui em Rodeio
sobre o Bairro Glória
vendo o Gávea
e também o Centro,
Cumprimento o Sol,
a Lua, e encontro
gentil encantamento.
Nova Brasília
O Bairro Nova Brasília
sob as bençãos
da Santa Rita de Cássia
também devota a sua vida,
Quem quer ir de Rodeio
para Ascurra
e de Ascurra para Rodeio
conta passar por ali
para chegar no seu destino,
Um dia você também
passará comigo por este caminho.
I
Dear Moon Poetry,
lá na ponte pênsil
do Bairro dos Lagos,
te dei uns beijos
e carinhosos abraços.
II
Dear Moon Poetry,
no Diamatina
ainda moram
os sonhos
de dançar na Lua
desde a época de menina.
Expressar admiração pela sua rua, bairro, Estado e Nação nunca é demais. Não há como estar num caminho de prosperidade onde há pensamento e comportamento hostis e e recheados de radicalismos.
Rodeio foi lá no Bairro dos Lagos
Rodeio: foi lá no Bairro dos Lagos
que sob a proteção
dos Imaculado Coração de Maria
que superei os medos
de cruzar a Ponte Pênsil da vida.
Rodeio: foi lá no Bairro dos Lagos
que não tive me derreti
pelos olhos mais apaixonados
que até hoje eu conheci.
Rodeio: foi lá no Bairro dos Lagos
andando pelos matos e ignorando
o relógio, pude ter o encontro
com o melhor do destino no caminho.
01/10
Ame a sua casa,
a sua rua,
o seu bairro,
a sua Cidade,
o seu Estado
e a sua Pátria
porque você
se você não amar,
ninguém vai amar você.
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