Azar
Minhas desventuras no amor
Equivalem a todas as vezes que joguei em jogos de azar....
E não ganhei, absolutamente nada!
Adoro ser essa pessoa que me tornei, azar de quem não valorizou e veio a perder...poderia ter vivenciado o meu melhor, más infelizmente ficará apenas com o meu básico... só quem és verdadeiro terá o privilégio de ter a minha companhia.
Sorte? Não existe. Existe azar. Existe fracasso. Existe decepção. Existe o quando você é capaz de suportar tudo isso pra um dia alguém te dizer que você teve "sorte".
Sorte no jogo e azar no amor ? Não meu bem.. aqui é amor em jogo .. jogo da sedução .. aventura .. desejo proibido .. amor bandido ..menos azar ..
amar alguém é não ser correspondido apenas receber carinho sorte ou azar ,contentamento descontente,ilusão, iludido ou aceitar e desfrutar do pouco que conseguil,lidar com a dor que te consome que dilacera seu coração sua mente seu corpo ,e a dor, aí como dói, dor doida dor sem remédio,remédio sem Receita .
Amar o cheiro amar os olhos amar o cabelo amar as mãos amar os pés amar o corpo todo amar a sua própria alma ,amar esse amor sem expectativa mas assim mesmo amor.
Nunca de chance ao azar:
Você passa todo dia de carro em cima de um viaduto com um pequeno rachamento. Então pensa: "Nunca caiu e não irá cair". De repente, em um dia... E assim existem muitos e muitos exemplos.
Não dar chance ao azar é igual a sempre tentar evitar o pior.
Anéis do Tempo
O epicentro da destruição, habita no azar destrutivo
As moradas retumbam, na glória do continente sagaz
O inicio, o tempo, para se desenvolver
E ir repulsando em busca do solavancar territorial
O precipício busca seus donos
Para um prato rebuscado de alvenarias
Nas casas falsas, dos sórdidos
A blasfêmia entravia na jugular da cidade
O repulso normandista, nossas áureas no chute urbano
Os rebuscos nomináveis, o passado insólito
Na ponta visional, dos nutrientes do vento
O som mágico, aprisiona a saturação tardal
O lírico cântico boreal, soterra a imagem
Que devolupa, as investidas suscintas
No núcleo fadado da verdade, e da fulgurose maléfica
O precipício insano, nossas veias
A fulgurose dita o princípio da postergação
O desvio do ressarcir protuberante
A licitação te incrimina
No magistério conclamitoso, onde os anéis do tempo
Desaparecem como um fidedigno cortar de asas
O sinédrio escapa no perímetro atemporal
A alegria, a sinergia, o covalescer esbabacado
Protubera, em enxames gotejantes
Onde o imposto dessa sina, goteja em lares verídicos
O papel desemboca, em um controle supremo
As visões, notorizam seu fato, na jugular penetrante
O introspectar categórico, oniscia o detrime desolável
O calafrio afunila, com o núcleo repensivo
A prisão assolta, o coterme do destino
O jingle da manhã, assolta as peripécias permissívas
No dilatar assertivo, impostolado pelo repensar da memória
A realidade repulsiva envolta do mundo, o torna tão tenebroso que se você não der azar, acredite, tá com sorte.
O amor é o sentimento mais julgado por crimes que não cometeu. O seu azar é das pessoas chamarem suas atitudes de não amar de “amor”.
Não existe tempo, para determinar que você gosta de alguém,
Temos o azar de encontrar muita gente, sem coração nessa vida, estamos calejados de se apaixonar por pessoas que não faria nada por você.
Um certo dia você vai de apaixonar por uma pessoa incrível.
Mais talvez essa pessoa incrível, vai está em off.
