Aviao sem Asa Fogueira sem Brasa sou eu assim sem
Eu vou arrasar, me decidir,
vou me jogar por essa vida.
Quero te ganhar, te possuir,
te namorar vida bandida.
Talvez ela tenha medo de eu não querê-la, já que não posso tê-la. Assim. Como éramos. Ela não quer me amar, mas também não quer me perder. Ela quer que a gente fique numa boa. Como antes. Mas não existe mais garantia. A gente vai ficar numa boa, tento prometer. Tomara que eu esteja certo."
Só mais uma poesia
A poesia é um belo lugar
onde eu possa me expressar.
A angústia vai embora
e o verde sabiá começa a cantar.
Diante da multidão
eu começo a andar.
Sigo em frente e logo não vejo nada
e do nada eu vejo tudo.
Você jogou tantos baldes de água fria na fogueira dos meus sentimentos que eu já não sei dizer se ainda existe alguma brasa embaixo dessa cinza toda.
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Voar como pássaro, sem asa.
Viver abrigado, sem casa.
Manter o fogo, sem brasa.
Mergulhar fundo, mesmo rasa.
Viajar de foguete, sem a NASA.
Ter um discurso que embasa.
Uma mente que expande e extravasa.
Troco-me por ti
Na brasa da fogueira mal ardida
renovo o fogo que perdi,
acendo, ascendo, ao lume, ao leme, à vida.
E só trocado, parece, por não ser
na verdade conjugo o velho verbo
e sou, remido esquartejado,
o retrato perfeito em que exacerbo
os passos recolhidos pelo tempo andado.
A amizade é uma luminária a gás, uma lamparina, uma fogueira, uma faísca de brasa, um vaga-lume, uma luz das estrelas, um clarão do sol. Porque a amizade é tudo que não se apaga. É energia constante.
Se nos juntamos podemos ser a fogueira que aquece corações e a brasa que queima o egoísmo e as indiferenças.
Não desista nunca. Salve uma pequena brasa da sua fogueira pessoal e nunca a dê para ninguém, pois enquanto a tiver, poderá sempre começar uma nova luz com uma chama muito maior daquela que tentaram apagar.
BRASA ADORMECIDA – Feito brasa adormecida, na fogueira do tempo, você surgiu do nada e, crepitante chama, reacendeu meu coração. (Escritor e Jornalista EUGENIO SANTANA – Autor de livros publicados)
Quente como a brasa de fogueira o meu peito queima derretendo as grades dessa cadeia que chamo de subconsciente. Todo mundo sabe que a pior prisão que existe neste mundo se denomina mente. Desde pequeno eu sabia que era diferente eu querendo ser fogo do meio de multidões de águas. Não me identifico com quase ninguém porque enquanto eles precisam de moldes para se moldar eu preferi ser livre e voar com minhas próprias asas. Poucas vidas chegam a cruzar comigo fardado a está sozinho até o fim, quente mais do que próprio sol ,me pergunto, quem neste mundo queimaria o próprio corpo só para ficar perto de mim. Eu não ligo tenho poucos amigos e poucas pessoas que posso contar, mas as pessoas que estão comigo na minha fase mais difícil provaram que elas merecem ficar onde cada um estar. "Ajude a todos que te ajudarão" me iludi achando que fosse tão fácil assim e foi com este pensamento este, sentimento que foi me desgastando e quando menos percebi eu morri. Mas eu renasci mais forte, mais quente, mais determinado. Com uma coragem que me fez acreditar na ideia "se eles tem medo de fazer então deixa que eu faço". Hoje eu percebi o quantos todos aquelas quedas me fizeram mais forte. na mente várias lembranças no corpo várias cicatriz para vir terceiros dizendo que é sorte. Eu não estou no meu auge, mas o pouco que conquistei já me deixa feliz e baseado em tudo que escrevi e esculpir neste texto eu encho o peito pra dizer que eu sou a própria fênix.
A paixão é uma fogueira
É fogo de incendiar
É a brasa incandescente
Labareda a chamuscar
Mas ela vai depender
De ter lenha pra viver
Para nunca se apagar
O amor sem perdão é como a fogueira que deixa as cinzas na parte superior escondendo a brasa da angústia queimar e destruir todo o interior humano.
